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Vela do Brasil fecha participação no Pan com cinco medalhas de ouro

Com sete pódios, equipe nacional lidera o quadro geral de medalhas em Puerto Vallarta

Mais uma vez a equipe brasileira de vela dominou os Jogos Pan-Americanos. Na raia de Puerto Vallarta, os velejadores do País somaram cinco ouros (J24, Snipe, Sunfish e RS:X masculino e feminino), uma prata (Hobie Cat 16) e um bronze (Lightning). O desempenho quase perfeito garantiu o título geral ao grupo nacional.

Neste domingo (23), último dias de regatas, o quarteto de J/24, Ricardo Winicki na RS:X e a dupla de Snipe confirmaram o ouro. Na Hobie Cat 16, a medalha foi de prata e o trio da Lightning, liderado por Cláudio Biekarck, faturou o bronze. Apenas os atletas da Laser, Bruno Fontes e Adriana Kostiw, não subiram ao pódio na competição mexicana. No sábado, Matheus Dellagnelo (Sunfish) e Patrícia Freitas (RS:X) já haviam garantido o ouro.

“O desempenho foi sensacional. Nosso time entrou para disputar o título em todas as classes e conseguiu medalha na grande maioria. Isso faz parte do trabalho desenvolvido pela CBVM com uma equipe multidisciplinar aqui no México. Agora é focar nos Jogos de Londres e manter a modalidade como a maior medalhista do País”, disse Martha Rocha, chefe da equipe em Puerto Vallarta.

As douradas do dia – O ouro mais comemorado deste domingo, em Puerto Vallarta, foi da equipe de J/24. O barco batizado de Bruschetta comandado por Maurício Santa Cruz venceu a última regata do dia e levou o bi pan-americano. O time entrou com desvantagem no placar para os americanos, mas contou com uma combinação de resultados e foi campeão.

“Foi bastante complicado, mas deu certo no final. A última regata foi emocionante com penalidades para nós e para os adversários. O entrosamento da tripulação ajudou no bi”, revelou Maurício Santa Cruz, que competiu ao lado de Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann.

A surpresa foi a virada de Alexandre Tinoco e Gabriel Borges na Snipe. Com desvantagem no quadro, a dupla ultrapassou os americanos e terminou a última regata em terceiro lugar, uma posição à frente dos adversários. O resultado mantém a tradição brasileira na classe, que venceu em 2007, com Alexandre Paradeda e Pedro Tinoco e, em 2003, com Bruno Amorim e Dante Bianchi.

Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, conquistou o tricampeonato do Pan e igualando Robert Scheidt em número de ouros. Na regata da medalha, o brasileiro somou sua sétima vitória em 11 provas. Bimba fez valer o favoritismo na raia de Puerto Vallarta.

A prata contra a injustiça –Na Hobie Cat 16, os brasileiros Bernardo Arndt e Bruno Oliveira chegaram em segundo na regata da medalha e conquistaram a prata. A dupla foi campeã em 2007, mas por um protesto dos porto-riquenhos acabou desclassificada da competição.

“Eu não faria com os porto-riquenhos o que eles fizeram com a gente no Rio de Janeiro. Foi uma decisão lamentável deles, mas bola pra frente. Confesso que esperávamos o ouro, mas a medalha é importante para ajudar o Brasil. Nossa dupla fez a parte dela até o fim”, contou Bernardo Ardnt, o Baby. O ouro ficou com Porto Rico e o bronze com a Guatemala.

A oitava medalha de um mito – Cláudio Biekarck é o atleta mais experiente da delegação. No México, o velejador disputou o oitavo Pan e conseguiu sua oitava medalha com Gunnar Ficker e Marcelo Batista da Silva na Lightning. Um dos nomes mais respeitados na vela, Klaus, como é conhecido, comemorou o bronze na categoria, mas disse que poderia ter sido melhor.

“Alguns erros bobos no começo atrapalharam nosso time. Na regata final, a missão era difícil. Mesmo assim, largamos bem e dominamos a prova. Entretanto, na última bóia de contra-vento, tivemos de pagar punição e perdemos”, ressaltou Cláudio Biekarck.

O velejador classificou o campeonato como difícil por causa dos ventos fracos e rondados. “Era importante alcançar mais uma medalha, mesmo com as condições de vento. Mas, se estava ruim para nós, para os outros também estava”, finalizou Klaus Biekarck, treinador de Robert Scheidt na classe Laser e chefe de equipe olímpica brasileira.

