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Ventos fortes cancelam regatas de Star em Weymouth

As duas provas previstas para esta quarta-feira (10/8) não puderam ser realizadas; Scheidt e Prada seguem na liderança da classe Star no evento-teste para Londres/2012

O vento forte que soprou na raia olímpica de Weymouth nesta quarta-feira (10/8) atrapalhou a programação da classe Star no evento-teste para os Jogos de Londres/2012, cancelando as duas regatas do dia. Com isso, Robert Scheidt e Bruno Prada, seguem na liderança da classificação, com 7 pontos perdidos, 10 de vantagem para os segundos colocados, os irlandeses Peter O’Leary e David Burrows, que somam 17.

“A Comissão de Regatas perdeu uma grande oportunidade de fazer as regatas pela manhã, quando a previsão era de ventos mais para médios. Já se sabia que à tarde eles iam aumentar muito”, disse Scheidt. “Agora, em Weymouth, estamos com ventos entre 25 e 30 nós, que é uma condição no limite da Star. O risco de quebra ou de alguma colisão, principalmente nesse percurso do porto, que é estreito, é enorme. No fim, fiquei feliz de não ter regata hoje.”

Scheidt e Prada começaram o campeonato arrasadores, com três vitórias. “Foram regatas de de recuperação, em que viemos de trás com velocidade. Depois, tivemos dois segundos lugares, também excelentes resultados. Cometemos um erro grave na sexta regata, que nos custou muito caro, e acabamos chegando em nono”, contou Scheidt. “Faltam quatro regatas para o fim da fase de classificação e a Medal Race. Estamos mais ou menos na metade do campeonato. Estamos liderando, mas temos de continuar velejando bem.”

Os brasileiros estão felizes com o novo barco, um PStar, americano, comprado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) com recursos da Lei de Incentivo Fiscal. A embarcação foi entregue na Europa no final de junho e os velejadores não tiveram muito tempo para treinar, mas não têm do que se queixar. “O barco tem se mostrado excelente. Sempre tem alguma coisinha para ajustar, porque ele ainda é novo, mas o desempenho tem sido muito bom”, garantiu Scheidt.

Classificação geral após seis regatas e o descarte do pior resultado:
1º – Robert Scheidt e Bruno Prada, Brasil, 7 pontos perdidos (1+1+1+2+2+9)
2º – Peter O’Leary e David Burrows, Irlanda, 17 pontos perdidos (6+5+4+4+1+3)
3º – Mateusz Kusznierewicz e Dominik Zycki, Polônia, 19 pontos perdidos (8+4+2+5+3+5)
4º- Diego Negri e Enrico Voltolini, Itália, 20 pontos perdidos (4+10+3+3+6+4)
5º – Fredrik Loof e Max Salminen, Suécia, 30 pontos perdidos (3+7+7+6+7+8)

Brasil garante três equipes nas finais do evento-teste da vela na Inglaterra

Dupla feminina do 470 e os homens do RS:X e Laser disputam a regata da medalha. Na Star, Robert e Bruno lideram

O desempenho da equipe brasileira de vela em Weymouth, no evento-teste, é um dos melhores envolvendo os 44 países que disputam o evento. O País conseguiu classificar três classes para a medal race. Falta apenas a confirmação de Bruno Prada e Robert Scheidt na Star. Os dois lideram a competição com 10 pontos de vantagem sobre a dupla que está na segunda colocação. Os que não conseguiram avançar, como Patrícia Freitas na RS:X e a dupla de 470 masculina, se aproximaram do nível dos top 10.

Nesta quarta-feira (10), as provas foram realizadas com ventos de até 35 nós, o que resultou no cancelamento da classe Star.

Mesmo com as condições adversas, as meninas do 470 garantiram a presença na regata da medalha ficando na quarta colocação geral com 57 pontos perdidos. A dupla tem chance de subir ao pódio nesta sexta (12). “Nossa estratégia foi somar poucos pontos durante a 10 regatas do 470 sem pensar em nenhuma outra tripulação. O trabalho deu certo na parte tática”, contou Fernanda Oliveira.

Outro garantido na decisão é Bruno Fontes. O velejador da classe Laser ocupa a quinta posição com 75 pontos perdidos. Nas seis competições internacionais que correu em 2011, o brasileiro só ficou de fora da medal race em uma. “Nunca estive tão bem na classe e tenho um ano para trabalhar visando uma medalha de ouro em 2012. Mas antes, quero sair com o primeiro lugar dos Jogos Pan-Americanos”, salientou Bruno Fontes, que apesar de disputar a final, não tem mais chance de pódio.

Na RS:X, o velejador Ricardo Winicki, o Bimba, estará na decisão da classe nesta quinta-feira (11). O brasileiro ficou em nono na classificação geral.

