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Vela: Vagas para o Rio 2016 começam a ser definidas no Mundial da Federação Internacional

Quinto dia de evento foi de ventos instáveis e muitas algas nas raias

Renata Decnop e Isabel Swan melhoraram na classificação do 470

Renata Decnop e Isabel Swan melhoraram na classificação do 470

Nesta terça-feira o vento apareceu no Mundial da Isaf (Federação Internacional), que está sendo realizado na Espanha. Apesar de fraco em algumas raias, agora toda a delegação brasileira já fez a sua estreia. Além do vento rondado, quem também atrapalhou os velejadores foram as algas.

Na classe 49erFX a dupla Juju Senfft e Gabriela Nicolino chegou a virar o barco e limpar a bolina (peça que faz com que o barco não ande de lado) e com isso acabou a regata na 25ª colocação. No geral as meninas ocupam a 50ª colocação.

Já Martine Grael e Kahena Kunze tiveram uma excelente estreia, vencendo a primeira regata do dia e ficando em quinto na segunda. Tanto elas, quanto Juju e Gabi estão na flotilha amarela, que tem uma regata em atraso em relação à azul. Por isso elas aparecem em 29º e 50º no acumulado, porém quando esta regata for realizada, elas subirão para o top 10. As líderes são as dinamarquesas Ida Marie Nielsen e Marie Olsen, que correram duas regatas.

“O primeiro dia foi puxado, mas muito bom para as condições que tivemos hoje. Estamos velejando dentro da baía, que é uma raia complicada e o vento não tem ajudado muito. Mas estamos satisfeitas com os resultados de hoje e amanhã vamos correr uma regata a mais para igualar com a flotilha azul”, disse Kahena.

“Nós chegamos a ir para a água novamente no final do dia e largamos bem. Estávamos em segundo lugar, disputando o primeiro após quatro pernas, mas o vento rondou 180 graus e anularam a regata”, disse Gabi.

Quem também estreou hoje foi a classe Nacra. Na flotilha amarela, João Bulhoes e Juliana Mota fizeram duas regatas, terminando o dia na 20ª colocação geral. Já a flotilha azul fez apenas uma regata e Samuel Albrecht e Georgia Silva aparecem em 61º, também com chances de melhorar assim que for realizada a segunda regata da série. Os líderes são os franceses Billy Besson e Marie Riou.

“Finalmente conseguimos estrear e acabamos não indo tão bem na única regata do dia. A condição estava bastante complicada, com o vento variando muito de direção e intensidade”, disse Samuca.

Na 49er, os melhores brasileiros são Marco Grael e Gabriel Borges, na 19ª colocação, com três regatas disputadas. Dante Bianchi e Thomas Low-beer, únicos brasileiros a velejarem ontem, acabaram não velejando hoje e, com duas regatas, ocupam a 56ª posição. Com a realização da terceira regata para a flotilha amarela, eles deverão subir bem na classificação geral. Os líderes são os neozelandeses Peter Burling e Blair Turke.

Na Finn, Jorginho Zarif foi 15º colocado a única regata do dia na sua flotilha. No acumulado ele aparece em 29º. O líder é o australiano Oliver Tweddell.

Entre as pranchas, apenas os homens velejaram hoje. As mulheres ficaram de folga. Ricardo Bimba Winicki sofreu para desviar das algas e chegou a montar a primeira boia na 46ª posição, dentre 49 inscritos. No final, o talento falou mais alto e terminou em 11º. Ele ocupa a 16ª colocação geral. Albert Carvalho está em 40º e Gabriel Bastos em 80º. O líder é o polonês Piotr Myszka.

“Velejamos muito perto da praia, com vento bastante rondado. Esta regata foi bem parecida com a regata eu ganhei, com a diferença que naquela não tinha alga”, disse Bimba.

