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Mande seus resultados para o Anuário Brasileiro de Vela. Compre, divulgue, apoie!

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Bom dia querido amigo e mais que querida amiga, sei que os tempos políticos e econômicos andam sombrios e que estamos todos assoberbados com a avalanche de informações de toda ordem que nos chegam. Mas a vida continua. E é possível realizar coisas boas. Maior prova disso foi o lançamento, na segunda de manhã, do Itajaí Sailing Team, uma iniciativa louvável sob a batuta do competente Alexandres Santos e com o  comando do nosso amigo, super fera das águas, Marcelo Gusmão. Coisa profissa que visa ter um time brasucas na Cape to Rio 2019. Sucesso e bons ventos!!

Voltando ao que é possível fazer falo mais uma vez do nosso anuário. E quando digo nosso é nosso mesmo!! Sem plural majestático. Porque a ideia por trás dele é dar à comunidade da vela do Brasil uma publicação de alto nível e que reúna, em um só lugar, tudo que mais nos interessa e anima. Por isso, peço novamente a todos que participem. Principalmente com as informações. Por favor, envie, seus resultados, fotos (em alta resolução), dicas de prestadores de serviços, sugestões e tudo mais que quiserem ver publicado para anuario@anuariobrasileirodevela.com

E, claro, não deixe de clicar em www.anuariobrasileirodevela.com.br e comprar seu exemplar. Vamos fechar a edição no princípio de abril e precisamos da participação de todos!! Você é parte desta tripula também! Mande suas informações, compre, divulgue, apoie!!

Murillo Novaes

Anuário Brasileiro de Vela, o resumão dos resumões em um livrão bacanão.

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Olá querido amigo e mais que querida amiga, eis que estamos nós novamente aqui, neste internáutico espaço, evocando mais uma vez a sua boa vontade, alegria, tesão, camaradagem e participação na comunidade da vela nacional.

O lance é o seguinte: eu e Diego, da finada revista Velejar, estamos lançando o Anuário Brasileiro de Vela, uma “bíblia” super premium, de 256 páginas de luxo, com todos os resultados de eventos de vela (os principais internacionais e todos os nacionais) de 2015 e de 2016 (até o fechamento, final de março), fotos, ilustrações, mapas, principais publicações, fotógrafos, equipes, sites, todas súmulas e um diretório de prestadores de serviço, além de duas matérias hiperespeciais sobre o Rio2016, olímpico e paralímpico, e sobre a incrível revolução dos fólios que estão fazendo, literalmente, todos os veleiros voarem hoje em dia. Tudo claro, limpo, completo e tudo lindo!

Com o suporte mais que especial do nosso querido amigo Eduardo Souza Ramos, e sua sempre presente na vela Mitsubishi Motors, que patrocina a empreita toda, e o apoio das principais entidades da vela nacional, começando por CBVela e CBVA e indo pela ABVO, ABVClass, ABVC, federações estaduais, clubes, classes e indivíduos-chave em nosso mundinho eólico (a lista de amigos seria muito grande para citar aqui, mas valeu pela força a cada um de vocês!), o anuário só vai ser sucesso mínimo (para este manza investidor incansável na informação vélica de alto nível) se vender, ao menos, 2500 exemplares. Daí meu apelo sincero a você e todos os velejadores e simpatizantes de todo o território nacional e lusofonia! Compre, divulgue, dê de presente!

Isso não é um crowdfunding (ou cow-funding, a famosa vaquinha) porque vamos lançar de qualquer jeito na segunda semana de abril. No entanto, se não rolar as vendas, no volume mínimo supra citado, a vaquinha que vai pro brejo é a nossa!… Help!!

No site www.anuariobrasileirodevela.com.br vamos informar os amigos quantos exemplares já foram comercializados (prometo atualizar sempre que possível) e espero que consigamos nosso objetivo. O preço é R$ 72,00 (dá pra dividir em até 18x no cartão, no PagSeguro) e para compras em volume temos descontos, claro. Para quem quiser doar para projetos sociais de vela, temos 500 exemplares reservados e nossos companheiros de baixa renda e alta vontade também poderão exibir seus lustrosos exemplares do livrão-resumão de sua paixão. Se a crise não te pegou de jeito, compre e doe! Vai ser legal!