O catarinense Bruno Fontes disputou a regata da medalha, mas chegou em quinto e ficou fora do pódio. O velejador reclamou de algumas punições durante a fase de classificação que o afastaram da medalha. Os argentinos Cecelia Saroly e Julio Alsogaray venceram a categoria no feminino e masculino, respectivamente.

Apenas a paulista Adriana Kostiw, da Laser Radial, não disputou a medal race e terminou o evento mexicano em 11º lugar. O objetivo da velejadora é buscar uma vaga olímpica para Londres-2012.

Venceram outra vez – Campeões sem a necessidade de correr a regata da medalha, Patrícia Freitas (RS:X) e Matheus Dellagnelo (Sunfish) também venceram a medal race e confirmaram o favoritismo. A dupla chegou em primeiro em nove provas, o que possibilitou tamanha diferença para os adversários.

Os dois são promessas de medalha para o Brasil nos Jogos de 2016. Porém, a atleta Patrícia Freitas da prancha à vela está entre as 15 melhores do ranking da ISAF (Federação Internacional de Vela) e pode brigar por um pódio em Londres-2012.

Resultados final da vela no Pan após 11 regatas e um descarte:

J/24
1º – Brasil – 26 pp (2+3+1+1+2+6+1+6+1+3+3)
2º – Estados Unidos – 27 pp (1+1+2+4+1+3+2+5+2+2+5)
3º – Chile – 36 pp (4+4+4+2+3+2+4+4+4+1+1)

RS:X Feminino
1º – Patrícia Freitas (Brasil) – 12 pontos perdidos (2+1+1+1+2+1+1+1+1+1+1)
2º – Demita Viega (México) – 28 pp (1+5+2+3+1+3+8 OCS+2+3+4+2)
3º – Farrah Hall (EUA) – 36 pp (3+2+5+2+3+2+2+5+4+2+5)

RS:X Masculino
1º- Ricardo Winicki (Brasil) – 15 pp (3+1+1+1+2+3+1+1+2+1+1)
2º – Mariano Reutemann (Argentina) – 21 pp (1+2+2+3+1+2+2+3+1+3+2)
3º – David Teran (México) – 33 pp (2+3+6+2+4+1+4+2+3+2+3)

Sunfish
1º – Matheus Dellagnelo (Brasil) – 12 pp (2+1+1+4+1+1+1+1+1+1+1)
2º – Paul Foerster (EUA) – 33 pp (1+2+2+3+8+5+2+4+4+11+2)
3º – Julio Renna (Argentina) – 48 pp (5+3+12+1+3+6+10+6+6+5+4)

Snipe
1º – Alexandre Tinoco/Gabriel Borges (Brasil) – 33 pp (5+1+4+3+3+1+3.3+6+1+8+3)
2º – Gilberto Diaz/Carol Tocke (EUA) – 34 pp (2+4+1+2+7+6+2+1+5+4+4)
3º – Pablo Defazio/Manfredo Finck(Uruguai) – 37 pp (9+3+2+3+6+4+4+4+3+3+2)

Hobie Cat 16
1º – Enrique Figueroa/Victor Aponte (Porto Rico) – 26 pontos perdidos (1+3+4+1+8+2+2+1+3+1+4)
2º – Bernardo Arndt/Bruno Oliveira (Brasil) – 27 pp (2+2+5+6+2+1+1+3+1+8+2)
3º – Alexander Hess/Jose Hernandez (Guatemala) – 34 pp (5+4+2+5+1+5+3+9OCS+2+5+1)

Lightning
1º – Chile – 26 pp (4+2+4+1+6+1+2+1+3+3+3)
2º – Estados Unidos – 32 pp (1+3+1+6+4+2+4+2+2+3+5)
3º – Brasil -34 pp (3+1+7+2+2+3+5+3+6+1+4)

Laser
1º – Julio Alsogaray (Argentina) – 30 pp (3+1+3+3+1+6+2+2+3+7+3)
2º – Matias Del Solar (Chile) – 39 pp (9+9+5+1+2+1+10+6+1+3+1)
3º – Juan Maegli (Guatemala) – 42 pp (14+6+6+9+3+2+1+4+6+1+2)
5º – Bruno Fontes (Brasil) – 49 pp (2+2+10+4+5+7+14 RAF+1+4+4+5)

Laser Radial
1º – Cecilia Saroli (Argentina) – 25 pp (2+3+1+1+1+5+3+2+1+3+4)
2º – Tania Calles (México) – 31 pp (1+2+2+2+8+7+2+3+2+4+3)
3º – Marie Railey (Estados Unidos) – 35 pp (5+1+11+3+9+1+1+1+3+1+5)
11º – Adriana Kostiw (Brasil) – 83 pp (4+4+13+10+12+9+13+9+12+12)

