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Horacio Carabelli será peça fundamental do Team Telefónica na Volvo Ocean Race

A tarefa de Horácio Carabelli no Team Telefónica da Espanha é fundamental para uma campanha de Volta ao Mundo. O projetista foi escolhido pelos ibéricos para ser o diretor técnico do time e acompanhar o antes, o durante e o depois da campanha na Volvo Ocean Race 2011/2012. O especialista se junta ao outro brasileiro, Joca Signorini, na tripulação.

A principal característica do trabalho do uruguaio radicado no Brasil é a de abranger várias funções em uma só e em diferentes etapas. Uma parte fundamental foi durante o desenvolvimento do barco, quando o especialista fez a coordenação entre a equipe de regata e o escritório de projetos.

“Minha função é obter o melhor equipamento possível respeitando os prazos sem mexer na confiabilidade do barco. Agora, faltando menos de 50 dias para a largada, tenho de estar em sintonia com os ajustes necessários”, contou Horácio Carabelli.

Entrosado com a tripulação do Telefónica, o velejador sabe que a responsabilidade que carrega é maior, principalmente pelo título que defende. Na última edição, Horácio Carabelli estava no Ericsson 4, de Torben Grael, campeão da VOR em 2008/2009, ao lado de Joca Signorini.

“Já são quase dois anos juntos e todos estão ansiosos e prontos para começar de novo esta regata. A razão pela qual aceitei este trabalho é justamente porque acredito que possa contribuir com a equipe. A experiência das duas edições de Volvo (um terceiro lugar com o Brasil 1 e o título com o Ericsson 4), com certeza traz seus benefícios”, ponderou Horácio Carabelli.

Ajuda à Itajaí – O projetista teve um papel decisivo na escolha de Itajaí como uma das sedes da VOR. Horácio Carabelli nasceu no Uruguai, mas mora em Florianópolis (SC) desde os 15 anos. A ajuda surtiu efeito e o velejador aposta em um evento de alto padrão na cidade catarinense.

“Pessoalmente fiz muita força para que esta etapa no Brasil parasse em Santa Catarina. Antes mesmo de fazer parte da equipe Team Telefónica participei de todas as reuniões entre o Governo do Estado e a Volvo. Acredito que será um evento inesquecível, pois o Estado de Santa Catarina e o povo de Itajaí tem uma incrível capacidade de trabalho, e muito a oferecer”, destacou o velejador, que já competiu em Itajaí e conhece os ‘atalhos’ da região.

Da ZDL de Comunicação

Brasileiros estreiam com vitória na Nations Cup

Começou nesta quarta-feira em Sheboygan, nos EUA, a Grande Final da Nations Cup. O Brasil teve uma boa estreia com as equipes de Juju Senfft e Henrique ‘Gigante’ Haddad. As meninas venceram quatro matches contra a portuguesa Rita Gonçalves, a sul-africana Dominique Provoyeur, a polonesa Katarzyna Pic e a canadense Sharon Ferris-Choat. Já os meninos venceram o grego Stratis Andreadis, o canadense Peter Wickwire, o turco Yasar Celal Tümsen e perderam para a inglesa Lucy MacGragor.

Sob nova direção, Loyal vira Tembó Guaçu e disputa a Copa Suzuki Jimny em Ilhabela

O experiente velejador Marcelo Massa irá se despedir da classe ORC nos próximos dois finais de semana na disputa da Copa Suzuki Jimny. O novo integrante do seleto clube dos S40 vendeu a antiga embarcação a um grupo de 11 amigos de Campinas, interior de São Paulo. O barco, um Judel Vrolic de 47 pés, passa a se chamar Tembó Guaçu (antes era Loyal Red Nose) e por isso, o antigo proprietário irá ensinar os ‘macetes’ aos atuais tripulantes.

Os campineiros estão eufóricos por voltar ao cenário da vela oceânica em Ilhabela após ausência de cinco anos. “Como estamos bastante enferrujados, além de alguns inexperientes a bordo, nosso objetivo não é vencer. Vamos correr com o objetivo de treino e aprendizado. Nessa primeira regata, a ajuda do Massa e do Tiná (Paulo Henrique de Jesus) será importante para ensinar os ‘segredos do barco”, revelou Willian Barbanera, integrante do Tembó Guaçu.

A equipe de Campinas treinou no Guarujá(SP) nos últimos dias para o evento que ocorre nos dias 17,18,24 e 25 de setembro. “Esperamos que nesse novo veleiro, mais competitivo e moderno, possamos ter as mesmas alegrias do passado. A amizade e o trabalho em grupo sempre foram as características do grupo do Tembó”, contou Willian Barbanera. O Loyal venceu várias competições importantes nos últimos como a Rolex Ilhabela Sailing Week, em 2009, na Classe ORC Internacional.

