Pular para o conteúdo

Arquivo de

‘Seu Tatá’ é o grande campeão da Regata Cristo Redentor – 80 Anos

Evento reuniu cerca de 50 barcos e proporcionou um desfile de velas na Baía de Guanabara

O barco carioca da gema Seu Tatá (Delta 45), do Iate Clube Rio de Janeiro, foi o Fita Azul (primeiro barco a cruzar a linha de chegada) da Regata Cristo Redentor – 80 Anos, realizada neste sábado (13), num percurso de 12 milhas náuticas (21 km) entre Niterói e a Ilha de Paquetá. O evento, que homenageou os 80 anos do monumento, reuniu cerca de 50 barcos na Baía de Guanabara, promovendo um verdadeiro desfile náutico.

A largada ocorreu pontualmente às 12h, nas proximidades do Rio Yacht Club (Sailing). Com ventos fracos (média de 6 nós), o percurso do campeão da regata durou aproximadamente três horas. Já o último cruzou a linha de chegada por volta das 18h.

Carioca da gema, o comandante Haddad, campeão desta prova, contou que deixou de participar de uma regata na Bahia para prestigiar esta em homenagem ao Cristo Redentor.

“Fiz questão de prestigiar este evento na minha cidade e foi ótimo. Como prêmio, fiquei em primeiro lugar. Estava mesmo na hora do Rio de Janeiro ter uma regata festiva com este porte para homenagear o Cristo Redentor, nossa Nova Maravilha do Mundo”, declarou Haddad, que reuniu uma tripulação formada por nove pessoas.

O velejador Lars Grael correu com a família, aproveitando o fim de semana dos Pais. Ele comandou o Tangará II, um Bruce Farr 38. A bordo, estavam os filhos Nicholas (14 anos) e Sofia (11), além da mulher, Renata, entre alguns amigos.

Sob lua cheia, a premiação, regada a feijoada, esquentou a noite para a festa de São Roque (padroeiro da Ilha de Paquetá), que acontece ao lar livre. Organizada pelo Projeto Grael, a Regata Cristo Redentor – 80 Anos é uma realização da Arquidiocese do Rio de Janeiro e GLP Marketing, com apoio do Rio Yacht Club e Clube Naval Charitas.

Mariane Thamsten – Velassessoria 

Com apenas uma regata para o fim da segunda etapa, Negra amplia a liderança na Mitsubishi Sailing Cup

Capizzano, o cara da fotonáutica, nos brindou com este instantâneo do sempre líder na S40. Os uruguaios de alma negra. Lindo!

O terceiro dia da segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup 2011 em Búzios teve três regatas disputadas e dois virtuais campeões.

O terceiro dia da segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup 2011 aconteceu em condições clássicas na raia de Búzios. Céu sem nuvens, muito sol e bons ventos, de 8 a 12 nós, de este-nordeste, encantaram a todos que estiveram hoje no litoral leste fluminense.

Com três regatas corridas, completando sete de um total de oito, nas duas classes da copa, HPE25 e S40, a tabela geral de classificação aponta dois virtuais campeões: o argentino-uruguaio ‘Negra’, na S40 e o brasileiro ‘Ginga’, na HPE25.

O ‘Negra’ fechou o dia com chave de ouro, vencendo a sétima prova e abrindo nove pontos do vice-líder, ‘Pisco Sour’, do Chile, que, com 32 pontos perdidos, está empatado com o terceiro colocado ‘Patagonia’. O comandante do ‘Patagonia’, um dos idealizadores da classe S40, estava muito feliz com a volta a água e uma vitória hoje depois de passar o dia ontem consertando o barco quebrado após uma colisão. “Foi muito bom poder voltar a velejar e ganhar a primeira regata de hoje. Isso nos deu muita confiança e vamos para a regata final amanhã empatados com os vice-líderes, o que é muito bom”, declarou o comandante Norberto Alvarez.

Outro que estava muito contente era Torben Grael que também venceu uma regata hoje. “Gosto muito da raia de Búzios que é sempre aberta, sem interferências de terra e muito parelha. Credito nossa vitória à boa largada. Em uma flotilha como essa, é preciso largar bem sempre”, disse o maior atleta olímpico brasileiro e maior medalhista individual da vela planetária. O ‘Mitsubishi/Gol’ timoneado por seu filho, Marco Grael, está em quarto lugar geral com 39 pontos.

