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Clínica de match race no Veleiros do Sul define equipes que disputarão a vaga olímpica

Das nove velejadoras, seis irão disputar o Mundial em Perth

Desde a última terça-feira o Veleiros do Sul recebe mais uma etapa da Clínica Avançada de Match Race Feminino, com a presença da velejadora norte-americana bicampeã mundial na modalidade Sally Barkow. A atividade, que ocorre até o dia 06/11, além de capacitar as velejadoras, define as duas equipes que terão a oportunidade de buscar a vaga do Match Race feminino para a Olimpíada de Londres no ano que vem.

A iniciativa tem organização da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM) juntamente Comitê Olímpico Brasileiro (COB), através do programa Solidariedade Olímpica Internacional. Na clínica, as atletas Fernanda Decnop, Gabriela Sá, Larissa Juk, Luciana Kopschitz, Juliana Mota, Juliana Senfft, Marina Jardim, Renata Decnop e Tatiana Ribeiro, terão a orientação de Sally, que atualmente é a terceira melhor velejadora de match race no mundo, e também contarão com o apoio do técnico do Núcleo de Vela de Alto Rendimento do VDS Geison Mendes, do colaborador Paulo Lemos Ribeiro e da técnica da Confederação Brasileira de Vela e Motor e incentivadora do projeto Martha Rocha.

O Match Race feminino vai fazer a sua estreia no Jogos em Londres e o modelo de barco escolhido para a ocasião é o Elliott 6M, adquirido pelo Veleiros do Sul. O Clube foi o primeiro da América do Sul a possuir a embarcação olímpica e recebe equipes de todo o continente para aperfeiçoar suas técnicas no barco.

A vela foi o esporte que mais trouxe medalhas de ouro para o Brasil nas Olimpíadas. Embora o retrospecto da vela brasileira seja positivo, a quantidade de mulheres a alcançar o topo do pódio ainda é pequeno. A conquista da primeira medalha olímpica da vela feminina brasileira ocorreu na Olimpíada de Pequim (2008) com Isabel Swan e Fernanda Oliveira, na classe 470.

Da assessoria de imprensa

Local do Mundial de MR Feminino de 2013 será definido na Reunião Anual da Isaf

No próximo domingo os membros da Isaf irão definir na reunião anual que está acontecendo em Porto Rico qual será a cidade sede do Mundial de Match Race Feminino de 2013. A cidade brasileira de Porto Alegre é uma das candidatas. O evento deverá acontecer no Veleiros do Sul, com barcos da classe Elliott 6. As outras cidades e barcos candidatos são: Auckland, na Nova Zelândia, com o Elliott 7, Busan, na Coréia, com o K30, Helsinki, Finlândia, com Elliott 6m, Ledro, Trentino, Itália, com o J/22, Long Beach, EUA, com Catalina 37, Sheboygan, EUA, com Elliott 6m e St. Petersburg, EUA, com Sonar.

Paranaense de Laser acontece dias 5 e 6 de novembro

O mais tradicional evento da vela do Paraná, o Campeonato da Classe Laser, atinge neste ano sua 30a. edição. O Clube Náutico de Antonina já está com tudo pronto para receber os cerca de trinta barcos que disputarão os títulos nas categorias Standard, Radial e 4.7.

Além da flotilha do próprio Clube Náutico de Antonina, que deve levar sozinha mais de 20 barcos para a água, haverá ainda a presença de quatro representantes do Iate Clube Lago de Itaipú, de Foz do Iguaçu, e um representante do Yacht Club de Santo Amaro, de São Paulo.

Na categoria standard Alexandre Rucker, do CNA, e Bruno Amaral, do YCSA, pretendem impedir que Luciano Gubert de Oliveira, também do CNA, conquiste o título pela 19a vez, o que seria uma marca histórica.

Na categoria Radial o grande favorito é Allan Godoy, do ICLI, que acabou de se sagrar bi-campeão sul-americano de laser, na categoria 4.7, mas Alberto Sanchotene, do CNA, promete dificultar muito o caminho do representante de Foz do Iguaçu.

A 4.7 promete ser a com disputa mais equilibrada, com dois bons representantes de Foz do Iguaçu e quatro velejadores do CNA, todos com boas chances de se sagrarem campeões.