Para os clubes, como a FEVESP está fazendo com seus filiados (valeu demais John Bennett, incentivador desde o início), temos um pacotinho super especial também. Consulte!! E para os anunciantes (se quiser ter uma ideia do visual baixe o leiaute em PDF, tudo fictício, apenas um boneco mesmo, na página “anunciantes” do site) e junte-se a marcas de prestígio como North Sails, Harken, B&G, Bavaria, Jeanneau, Skipper, Holos, Regatta, etc. que já garantiram seu lugar!

Conteúdo – Para todo e qualquer velejador, clube, rali de cruzeiro, prestador de serviços para veleiros e afins, associação, entidade, etc. que queira ter seu material publicado é só entrar em contato conosco que é totalmente de graça e será um imenso prazer! Faço também um apelo para que divulguem para TODOS para que tenhamos as súmulas, fotos, campeões, informações, participantes e tudo mais do maior número de eventos de vela (grandes ou pequenos) do Brasil em 2015 e princípio de 2016. Divulguem e mande seus resultados para resultados@anuariobrasileirodevela.com.br

Enfim, a sorte está lançada! Conto pessoalmente com o seu carinho, prestígio e trabalho em prol da vela brasileira que, mais que nunca, merece e precisa ter um veículo (nem que seja anual) de alto nível para nos representar e informar.

Espero que todos sejam tripulantes deste imenso barco e que nosso, agora, contravento apertado ronde para um través mais folgado com a ajuda de todos. O Anuário Brasileiro de Vela é seu! É nosso e é de todos os amantes da vela no Brasil! Clique www.anuaariobrasileirodevela.com.br e compre, informe, divulgue e apoie!

Obrigado! Bons ventos!

Murillo Novaes

Feliz Tudo!!

Querido amigo, que, apesar de tanta lama, de tanta zika, de tanta titica em 2015, seu 2016 seja de vento em popa! Feliz Tudo!!  Murillo Novaes

Samuel Albrecht e Isabel Swan garantem a vaga olímpica na classe Nacra 17. Robert, em 3º no Laser, é o brassa melhor colocado na Copa Brasil de Vela.

Fred "sempre ele" Hoffmann estava na cara do gol na Nacra17. E foi gol gaúcho-niteroiense!

Fred “sempre ele” Hoffmann estava na cara do gol na Nacra17. E foi gol gaúcho-niteroiense.

Classificação veio na III Copa Brasil de Vela, na Baía de Guanabara. Na Laser, Robert Scheidt fica com a medalha de bronze

A Equipe Brasileira de Vela conheceu neste domingo (dia 20) os seus dois últimos integrantes para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Samuel Albrecht e Isabel Swan voltam a disputar o evento esportivo depois de se ausentarem em Londres-2012. A dupla compete na classe olímpica estreante, a Nacra 17, e garantiu a vaga na III Copa Brasil de Vela, na Baía de Guanabara. Com a classificação dos dois velejadores, o Brasil fechou sua equipe de 15 atletas para o evento esportivo do próximo ano.

Primeira mulher da vela brasileira, ao lado de Fernanda Oliveira, a conquistar uma medalha olímpica – o bronze na 470 feminina, em Pequim-2008 –, Isabel Swan realizará o sonho de competir em casa depois de ser uma das atletas a participar ativamente da campanha do Rio para ser a sede dos Jogos de 2016. Samuel, por sua vez, havia disputado a Olimpíada de Pequim, na 470 masculina, ao lado de Fábio Pillar.

“Em 2009 eu participei da eleição do Rio fazendo o discurso na apresentação para o Comitê Olímpico Internacional. Agora, poder representar o meu país, em casa, será a realização de um sonho. Fizemos um bom campeonato Sul-Americano e isso nos deu uma boa vantagem aqui na Copa Brasil. É a conquista de um projeto trabalhado há muitos anos e queremos representar bem o Brasil nos Jogos”, afirmou Isabel, visivelmente emocionada.

Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), a Copa Brasil proporcionou uma boa disputa entre Samuel e Isabel contra João Bulhões e Gabriela Nicolino. A classificação olímpica seria definida pela soma dos resultados no Sul-Americano e na competição organizada pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela). Samuel e Isabel ficaram em sétimo na primeira e 12º na segunda. Fora da regata da medalha, tinham de torcer para que João e Gabriela chegassem de sétimo para cima, já que os adversários tinham ficado em 13º no Sul-Americano.

