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Gold Coats Australia lidera terceira perna da Clipper Race

Faltando cerca de 600 milhas para o final da terceira perna da Clipper Race, entre Rio de Janeiro e Cidade do Cabo, na África do Sul, o Gold Coast Australia abre 65 milhas de vantagem sobre o Visit Finland, segundo colocado. Mas se engana quem acha que a vida dos líderes está fácil. “Na noite passada nós fizemos quatro trocas de vela em uma hora! A equipe fez tudo direitinho e ainda ficou rindo rindo sobre isso no final, o que atesta o espírito de camaradagem a bordo”, disse o skipper Richard Heweson. O resultado completo pode ser visto no site.

Rafael Gagliotti ministra palestra sobre a classe Snipe em Brasília

No próxima dia 30 o velejador santista Rafael Gagliotti estará em Brasília dando dicas sobre a classe Snipe. O evento acontece no na antiga sede do ICB, às 18h30. Às 21h será realizado um jantar de premiação das taças Alvaro Sampaio, Xangô, Felinto Pacheco, Valter Heinike e Cricri.

Scheidt e Prada são campeões italianos de classes olímpicas em Garda

Com um segundo lugar na única regata realizada neste domingo (25/9), Robert Scheidt e Bruno Prada conquistaram o título da classe Star no Campeonato Italiano para as Classes Olímpicas, em Garda. Scheidt e Prada terminaram a competição com 23 pontos perdidos, seguidos pelos italianos Diego Negri e Enrico Voltolini, com 25. Este foi o nono título da dupla em 2011, ano pré-olímpico, em 11 competições disputadas.

“O Italiano foi um campeonato difícil, porque perdemos nosso descarte logo no primeiro dia”, conta Bruno Prada. “Com isso, tivemos de velejar de maneira mais conservadora durante todo o restante do evento.”

Scheidt lembra que a dupla disputou o Italiano com um barco Lillia e não com o PStar com o qual venceram o evento-teste para Londres/2012, em Weymouth, em agosto. “O PStar já estava ‘viajando’ para a Austrália.”

A competição em Garda foi mais uma etapa da preparação de Scheidt e Prada para o Campeonato Mundial de Perth, na Austrália, em dezembro, o desafio mais importante da temporada. Em Perth, a dupla vai lutar para classificar a Star brasileira para os Jogos Olímpicos de 2012 – 11 das 16 vagas para Londres/2012 estarão em disputa na Austrália.

Antes do Mundial, porém, os líderes do ranking mundial da classe Star ainda terão mais duas competições, desta vez no Brasil. Vão disputar o Star Class Southern Hemisphere Championship, de 28 de outubro a 2 de novembro, em Búzios, e a Taça Royal Thames, de 4 a 6 de novembro, em Cabo Frio.

Classificação geral após oito regatas e o descarte do pior resultado:
1º – Robert Scheidt e Bruno Prada, Brasil, 23 pontos perdidos (1+DNF+3+2+2+12+1+2)
2º – Diego Negri e Enrico Voltolini, Itália, 25 pontos perdidos (7+3+1+4+3+6+9+1)
3º – Fredrik Loof e Max Salminen, Suécia, 26 pontos perdidos (3+2+5+3+5+5+3+DNF)
4º – Flavio Marrazi e Enrico de Maria, Suíça, 29 pontos perdidos (4+4+2+5+1+7+17+6)
5º – Marin Lovrovic Jr. e Sinisa Mikulicic, Croácia, 30 pontos perdidos (2+1+7+11+6+4+7+3)

Da assessoria de imprensa

Ginga(HPE25), Fram(BRA-RGS) e Orson (ORC) faturaram o estadual em Ilhabela

Depois de regatas com oscilação de vento e equilíbrio do começo ao fim, a terceira etapa da Copa Suzuki Jimny definiu os campeões paulistas de 2011 neste domingo (25) no Yacht Club de Ilhabela. Os ‘considerados’ favoritos saíram com o título, mas os resultados foram bastante apertados. Na HPE25, o Ginga voltou a levantar a taça ao somar 20 pontos perdidos em oito provas. Na BRA-RGS, o Fram superou o Palmares por apenas quatro pontos e ganhou o estadual. Na ORC, o Orson/Mapfre foi o melhor das últimas duas regatas e se sagrou campeão.