Além da disputa pelos primeiros lugares de cada classe, ainda serão premiados os melhores colocados por faixa etária, categoria feminina e estreantes.

O evento será uma espécie de ensaio para o XXXII Campeonato Sul Brasileiro da Classe Laser, que será disputado na semana seguinte, entre 12 e 14 de Novembro, também no CNA.

O campeonato paranaense da classe laser, disputado nos dias 5 e 6 de Novembro, no Clube Náutico de Antonina, é organizado pela Diretoria de Vela do CNA e pela Flotilha Biguá da Classe Laser, contando com o Patrocínio Master de Thá S/A. Informações, notícias e resultados em http://www.sulbrasileiro2011.blogspot.com/

Da assessoria de imprensa

Equipe de Eduardo Souza Ramos é campeã do Circuito Rio

Fred Hoffman registrou a comemoração da equipe de Eduardo Souza Ramos

Foi pelo critério de desempate (o maior número de vitórias numa prova), que o multicampeão Torben Grael, maior vencedor individual da vela olímpica mundial e maior atleta olímpico do Brasil, deixou de fisgar o título de campeão do Circuito Rio 2011, que terminou nesta terça-feira (01), na Baía de Guanabara. A tripulação do S40 ‘Mitsubishi/Gol’, comandado por Grael, que venceu a tradicional regata Santos-Rio, prova de abertura do circuito, ficou com 16 pontos perdidos, mesma pontuação do campeão, o também S40 ‘Pajero’, comandado pelo velejador Eduardo Souza Ramos, de São Paulo.

Torben, que acumula sete títulos do Circuito Rio, cinco fitas-azuis (primeiro barco a cruzar a linha de chegada) na Santos-Rio, incluindo a deste ano, e sete vitórias gerais na tradicional regata de abertura que sai do litoral paulista, destacou o nível dos competidores desta edição.

“O Circuito Rio foi muito disputado e o Eduardo (Souza Ramos) venceu com méritos. No final, terminamos ali, na cola dele, em segundo na regata de hoje (terça), mas não deu. Faz parte. Foi bom ver que os barcos S40, apesar de serem parte de uma classe one-design, acabaram medindo bem na regra ORC e ocupando as primeiras posições aqui no Rio”, declarou Torben.

A prova, sediada pelo Iate Clube do Rio de Janeiro, reuniu mais de duzentos velejadores na raia e contou com sete regatas.

Por Marianne Thamsten, da Velassessoria

Semana Náutica movimenta a Baía de Todos os Santos

A série de eventos marca os 510 anos da Baía de Todos os Santos e tem o objetivo de criar convergências entre as iniciativas pública e privada no setor da náutica . A Semana Náutica acontece até o dia 13 de novembro, com diversas atividades em toda  a cidade. 

Entre os dias 3 e 13 de novembro, bons ventos farão de Salvador a capital da navegação brasileira. A cidade vai sediar a I Semana Náutica Baía de Todos os Santos, com uma ampla programação que acontecerá de forma simultânea, em diversos locais da capital baiana. Seminários, palestras, exposições, regatas, e outros eventos esportivos acontecerão durante o período.

A programação também inclui atividades para crianças, entre elas, visita aos  barcos, palestras nas escolas, cursos gratuitos de diversas modalidades e campeonato de pesca recreativa, entre outros. A programação completa está disponível no site www.semananauticabts.com.br

Organizada pela Assessoria Especial de Relações Internacionais da Prefeitura Municipal de Salvador, em parceria com a Secretaria de Turismo do Governo da Bahia, a I Semana Náutica Baía de Todos os Santos tem o objetivo de fortalecer a percepção da atividade náutica como vetor de crescimento socioeconômico e gerador de emprego e renda, além de incentivar e promover o turismo náutico na região.

Segundo o secretário Leonel Leal, da Assessoria Especial de Relações Internacionais, a atividade náutica na Bahia tem atraído cada vez mais os olhares nacionais e estrangeiros, seja em razão da grande extensão litorânea, da crescente atividade econômica ou mesmo das grandes regatas nacionais e internacionais que para aqui se destinam. “Queremos, com esta semana, criar um ambiente propício para o desenvolvimento e a ampliação do setor, em todos os segmentos”, afirma Leonel.