Brasil garante duas medalhas de ouro na vela do Pan por antecipação

Patrícia Freitas (RS:X) e Matheus Dellagnelo (Sunfish) vencem regatas finais e não precisam da medal race para confirmar o título em Puerto Vallarta

Matheus Dellagnelo venceu por antecipação na classe Sunfish

O Brasil já tem duas medalhas de ouro garantidas na vela dos Jogos Pan-Americanos e está confirmado em outras seis disputas na raia de Puerto Vallarta, no México. Os títulos antecipados vieram neste sábado (22) com os integrantes mais novos da equipe: Patrícia Freitas (RS:X), de 21 anos, e Matheus Dellagnelo (Sunfish), de 23 anos.

Pelo regulamento do evento, os dois são campeões, mesmo sem os pontos da regata da medalha, a 11ª do evento, que tem peso dobrado. Ou seja, neste domingo (23), Patrícia Freitas e Matheus Dellagnelo podem chegar em último na prova que terá apenas os cinco melhores classificados.

Na prancha à vela, Patrícia Freitas teve um desempenho quase perfeito. Das 10 regatas, a velejadora, que nasceu em Washington (EUA), ganhou oito e ficou em segundo nas outras. O resultado foi alcançado mesmo com as condições de vento fraco em Puerto Vallarta.

“Eu estava bem preparada e focada no objetivo de ser campeã Pan-Americana. Meus resultados em 2011 são bons e provaram que estou pronta para alcançar a medal race na Olimpíada de Londres”, disse Patrícia Freitas, que lutará por uma vaga nos Jogos de 2012 no Mundial de Perth (Austrália), em dezembro.

Sobre a falta de ventos na raia mexicana, Patrícia Freitas reforçou a importância dos treinos preparatórios na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Mesmo assim a jovem do windsurf brincou dizendo que foi preciso assoprar a prancha a vela para superar as adversárias.

Na Sunfish, classe com pouca tradição no Brasil, o catarinense Matheus Dellagnelo sobrou na disputa e mostrou que é o melhor do mundo na categoria. O velejador venceu 80% das regatas do calendário e o desempenho irregular do americano Paul Foerster ajudou na conquista.

“Foi difícil no começo acertar a mão nas regatas com pouco vento. Rondou muito nivelando por baixo algumas provas. Realizei meu sonho e não vejo a hora de ouvir o hino nacional no pódio”, disse o catarinense, que também classificou o investimento da CBVM como importante para esse resultado. “Pude competir no exterior e treinar com barco em casa para os Jogos. Vou comemorar bastante essa conquista”, finalizou.

Mais medalha no domingo – Nas outras classes, o Brasil está entre os favoritos e pode subir ao pódio, exceto na Laser Radial, com Adriana Kostiw, que finalizou o Pan em 11º lugar. Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, pode confirmar o tricampeonato do Pan neste domingo na medal race. Para sair com o ouro, basta o velejador fluminense chegar uma posição atrás de Mariano Reutemann, da Argentina.

Na Snipe, os campeões mundiais Alexandre Tinoco e Gabriel Borges vão fazer uma espécie de match race contra o casal americano Gilberto Diaz e Carol Tocke. Os brasileiros têm pequena desvantagem.

O catarinense Bruno Fontes, na classe Laser, não tem mais chance de ouro, mas poderá brigar pela prata na última regata. Em quinto lugar, o brasileiro foi o último a entrar na disputa por medalha. O primeiro lugar já é do argentino Julio Alsogaray.

A dupla de Hobie Cat 16 está com a prata garantida, mas para tirar o ouro dos porto-riquenhos Enrique Figueroa e Victor Aponte, a parceria precisará de muita sorte e chegar, pelo menos, três posições à frente. Bernardo Arndt e Bruno Oliveira venceram a classe no Rio-2007, mas a organização desclassificou os dois por irregularidades no barco.

Na Lightning, o trio liderado pelo atleta com maior número de participações no Pan está na briga por medalha. Em terceiro, o time de Cláudio Biekarck disputa um lugar no pódio com os favoritos do Chile e os americanos, que estão em segundo.

O time de J/24 do comandante Maurício Santa Cruz está em segundo na tabela. Três pontos separaram os atuais campeões pan-americanos dos americanos. O duelo será restrito aos dois países, que não podem ser superados pelos demais adversários.