Desempenho para ser comemorado – Na prancha à vela, Patrícia Freitas ficou em 11º lugar. A colocação não classificou a velejadora para a final, mas o resultado foi positivo por causa do nível das adversárias. Agora, ela espera ganhar o ouro no Pan de Guadalajara.

Na classe 470, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen alcançaram a 17ª posição. A dupla aprovou o próprio desempenho na categoria com predomínio europeu na categoria. Nenhuma parceira das Américas entrou para a regata da medalha. Nesta quarta, os brasileiros conseguiram andar bem e fecharam a última regata em sexto.

Na Laser Radial, Adriana Kostiw sofreu com a velocidade dos ventos em Weymouth na despedida da raia olímpica. Fora da medal race, a velejadora paulista reconheceu que deveria ter feito uma preparação um pouco mais focada para as condições locais. “Os ingleses falam que a Olimpíada será de vento fraco, mas pelo jeito não será. Eu cheguei um pouco cansada e a preparação poderia ser melhor. Perdi peso focando os ventos fracos do Pan e acabei ficando mais fraca em Weymouth”, revelou Adriana Kostiw, que saiu do evento-teste com a 32ª posição na Laser Radial.

Ventos fortes – O simulado olímpico para Londres 2012 se aproxima do fim em Weymouth e, em todos os dias de competição, os ventos apareceram. Nesta quarta-feira , as regatas da classe Star foram canceladas com mais de 35 nós na raia.

Os líderes do campeonato, Robert Scheidt e Bruno Prada, aprovaram o cancelamento. As condições poderiam provocar alguma avaria ao barco, interferindo na classificação da Star. Até agora, a Comissão realizou seis regatas da classe na raia olímpica.

“As regatas poderiam ser disputadas pela manhã. A Comissão sabia que ventaria mais à tarde. Porém, foi bom não correr, já que a chance de quebrar alguma coisa ou de ter uma colisão era muito grande. Nos próximos dias o vento deve diminuir”, afirmou Robert Scheidt.

A dupla tem 10 pontos de vantagem sobre a equipe da Irlanda. O objetivo, segundo o bicampeão olímpico, é repetir o desempenho apresentado no campeonato. “A gente está no meio do evento e é preciso continuar velejando bem. Nossa performance é excelente”, reforçou Robert Scheidt.

Na classe Finn, Jorge Zarif se distanciou da regata da medalha após ter um dia irregular. Na primeira regata, o pior desempenho no campeonato com um 25º. Depois, o brasileiro se recuperou ficando em 15º. O velejador de Finn ocupa a 18ª posição com 114 pontos perdidos. O líder é o britânico Ben Ainslie com 15.

Por Flavio Perez, da ZDL de Comunicação

Emirates Team New Zealand segue imbatível em Cascais

Nesta quarta-feira, de acordo com a programação, começariam as classificatórias do match race na America´s Cup World Series, porém o vento demorou para aparecer aqui em Cascais e as equipes foram para a água apenas às 16h. Foram realizadas três regatas de flotilha e apenas um Match Race. Os vencedores das fleets foram Oracle Racing, com James Spithill no leme, Artemis, e Emirates Team New Zelaland, que largou em último e teve a maior recuperação do dia. Quem também se recuperou na última regata foi o Oracle Racing com Russel Couts no leme. Ele largou escapado, voltou para a linha de largada e acabou a regata na quinta colocação.

E hoje não foi mesmo o dia de Couts. Na primeira regata ele também largou escapado e acabou chegando na última colocação. Na segunda ele se chocou contra o ETNZ e foi penalizado, demorando mais de dois minutos para cruzar a linha. Ele acabou a regata na sétima colocação.

Depois das três regatas, Oracle Racing, de Spithill, e ETNZ, os dois melhores barcos do dia, disputaram o primeiro match da competição até agora. Depois de uma troca intensa de posição a vitória ficou com o ETNZ, que acabou sendo o melhor do dia, pela terceira vez consecutiva em três dias de regata. Spithill ficou com a segunda colocação, seguido pelo Team Korea.

Equipe australiana vence a primeira perna da Clipper Race

O barco Gold Cost Australia venceu a primeira etapa da Clipper Race entre South Hampton e a ilha da Madeira, na costa portuguesa. O segundo lugar ficou com o Visit Finlandia, seguido por New York. No total as equipes percorreram 1340 milhas em 10 dias.

Puma vence a Transatlantic Race 2011

Ken Read recebe o prêmio das mãos do comodoro do New York yacht Club

Nesta terça-feira o Puma recebeu a premiação da Transatlantic Race 2011 em Cowes, na inglaterra. A equipe foi a campeã geral da classe IRC, deixando pra trás o Rambler 100, segundo colocado, e o Icap Leopard, terceiro. Na IRC 2 o vencedor foi o Jazz. Na IRC3 o título ficou com o Zaraffa. Na 4, o vencedor foi o Dawn Star. Na Classe 40 o Concise 2 ficou com o 1º lugar e na Open o primeiro foi o Phaedo.

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