Meninas da 470 ficam na flotilha ouro: Com a realização de mais duas regatas para a classe 470 feminina, a flotilha foi dividida em ouro e prata e as duas duplas brasileiras ficaram entre as melhores. Renata Decnop e Isabel Swan tiveram um bom dia, com um nono e um sexto lugares, subindo para a 21ª colocação geral. Já Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que estrearam em segundo ontem, caíram para a 14ª colocação após conquistarem um 16º e serem desclassificadas da última regata do dia por estarem acima da linha na hora da largada.

“Hoje o vento estava bom, mas muito instável, então ter conseguido fazer uma média boa foi muito importante para nós. Agora estamos focadas em subir na súmula”, disse Renata.

Já os meninos fizeram apenas uma regata ontem e uma hoje. Geison Mendes e Gustavo Thiesen são os melhores brasileiros na 58ª colocação. Henrique Haddad e Bruno Bethlem estão em 64º. Os dois estão na mesma flotilha, com uma regata a menos que os líderes Nicolas Charbonnier e Achille Nebout-Javal, da França.

“Ontem passamos cinco horas na água e nao fizemos nenhuma regata. Hoje foram nove horas para disputarmos apenas uma. Acho que em todas as classes as regatas estão bem difíceis”, disse Geison.

Classe laser define finalistas nesta quarta: Entre os Laser Standard, o dia não foi muito produtivo para os brasileiros. Scheidt caiu para a sexta colocação, a 18 pontos do líder, e Bruno Fontes foi para 11º, e terá que se recuperar amanhã para voltar para a zona da medal race.

“Hoje foi um dia bem complicado, entramos na água às 11h e ficamos até as 19h para apenas duas regatas. Ventava de tudo que era jeito e eu não fui bem, mas pelas circustâncias poderia até ter sido pior. Está tudo em aberto ainda e amanhã teremos mais três regatas”, disse Bruno.

Na Radial, Fernanda Decnop foi a única brasileira a se classificar para a flotilha ouro e foi 20ª colocada na única regata do dia. Tina Boabaid e Odile Ginaid passaram o dia esperando para velejar na flotilha prata, mas acabaram não velejando por falta de vento. A líder é a holandesa Marit Bouwmeester.

“Estávamos perto de completar a segunda regata, quando o vento acabou e eles anularam. Seguimos esperando para ver se ia entrar alguma coisa, mas sem sucesso. Ficamos mais de sete horas na água! Estou muito cansada!”, disse Fernanda.

A previsão é que nesta quarta sejam realizadas as últimas três regatas da fase final. Na quinta-feira os dez primeiros colocados irão disputar a medal race, que é mais curtinha, bem próxima do público e tem pontuação dobrada.

Vagas para o Rio 2016 começam a ser definidas: O Mundial da Isaf vai definir 50% dos países que estarão no Rio em 2016 e, como a classe Laser foi a primeira a ir para a água, 23 vagas já foram definidas entre os Standard. Além do Brasil que já tem vaga nas 10 classes, conquistaram um lugar a Austrália, Bélgica, Canadá, Croácia, Chipre, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Alemanha, Guatemala, Inglaterra, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Cingapura, Suécia, Polônia, Portugal, Tunísia, EUA e Ilhas Virgens Americanas. Nove vagas virão no Mundial de 2015, outras duas no Sul-Americano, Norte Americano, Africano, Asiático e Europeu e mais duas por convite.

Entre as meninas do Radial, a classificação só será conhecida amanhã, já que existem 19 vagas e 33 barcos passaram para a flotilha ouro.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo participam da competição mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

Falta de vento anula regatas do Mundial de Vela

Das 35 regatas programadas para o dia, apenas duas puderam ser realizadas

Martine e Kahena esperaram - e muito! - mas não fizeram a sua estreia em Santander

Martine e Kahena esperaram – e muito! – mas não fizeram a sua estreia em Santander

A segunda-feira não foi nada divertida para os velejadores que disputam o Mundial da Federação Internacional (Isaf) na Espanha. O vento não apareceu e apenas a flotilha amarela do 49er conseguiu velejar e fazer duas regatas As outras 33 que estavam programadas para o dia não foram realizadas. Com isso, a estreia das classes 49er FX, Nacra 17, Finn e 49er (flotilha azul) ficará para amanhã.