Com 12 barcos correndo – o chileno ‘Celfin Capital’ quebrou o mastro ontem e ficou de fora do fim da etapa –, e com nove pontos de vantagem, o ‘Negra’ só perderá o título em Búzios se chegar nas últimas posições e seus rivais diretos conseguirem chegar entre os três primeiros na prova final.

HPE25 – A classe HPE25 tem uma das mais interessantes disputas da Mitsubishi Sailing Cup. Brigando sempre pela liderança estão os barcos ‘Match Point’ e ‘Ginga’. O ‘Match Point’, de Hugo del Priore foi campeão em 2010 e também venceu a primeira etapa de 2011, mas desta feita é o ‘Ginga’ que está com a mão na taça. O barco do comandante Breno Chvaicer venceu duas regatas hoje e abriu 10 pontos de vantagem sobre o rival praticamente garantindo o título na flotilha de 13 barcos. “Hoje velejamos bem e abrimos uma boa vantagem de dez pontos para a regata final. Estamos confiantes”, disse Breno.

Fato curioso é que o ‘Match Point’ que quebrara o mastro ontem conseguiu um mastro reserva que veio do Rio de Janeiro de caminhão e hoje já estava na raia novamente. A regata final da segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup vai ter sua última regata amanhã a partir das 11h no Iate Clube Armação de Búzios. A cerimônia de premiação será realizada 30 após a chegada do último barco em terra.

Fui!!!

James Spithill vence a 1a etapa da America´s Cup World Series

James Spithill comemor o título com sua tripulação

Neste sábado começou um novo campeonato aqui em Cascais. Energy Team, Team Korea, Oracle Racing Coutts, Artemis Racing, Oracle Racing Spithill e Emirates Team New Zealand, os seis primeiros colocados da fase classificatória, disputaram o America´s Cup Match Race Championship.

Nas quartas de final, o Artemis fez uma regata perfeita desde a pré-largada, e venceu o Energy Team com facilidade. Na outra disputa, Chris Draper, skipper do Team Korea surpreendeu e venceu Russel Coutts.

Team Korea foi a surpresa da competição

Na primeira semi-final, James Spithill mostrou que não está para brincadeira e venceu Terry Hutchinson, do Artemis. Os americanos mostraram que estão velejando bem e com muita velocidade. Na outra semi-final, os neozelandeses venceram os coreanos. O interessante é que todos os espectadores que estavam na água torciam para os coreanos, que estão estreando na Copa. “Foi fantástico. Iremos para a próxima etapa sem expectativas. Sabemos que precisamos continuar aprendendo e o bom é que estamos fazendo isto rápido. Temos que seguir melhorando”, disse Draper.

Na final, em uma melhor de três, novamente Dean Barker foi vencido pelo balão. A primeira regata foi bastante disputada, com trocas de posições, porém na montagem de boia mais apertada da competição, o balão do ETNZ fez um sutiã e Spithill assumiu a liderança, até cruzar a linha de chegada. Na segunda regata, novamente o ETNZ estava na frente depois de uma boa largada, porém logo na primeira boia eles se enroscaram novamente com o balão e Spithill assumiu a ponta e a vitória do campeonato.

Scheidt e Prada deixam a raia olímpica, em Weymouth, com a confiança em alta

Campeões antecipados da classe Star no evento-teste para Londres/2012, velejadores vão dar início a mais um ciclo de preparação, agora para o Mundial de Perth, em dezembro

Robert Scheidt e Bruno Prada saem do evento-teste para Londres/2012, em Weymouth, com a confiança em alta. Campeões antecipados da classe Star, sem depender da pontuação da Medal Race – que terminaram em quarto lugar, neste sábado (13/8) -, os brasileiros vão dar início a um novo ciclo de preparação que os faça chegar ao Mundial de Perth, na Austrália, em dezembro, com a mesma força que apresentaram em Weymouth.

No Mundial, Scheidt e Prada vão lutar para classificar a classe Star brasileira para os próximos Jogos Olímpicos – 11 das 16 vagas estarão em jogo em Perth. O desempenho da dupla até agora na temporada é praticamente perfeito. Dos dez títulos que disputaram, venceram oito, incluindo a Copa do Mundo de Vela da Isaf, feito inédito para a vela nacional. Por três vezes foram campeões antecipados, antes da realização da Medal Race: na Rolex Miami OCR, na Semana Francesa de Vela, em Hyères, e agora, no evento-teste.