Na regata da medalha, disputa que reúne os dez melhores barcos e vale o dobro de pontos, João e Gabriela chegaram em quarto, somando 112 pontos perdidos e encerrando a competição na oitava posição no geral. Assim, Samuel e Isabel conquistaram a vaga olímpica. Os vencedores foram os franceses tricampeões mundiais Billy Besson e Marie Riou, com 72 pontos perdidos.

“A classe está muito equilibrada, a pontuação tem sido próxima entre os concorrentes. Quem fizer um bom trabalho até agosto de 2016 vai poder subir alguns degraus e colher um bom resultado nos Jogos Olímpicos. Agora é focar na estratégia”, disse Isabel.

Agora, a Equipe Brasileira para a Rio 2016 está completa. No sábado (dia 19), Henrique Haddad e Bruno Bethlem tinham garantido a vaga na 470 masculina. Além deles vão disputar os Jogos Robert Scheidt, na Laser; Fernanda Decnop, na Laser Radial; Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX; Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er; Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, na 470 feminina; Jorge Zarif, na Finn; Patricia Freitas, na RS:X feminina e Ricardo Winicki, o Bimba, na RS:X masculina.

RESULTADOS REGATAS DA MEDALHA

Na classe Laser, Robert Scheidt conquistou a medalha de bronze. Ele terminou a competição com 79 pontos perdidos. O campeão foi o croata Tonci Stipanovic, com 67. “Minha estratégia foi defender o terceiro lugar por conta da pontuação. No fim faltou pouco para a prata. Cumpri meu objetivo que era sair daqui com uma medalha. Tinha batido na trave nos dois últimos campeonatos. Sair daqui com uma medalha foi bem positivo”, disse Scheidt.

Em três classes, o Brasil ficou em quinto lugar. Na 49erFX, Martine e Kahena somaram 78 pontos perdidos. As campeãs foram as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz, com 52. Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan terminaram com 61 pontos perdidos. O título ficou com as britânicas Hanna Mills e Saskia Clark, com 28. Na Finn, Jorge Zarif ficou com 50 pontos perdidos. O campeão foi o britânico Giles Scott, com 24.

Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges encerraram a Copa Brasil em sexto, com 94 pontos perdidos. Os vencedores foram os britânicos John Pink e Stuart Bithell, com 58. Na RS:X feminina, Patricia Freitas foi a sétima, com 88 pontos perdidos. A campeã foi a britânica Bryony Shaw, com 53.

A III Copa Brasil de Vela é organizada pela CBVela e conta com patrocínio da Prefeitura de Niterói, Bradesco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

APRESENTAÇÃO DA EQUIPE BRASILEIRA E HOMENAGEM AOS MEDALHISTAS

Nesta segunda-feira (dia 21), Dia do Atleta, no Morro da Urca, no Rio de Janeiro, a partir das 12h (de Brasília), a CBVela apresenta a Equipe Brasileira de Vela que disputará os Jogos Olímpicos Rio 2016. A entidade também fará uma homenagem aos medalhistas olímpicos da modalidade. O evento conta com apoio do Bradesco, patrocinador oficial da CBVela, e terá a exibição da Tocha Olímpica.

OS MEDALHISTAS DA III COPA BRASIL DE VELA

Laser:
1 – Tonci Stipanovic (CRO): 67 pontos perdidos
2 – Matthew Wearn (AUS): 78
3 – Robert Scheidt (BRA): 79

49erFX:
1 – Annemiek Bekkering e Annette Duelz (HOL): 52
2 – Tamara Echegoyen e Berta Betanzos (54)
3 – Jena Mai Hansen Katja Salskov-Iversen (DEN): 59
5 – Martine Grael e Kahena Kunze (BRA): 78

470 feminina:
1 – Hanna Mills e Saskia Clark (GBR): 28
2 – Ai Kondo Yoshida e Miho Yoshioka (JPN): 43
3 – Camille Lecointre e Helene DeFrance (FRA): 43
5 – Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan (BRA): 61