“Passamos o dia esperando. Pelo menos a temperatura estava agradável, com sol, e nós ficamos em terra, ao contrário dos meninos que ficaram boiando”, disse Bruna Martinelli, da RS:X.

Quem compartilhou da mesma frustração foi Renata Decnop, do 470. “Nós tivemos duas semanas de treino maravilhosas e agora o vento acabou! Estou sonhando com aqueles 15 nós da Coaches Regatta, evento que disputamos na mesma raia uma semana antes”, disse ela.

Dentre os que realmente velejaram hoje, está a dupla brasileira Dante Bianchi e Thomas Low-Beer. A dupla finalizou o dia na 16ª posição da flotilha amarela do 49er. Os líderes são os austríacos Nico Delle-Karth e Nikolaus Resch.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo são esperados mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

 

Terceira etapa do Circuito Ilhabela de Vela encerra primeiro final de semana com disputa acirrada

Disputa na RGS por Marcos Mendez

Disputa na RGS por Marcos Mendez

O tempo bom e o vento em condições excelentes do primeiro dia de regatas da terceira etapa do XIV Circuito Ilhabela de Vela – Copa Suzuki Jimny estenderam-se durante o domingo, com ventos de leste de 15 a 20 nós e um belo dia ensolarado. As classes HPE e C30 disputaram duas regatas barla-sota, enquanto os barcos da classe RGS realizaram duas regatas nas proximidades de Ponta das Canas.

Na disputada classe C30, o Caballo Loco que terminou o primeiro dia de regatas empatado com o CA Techonologies, ganhou vantagem nas regatas do domingo e assumiu a liderança. “A equipe é muito unida e cada detalhe faz a diferença. Foi um presente de aniversário” conta o tripulante George Nehm que comemorou no domingo seu aniversário.

Na classe HPE, o Ginga manteve a liderança, com o mesmo número de pontos perdidos do primeiro dia “É importante manter essa regularidade para ganharmos vantagem na tabela. ” diz o comandante Breno Chvaicer.

A competição, uma das principais da vela oceânica brasileira, será retomada no próximo fim de semana, 20 e 21 de setembro, para mais regatas valendo para a terceira e penúltima etapa do evento.

Confira os resultados do primeiro final de semana, com descarte na classe HPE:

HPE
1 – Ginga (Breno Chvaicer) (Reg 1 + Reg 2 + Reg 3 + Reg 4 + Reg 5) ([1]+1+1+1+1) = 5
2 – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) (3+2+2+[5]+2) = 9
3 – Atrevido (Fabio Bocciarelli) ([6]+3+3+3+3) = 12
4 – Fit To Fly (Eduardo Mangabeira) (2+[7]+5+2+4) = 13
5 – Artemis (Luis Castellari) (7+[11]+4+4+5) = 20
6 – Bronco (Caio Prado) ([8]+5+7+7+7) = 26
7 – F7/Ser Glass (Renata Belloti) (4+9+8+6+[12DNC]) = 27
8 – Conquest (Marco Hidalgo) (5+8+[11]+9+6) = 28
9 – Repeteco (Fernando Haaland) (9+4+6+[12DNC]+12DNC) = 31
10 – Takra (Luiz Eduardo D’Almeida) ([10]+6+9+8+8) = 31
11 – Xereta (Zonda Boats) ([11]+10+10+10+9) = 39

C30
1 – Caballo Loco (Mauro Dottori) (Reg 1 + Reg 2 + Reg3 + Reg4) (1+5+1+1) = 8
2 – C A Technologies (Marcelo Massa) (4+1+2+3) = 10
3 – Barracuda (Humberto Diniz) (2+3+5+2) = 12
4 – + Realizado (José Luiz Apud) (3+4+3+5) = 15
5 – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) (6 OCS + 2+4+4) = 16

