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Carta-resumo na quarta! Estrelas, Mini, Pan, VOR e mais. Muito mais!

É estranho, mas anda muito!

Querido feliz e simpático amigo, queridíssima felicíssima, lindíssima e simpaticíssima amiga,

Já de volta ao sub-covil do Posto 6, onde hoje o frio ataca sem misericórdia, depois de um rolêzinho básico em São Paulo Terra da Garoa, com vistas à visita ao “maior salão náutico indoor da América Latina”, voltamos a transmitir este resumão em tempos de Segundo Tempo mais que enrolado na mãos dos… Stalinistas. Ou como diria o filósofo de Quixeramobim: a rapadura é doce, mas não é mole não. Vida louca!!

E retornando ao salão indoor, já declaro logo: ainda bem, porque fosse outdoor estaríamos todos enlameados, molhados e congelados. E sem cerimônia, já vou adiantando dois fatos incontestes. O primeiro é que o mercado náutico brasileiro realmente é coisa muito séria nos dias de hoje e os principais players mundiais do segmento de embarcações a motor de alto luxo estão aqui ‘à vera’ e mostrando o que têm de melhor. O segundo: a Vela é realmente o primo pobre da Náutica de Pindorama. Não fossem os franceses Beneteau e Jeanneau, cada um com um veleiro exposto, e o Píer 22 que tinha lá um clássico de madeira de 25 pés, projeto sueco do começo do século passado e importado da Indonésia, todo em madeira (mastro inclusive), não haveria Vela no São Paulo Boat Show. Tristeza.

A Hanse e a galera da Descobre Ventos (Grand Soleil, Dufour, Nautitech) também tinha estandes, mas nenhum barco exposto. Destaque para o novo Dufour 335 que está sensacional! No mais, menos gente nos corredores, boas vendas para todos e iates de milhões e milhões. De Reais, de Dólares, de Euros, de toneladas de carbono emitidas, de marolas tsunâmicas no nosso caminho, de arrogância náutica no postinho, etc., etc. Legal também foi encontrar e entrevistar o legendário projetista Tony Castro, figura ímpar dos veleiros (e dos barcões). A conferir na próxima Iate Life!  Valeu Cacau Peters, você é o cara! Quer dizer… É amigo dele!

Bem estamos em pleno Pan 2011 e como você tem (você tem, né??) acompanhado no www.murillonovaes.com a armada tupiniquim está mandando ver. Na estreia já colocamos oito das 9 classes pan-americanas na zona da medalha (em primeiro e segundo geral!). Muito bom!! Hoje rolaram mais duas regatas para cada classe. Totalizando 6 provas corridas e já com um descarte, os oito brasileiros seguem na zona de medalhas. Hoje as regatas foram disputadas com ventos fracos, variando de seis a nove nós e temperatura de 35 graus em Puerto Vallarta.

Os bons resultados vieram na classe Snipe, uma das mais equilibradas. Os campeões mundiais Alexandre “Amiguinho” Tinoco e Gabriel Borges lideram com três pontos de vantagem sobre os americanos Gilberto Diaz e Carol Tocke.  Na Sunfish, Matheus Dellagnelo venceu as duas provas do dia e, com o descarte, já soma sete pontos de vantagem sobre Paul Foerster, dos Estados Unidos. Na Hobie Cat 16, Bernardo Arndt e Bruno Oliveira estão em segundo e colados na dupla porto-riquenha com um ponto atrás. O maior equilíbrio está na classe Lightning. As tripulações de Estados Unidos e Brasil dividem a primeira posição. O trio chileno, atual campeão mundial, está logo atrás com um ponto de desvantagem.

Na Laser, Bruno Fontes está na zona de medalha. O catarinense teve um dia irregular, mas o descarte oi deixou em terceiro. No feminino, Adriana Kostiw está longe do pódio, ocupando a 10ª colocação. Na  J/24 perdemos a liderança para o time americano, mas a disputa continua indefinida pela ponta. Na RS:X, classe que mais precisa dos ventos fortes, Ricardo “Bimba” Winicki ainda lidera, mas empatado com Mariano Reutemann, da Argentina. No feminino, Patrícia Freitas está em primeiro lugar depois de vencer uma e terminar a outra em segundo lugar. Amanhã rola descanso e tudo segue na sexta. Força galera! Pra frente Brasillll!!!

Mas não é só de Pan que vive o planeta Vela. Na capital secreta do mundo, a vitória de Lars Grael e Samuca no Estadual RJ de Star 2011 em águas niteroínas foi bonita. Detalhe que Torben e Play, em retorno triunfante ao saco de São Francisco, foram os vices e na flotilha estrelada, a verdadeira constelação intergaláctica que reuniu 24 barcos, muitos medalhistas, supercampeões e fora da água algumas lendas do Star como os gêmeos Erik e Axel Schmidt e Harry Adler. Esse é o barco!! Alô Isaf!! . Eu só fui pra pizza… Manza bobo é assim, deixa de velejar de Star para ir ver lancha em São Paulo… No comments!!

Já nas atlânticas águas que ligam Funchal a Salvador, os intrépidos solitários e  seus minúsculos veleiros da Classe Mini (6,5m ou 21 pés) continuam céleres no rumo do acarajé e do abará. Quer dizer… Para três deles, que perderam as jaqueiras, a coisa ficou mais lenta. Além do óbvio destaque de nosso sino-baiano de boa cepa, Chuh, Mr. Kan Chuh, no momento destas mal traçadas em 21º geral de 44 barcos na categoria Barcos de Série, eu chamaria a atenção para o barco supereficiente (agora em 3º geral nos Protótipos), mas esquisitíssimo de David Raison, comandante e projetista do TeamWork. A Mini-Transat é um laboratório, né? A fotito do super Optmist (ou seria Scow?) de proa redonda ilustra acima esta cartinha ao amigo. Feio pra baralho! Porém…  Anda! Ah, e em Salvador vai ter uma semana náutica inteirinha para receber a oficialmente chamada, La Charente-Maritime /Bahia Transat 6,50. Festa boa na boa terra! Infelizmente… Contem com a minha ausência. O dom da ubiquidade é de Deus, amigos!

Pois é… E na VOR 2012/13, que, salvo alguma tragédia, irei visitar de corpo presente, a coisa continuando no rumo do sábado dia 29 de outubro, quando rola a in-port race de Alicante, primeira ‘etapa’ das várias possibilidades de somar pontos neste verdadeiro torneio de volta ao mundo. E os barcos, menos o Abu Dhabi, que, aliás, completou as tais milhas que faltavam para a qualificação, já estão medidos.  O Telefônica, da Espanha, anunciou que já terminou o processo de medição e o nosso Horácio Carabelli, que tem a função de diretor técnico, reforçou a importância desse processo para uma aventura de 39 mil milhas. Segundo o projetista/velejado é importante fazer o dever de casa para evitar perda de tempo. “Este é um processo que está em andamento desde que colocamos o barco na água. Nosso time verificou tudo até a medição final e agora é a hora dos retoques finais”, disse Horácio Carabelli. O cara elogiou o trabalho do argentino Juan Kouyoumdjian responsável pelo projeto do Open 70 espanhol. “Estamos muito felizes com os resultados do barco na prática. O Juan K fez os últimos dois campeões da VOR!”, contou Carabelli. O uruguaio radicado no Brasil lembra que a América do Sul é a fonte de grandes talentos da vela mundial. “Acredito que as dificuldades que enfrentamos em algumas áreas nos forçam a ser criativos. Acho que isso é uma grande virtude. Os recursos econômicos em nossos países nunca foram ideais para participar de forma competitiva a nível mundial, e todas as vitórias e conquistas têm sido por talento e muito trabalho”, finalizou. Esse sabe das coisas!! E Joquinha é watch captain!

Lá no sítio tem tanta notícia desde o resumão passado que você vai poder se deleitar por muito tempo. Tem também, claro, os vídeos que já viraram um clássico da webnotícia mânzico-vélica do século 21. Tem eXtreme Sailing Series (notícia também! O Alinghi ganhou… Novidade!) e o lançamento, no Kalmar, em Itajaí, de mais uma joia clássica saído estaleiro, o Froya II. Tem videozinhos da VOR, claro, e um vídeo histórico da regata final do Pan do Rio em 2007 na J/24 com a vitória dos caras que estão lá agora em 2011, a Santa Cruz e sua santíssima trindade.

Na parte de notícias ‘puras’, umas com fotos, outras não, lá no www.murilonovaes.com tem também uma pletora de novidades. Juju Senfft e Giga Haddad como os brasucas melhores colocados no ranking de match race da Isaf. Tem o Brasileiro de Match Race em Floripa de 11 a 15 de novembro. O Mundial de Match Race Feminino da Isaf em Gotemburgo no ano que vem. O Cruzeiro Batom Eles e Elas que agitou Porto Alegre. Tem a primeira etapa do DF de Snipe. Os sempre animados monotipos em SC mesmo na merreca. A galera de Eduardo ‘sempre ele’ Souza Ramos de S40 no Chile e por fim a cobertura da maior regata, número de inscritos, do planeta, a Barcolana em Trieste. Detalhe tira-onda: este escriba que vos fala já foi campeão por lá há um par de anos, de RC44, com ninguém menos que Russell Coutts como tático, Luca Devotti no grande e Patrick de Barros (obrigado para sempre, querido amigo!) no timão. Boas memórias! Também pudera. Deixar 1.904 barcos para trás é algo difícil de esquecer.

Ainda no nosso sitiozinho neste latifúndio eletrônico, as novidades dos eventos que ainda virão: Santos-Rio largando nesta sexta; Troféu Cayru em Porto Alegre; Transat Jacques Vabre e inscrições abertas para a Miami OCR e a Sydney Hobart. Alguém se habilita?  Ufa!!

That´s all folks!! Fico em QAP no 16… Clica lá no www.murillonovaes.com e boa viagem.

E para manter a tradição, um “Entre Aspas” final de um anônimo esperto  para sua reflexão ética nesta quarta-feira: “Se o malandro soubesse o quanto é bom ser honesto. Honesto seria, só por malandragem”.

Fui!! Cheio de malandrice…

Murillo Novaes

Equipe de Eduardo Souza Ramos compete em águas chilenas

S40 voltam ao Chile depois de uma temporada no Brasil

Entre os dias 21 e 23 de outubro acontece na costa da Quita Região, no Chile, a 5ª etapa do campeonato VTR. O evento marca a volta dos S40 às águas chilenas e a estreia da classe j-105. O Brasil terá como representante o Mitubishi Lancer, de Eduardo Souza Ramos. Estão programadas até cinco regatas, sendo duas no sábado e no máximo três no domingo.

Salvador receberá participantes da Mini Transat em novembro

Regata faz parte da programação da I Semana Náutica da Baía de Todos os Santos. A competição conta com participação de 77 velejadores de várias nacionalidades.

Conhecida como a mais solitária de todas as regatas individuais do mundo, a Regata Transat 6.5 Charenti-Maritime partiu da cidade francesa de La Rochelle no último dia 25 de setembro, rumo a Salvador. A previsão dos organizadores é de que os barcos comecem a chegar à capital baiana entre 1º e 3 de novembro. Criada pelo britânico Bob Salmon, profissional em escoltas e admirador de provas em alto mar, em 1976, hoje a competição soberana é uma referência no mundo das regatas.

A competição deste ano, conta com a participação de 77 velejadores de várias nacionalidades.Entre tantos lobos do mar em meio aos competidores, o destaque é o velejador chinês, radicado na Bahia, Kan Chuh, já experiente em outros percursos de longa duração. Com nacionalidade brasileira, o único representante do país realiza um sonho antigo de fazer a travessia do Atlântico a solo, num mini Transat 6.5.

A Regata Transat 6.5 Charenti-Maritime faz parte da programação da I Semana Náutica Baía de Todos os Santos, promovida pela Assessoria Especial de Relações Internacionais da Prefeitura de Salvador (ARI). O evento acontece entre os dias 28 de outubro e 06 de novembro. Na programação, estão previstas diversas atividades, entre elas, seminários, palestras em escolas, exposições e competições esportivas. 

Da assessoria de imprensa

Vídeo: Lançamento do Froya II pelo estaleiro Kalmar

Vídeo: 8a etapa da Extreme Sailing Series

Vela brasileira termina segundo dia de regatas no Pan na zona de medalha

Os representantes do Brasil continuam nas primeiras posições após mais um dia de regatas em Puerto Vallarta pelos Jogos Pan-Americanos. Nesta terça-feira (18), os ventos apareceram na raia mexicana, variando de oito a 15 nós. As condições favoreceram os velejadores do País, principalmente na RS:X com domínio de Patrícia Freitas no feminino e Ricardo Winicki no masculino.

“Com vento mais forte, o campeonato muda de figura. Consegui dar voltas nos adversários e chegar com vantagem nas regatas. Mas, quando a condição é diferente, a disputa fica nivelada por baixo”, contou Ricardo Winicki, o Bimba, que tenta o tri do Pan.

O atleta da prancha à vela quer usar a experiência para sair de Puerto Vallarta com mais um ouro. “Ainda não dá para administrar. Tem muitas regatas pela frente e a medal race. O objetivo é não fazer besteira e ficar entre os três primeiros em todas”, lembrou Bimba, que rivaliza com Mariano Reutemann (Argentina) e David Teran (México).

No feminino da RS:X, Patrícia Freitas venceu as duas regatas do dia e ampliou sua vantagem na liderança da categoria no Pan. Outro brasileiro entre os primeiros é Matheus Dellagnelo, na Sunfish. O catarinense, atual campão mundial da classe, lidera ao lado do americano Paul Foerster.

“O mais difícil nessa raia é encontrar uma boa rajada, mesmo assim o meu desempenho é bom e poderia ter sido melhor se não acabasse o vento na última regata”, contou Matheus Dellagnelo.

Na classe Snipe, os campeões mundiais Alexandre Tinoco e Gabriel Borges estão em segundo na zona de medalha. Quem retomou a liderança foi o quarteto de J/24 formado por Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann.

Na Laser, Bruno Fontes teve um dia irregular, mas está empatado em segundo lugar com Erik Johnson dos Estados Unidos. O argentino Julio Alsogaray lidera com oito pontos na frente. Na versão feminina da classe, Adriana Kostiw ocupa a sétima posição.

O trio da Lightning está em terceiro após quatro regatas. Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista tentarão reduzir nesta quarta-feira (19) a diferença para os chilenos que ocupam a primeira posição. Na Hobie Cat 16, a dupla brasileira segue em terceiro com chances reais de ouro.

Resultados da vela no Pan após quatro regatas:

Sunfish
1º – Matheus Dellagnelo (Brasil) – 7 pontos perdidos (2+1+1+4)
2º – Paul Foerster (EUA) – 7 pp (1+2+2+3)
3º – Hugolino Colmenares (Venezuela) – 20 pp (6+4+8+2)

Snipe
1º – Gilberto Diaz e Carol Tocke(EUA) – 9 pontos perdidos (2+4+1+2)
2º – Alexandre Tinoco/Gabriel Borges (Brasil) – 13 pp (5+1+4+3)
3º – Jeronimo Cervantes/ Yon Belausteguigoitia (México) – 18 pp (1+10+6+1)

Laser
1º – Julio Alsogaray (Argentina) – 10 pontos perdidos (3+1+3+3)
2º – Erik Johnson (Estados Unidos) – 18 pp (7+5+1+5)
3º – Bruno Fontes (Brasil) – 18 pp (2+2+10+4)

Laser Radial
1º – Cecilia Saroli (Argentina) – 7 pp (2+3+1+1)
2º – Tania Calles(México) – 7 pontos perdidos (1+2+2+2)
7º – Adriana Kostiw (Brasil) – 21 pp (4+4+13+10)

RS:X Masculino
1º- Ricardo Winicki (Brasil) – 6 pontos perdidos (3+1+1+1)
2º – Mariano Reutemann (Argentina) – 8 pp (1+2+2+3)
3º – David Teran (México) – 13 pp (2+3+6+2)

RS:X Feminino
1º – Patrícia Freitas (Brasil) – 5 pontos perdidos (2+1+1+1)
2º – Demita Viega (México) – 10 pp (1+5+2+3)
3º – Farrah Hall (EUA) – 13 pp (3+2+5+2)

Lightning
1º – Estados Unidos – 11 pontos perdidos (1+3+1+6)
2º – Chile – 11 pp (4+2+4+1)
3º – Brasil – 13 pp (3+1+7+2)

J/24
1º – Brasil – 7 pp (2+3+1+1)
2º – Estados Unidos – 8 pontos perdidos (1+1+2+4)
3º – Chile – 15 pp (6+2+5+2)

Hobie Cat 16
1º – Enrique Figueroa/Victor Aponte (Porto Rico) – 9 pontos perdidos (1+3+4+1)
2º – Alejandro Saba/Gonzalo Cendra (Venezuela) – 11 pp (7+1+1+2)
3º – Bernardo Arndt/Bruno Oliveira(Brasil) – 15 pp (2+2+5+6)

Em 2007, no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou medalhas em todas as classes, exceto na Hobie Cat 16 por desclassificação. Foram três de ouro, duas de prata e duas de bronze.

Velejadores brasileiros no Pan

Hobie Cat 16:
Bernardo Arndt e Bruno Oliveira

J/24:
Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann

Laser:
Bruno Fontes

Laser Radial:
Adriana Kostiw

Lightning:
Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista

Snipe:
Alexandre Tinoco e Gabriel Borges

Sunfish:
Matheus Dellagnelo

RS:X masculino:
Ricardo Winicki

RS:X feminina:
Patrícia Freitas

Os velejadores confirmaram a classificação para os Jogos Pan-Americanos em fevereiro, na seletiva disputada na praia de Jurerê, em Florianópolis (SC), durante a Semana Brasileira de Vela.

A Confederação Brasileira de Vela e Motor tem o patrocínio do Bradesco e da CPFL Energia.

Falta de vento atrapalha mas não impede regatas de monotipo em Floripa

Pouco vento foi a marca do final de semana de regatas válidas pela 8ª etapa da Copa Veleiros de Monotipo. Mesmo assim, as três provas disputadas no sábado validaram a competição organizada pelo Iate Clube de Santa Catarina.

Na categoria Estreante da classe Optimist, a vitória ficou com Rafael Servaes deixando Lucas Pitta em 2º lugar e Bruna Thirion em 3º no geral e primeira no feminino. Entre os Veteranos, Erik Hoffmann foi o vencedor com Paola Berenhauser em 2º na classificação geral e a 1ª entre as meninas, seguida por Maria Luiza Rupp em 3º geral e 2ª no feminino.

Na classe Laser 4.7, Daniel de Matos teve trabalho para superar Bruno Capella e ficar com a vitória na etapa. Maria Carolina Boabaid, que festejava seu aniversário no sábado, ficou com a 3ª posição e Vinicius Bandil, representando o Capri Iate Clube fechou a tabela na 4ª colocação.

No Laser Radial, o duelo entre os irmãos Mazzaferro terminou com a vitória de Luca, com Mario na segunda posição e Flávio Lopes em 3º. No Laser Standard, Paulo Schaefer venceu as três regatas disputadas e garantiu mais um título, deixando a 2ª posição para Flabio Batista enquanto Fabio da Luz ficou na 3ª colocação.

Entre os Snipes, Alex Juk e Eduardo Beirão também venceram todas as regatas de sábado e ficaram com a vitória da etapa com Carlos Berenhauser e Paulo Cesar em 2º e Rogério e Vitor Capella em 3º lugar.

A próxima etapa da Copa Veleiros de Monotipos está marcada para os dias 19 e 20 de novembro também em Jurerê. A decisão final será em dezembro na 10ª e última etapa.

Da assessoria do ICSC

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