Finn:
1 – Giles Scott (GBR): 24
2 – Vasilij Zbogar (SLO): 25
3 – Caleb Paine (EUA): 32
5 – Jorge Zarif (BRA): 50

49er:
1 – John Pink e Stuart Bithell (GBR): 58
2 – Nathan Outteridge e Lain Jensen (AUS): 70
3 – Diego Botin e Iago L. Marra (ESP): 76
6 – Marco Grael e Gabriel Borges (BRA): 94

RS:X feminina:
1 – Bryony Shaw (GBR): 53
2 – Chan Hei Man (HKG): 57
3 – Marina Alabau (ESP): 71
7 – Patricia Freitas (BRA): 88

Nacra 17:
1 – Billy Besson e Marie Riou (FRA): 72
2 – Jason Waterhouse e Lisa Darmanin (AUS): 85
3 – Ben Saxton e Nicola Groves (GBR): 88
8 – João Bulhões e Gabriela Nicolino (BRA): 112

470 masculina:
1 – Matthew Belcher e Will Ryan (AUS): 22
2 – Luke Patience e Chris Grube (GBR): 67
3 – Stuart McNay e Dave Hughes (EUA): 68
12 – Henrique Haddad e Bruno Betlhem (BRA): 91

Laser radial:
1 – Evi van Acker (BEL): 49
2 – Anne-Marie Rindom (DEN): 61
3 – Gintare Scheidt (LIT): 62
13 – Fernanda Decnop (BRA):  119

RS:X masculina:
1 – Dorian Van Rijsselberge (HOL): 50
2 – Nick Dempsey (GBR): 68.3
3 – Nimrod Mashiah (ISR): 69
18 – Ricardo Winicki (BRA): 188

Vídeo: A Aveia Selvagem volta renovada para a Sydney – Hobart 2015

Bob Oatley e seu filho querem manter a hegemonia na Rolex Sydney-Hobart e queriam colocar a quilha do “velho” Wild Oats o mais à ré possível. Simples! Cortaram um pedaço da popa, a proa antiga e adicionaram uma proa nova bem maior. Esses levam a sério o negócio!!

 

Na Copa Brasil de Vela, Bruno Fontes, em terceiro no Laser, é o brasileiro melhor colocado.

No registro de Fred "sempre ele" Hoffmann vemos Samuca Albrecht e Bel Swan que, apesar de estarem atrás de João Bulhões e Gab Nicolino na Copa Brasil, ainda lideram a super disputa da vaga brasileira na Nacra17 rumo ao Rio2016.

No registro de Fred “sempre ele” Hoffmann vemos Samuca Albrecht e Bel Swan que, apesar de estarem atrás de João Bulhões e Gab Nicolino na Copa Brasil, ainda lideram a super disputa da vaga brasileira na Nacra17 rumo ao Rio2016.

Nesta sexta-feira na disputa da Copa Brasil de Vela Bruno Fontes assumiu a terceira posição na classe Laser, com 49 pontos perdidos. Robert Scheidt caiu para quarto, com 50. A liderança é do croata Tonci Stipanovic, com 34.

Na Finn, Jorge Zarif é o quinto, com 32. O líder é o britânico Giles Scott, com 11. Quem também está na quinta posição é a dupla Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er. Eles somam 60 pontos perdidos. Em primeiro estão os britânicos John Pink e Stuart Bithell, com 43.

Nas classes com a disputa da vaga olímpica em aberto na Equipe Brasileira de Vela, a competição segue bem acirrada. Na Nacra 17, João Bulhões e Gabriela Nicolino estão em oitavo, com 83 pontos perdidos, enquanto Samuel Albrecht e Isabel Swan estão em décimo, com 86. Mesmo assim, a segunda dupla, pelo resultado obtido no Sul-Americano, na semana passada, segue em vantagem. Quem lidera são os australianos Jason Waterhouse e Lisa Darmanin, com 61.

Na 470 masculina, Henrique “Gigante” Haddad e Bruno Bethlem ultrapassaram Geison Mendes e Gustavo Thiesen. A primeira dupla está em 12º, com 71 pontos perdidos, enquanto os adversários estão em 16º, com 74. O primeiro lugar é dos australianos Matthew Belcher e Will Ryan, com 15 pontos perdidos.