O antigo Tembó Guaçu era um Petterson 43 comandado por André Omati e tripulado por oito. O veleiro correu as principais regatas da classe no País de 2000 até 2005, como a Rolex Ilhabela Sailing Week na Classe RGS. A equipe foi tricampeã paulista na antiga classe ORC Club (2001,2002 e 2003). Outro resultado significativo foi o terceiro lugar na tradicional Refeno – Recife-Noronha.

Pelas alegrias do passado, o grupo de amigo de Campinas decidiu manter o nome Tembó Guaçu, que significa ‘Pau Grande’ em língua Tupi, uma alusão ao mastro do veleiro.

Outras novidades –A terceira etapa da Copa Suzuki Jimny tem outras novidades. Todas as classes – ORC, RGS (A, B, C e Cruiser), HPE25, C30, Delta 32 e Skipper 21 – disputarão, em paralelo, o Campeonato Paulista de Oceano. A competição marca também a estreia mundial de uma nova classe one design (barcos com o mesmo formato e desenho) : a C30, com dois veleiros recém-construídos, em São José dos Campos.

Os velejadores podem fazer a inscrição nos dias 16 e 17 de setembro na sede do YCI e o valor é de R$ 80,00 por tripulante (exceto mirim). A organização informou também que a estadia dos veleiros competidores é livre no Yacht Club de Ilhabela para os barcos de outras cidades de 10 de setembro até 1º de outubro de 2011.

Da ZDL de Comunicação

Sexta etapa da Extreme Sailing Series começa dia 16, na Itália

A sexta etapa do Extreme Sailing Series, em Trapani está chegando. A bela ilha da Sicília irá abrigar a etapa pelo segundo ano consecutivo e as expectativas são grandes após a primeira edição, que foi repleta de emoções. “As belezas de Trapani estão entre as cenas mais espetaculares em que eu já naveguei. As pessoas estão animadas com a chance de uma boa recepção aqui. Acredito que os dias serão de muito vento, visto que no ano passado foi assim. Esperamos chegar em boa forma para competir bem”, disse Max Sirena, capitão da Luna Rossa.

O time italiano está ansioso para garantir vitória na segunda etapa do campeonato. Até agora, cada etapa foi vencida por uma equipe diferente: Groupe Edmond de Rothschild, em Muscat; Luna Rossa, em Qingdao; Artemis Racing, em Istanbul; Emirates Team New Zealand, em Boston e  na Aberdeen Asset Management Cowes Week, no Reino Unido, a Luna Rossa esteve perto da vitória, mas perdeu nos momentos finais o The Wave Muscat, liderados pelo velejador olímpico Leigh McMillan. O Luna Rossa está apenas um ponto atrás do Emirates Team New Zealand, que lidera a classificação. O time francês Groupe Edmond de Rothschild, em terceiro, está a 4 pontos do líder, provando que ainda há muito jogo.

Os italianos terão não apenas um, mas dois times para torcer, Alberto Barovier, capitão do Niceforyou diz: “Primeiramente estamos em casa porque somos italianos. Trapani é um lugar que te deixa muito à vontade e a multidão está sempre muito perto dos confrontos. Mal podemos esperar por essa etapa”. 

A Race Village da sexta etapa abrirá no dia 14 de setembro, proporcionando muitas atividades com stands promocionais e musica todos os dias. A principal emissora da Itália, RAI TV, irá transmitir ao vivo do local as competições dos dias 17 e 18. Além do mais, feeds de notícias estarão disponíveis no site com informações a respeito das corridas.

Juntando-se à competição nas próximas três etapas, estará o mais bem sucedido atleta olímpico Ben Ainslie, que chega como capitão do Oman Air, de modo que os britânicos poderão assistir de perto como ele irá se sair. Ainda, 50 crianças irão navegar antes da competição de modo a abrir as portar do circuito para novos velejadores. Outra iniciativa é o “Sea of Opportunity” que proporcionará maior contato dos participantes com marcas italianas, aumentando a visibilidade de ambos.

A etapa de 2011 em Trapani promete levar adrenalina a quem estiver no estádio. Chineses testemunharam quatro capotamentos em um dia de condições complicadas. Em Istanbul, clima parecido resultou na colisão das equipes Alinghi e Team Extreme, causando o fim da corrida. Em Cowes, problemas similares também foram registrados. O que se pode esperar para Trapani ninguém sabe, mas as condições de 2010 foram suficientes para levar ao expectador uma fantástica etapa.

Da assessoria de imprensa

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