RGS
1 – Montecristo (Julio Cechetto) (1+1+1) = 3
2 – Asbar II (Sergio Klepacz) (2+3+2) = 7
3 – Fram (Felipe Adar) (4+2+3) = 9
4 – Orson (Carlos Eduardo S Silva) (3+4+4) = 11
5 – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) (5+5+5) = 15
6 – Jazz (John Julio Jansen) (6+7+6) = 19
7 – Helios (Marcos Gama Lobo) (11 DNC + 6 +7) = 24
8 – Zeppa (Diego Zaragoza) (7+8+9) = 24
9 – Xiliky (Fabio Cantanhede) (8+9+8) = 25
10 – Rainha Empr Capital (Leonardo Pacheco) (11DNC +11DNC +11DNC) = 33

RGS Cruiser
1 – Jambock (Marco Aleixo) (1+1+1) = 3
2 – BL3 Wind Nautica (Clauberto Andrade) (2+2+2) = 6
3 – Cocoon (Luiz Marcelo Caggiano) (3+4+3) = 10
4 – Boccalupo (Claudio Melaragno) (4+3+4) = 11

 

Regata teste da Volvo Ocean Race tem muita ação e vencedor improvável

Leg 0 Alicante - Volvo Ocean Race 2014-2015

Mais difícil do que o previsto, a Leg 0 – regata que não vale pontos – colocou à prova as sete equipes da Volta ao Mundo. Melhor para o Team Vestas Wind, time que entrou de última hora na aventura

A Volvo Ocean Race promete muitas emoções a partir de outubro. A Leg 0, regata teste para equipes e organização, mostrou que a Volta ao Mundo terá equilíbrio, drama e muita ação. A prova de 345 milhas deste fim de semana não valeu pontos, mas serviu para as sete equipes acertarem os últimos detalhes nessa reta final de preparação.

A vitória do percurso de Alicante – Palma de Maiorca – Alicante ficou para o Team Vestas Wind, barco dinamarquês, último a entrar na Volvo Ocean Race. A vantagem foi pequena, menos de 100 metros para o Team Brunel, da Holanda. Na sequência chegaram Abu Dhabi, Team Alvimedica, Team SCA, Dongfeng e Team España fechando a flotilha.

“Não foi apenas sorte. Velejamos bem e mostramos para nossa tripulação que podemos ser competitivos. A regra é ser fiel à estratégia e proceder bem nas manobras”, disse Chris Nicholson, comandante do Team Vestas Wind.

O caso mais dramático da regata foi a queda do chinês Jin Hao Chen (Horace), tripulante do Dongfeng. “Poderia ter sido muito pior em condições de regata de verdade. Não é divertido alguém cair ao mar na escuridão. Vimos que ainda cometem muitos erros”, contou Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng. Apesar do susto ocorrido durante a velejada noturna, o atleta foi resgatado rapidamente.

As sete equipes vão agora fazer um balanço do que foi a Leg 0 e preparar suas tripulações para a Regata In-Port Race de Alicante, em 4 de outubro.

Circuito Conesul encerra primeira etapa com equilíbrio entre as tripulações

Competição da vela de Oceano gaúcha já tem seu primeiro campeão: Bravíssimo, na J24

A primeira etapa do Circuito Conesul de Vela de Oceano realizada neste fim de semana no Veleiros do Sul mostrou que a briga entre os competidores pela liderança está parelha. Com duas regatas já disputadas os barcos C’est la Vie , de Henrique Dias, e Patron, de João Ritzel Remédios, estão empatados em três pontos cada um na classe ORC Internacional. O Patron venceu a regata média no sábado e o C’est la vie chegou em segundo lugar e hoje as posições ficaram invertidas na classificação da regata de barlasota.

“Está tudo igual na pontuação e agora nossa expectativa é para o Troféu Seival. Minha vontade está totalmente voltada para esta regata longa no próximo fim de semana. E mais uma vez minha tripulação mostrou o talento de cada um dos velejadores”, avaliou o comandante do Patron, João Ritzel.