Na 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze estão em sexto, com 59 pontos perdidos. A liderança é das espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos, com 33. Na RS:X feminina, Patricia Freitas está em sexto, com 59 pontos perdidos. A chinesa Chan Hei Man assumiu a ponta, com 37 pontos perdidos.

Na 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan estão em oitavo, com 48 pontos perdidos. A liderança é das britânicas Hanna Mills e Saskia Clark, com 21. Na Laser Radial, Fernanda Decnop está em 16º, com 82 pontos perdidos. O primeiro lugar está com a belga Evi van Acker, com 20 pontos perdidos. Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, é o 17º, com 147 pontos perdidos. O líder é o holandês Dorian Van Rijsselberge, com 37.

A Copa Brasil de Vela prossegue neste sábado com as últimas regatas da fase de classificação. As disputas estão previstas para começar a partir das 13h (de Brasília). A III Copa Brasil de Vela é organizada pela CBVela e conta com patrocínio da Prefeitura de Niterói, Bradesco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Por Felipe Mendes/In Press Media Guide

I COPA BRASIL DE VELA JOVEM É OPORTUNIDADE INÉDITA PARA A JUVENTUDE DA MODALIDADE COMPETIR AO LADO DE GRANDES ATLETAS 

Iniciativa da CBVela de criar a competição dá continuidade ao trabalho de investimento nas categorias de base e detecção de novos talentos

Não é todo dia que jovens velejadores têm a oportunidade de competir ao lado de grandes nomes da vela brasileira e internacional. Foi pensando em proporcionar aos novos talentos a chance de convívio com nomes como Robert Scheidt que a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) criou a Copa Brasil de Vela Jovem.  A competição, com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), está sendo realizada na Baía de Guanabara ao mesmo tempo em que a III Copa Brasil de Vela, campeonato que já se tornou o maior evento da vela olímpica na história do país.

“Nossa ideia, desde o início, era a de trazer os jovens para conviverem de perto com nossos velejadores da equipe olímpica. Por isso, a CBVela trabalhou para realizar os dois eventos juntos. Acho que está cumprindo o objetivo, eles estão vendo grandes nomes da vela competindo, como se comportam. Esse intercâmbio é bom para os jovens verem que é possível chegar ao alto rendimento. Todos estão satisfeitos com este convívio”, afirmou o Diretor Técnico da Vela Jovem, Alexandre Paradeda.

A I Copa Brasil de Vela Jovem conta com 49 atletas divididos nas classes RS:X masculina e feminina, Laser Radial masculina e feminina, 29er masculina e feminina e 420 masculina e feminina. Nas duas primeiras, os jovens atletas têm a oportunidade de velejarem ao lado dos grandes nomes da modalidade. As outras duas são classes específicas das categorias de base.

Uma das jovens revelações que está tendo a oportunidade de velejar ao lado de grandes nomes da classe Laser é Martin Lowry, de 19 anos. “É uma experiência única. A oportunidade de ter os melhores do mundo velejando ao seu lado é rara. Lógico que o nível é muito maior, mas só de poder olhar o que eles fazem já é um baita privilégio. Estar perto do Scheidt é incrível e até consegui velejar junto dele. Somos do mesmo clube e trocamos ideias”, disse Lowry, que foi velejador da Laser Radial na Vela Jovem e disputou quatro mundiais.

Outro destaque do Brasil é Rodrigo Luz, que veleja na classe 420 ao lado de Leonardo Lombardi. A dupla está convocada para disputar o Mundial da Juventude em Langkawi, na Malásia, entre os dias 27 de dezembro e 3 de janeiro. “É o campeonato mais importante para os jovens e a expectativa está muito grande. Aqui está sendo um grande aprendizado e estamos vendo o nível de profissionalismo da vela. É muito legal ver como cada um age nas diversas classes, como é a preparação física, mental e dos barcos”, comentou Luz.

Em 2015, a CBVela realizou 11 clínicas, nas mais diversas classes, em cinco estados (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia) e no Distrito Federal, proporcionando uma inédita pluralidade nas ações da Vela Jovem. A confederação apoiou a participação dos velejadores em seis competições internacionais, ajudou na organização da Copa da Juventude, em São Paulo, e irá custear a ida dos atletas para o Mundial da Juventude.

Por Felipe Mendes / In Press Media Guide

 

 

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