Regata Charente-Maritme O ponto alto da I Semana Náutica Baía de Todos os Santos será a chegada da regata transatlântica, Charente-Maritme, que saiu de La Rochelle na França em 25 de setembro, passado, rumo a Salvador. Os primeiros velejadores aportaram nas águas da Baía no último domingo (30). Este ano, 79 barcos de diversas nacionalidades participam da Regata, 10 deles desistiram e apenas 69 completarão a prova, entre eles, do navegador baiano Kan Chuh,  velejador já experiente em outros percursos de longa duração, mas que realiza um sonho antigo de fazer a travessia do Atlântico a solo, num mini Transat 6.5.

Da assessoria de imprensa

Tripulação do VDS vence o Brasileiro da classe J/24

O Campeonato Brasileiro da classe J/24 encerrou nesta terça-feira (1º) em Porto Alegre com a vitória da tripulação do barco Angela VI comandado por Henrique Dias. Em segundo ficou o Iuca, de Cláudio Ruschel e em terceiro o Bravíssimo, de George Nehm. Todos eles pertencem ao Veleiros do Sul, sede da competição.

O Brasileiro foi muito disputado. Os dois primeiros colocados ficaram empatados em número de pontos, 17 cada um, na oitava regata e decidiram o título na prova final. A equipe do Angela VI fez uma boa largada e se manteve entre os três primeiros na flotilha, enquanto o Iuca teve o seu pior desempenho no campeonato, ficou em sétimo lugar. A regata foi vencida pelo Bravíssimo. Ao cruzar a linha de chegada em terceiro, o comandante Henrique garantiu o título Brasileiro da J/24 e comemorou muito com a  tripulação, formada por Frederico Sidou, Alexis Knebel e Vilnei Goldmeier.  Eles correram com um barco emprestado, mas competem juntos na classe oceano em outro veleiro, o C’est la Vie, que pertence ao comandante campeão.

“De certa maneira foi uma surpresa o nosso resultado. No início sentimos que estávamos andando bem e passamos todo o campeonato na vice-colocação, porém deu tudo certo na raia, velejamos bem na segunda regata do dia final, com vento forte, e o título veio para nossas mãos”, disse Henrique, 23 anos, que comemorou com champanhe na chegada ao trapiche do Clube.

O líder da equipe vice-campeã, Cláudio Ruschel, considerou um campeonato “excepcional” devido ao equilíbrio entre os concorrentes. “Estava muito parelho com quatro cinco barcos montando as bóias juntos, embolados. E a comissão de regatas também foi excelente”.

O comandante de Murilo Borges, do Iate Clube do Rio de Janeiro, terminou em quinto lugar e contou na sua equipe com a presença ilustre do filho, Gabriel Borges, o Coveiro, que junto com Alexandre Tinoco conquistou a medalha de ouro na classe Snipe no Pan-Americano de Guadalajara, no México.O Brasileiro contou com a participação de 10 barcos do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. No total foram realizadas nove regatas, com exceção do sábado, todos os dias as condições de vento foram de intensidade forte, cerca de 20 nós. A entrega de prêmios foi à noite no Veleiros do Sul.

A flotilha, do Veleiros do Sul, seguirá em breve para a Argentina onde participará do Campeonato Mundial da classe J/24, de 11 a 19 de novembro no Yacht Club Argentino. As tripulações confirmadas até agora são a Diferencial, de Nelson Ilha; Iuca, de Cláudio Ruschel e Vento Negro, de Eduardo Ribas.

Da assessoria do VDS

Volvo Ocean Race : Torben Grael é destaque em regatas com 16 barcos históricos

Ex-campeões e ídolos da vela mundial disputam provas com veleiros que fizeram sucesso nas 10 edições anteriores da volta ao mundo

Barcos históricos ancorados em Alicante

Repleta de atrações, a Vila da Regata em Alicante também reserva um pouco da história da Volvo Ocean Race. Enquanto as equipes de terra trabalham nos últimos acertos para a largada deste sábado (5), os barcos que fizeram a história das 10 edições anteriores da maior regata de volta ao mundo se enfrentarão nas águas do Mediterrâneo.