Na classe RGS a disputa está ainda mais pegada. O Alga, de Adriano Santos, manteve a liderança por ter vencido a regata média e chegado em terceiro lugar na barlasota. Em segundo lugar vem, o barco Taz, de Augusto Moreira, que ganhou a regata neste domingo. No entanto os cinco primeiros colocados estão com a pontuação muito equilibrada.

Já a classe J24 encerrou a sua participação no Circuito Conesul com a vitória do barco Bravíssimo, de Renato Plass, que chegou em primeiro lugar nas duas regatas. E a classe Microtoner 19, o 14 Bis, de Humberto Blattner se mantém em primeiro lugar na geral.

Neste domingo a programação era de duas regatas de percurso barlasota, mas apenas uma pode ser realizada devido à falta de vento no início da tarde. As tripulações tiveram que esperar na raia por mais de duas horas até a largada que ocorreu com vento sudoeste de seis nós e quando virou para a direção sul subiu de intensidade para 12 nós.

Regatas Longas encerrarão o Circuito

O 23º Circuito Conesul continua no sábado, dia 20, com a realização das regatas de longa distância: 44° Troféu Seival para as classes ORC Internacional e Bico de Proa Monocascos, cujo percurso é feito pelo rio Guaíba e Lagoa dos Patos, a 25ª Regata Farroupilha (BRA-RGS e Microtoner 19). O Troféu Seival é uma das regatas mais longas em água doce do Brasil, com 70 milhas de distância, e é disputada ininterruptamente desde 1970. Além das regatas longas será disputado o 17º Velejaço Farroupilha (barcos de cruzeiro).

As largadas serão a partir das 11 horas numa linha no Centro Cultural Usina do Gasômetro. Haverá a cerimônia cívica com hasteamento das bandeiras na abertura do evento. O público poderá acompanhar o começo das regatas da beira do Guaíba na zona central da Cidade. O 23º Circuito Conesul conta com o apoio do estaleiro Delta Yates. O encerramento será no domingo (23) com a premiação às 17 horas.

Da assessoria

Carcará II conquista Norte/Nordeste de BRA-RGS

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O barco pernambucano Carcará conquistou, neste domingo (14), o Norte-Nordeste da classe BRA-RGS. A embarcação comandada pelo médico Paulo Almeida e mais quatro tripulantes venceu a disputa contra outros seis barcos. Além do regional, as três regatas disputadas neste final de semana integraram o Circuito Recifense de Vela Oceânica, último teste antes da Regata Recife/Fernando de Noronha, com largada marcada para o dia 27 de setembro.

“Muitas embarcações locais aproveitaram essa competição para realizar os últimos ajustes antes da Refeno. Se tiver que quebrar, falhar, vai falhar agora e você terá tempo de reparar até a Refeno. Por isso, serviu como último grande teste antes da largada”, afirmou João Jungmann, diretor geral da Refeno.

De acordo com Cícero Moraes, secretário da Flotilha de Veleiros de Oceano, os ventos fortes do sábado (13) e domingo (14) exigiram muita técnica dos comandantes e velejadores que disputaram as três regatas. “Foi um circuito muito técnico, cada uma das regatas contou com um desenho diferente”, analisou Cícero.

Mesmo não disputando a regata do sábado, do Porto do Recife até o Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, o Carcará II conquistou o título depois de vencer as duas regatas deste domingo com um bom tempo em relação aos seus concorrentes. “O barco está revisado e para a Refeno. Disputar o Circuito Recifense neste final de semana serviu para reunir nossa tripulação que há dois meses não velejavam juntos. As regatas serviram como um apronto para Noronha. Nosso barco andou que foi uma beleza”, comemorou o comandante do Carcará, Paulo Almeida.

