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Admar e Xande, de Brasília, vencem a histórica Darke de Mattos. Torben e Play levam chulipa.

Na foto de Grethel Schulz, direto do terraço do covil, vemos o desfile de estrelas em Copacabana hoje.

E o que é que deu? Parusca na cabeça! Diretamente do lago Paranoá, berço de grandes campeões de nossa vela, excluindo, claro, este Mané que vos fala, veio a dupla vencedora da 67ª Regata Darke de Mattos a prova de Vela mais antiga de nosso imenso país, Admar Gonzaga Neto e Xande Freitas. Arrebentaram!!

Este ano a regata era ainda mais especial, pois se está comemorando o 100º aniversário da classe Star, o monotipo olímpico (por enquanto né, Isaf?) mais técnico, mais bonito, mais tradicional e prestigiado do planeta. A Darke foi criada pelo então comodoro do ICRJ que queria que a população do Rio de Janeiro apreciasse toda a beleza da recém chegada (nos anos 40 do século passado) classe Star. Por isso, a boia em frente ao Copacabana Palace e outra no Posto 6. E o magnífico desfile de velinhas brancas na princesinha do mar.

E para alegria dos velejadores ditos “normais”, além do pódio completado por Admar e Xande, Gastão Brun e Gustavo Kunze e, em terceiro em uma recuperação fantástica,Daniel Wilcox e seu proeiro, que voltaram do Posto 6 por fora da Cotunduba em uma navegação que vai entrar para os anais (principalmente dos que ficaram para trás…), o grande vencedor da Chulipa de Ouro, o troféu entregue ao último veleiro a cruzar a linha, foi para ninguém menos que Torben Grael e Marcelo Ferreira, os nossos bi-campeões olímpicos de Star. Incrível!!” E eu perdi a chance de colocar isso no meu currículo… Dos 22 barcos que largaram apenas dois desistiram.

Agora à noite, rola a premiação e o jantar de gala pelos 100 anos do Star lá no Iate Clube do Rio de Janeiro. A Darke de Mattos, além de premiar os 3 primeiros, ainda distribui troféus para o 1º colocado no Posto 6 (o Bad News) e o 6º no Copacabana Palace (a conferir), o Troféu Carlos Samsoldo que homenageia aquele velejador que sempre andava nas cabeças e raramente ganhava medalhas (troféu, aliás, que este Manza ganhou ao lado de Augusto Barrozo há muitos anos… ) E temos ainda, claro, o chulipa de ouro, um sapato velho que foi banhado a metal e leva o nome dos últimos colocados na sua base. Vamos celebrar!!

Parti!!

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