“Estamos em um momento muito importante da nossa carreira, velejando de maneira muito consistente”, diz Scheidt. “Vencer sem a Medal Race não é fácil. É preciso abrir no mínimo 20 pontos de vantagem. A nossa vitória, aqui, no evento-teste, mostrou muito a nossa regularidade, sempre velejando com alto desempenho, sempre bem, sempre nos superando.”

Para Prada, ele e Scheidt estão realmente em um nível acima dos demais, mas a distância que os separa dos adversários não é tão grande como a vantagem numérica faz parecer. “Muitas vezes, a parte numérica não condiz com a realidade. O que eu acho é que estamos com uma constância muito grande em todas as condições de velejada. Na sexta-feira (12/8), último dia da fase de classificação, por exemplo, o vento estava um pouquinho mais fraco. Os irlandeses (Peter O’Leary e David Burrows), muito bons com vento forte, não tiveram bom desempenho. Na quinta-feira, (11/8), os poloneses (Mateuzs Kusznierewicz e Dominik Zycki) tiveram um problema de quebra do barco”, enumera. “Muitas coisas nos ajudaram, estavam convergindo para o mesmo barco, por isso, deu tudo certo.”

A dupla também está feliz com o desempenho do novo barco, um PStar, americano. “É excelente”, diz Prada. “É muito rápido no vento médio para forte. Ainda tem algumas deficiências no vento fraco, que precisamos corrigir.” Prada explica que, na verdade, ele e Scheidt ainda não tiveram tempo de treinar com vento fraco. A preparação do PStar – entregue no final de junho, na Europa – para o evento-teste foi feita na segunda quinzena de julho, no Lago di Garda, na Itália. “Em Garda, o vento é sempre de médio para forte. Precisamos fazer uma sessão de treinos com vento mais fraco para ele ficar tão competitivo nessa condição quanto já é no vento médio e forte.”

Próximos desafios

Segundo Scheidt, os treinos no Lago di Garda vão prosseguir no segundo semestre. Para ele, o tempo dedicado à preparação na Itália tem sido muito proveitoso. “E não é só a questão de testar equipamento. Lá, conseguimos velejar com importantes adversários. O Loof (o sueco Fredrik Loof), que é o atual medalhista olímpico de bronze, por exemplo, mora em Garda”, diz. “Temos de continuar esse trabalho. Nos últimos seis meses, evoluímos muito fazendo isso. Agora, é questão de intensificar os treinos e melhorar alguns aspectos da nossa velejada.”

O evento-teste para Londres/2012 foi a segunda competição que os brasileiros disputaram – e ganharam – em Weymouth, este ano. Foram campeões também da Skandia Sail for Gold Regatta, no início de junho. O aprendizado sobre a raia olímpica e as condições da velejada não poderia ser melhor. “Nos adaptamos bem à raia”, diz Scheidt. “Gostamos da raia, dos ventos fortes, que são os nossos preferidos, estamos bem familiarizados com a região. E esperamos que em 2012 vente mesmo, vente forte. Nos próximos meses, é continuar treinando. Ainda temos muito a evoluir, algumas coisinhas para melhorar no barco, não podemos descuidar da preparação física. Tudo para chegarmos aqui tranquilos em 2012, porque a pressão é muito grande, e tentarmos representar bem o País mais uma vez.”

O próximo desafio de Scheidt e Prada será o Campeonato Italiano, em setembro. “Vai ser ‘em casa’, no Lago di Garda, que é onde o Robert mora e sempre treinamos”, diz Prada. “Depois, vamos disputar o Hemisfério, de novo em casa, porque será em Búzios, no final de outubro.”

Para antes do Mundial, a dupla, líder do ranking mundial da classe Star, já planejou três semanas de aclimatação na Austrália. “Temos de nos adaptar ao fuso, adaptar o próprio barco, uma série de coisas”, diz Prada. “Não tem muita folga, não. Não dá para nos acomodarmos, porque o pessoal, com certeza, vai treinar muito mais para chegar ao estágio em que nós estamos hoje.”