O domingo amanheceu nublado e frio e dava a impressão de que não haveria competição. No entanto, para a maioria das classes, a Comissão realizou duas regatas. Os árbitros foram obrigados a mudar constantemente os locais das provas por causa do vento rondado.

“Os velejadores estão de parabéns. As regatas foram de alto nível técnico e as mudanças de vento exigiram decisões rápidas e assertivas”, afirmou o presidente da Comissão de Regatas, Carlos Sodré, o Cuca.

Os campeões – O Ginga já pode ser considerado o melhor do ano na HPE25. Com o título paulista e o brasileiro, a tripulação de Ilhabela praticamente é campeã da Copa Suzuki Jimny. Neste final de semana, a equipe de Breno Chvaicer manteve a melhor média do evento e confirmou o ouro no estadual. Com um segundo e um terceiro lugares, o time somou 15 pontos perdidos, contra 21 do vice-campeão Bixiga.

O resultado devolve o domínio da categoria,perdido temporariamente durante a Rolex Ilhabela Sailing Week, em julho, quando o Atrevido, de Robert Scheidt, conquistou a classe HPE25.

“A estratégia deu certo neste final de semana. Com vantagem, a gente sabia que não era preciso ganhar as regatas. A ideia era marcar os barcos mais próximos e a gente soube fazer isso”, revelou o tripulante Vicente Monteiro.

Na BRA-RGS, todas as divisões competiram entre si e o barco Fram foi o vencedor após sete regatas. Quatro pontos separaram a equipe de Felipe Aidar do Palmares, de José Romariz. Os vice-campeões, que têm o barco menor, conseguiram ganhar as duas últimas regatas do calendário, mas o desempenho não foi suficiente para levar o título paulista.

Já na ORC, as duas vitórias do domingo do Orson/Mapfre deram a conquista à equipe de Carlos Eduardo Souza e Silva em Ilhabela. O duelo acirrado com o Tembó Guaçu, antigo Loyal, marcou o evento.

Na classe Carabelli 30, o Barracuda/Matrix venceu o match decisivo contra o +Realizado e faturou a primeira demonstração dos C30. O match race entre os veleiros foi a estreia mundial da categoria one design, uma das mais aguardadas da vela oceânica nesta temporada.

Classificação final do Campeonato Paulista de Vela Oceânica:

HPE – 8 regatas com 1 descarte
1º – Ginga (Breno Chvaicer) – 15 pontos perdidos (4+1+1+1+5+3+2+3)
2º – Bixiga (Pino Di Degni) – 22 pp (1+4+4+2+3+6+6+1)
3º – Repeteco I (Fernando Haalland) – 22 pp (2+2+2+14+2+5+4)

ORC – 4 regatas
1º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 5 pontos perdidos (1+2+1+1)
2º – Tembó Guaçu (André Omati) – 8 pp (2+1+2+3)
3º – Vertigo Asa Alumínio( Mario Martinez) – 14 pp (3+3+3+5)

BRA-RGS- 7 regatas e 1 descarte
1º – Fram (Felipe Marinho Aidar) – 9 pontos perdidos (1+1+1+17+3+12+2)
2º – Palmares (José Romariz Filho) – 13 pp (2+3+4+1+4+1+1)
3º – Maria Preta (Alberto) – 15 pp (20+2+2+2+1+2+5)

A Copa Suzuki Jimny – XI Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – terá a quarta e última etapa em dois finais de semana, dias 26 e 27 de novembro e 3 e 4 de dezembro.

