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Volvo Ocean Race 2011 movimenta R$ 300 milhões e quer atingir 2 bilhões de pessoas

Evento começa no sábado com a Regata do Porto e muda perfil das cidades-sede

A 11ª Volvo Ocean Race começa neste sábado (29) com a regata do porto (In-Port Race), valendo pontos para a competição. Seis barcos estão na flotilha para as primeiras provas em Alicante, na Espanha. O circo da VOR é um dos maiores do esporte mundial, mudando a realidade das cidades que recebem a Volta ao Mundo.

O evento de vela, apontado como o maior do planeta, exige dedicação dos municípios que investem na rede hoteleira, estrutura de portos e restaurantes. Alicante, por exemplo, ganhou mais notoriedade e trouxe recursos à região sediando a Volvo Ocean Race. O impacto econômico na cidade foi de R$ 175 milhões, além da geração de 1.500 empregos. Esse é o objetivo de Itajaí, que receberá os velejadores em abril de 2012.

O custo da Volvo Ocean Race, sem contar os gastos com as equipes, gira em torno de R$ 140 milhões. Entretanto, o investimento nas cidades que receberão o circo da Volvo é ainda maior. O evento torna-se ainda mais importante em relação ao retorno de mídia.

Na última edição (2008/2009), mais de 1,700 bilhão de pessoas assistiram pela TV, acessaram a regata virtual ou jogaram o game da Volta ao Mundo. A estimativa da organização é aumentar em 10% esse número.

Em 2008/2009, o número de visitantes nas stopovers atingiu 3.879.362. Só pela internet, 89 milhões de fãs da vela de oceano acompanharam a aventura vencida pelo brasileiro Torben Grael, no sueco Ericson 4.

A estratégia mais uma vez será a interação entre equipes e internautas. Aplicativos e games foram desenvolvidos para dar ainda mais emoção à corrida. “Há ainda um enorme potencial inexplorado. Queremos aumentar o apelo da corrida, muito além da audiência entre os fãs da vela. Por isso ampliamos a interação nas plataformas da web”, disse o CEO da VOR, o norueguês Knut Frostad.

Neste edição, por medidas de redução de custos e aumento do equilíbrio técnico entre os times, apenas seis barcos estarão na disputa. “Nunca tivemos uma corrida tão competitiva. Eu não seria capaz de escolher um vencedor nesta edição. Antes, muitas largavam na frente só com o dinheiro investido”, lembrou Knut Frostad.

Abu Dhabi Racing (Emirados Árabes), CAMPER with New Zealand Racing Team (Nova Zelândia/Espanha), Groupama Sailing Team (França), PUMA Ocean Racing powered by BERG Propulsion (EUA), Team Sanya (China) e Team Telefónica (Espanha) investiram cerca de R$ 27 milhões cada um para enfrentar as 39 mil milhas náuticas (72 mil quilômetros) da edição 2011/12.

São 66 velejadores (11 tripulantes por barco) de 14 países diferentes. A Nova Zelândia terá 19 competidores e o Brasil dois: Horácio Carabelli (diretor-técnico), que não velejará, e o chefe de turno Joca Signorini, ambos no Team Telefónica.

Da ZDL de Comunicação

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