Classificação final após dez regatas, o descarte do pior resultado e a Medal Race:
1º – Robert Scheidt e Bruno Prada, Brasil, 25 pontos perdidos (1+1+1+2+2+9+3+2+4+1+8)
2º – Percy e Andrew Simpson, Inglaterra, 45 pp (7+13+5+22+4+2+1+4+2+5+2)
3º – Mateuzs Kusznierewicz e Dominik Zycki, Polônia, 55 pp (8+4+2+5+3+5+4,5+4,5+5+11+14)
4º – Peter O’Leary e David Burrows, Irlanda, 61 pp (6+5+4+4+1+3+2+6+11+10+20)
5º – Diego Negri e Enrico Voltolini, Itália, 66 pp (4+10+3+3+6+4+11+11+1+8+16)

Da assessoria de imprensa

Brasil termina em sétimo no evento-teste da vela para olimpíada de 2012

No último dia de regata, os campeões Robert Scheidt e Bruno Prada chegaram em quarto na medal race

A delegação nacional deixou Weymouth, cidade que receberá a vela na Olimpíada de 2012, com a sensação de dever cumprido. A equipe brasileira chegou a quatro finais no evento-teste e terminou na sétima colocação no quadro geral de medalhas, com uma de ouro. A Holanda foi a grande campeã com cinco medalhas, sendo três de ouro. A Grã-Bretanha ficou em segundo com seis conquistas, mas apenas uma de ouro.

Além do primeiro lugar antecipado de Robert Scheidt e Bruno Prada, a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan terminou em quinto na 470. Na mesma colocação ficou Bruno Fontes, velejador de Laser. Todos ficaram próximos de subir ao pódio na competição marcada pelo frio e por ventos fortes.

Na prancha à vela, Ricardo Winicki disputou a medal race e acabou em 10º, provando que pode brigar por medalha no ano que vem. Já a jovem Patrícia Freitas terminou o campeonato de RS:X em 11º, mas com nítida evolução técnica.

Nas outras classes como Finn, Laser Radial e 470 masculino, os brasileiros rivalizaram de igual para igual com os melhores do mundo e projetam melhorar a posições nas próximas competições.

“Os nossos velejadores fizeram um bom papel, principalmente a dupla da Star, e essa estrutura multidisciplinar será repetida no mundial envolvendo todas as classes”, revelou Cláudio Biekarck, chefe da equipe brasileira de vela.

O desafio mais importante do ano será o Mundial de Perth, na Austrália. O evento classificará os países para a Olimpíada de 2012. Para o campeonato da Oceania, o Brasil levará a mesma equipe de profissionais que esteve em Weymouth. O staff verde e amarelo contou com fisioterapeuta, massagistas, meteorologista, consultor de regras, barqueiros e treinadores para todas as classes.

Regata da medalha da Star- Mesmo com o título garantido, a dupla Robert Scheidt e Bruno Prada disputou a medal race. Para não fugir a regra, mais um resultado positivo. O quarto lugar na prova final, mesmo com uma penalidade, mostrou o domínio dos brasileiros no campeonato do começo ao fim. A parceria soube aproveitar bem o regime de ventos, superior a 15 nós, nas 11 regatas realizadas.

A prata em Weymouth ficou para os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson (20 pontos atrás dos brasileiros) e o bronze para os poloneses Mateuzs Kusznierewicz e Dominik Zycki (25 pontos atrás).

“O resultado superou as expectativas. A gente imaginava fazer um bom papel, mas vencer dessa maneira com uma grande vantagem e sem a medal race foi surpreendente”, disse Robert Scheidt, que projeta ganhar a vaga do Brasil no Mundial.

Para Bruno Prada, vencer pela segunda vez em menos de um ano na raia olímpica é motivador, mas o proeiro fez um alerta. “Estamos felizes, mas não podemos parar. Os adversários certamente irão dobrar os treinos até a Olimpíada”, explicou.

No calendário dos líderes do ranking mundial da classe estão semanas de treinamento no Lago di Garda, na Itália e competições pela Europa até o Mundial de Perth.

Por Flavio Perez, da ZDL de Comunicação

Vídeo: Final da America´s Cup World Series em Cascais

Scheidt e Prada são campeões do evento-teste da Olimpíada por antecipação

Dupla da Star não precisa dos pontos da regata final para ficar com a medalha de ouro

A regata da medalha foi criada pela ISAF para evitar a supremacia de uma equipe nas competições de vela. Mas, para Robert Scheidt e Bruno Prada, a medal race, que vale pontuação dobrada, será apenas um detalhe em Weymouth. Nesta sexta-feira (12), os dois chegaram em quarto lugar.

