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Gold Coast Australia garante a segunda vitória ao ser o primeiro barco da Clipper Race a cruzar a linha de chegada no Rio de Janeiro

O barco Gold Coast Australia foi o primeiro barco da Clipper Race a cruzar a linha de chegada da segunda perna no Rio de Janeiro. A equipe aportou em terras tupiniquins na manhã desta quarta-feira, depois de 19 dias de regatas desde a Ilha da Madeira, em Portugal. E o skipper Richard Hewson atribiu a segunda vitória à equipe. “Estou muito orgulhoso. A equipe trabalhou muito bem, eles foram fantásticos. Fizemos a nossa tática como dissemos que iríamos fazer”.

De acordo com a previsão o próximo barco a chegar na Cidade Maravilhosa será o Welcome to Yorkshire. No final da tarde desta quarta faltavam apenas 40 milhas para a linha de chegada. Atrás dele está o Singapore, a pouco mais de 70 milhas da chegada.

Única regata global em que pessoas comuns, independentemente de sua experiência na vela, podem cruzar oceanos a bordo de barcos de 68 pés, a Clipper Race conta com alguns tripulantes de origem brasileira em sua primeira perna. Annelise Nelson, consultora de 28 anos que vive em Londres, na Inglaterra estava a bordodo barco vencedor. Outro tripulante da edição 2011-12 da Clipper Race estará em casa no Rio de Janeiro: Fabio Peixoto, de 39 anos, nascido e criado na cidade, chegará com o barco New York até o fim da semana. Engenheiro financeiro, Fabio decidiu participar da regata depois de ver a flotilha da Clipper passar por Manhattan, onde ele veleja

Obatalá vence as 24h do lago Paranoá, que reuniu 33 barcos neste final de semana

Neste final de semana 33 veleiros participaram da regata 24h do lago Paranoá, em Brasília. A primeira colocação geral RGS-DF ficou com a tripulação do barco Obatalá (AABB), seguido por barco Fugitivo Uptime (CMIC) e Scarpart (ICB), na terceira colocação. A fita-azul ficou com o Pakato (CMIC). A prova mais interessante do calendário náutico de Brasília, foi promovida pelo Clube da Aeronáutica de Brasília (CAER)

 “Foi uma bela regata, com a participação de 33 veleiros. Percurso inicial inédito, clima agradável, bons ventos de dia e de noite, cordialidade e energia positiva na raia. Disputas leais e grande festa de confraternização entre os competidores e os convidados após a chegada”, resumiu o velejador José Rocha Neto. A regata é considerada a maior competição deste tipo em águas abrigadas do Brasil e uma das maiores do mundo. Os barcos largaram ao meio dia de sábado e finalizaram a prova no meio dia de domingo.

Da assessoria do evento

Vídeo: Teste do novo C30 em Ilhabela

Primeiro tripulante chinês da história da Volvo começou a velejar em 2010

A equipe sanya será a responsável por levar a bordo o primeiro tripulante chinês da história da Volvo Ocean Race. Teng Jiang He passou por diversos testes até ser admitido pelo time de Mike Sanderson. O agora velejador era um bem sucedido empresário do ramo da construção que resolveu largar seu trabalho para se aventurar na volta ao mundo. Detalhe que “O Tigre” começou seu contato com o mundo da vela apenas em maio de 2010.

Foram cinco semanas de duros testes até a aprovação e o reconhecimento da equipe. “A Volvo é uma regata extremamente dura e eu buscava alguém que combinasse habilidade com aptidão para contribuir com o rendimento da equipe. Sem dúvida o Tiger é esta pessoa. Desde o primeiro dia ele nos impressionou. É centrado, determinado e tem um apetite insaciável por aprender tanto dentro com fora do barco”, disse o comandante.

“Estou muito orgulhoso de fazer parte do Team Sanya, a primeira equipe chinesa da competição. Espero servir de inspiração para que outros chineses também comecem a velejar”, disse Jiang He, que será o grinder da equipe.

Isaf está aceitando inscrições de lugares que queiram sediar o Mundial Feminino de Match Race em 2013

A Isaf está aceitando inscrições de lugares que queiram sediar o Mundial Feminino de Match Race em 2013. As inscrições devem ser feitas até o dia 1º de setembro. Segundo a organização, o campeonato poderá ser disputado em qualquer barco de quilha e não apenas nos Elliotts 6m.

Orson Mapfre sabe que não pode vencer a etapa, mas quer surpreender o Touché na Copa suzuki Jimny

A diferença entre o líder Touché e o Orson Mapfre, que vem logo atrás, é de apenas nove pontos após duas etapas. Mas, para chegar à ponta da Copa Suzuki Jimny na classe ORC, os atuais vice-líderes precisam de sorte e uma combinação de resultados pouco provável quando os adversários estão na raia.

A terceira etapa do Circuito de Vela Oceânica pode dar o título ao Touché, de Ernesto Breda, por antecipação, mas Carlos Eduardo Souza e Silva e sua tripulação tentarão evitar ao máximo o domínio dos atuais campeões. O Touché tem 26 pontos e o adversário 17.

“Dar um bom susto neles de tanto em tanto é um ótimo resultado”, revelou o comandante do Orson Mapfre, garantido para a competição, que será disputada nos dias 17, 18, 24 e 25 de setembro no Yacht Club de Ilhabela(SP).

“Será bem difícil tirar a diferença do Touché. Nossos adversários não costumam perder. Eles velejam muito bem e, quando ficam para trás, nós também ficamos por causa do tamanho”, disse Carlos Eduardo Souza e Silva, o Kalu.

A diferença entre os barcos, não é um Davi contra Golias, mas pode explicar a vantagem do Touché de Ernesto Breda, que tem uma embarcação maior e mais ‘regateira’. O Orson Mapfre é um Malbec 360 Cruiser, que pode ser habitável enquanto o outro é projetado para competição.

“Por isso, os nossos principais competidores são os outros Malbec e os Beneteau 40.7 do Rio de Janeiro e de Florianópolis. O Touché é um barco muito diferente do nosso e com outra proposta”, reforçou.

“Temos certeza que teremos um número significativo de embarcações, com disputas de alto nível, nessa que é a segunda maior competição de vela do Brasil”, ressaltou José Nolasco, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela.

Da ZDL de Comunicação

Vento diminui e equipes da Clipper Race começam a se juntar próximo à chegada no Rio de Janeiro

Faltando pouco menos de 400 milhas para a chegada no Rio de Janeiro o vento se tornou um problema para o Gold Cost Austrália, líder da segunda perna da Clipper Race. A distância para o Welcome to Yorkshire diminuiu 17 milhas em 24 horas quando o vento também caiu. Os dois estão a pouco mais de 40 milhas de distância um do outro.

Nenhum barco tira o olho das velas, esperando pelo momento certo para subir o balão. “Içar muito cedo te força a arribar para a costa brasileira, arriscando a perder vento e corrente próximo da costa. Içar muito tarde adiciona milhas extras até a linha de chegada”, disse o skipper do Yorkshire, Rupert Dean.

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