Lendas vivas da vela como o brasileiro Torben Grael, atual campeão da Volvo Ocean Race, serão tripulantes dos veleiros das temporadas de 1973-74 até a de 2008-09. O desfile da flotilha começa nesta terça-feira (1) e segue até sábado (5), quando os seis Volvo Open 70 partirão para as 39 mil milhas náuticas (72 mil quilômetros) rumo a Cidade do Cabo.

“A Race Legends é uma oportunidade para encontrar amigos e desejar boa sorte aos brasileiros Horácio Carabelli e Joca Signorini para a Volvo Ocean Race”, revelou Torben Grael, que integrará o Charles Jourdan (1989-90).

O evento é liderado por ícones da vela como Lady Pippa Blake (esposa de Sir Peter Blake), Tracy Edwards, Sir Chay Blyth, Magnus Olsson, Skip Novak, Pierre Fehlmann e Alain Gabbay.

“Estou muita encantada pela homenagem a Sir Peter Blake na Race Legends. Muitos dos parceiros dele vão correr em Alicante e, por isso, estou ansiosa para esse encontro”, disse Lady Pipa Blake.

Os representantes mais antigos serão Tauranga 55, da Itália, Great Britain e Adventure, ambos da Inglaterra, que competiram na primeira edição em 1973/74. Os mais novos, já com o padrão Open 70 da úyltima edição, são Telefónica Black e Green Dragon. Outra presença na baia de Alicante é a do Heineken, que participou da corrida em 1993-94 com uma tripulação só de mulheres.

Os participantes da Regata das Lendas:
Tauranga (1973-74)
Adventure (1973-74 e 1977-78)
Great Britain II (1973-74)
King’s Legend (1977-78)
Berge Viking (1981-82)
Gauloises III (1981-82).
L’Espirit d’Equipe (1985-86)
Rothmans (1989-90)
Charles Jourdan (1989-90)
Steinlager 2 (1989-90)
Fisher & Paykel (1989-90)
Heineken (1993-94)
Assa Abloy (2001-02)
Tyco/Traite de Rome (1977/78 e 1981/82)
Telefónica Black (2008-2009)
Green Dragon (2008-2009)

O vencedor geral da Regata das Lendas levará um troféu de prata de 33 centímetros e será presenteado por Lady Pippa Blake como um tributo ao seu falecido marido, Sir Peter Blake, que venceu as primeiras cinco pernas da Whitbread 1989-1990 a bordo Steinlager 2.

Descanso para velejadores, trabalho para as equipes de terra – Depois da Regata do Porto e as apresentações da Pro-Am, os velejadores ganharam um dia livre nesta segunda-feira (31). Enquanto isso, as equipes de terra suam a camisa para fazer o chamado ajuste-fino antes da largada. O Puma foi içado para averiguação de um problema no casco e nas estruturas da parte inferior do veleiro.

“Os times têm tecnologia e experiência de sobra para fazer reparos no menor tempo possível, inclusive durante as longas travessias. Mesmo assim, os trabalhos no píer são fundamentais e decidem as regatas”, garantiu Ricardo Navarro, juiz internacional da ISAF e um dos coordenadores da parada de Itajaí, em Santa Catarina, e que está em Alicante para uma série de reuniões preparatórias para a chegada da regata no Brasil.

Muitas tripulações como o Team Telefónica passaram o dia ajustando o estoque de alimentação para a primeira perna de Alicante até a Cidade do Cabo na África do Sul. Sem geladeira a bordo, os competidores serão obrigados a comer durante a aventura produtos desidratados.

“O alimento precisa ser conservado em dias quentes e frios para evitar qualquer problema. Os velejadores necessitam também de alimentação adequada e com ingredientes para suprir o desgaste físico. Ou seja, a comida é igual a de astronauta”, explicou Diego Fructoso, responsável pela refeição no time espanhol..

No sábado (29), na primeira prova que valeu pontos, a In-Port Race, o Abu Dhabi venceu com um desempenho perfeito, com vantagem superior a 14 minutos para o segundo colocado, o veleiro norte-americano Puma. O barco comandado pelo inglês Ian Walker fez a largada mais agressiva da flotilha, dominou o percurso do começo ao fim. Com os seis pontos da primeira inshore, os árabes já lideram a Volvo Ocean Race 2011/2012.

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