O evento tem organização do Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster da Suzuki Veículos e apoio da Brancante Seguros, Cerveja Devassa, Nautos, Ancoradouro, Prefeitura Municipal de Ilhabela e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

Por Flavio Perez, da ZDL de Comunicação

Sol e vento fraco marcam a 7ª etapa da Copa Veleiros de Monotipos em Floripa

Sol forte e vento fraco, mas constante formaram o cenário perfeito para a 7ª etapa da Copa Veleiros de Monotipos, disputada neste final de semana na raia da sede oceânica do Iate Clube na praia de Jurerê.

Na categoria Estreante da classe Optimist, a vitória ficou com Guilherme Berenhauser que somou 7 pontos após 4 regatas, superando Rafael Servaes por um ponto de diferença. A terceira posição ficou com Lucas Pitta seguido por Bruna Thirion na quarta colocação.

Entre os Veteranos da classe, Erik Hoffmann também teve trabalho para garantir a vitória sobre Paola Berenhauser que ficou em 2º e Maria Luiza Rupp em 3º, seguida por Michel Durieux em 4º lugar, todos separados por apenas dois pontos de diferença.

Na classe Laser Standard, Flabio Batista faturou a etapa deixando Fábio da Luz em 2º e Paulo Schaefer em terceiro. No Laser Radial André Servaes venceu três das cinco regatas, mas ficou com a vitória por apenas um ponto de diferença sobre Mario Mazzaferro que ficou com a 2ª colocação também por 1 ponto de vantagem sobre Maria Carolina Boabaid.

A flotilha dos Snipes Alex Juk e Rodolfo Levien foi a mais competente nos ventos fracos do fim de semana e garantiram a vitória deixando a dupla de Alexandre e Jaqueline Back em 2º e Ricardo Grassmann e Ângelo Santana em 3º entre sete duplas.

A Prancha a Vela foi a classe que mais sofreu nas calmarias e só quatro regatas foram disputadas. Alexandre Neves ficou com a vitória, a primeira sobre Rafael Cunha que ficou com a segunda colocação e Carlos Pereira acabou em 3º lugar.

No domingo, a sede oceânica também foi ponto de encontro dos cruzeiristas que escolheram o dia para um confraternização junto aos jovens velejadores.

Da assessoria do ICSC

Ave Rara é fita-azul da Refeno 2011 e Torben Grael quebra recorde de monocasco

A largada da regata foi um espetáculo para quem estava no Marco Zero, em Recife, neste sábado

A regata Recife-Fernando de Noronha largou neste sábado e 25 horas, 19 minutos e 12 segundos depois o Ave Rara cruzava a linha de chegada em uma das ilhas mais paradisíacas do Brasil. O trimarã foi mais uma vez fita-azul da competição. O segundo colocado foi o Indigo, comandado por Torben Grael, que chegou à Ilha depois de 25 horas, 57 minutos e 59 segundos de regata e estabeleceu um novo recorde entre os multicascos. A ideia inicial era que Torben participasse da regata como comandante de seu barco, o Magia V. A embarcação, entretanto, apresentou problemas técnicos e não conseguiu partir do Rio de Janeiro a tempo.

No total 60 veleiros de 11 estados participam da competição nas classes RGSA, RGSB, RGSC, Aço, Bico-de-proa, Aberta A, Aberta B, Orc, Multicasco A, Multicasco B, Multicasco C e Multicasco D.

“A partida aconteceu sem nenhum problema, totalmente segura. Foi uma sintonia perfeita entre os tripulantes dos barcos e o público. A cerimônia de premiação vai ser uma grande festa em Noronha no dia 28”, enfatizou o diretor da REFENO, Marcos Medeiros. Quem quiser, pode acompanhar em tempo real a posição dos barcos no site.

A REFENO é considerada a primeira regata oceânica do país. foi criada em 1986 e cresceu tanto, que hoje é necessário limitar o número de participantes. O atual recorde é do veleiro Adrenalina Pura, da Bahia, que tem como comandante Georg Ehrensperger. Ele demorou 14 horas, 34 minutos e 54 segundos, em 2007, para completar a prova.

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