Resultados da vela no Pan após 10 regatas e um descarte:

RS:X Feminino
1º – Patrícia Freitas (Brasil) – 10 pontos perdidos (2+1+1+1+2+1+1+1+1+1)
2º – Demita Viega (México) – 24 pp (1+5+2+3+1+3+8 OCS+2+3+4)
3º – Farrah Hall (EUA) – 25 pp (3+2+5+2+3+2+2+5+4+2)

Sunfish
1º – Matheus Dellagnelo (Brasil) – 10 pp (2+1+1+4+1+1+1+1+1+1)
2º – Paul Foerster (EUA) – 27 pp (1+2+2+3+8+5+2+4+4+11)
3º – Julio Renna (Argentina) – 38 pp (5+3+12+1+3+6+10+6+6+5)

Hobie Cat 16
1º – Enrique Figueroa/Victor Aponte (Porto Rico) – 18 pontos perdidos (1+3+4+1+8+2+2+1+3+1)
2º – Bernardo Arndt/Bruno Oliveira (Brasil) – 23 pp (2+2+5+6+2+1+1+3+1+8)
3º – Alexander Hess/Jose Hernandez (Guatemala) – 32 pp (5+4+2+5+1+5+3+9OCS+2+5)

RS:X Masculino

1º- Ricardo Winicki (Brasil) – 13 pp (3+1+1+1+2+3+1+1+2+1)
2º – Mariano Reutemann (Argentina) – 17 pp (1+2+2+3+1+2+2+3+1+3)
3º – David Teran (México) – 23 pp (2+3+6+2+4+1+4+2+3+2)

Snipe
1º – Gilberto Diaz/Carol Tocke (EUA) – 26 pp (2+4+1+2+7+6+2+1+5+4)
2º – Alexandre Tinoco/Gabriel Borges (Brasil) – 27.3 pontos perdidos (5+1+4+3+3+1+3.3+6+1+8)
3º – Pablo Defazio/Manfredo Finck(Uruguai) – 33 pp (9+3+2+3+6+4+4+4+3+3)

Laser Radial
1º – Cecilia Saroli (Argentina) – 17 pp (2+3+1+1+1+5+3+2+1+3)
2º – Marie Railey (Estados Unidos) – 25 pp (5+1+11+3+9+1+1+1+3+1)
11º – Adriana Kostiw (Brasil) – 83 pp (4+4+13+10+12+9+13+9+12+12)

Laser
1º – Julio Alsogaray (Argentina) – 24 pp (3+1+3+3+1+6+2+2+3+7)
2º – Matias Del Solar (Chile) – 37 pp (9+9+5+1+2+1+10+6+1+3)
5º – Bruno Fontes (Brasil) – 39 pp (2+2+10+4+5+7+14 RAF+1+4+4)

Lightning
1º – Chile – 20 pp (4+2+4+1+6+1+2+1+3+2)
2º – Estados Unidos – 22 pp (1+3+1+6+4+2+4+2+2+3)
3º – Brasil -26 pp (3+1+7+2+2+3+5+3+6+1)

J/24
1º – Estados Unidos – 17 pp (1+1+2+4+1+3+2+5+2+2)
2º – Brasil – 20 pp (2+3+1+1+2+6+1+6+1+3)
3º – Chile – 34 pp (4+4+4+2+3+2+4+4+4+1)

Da ZDL

Safran chega a Le Havre para a Transat Jacques Vabre

Faltando pouco menos de 10 dias para a largada da Transat Jacques Vabre, o Safran já está com tudo pronto. O barco de Marc Guillemot e Yann Elliès chegou em Le Havre, na França, neste fim de semana. E a semana da dupla será agitada, com direito até a tarde de autógrafos.

Volvo Ocean Race : Torben Grael participa da ‘regata das lendas’ em Alicante

Campeão da última edição da regata de volta ao mundo está escalado para o evento. Velejadores e barcos de edições antigas da regata participam de festa na Espanha

Torben será uma das lendas da vela que participará da regata

A Volvo Ocean Race reúne lendas vivas da vela mundial durante a parada de Alicante, que dá início às 39 mil milhas náuticas da aventura. Entre os dias 1º e 5 de novembro, ícones da modalidade, como o brasileiro Torben Grael, competem a bordo dos veleiros que brilharam nas 10 edições da Whitbread e VOR.

“É um desfile e a ideia é rever amigos e falar sobre a vela oceânica mundial. Fico bastante grato em rever os amigos e dar apoio aos representantes brasileiros nesta edição, Joca Signorini e Horácio Carabelli”, contou Torben Grael, campeão na última edição com o Ericsson 4, da Suécia, ao lado de Joca e Horácio.