BRASILEIRO MOCRA
O Circuito Recifense deste final de semana também contou pontos para o Campeonato Brasileiro de Multicascos (Mocra). A embarcação Suva 04, de Marcos Medeiros, chegou em primeiro nas três regatas da competição. O segundo lugar ficou com Centauros, de Álvaro da Fonte. O campeão brasileiro de multicasco (Mocra) só será conhecido após a Refeno. Ao todo, cinco regatas definem o campeão brasileiro da classe. Além das três do Circuito Recifense e da Refeno, a Regata de Aratu/Maragogipe, realizada no último mês, na Bahia também integra o Brasileiro de Mocra.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

NORTE/NORDESTE BRA-RGS
1º Carcará
2º Morning Breeze
3º Toba
4º Quarta-feira 17 bis 3
5º Avoador
6º Templários

CIRCUITO RECIFENSE DE VELA OCEÂNICA

RGS A
1º Carcará
2º Morning Breeze

RGS B
1º Toba
2º Quarta-feira 17 bis 3
3º Avoador
4º Templários

Mocra Regata
1º Suva 04
2º Centauro

INSCRITOS

Até o momento, 98 embarcações estão inscritas ou pré-inscritas na Refeno 2014. Este número envolve participantes de 11 estados do Brasil, além de três países: três argentinos, um holandês e um francês. O Rio de Janeiro é o lugar mais bem representado, com 24 barcos inscritos. São Paulo vem logo atrás, com 22. Pernambuco é o terceiro, com 19 embarcações.

 

REFENO

A Regata Recife/Fernando de Noronha é organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em parceria com a Associação Pernambucana de Vela Oceância (APVO). O evento conta com o apoio da Empetur, Prefeitura do Recife, Administração de Fernando de Noronha, Dislub, Murai/Mitsubishi Motors, CR Turismo e Agemar.

Da assessoria

Em Floripa, Regata Arquipélago conhece seus campeões

Quinta etapa da Copa Veleiros de Oceano aconteceu neste sábado, em Florianópolis, com presença de trinta embarcações

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Florianópolis (SC) – 14/09/2014 – Neste sábado (13), o Iate Clube de Santa Catarina realizou a Regata Arquipélago, válida como quinta etapa da Copa Veleiros de Oceano. Com excelente presença dos velejadores o evento contou com aproximadamente trinta embarcações, sendo algumas delas da Marina de Santo Antônio, um dos pontos do percurso das disputas deste fim de semana.
A largada ocorreu em frente ao Trapiche da Beiramar Norte, entre a Comissão de Regatas e a boia. Os veleiros seguiram sentindo a Marina de Santo Antônio, passando ainda pela Ilha de Ratones Grande e Ilha do Francês. Após quase três horas de regata, as primeiras embarcações começaram a cruzar a linha de chegada no Forte de Sant´Ana, próximo a Ponte Hercílio Luz.
Estiveram nas disputas as classes C30, RGS “A”, RGS “B”, RGS “C”, Cruzeiro, ORC e Proa Rasa. Pela classe ORC, O Melody 5 foi o primeiro a cruzar a linha de chegada, vencendo na categoria. O Zeus, sempre muito competitivo, manteve a boa fase e neste sábado venceu mais uma regata na classe C30.

Na RGS “A” o Argonauta foi o grande vencedor, assim como o Nemo na RGS “B”. Já na RGS “C” o Cecris V foi o mais rápido, terminando na primeira posição. Fechando as disputas, o Carino foi o campeão da RGS Cruzeiro e o Maskote venceu na Proa Rasa.

Após as disputas da Regata Arquipélago, os veleiros terão aproximadamente um mês de preparação até a sexta etapa da Copa Veleiros de Oceano. A Regata Mormaii dá sequência ao calendário no dia 11 de outubro.


Santo Antônio de Lisboa:

Santo Antônio de Lisboa é uma das regiões mais procuradas por turistas em Florianópolis. O aconchegante local reúne alguns dos melhores restaurantes da cidade, com paisagens exuberantes ao longo da famosa rota gastronômica. Nesse sábado, a população local teve o privilégio de acompanhar a Regata Arquipélago.

É importante ressaltar a grande participação dos veleiros da Marina de Santo Antônio, que participaram em peso da Regata Arquipélago, mostrando a força da Vela Oceânica de Santa Catarina.

Da assessoria

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