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No Rio, Scheidt e Prada retomam preparação para o Mundial

No Star Class Southern Hemisphere Championship, no Iate Clube do Rio, com provas a partir deste domingo, dupla volta a velejar para ganhar ritmo antes da disputa na Austrália

Robert Scheidt e Bruno Prada retomam nesta semana a preparação para o Mundial de Perth, em dezembro, na Austrália, quando vão lutar para classificar a classe Star Brasileira para a Olimpíada de Londres, em 2012 – 11 das 16 vagas disponíveis para os Jogos serão decididas na competição australiana. A partir desta sexta-feira (28/10), a dupla disputa o Star Class Southern Hemisphere Championship, que segue até 2 de novembro, no Iate Clube do Rio de Janeiro.

Scheidt e Prada não competem desde o título do Campeonato Italiano para as Classes Olímpicas, em Garda, no final de setembro. “Conseguimos dosar bem a temporada, intercalando treinos intensos e competições com períodos de descanso”, conta Scheidt. “A temporada europeia foi muito difícil, mas agora é hora de retomar os treinos e a preparação para o Mundial.”

Segundo os brasileiros, o Hemisphere terá poucos barcos, mas o nível será alto. “No Rio, vamos ter o Lars e o Torben Grael, que conhecem a raia muito bem, além do Alan Adler, do Dino Pascolatto, todos velejadores experientes”, diz Scheidt. Para Prada, outras presenças de destaque serão Richard Clarke e Tyler Bjorn, a dupla olímpica do Canadá. Prada explica que a disputa no Rio integra o período de acertos para o Mundial. “Vamos pegar ritmo de regata novamente, já que estamos desde o fim de setembro sem competir.”

Estão programadas oito regatas para o Star Class Southern Hemisphere Championship, a partir deste domingo, dia 30/10, terá oito regatas, com largada prevista sempre para as 13 horas, até 2 de novembro. Para a competição ser considerada válida, quatro regatas devem ser completadas. A partir de quatro regatas completadas, os velejadores terão direito ao descarte do pior resultado.

Da assessoria de imprensa

Vídeo: Prévia da In Port de Alicante

Volvo Ocean Race 2011 movimenta R$ 300 milhões e quer atingir 2 bilhões de pessoas

Evento começa no sábado com a Regata do Porto e muda perfil das cidades-sede

A 11ª Volvo Ocean Race começa neste sábado (29) com a regata do porto (In-Port Race), valendo pontos para a competição. Seis barcos estão na flotilha para as primeiras provas em Alicante, na Espanha. O circo da VOR é um dos maiores do esporte mundial, mudando a realidade das cidades que recebem a Volta ao Mundo.

O evento de vela, apontado como o maior do planeta, exige dedicação dos municípios que investem na rede hoteleira, estrutura de portos e restaurantes. Alicante, por exemplo, ganhou mais notoriedade e trouxe recursos à região sediando a Volvo Ocean Race. O impacto econômico na cidade foi de R$ 175 milhões, além da geração de 1.500 empregos. Esse é o objetivo de Itajaí, que receberá os velejadores em abril de 2012.

O custo da Volvo Ocean Race, sem contar os gastos com as equipes, gira em torno de R$ 140 milhões. Entretanto, o investimento nas cidades que receberão o circo da Volvo é ainda maior. O evento torna-se ainda mais importante em relação ao retorno de mídia.

Na última edição (2008/2009), mais de 1,700 bilhão de pessoas assistiram pela TV, acessaram a regata virtual ou jogaram o game da Volta ao Mundo. A estimativa da organização é aumentar em 10% esse número.

Em 2008/2009, o número de visitantes nas stopovers atingiu 3.879.362. Só pela internet, 89 milhões de fãs da vela de oceano acompanharam a aventura vencida pelo brasileiro Torben Grael, no sueco Ericson 4.

A estratégia mais uma vez será a interação entre equipes e internautas. Aplicativos e games foram desenvolvidos para dar ainda mais emoção à corrida. “Há ainda um enorme potencial inexplorado. Queremos aumentar o apelo da corrida, muito além da audiência entre os fãs da vela. Por isso ampliamos a interação nas plataformas da web”, disse o CEO da VOR, o norueguês Knut Frostad.

Neste edição, por medidas de redução de custos e aumento do equilíbrio técnico entre os times, apenas seis barcos estarão na disputa. “Nunca tivemos uma corrida tão competitiva. Eu não seria capaz de escolher um vencedor nesta edição. Antes, muitas largavam na frente só com o dinheiro investido”, lembrou Knut Frostad.

Abu Dhabi Racing (Emirados Árabes), CAMPER with New Zealand Racing Team (Nova Zelândia/Espanha), Groupama Sailing Team (França), PUMA Ocean Racing powered by BERG Propulsion (EUA), Team Sanya (China) e Team Telefónica (Espanha) investiram cerca de R$ 27 milhões cada um para enfrentar as 39 mil milhas náuticas (72 mil quilômetros) da edição 2011/12.

São 66 velejadores (11 tripulantes por barco) de 14 países diferentes. A Nova Zelândia terá 19 competidores e o Brasil dois: Horácio Carabelli (diretor-técnico), que não velejará, e o chefe de turno Joca Signorini, ambos no Team Telefónica.

Da ZDL de Comunicação

Previsão de ventos fortes anima competidores para o estadual de Snipe

Cerca de 20 duplas entram no mar neste final de semana para a disputa do Campeonato Estadual da classe Snipe na raia do Iate clube na praia de Jurerê. E a previsão de ventos fortes está deixando todos ansiosos pelo começo das regatas.

No sábado, os ventos do quadrante Nordeste vão variar entre 09 e 14 nós, . Já no domingo, com a entrada do vento Sul, a coisa complica com ventos de até 25 nós.
“Se for isso mesmo vai ser uma coisa linda, vai dar trabalho”, diz Alex Juk que formará dupla com Alex Veeren, estreante na classe Snipe. “Vai ser o primeiro campeonato dele no Snipe, mas ele é um velejador bem técnico e forte, velejamos só uma vez no Snipe e amanhã vai ser no peito e na raça”, completa.

O Campeonato estadual de Snipe será dividido em seis regatas com largada prevista para o meio dia no sábado e às 11h.

Da assessoria de imprensa

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