Torben Grael será um dos integrantes de um dos barcos da flotilha de 15 na ‘Regata das Lendas’. A festa nos mares da Espanha mistura as embarcações que correram a Volta ao Mundo de 1973-74 até a de 2008-09, edição vencida pelos brasileiros.

O representante mais antigo será Tauranga 55 da Itália e os mais novos, já com o padrão Open 70, serão Telefónica Black e Green Dragon. Outra novidade é Heineken, que participou da corrida em 1993-94, com uma tripulação só de mulheres.

“É uma homenagem aos velejadores e barcos que fizeram a história da Volta ao Mundo. A VOR marcou a minha carreira e espero voltar um dia com a mesma estrutura de trabalho do Ericson”, disse Torben Grael.

Os barcos do Race Legends serão apresentados no litoral espanhol e disputarão cinco regatas de percurso. Por causa da diferença de tamanho e velocidade das embarcações, os mais lentos terão vantagem para garantir uma chegada emocionante no porto de Alicante durante a prova. No último dia de regata, os lendários barcos irão acompanhar a largada dos seis modernos veleiros da Volvo Ocean Race

Os senhores do mar da Regata das Lendas:
Tauranga (1973-74)
Adventure (1973-74 e 1977-78)
Grã-Bretanha II (1973-74)
Kings Legend (1977-78)
Berge Viking (1981-82)
Gauloises III (1981-82).
L’Espirit d’Equipe (1985-86)
Rothmans (1989-90)
Charles Jourdan (1989-90)
Steinlager 2 (1989-90)
Fisher & Paykel (1989-90)
Heineken (1993-94)
Assa Abloy (2001-02)
Telefónica Black (2008-2009)
Green Dragon (2008-2009)

O evento é liderado por ícones da vela como Lady Pippa Blake (esposa de Sir Peter Blake), Tracy Edwards, Sir Chay Blyth, Magnus Olsson, Skip Novak, Pierre Fehlmann e Alain Gabbay.

O vencedor geral da Regata das Lendas levará um troféu de prata de 33 centímetros e será presenteado por Lady Pippa Blake como um tributo ao seu falecido marido, Sir Peter Blake, que venceu as primeiras cinco pernas da Whitbread 1989-1990 a bordo Steinlager 2.

Da ZDL

Beto Paradeda substitui Nelson Ilha em competição em Porto Alegre

Roberto Paradeda assumirá neste final de semana o posto de capitão da Diferencial Sailing Team. O velejador e empresário da Olimpic Sails South América substituirá Nelson Ilha no comando da equipe durante o tradicional Troféu Cayru. Completarão a tripulação no evento, considerado um dos mais importantes da vela do Estado, Felipe Ilha, Giorgia Rodrigues e Henrique De Lorenze. 

A expectativa do grupo é grande, pois este será o último campeonato da Diferencial ST antes do Brasileiro, evento classificatório para o Mundial da Classe J/24. Este é considerado pela equipe a principal competição do calendário do segundo semestre.  “Estamos focados para ter o barco afinado e a tripulação treinada para o Mundial”, declarou Felipe, que participou de todos os eventos da Diferencial Sailing Team neste ano. 

Nelson Ilha está  atuando como Delegado Técnico nas provas de vela dos Jogos Pan-Americanos. No México desde o último dia 10, Ilha tem entre atribuições oficiais a confecção de um relatório pós-evento para a ISAF, passar instruções e informações para os competidores antes do início das regatas e analisar quaisquer alterações nas regras e andamento das regatas do evento.  Ele retorna para Porto Alegre, RS, no próximo dia 27, quinta-feira. Ele retorna pronto para participar do Brasileiro de J/24.

Da assessoria de imprensa

Rolex Middle Sea Race larga na Itália

70 barcos participam da Rolex Middle Sea Race

Neste sábado 70 barcos partiram de Malta, na Itália, para a disputa da Rolex Middle Sea Race. Serão 606 milhas a volta da Scicilia, passando pelas ilhas de Messina, Stromboli, Favignana, Pantelleria, Lampedusa, Malta e Capopassero. Uma multidão esteve presente na largada para ver os veleiros como Alegre e Esimit Europa 2.  Para acompanhar a regata online, clique aqui.

S40 brasileiro lidera competição no Chile

Brasileiros lideram no Chile

O S40 Mitsubishi Lancer, de Eduardo Souza Ramos, lidera a 38ª regata Off Valparaiso, que acontece no Chile até este domingo. No sábado foram realizadas duas regatas e os brasileiros venceram uma e ficaram em segundo na outra. Destaque para o italiano Vasco Vascotto, que está velejando com os brasileiros.

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