Com isso, os brasileiros conquistaram o ouro no evento-teste da Olimpíada de 2012 na classe Star por antecipação e comprovaram a supremacia na categoria, que contou com 22 equipes. A dupla somou 17 pontos perdidos e não poderá mais ser alcançada na última regata de sábado (13).

“Nossa dupla está com regularidade em todas as condições de vento. Fizemos um ótimo campeonato e tivemos sorte. O que fez a diferença também foi a empolgação com o barco novo, que é rápido nos ventos médio e forte”, explicou Bruno Prada. A competição na raia olímpica foi a primeira de nível internacional com o PStar, barco produzido nos Estados Unidos para os líderes do ranking mundial.

O resultado em Weymouth provou, mais uma vez, que os brasileiros serão visados na classe Star. Por isso, Robert Scheidt se diz preparado para a pressão. “Vencer é bom e te dá mais motivação, mas por outro lado, a dupla fica mais em evidência. O velejador ganha respeito, notoriedade, cobrança e pressão. E os ingleses, que correm em casa, viram que estamos andando bem e vão treinar mais para ganhar da gente”, revelou Robert Scheidt, acostumado com o favoritismo em Olimpíada desde os tempos da Laser.

Robert Scheidt e Bruno Prada ainda disputam a última regata neste sábado do evento-teste. Para levar o ouro por antecipação, a dupla venceu quatro das 10 provas do calendário. O pior resultado foi um nono, que foi descartado.

A dupla está num grande momento da carreira. Lidera o ranking mundial da classe desde julho de 2010 e nesta temporada disputou 10 torneios e ganhou oito, entre eles a Copa do Mundo da Isaf, feito inédito para a vela brasileira..

Meninas do 470 ficam em quinto – As brasileiras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan não conseguiram uma medalha no evento-teste, mas chegaram perto (a cinco pontos do bronze). A quinta colocação na classe 470 provou que as gaúchas estão no caminho certo.

“Chegar com a chance de ganhar uma medalha é pra ser comemorado numa competição como essa. É uma pena perder o pódio após uma regata curta. A súmula mostrou que a gente está próxima de um resultado positivo e vamos continuar com esse trabalho”, ressaltou Fernanda Oliveira.

A proeira Ana Barbachan salientou que a dupla focará o Mundial de Perth no segundo semestre. A competição classifica os países para a Olimpíada de 2012. “Nosso objetivo é fazer um bom resultado na Austrália e continuar entre as top da 470”, disse.

O ouro da 470 ficou para as japonesas Ai Kondo e Wakako Tabata , a prata para as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark e o bronze para as holandesas Lisa Westerhof e Lobke Berkhout.

Bruno Fontes na Laser – O velejador catarinense também comemorou o resultado em Weymouth e espera levar esse bom nível para o Pan de Guadalajara em outubro. Na regata da medalha, Bruno Fontes acabou em sexto. Na classificação geral, o brasileiro foi o quinto.

“Estou contente e volto para o Brasil confiante em conquistar uma medalha no Pan. Agora muda um pouco a dieta para os ventos fracos do México”, projetou Bruno Fontes.

Na Finn, Jorge Zarif encerrou em 19º lugar após 10 regatas com ventos de 15 nós de média. O objetivo do caçula da equipe brasileira de vela será ganhar mais massa muscular em 2011 para melhorar seu desempenho na classe.

Por Flavio Perez, da ZDL de Comunicação

Vídeo: o melhor do 5º dia de regatas da ACWS em Cascais

Amiguinho e Coveiro lideram o Mundial de Snipe

O segundo dia de regatas do Mundial de Snipe que está acontecendo na Dinamarca não foi fácil. O vento bom que apareceu pela manhã foi enfraquecendo e ficando cada vez mais rondado no decorrer do dia. Na segunda regata, inclusive, cerca de 10 velejadores pediram reparação, pois o vento rondou mais do que o permitido na segunda perna de contravento. Porém como a regra da classe diz que a regata deve ser anulada quando esta situação acontecer na primeira perna de contravento, o resultado continuou valendo.

Apesar disso, Alexandre “Amiguinho” Tinoco e Gabriel “Coveiro” Borges,conseguiram dois bons resultados e lideram a competição. Alexandre Paradeda e Gabriel Kieling ocupam a 3ª colocação. Maru Urban e Rafael Sapucaia, com um resultado ruim nesta sexta-feira, caíram para a 7ª posição, seguidos por Bruno “Bebum” Bethlem e Dante Bianchi, em 8º.

%d blogueiros gostam disto: