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Lançamento do livro Sonhar é Preciso acontece dia 25

No dia 25 de outubro acontece na Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos, o lançamento do livro Sonhar é Preciso, de Manoel Chaves. O evento começa às 19h30.

Regata Bebidas Príncipe dá volta no Arquipélago das Graças, em Santa Catarina

O Joinville Iate Clube (JIC) e a Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) realizam neste sábado (22), a Regata Bebidas Príncipe, penúltima prova do calendário 2011 de competições. A prova será especial, pois os veleiros darão a volta no Arquipélago das Graças, em São Francisco do Sul/SC. Será o maior percurso do ano.

A largada está prevista para o meio-dia, nas proximidades da Praia do Capri. Os veleiros chegarão ao Oceano Atlântico farão a volta na Ilha da Paz e demais ilhas do arquipélago, que fica em frente a praia da Enseada, retornando para a Baía da Babitonga, com chegada prevista para o período noturno na Praia do Forte, também em São Chico.

Em disputa, pontos válidos no Ranking 2011 de competições. Participarão veleiros da Classe Regata, Classe A e Classe B, além da ORC Internacional. As inscrições poderão ser feitas somente pelo site da Flotilha O Arquipélago das Graças fica na entrada da Baía da Babitonga e é composto por quatro ilhas: Ilha do Veado, Ilha dos Piratas, Ilha Velha e da Paz. As duas primeiras são ilhas de costões e não oferecem condições para que barcos aportem. A Ilha Velha foi usada por muitos anos pela prática do porto e atualmente é ocupada por casas particulares. A Ilha da Paz, a maior e mais bela do conjunto, pertence à Marinha e abriga o Farol, construído em 1905.

A última competição será no dia 03 de dezembro, fechando o calendário 2011 com a Regata da Marinha, próxima da Capitania dos Portos de São Francisco do Sul, em comemoração à Semana da Marinha.

Equipes da Volvo Ocean Race finalizam medições oficiais para largada

Os seis times da regata Volta ao Mundo têm dez dias para deixar veleiros 100% prontos para In-port Race

Horácio Carabelli ressalta que o Telefónica está praticamente finalizado

A Race Village em Alicante, na Espanha, já recebe turistas e fãs da vela mundial faltando pouco mais de uma semana para a In-port Race, que já vale pontos para a Volvo Ocean Race. O primeiro duelo está marcado para o sábado (29). Enquanto isso, as equipes de terra e as tripulações fazem reparos importantes nos barcos e deixam os equipamentos oficialmente aprovados pelo comitê de medição da organização.

A classe é ‘open’, ou seja, a regra estabelece alguns limites e especificações técnicas que cada projetista pode trabalhar. Tamanho, mastro e altura máxima são requisitos básicos que devem estar na margem estabelecida. As velas também estão sujeitas a limites de dimensão, com uma área vélica máxima para o balão de 500 m² e de 175 m² para a vela principal.

Sobre o Volvo Open 70:
Material: Fibra de carbono
Peso: 14,5 toneladas
Comprimento total: 21,5 metros (70 pés)
Velocidade: 40 nós de média
Balão: 500 m²
Tamanho do mastro: 31,5 metros
Espaço: 2 m³ por pessoa (o equivalente a uma cabine telefônica de fibra de carbono)
Velas: 17 para a viagem completa e 2 velas balão para a competição In-Port
Peso da quilha e bulbo: 7,4 toneladas
Câmeras a bordo: 7

Espanhóis certificados –O Team Telefónica da Espanha anunciou que já terminou o processo de medição do barco. O brasileiro Horácio Carabelli, que tem a função de diretor técnico, reforça a importância desse processo para uma aventura 39 mil milhas. Segundo o projetista, é importante fazer o “dever de casa” para evitar perda de tempo.

“Este é um processo que está em andamento desde que colocamos o barco na água. Nosso time verificou tudo até a medição final e agora é a hora dos retoques finais”, disse Horácio Carabelli.

O especialista elogia o trabalho do argentino Juan Kouyoumdjian responsável pelo projeto do Open 70 do Telefónica. “Estamos muito felizes com os resultados do barco na prática. O Juan K fez os últimos dois campeões da VOR”, contou Carabelli.

O uruguaio radicado no Brasil lembra que a América do Sul é a fonte de grandes talentos da vela mundial. “Acredito que as dificuldades que enfrentamos em algumas áreas nos forçam a ser criativos. Acho que isso é uma grande virtude. Os recursos econômicos em nossos países nunca foram ideais para participar de forma competitiva a nível mundial, e todas as vitórias e conquistas têm sido por talento e muito trabalho”, finalizou.

Já a equipe do Abu Dhabi Ocean Racing tentará até o período limite resolver todas as pendência a bordo. “Só temos alguns procedimentos fora da medida oficial da organização e estamos livres para fazer isso a partir de agora”, contou o comandante Ian Walker.

Equipe Abu Dhabi termina volta de classificação – O barco foi o último a completar trecho de classificação. Sem percorrer o percurso completo no início do mês, quando os outros veleiros testaram os procedimentos de segurança, o time do Oriente Médio navegou as 111 milhas restantes pelos mares da Espanha, incluindo a manobra de ‘homens ao mar’. O barco saiu de Alicante e passou pelas ilhas de Benidorm e Tabarca até voltar ao porto.

“Sentimos que estamos chegando no final da lista de trabalhos e conseguimos dar à equipe alguns dias de folga no fim de semana”, lembrou Walker.

Da ZDL de Comunicação

Descarte começa a contar e brasileiros da vela continuam nas primeiras posições no Pan

Dupla da Snipe lidera classe nos Jogos Pan-Americanos, assim como velejadores de RS:X, Lightning e Sunfish

A vela nos Jogos Pan-Americanos chega ao momento de definição das posições para a medal race. Após seis regatas, o regulamento prevê o descarte do pior resultado em todas as classes. Na classificação geral, oito brasileiros seguem na zona de medalhas com esse critério. Nesta quarta-feira (19), as regatas foram disputadas com ventos fracos variando de seis a nove nós e temperatura na casa dos 35 graus em Puerto Vallarta. As provas serão retomadas na sexta-feira (21) após um dia de descanso.

Os bons resultados vieram na classe Snipe, uma das mais equilibradas na América. Os campeões mundiais Alexandre Tinoco e Gabriel Borges lideram a classificação com três pontos de vantagem para os americanos Gilberto Diaz e Carol Tocke. A diferença, segundo o tático brasileiro, não deve ser comemorada.

“Estamos na metade do campeonato. Tudo pode acontecer ainda no México. A região conta com os melhores times de Snipe e as regatas no Pan são muito técnicas. A nossa estratégia é manter a calma e continuar velejando bem”, contou Alexandre Tinoco.

Na Sunfish, Matheus Dellagnelo venceu as duas regatas do dia e, com o descarte, já soma sete pontos de vantagem sobre Paul Foerster, dos Estados Unidos. Na Hobie Cat 16, Bernardo Arndt e Bruno Oliveira estão em segundo e colados na dupla porto-riquenha com um ponto atrás em seis regatas.

O maior equilíbrio está na classe Lighting. As tripulações de Estados Unidos e Brasil dividem a primeira posição. O trio chileno, atual campeão mundial, está logo atrás com um ponto de desvantagem.

Na Laser, Bruno Fontes está na zona de medalha. O catarinense teve um dia irregular, mas o descarte deixou o atleta em terceiro. “Peguei uma punição na regata que brigava pela vitória e acabei em quinto. Na outra peguei sétimo. Amanhã vou aproveitar o descanso”, disse o catarinense. No feminino, Adriana Kostiw está longe do pódio ocupando a 10ª colocação.

O quarteto de J24 formado por Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann perdeu a liderança para o time americano, mas a disputa continua indefinida pelo primeiro lugar.

“As equipes brasileiras sofrem com a falta de ventos, principalmente a tripulação de J/24 que anda bem com condições bem diferentes, além de ser muito técnica. A competição fica nivelada por baixo com isso”, revelou Ricardo Baggio, superintendente da CBVM.

Na RS:X, classe que mais precisa dos ventos, Ricardo Winicki, o Bimba, ainda lidera, mas empatado com Mariano Reutemann, da Argentina. No feminino, Patrícia Freitas está em primeiro lugar depois de vencer uma e terminar a outra em segundo lugar.

Resultados da vela no Pan após seis regatas e um descarte:
Snipe
1º – Alexandre Tinoco/Gabriel Borges (Brasil) – 12 pontos perdidos (5+1+4+3+3+1)
2º – Gilberto Diaz/Carol Tocke (EUA) – 15 pp (2+4+1+2+7+6)
3º – Pedro Robles/José López (Chile) – 19 pp (8+6+3+5+2+3)

Laser Radial
1º – Cecilia Saroli (Argentina) – 8 pp (2+3+1+1+1+5)
2º – Tania Calles (México) – 14 pp (1+2+2+2+8+7)
10º – Adriana Kostiw (Brasil) – 39 pp (4+4+13+10+12+9)

Laser
1º – Julio Alsogaray (Argentina) – 11 pp (3+1+3+3+1+6)
2º – Matias Del Solar (Chile) – 18 pp (9+9+5+1+2+1)
3º – Bruno Fontes (Brasil) – 20 pp (2+2+10+4+5+7)

Hobie Cat 16
1º – Enrique Figueroa/Victor Aponte (Porto Rico) – 11 pp (1+3+4+1+8+2)
2º – Bernardo Arndt/Bruno Oliveira (Brasil) – 12 pp (2+2+5+6+2+1)
3º – Jason Hass/Jose Hernandez (Guatemala) – 17 pp (5+4+2+5+1+5)

Sunfish
1º – Matheus Dellagnelo (Brasil) – 6 pp (2+1+1+4+1+1)
2º – Paul Foerster (EUA) – 13 pp (1+2+2+3+8+5)
3º – Julio Renna (Argentina) – 18 pp (5+3+12+1+3+6)

Lightning
1º – Estados Unidos – 11 pp (1+3+1+6+4+2)
2º – Brasil – 11 pp (3+1+7+2+2+3)
3º – Chile – 12 pp (4+2+4+1+6+1)

J/24
1º – Estados Unidos – 8 pp (1+1+2+4+1+3)
2º – Brasil – 9 pp (2+3+1+1+2+6)
3º – Chile – 15 pp (4+4+4+2+3+2)

RS:X Masculino
1º- Ricardo Winicki (Brasil) – 8 pp (3+1+1+1+2+3)
2º – Mariano Reutemann (Argentina) – 8 pp (1+2+2+3+1+2)
3º – David Teran (México) – 12 pp (2+3+6+2+4+1)

RS:X Feminino
1º – Patrícia Freitas (Brasil) – 6 pp (2+1+1+1+2+1)
2º – Demita Viega (México) – 10 pp (1+5+2+3+1+3)
3º – Farrah Hall (EUA) – 12 pp (3+2+5+2+3+2)

Em 2007, no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou medalhas em todas as classes, exceto na Hobie Cat 16 por desclassificação. Foram três de ouro, duas de prata e duas de bronze.

Da ZDL de Comunicação

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