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Poucas horas depois de largar, Abu Dhabi quebra o mastro

Oito horas. Foi este o tempo que o Abu Dhabi velejou na primeira perna da Volvo Ocean Race que largou neste sábado de Alicante, na Espanha, rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul. O barco do comandante Ian Walker não resistiu aos 30 nós de vento e quebrou o mastro quando estava a aproximadamente 30 milhas de Cartagena. Na hora do incidente as ondas tinham cerca de 3,5 metros e a equipe ocupava a 5a colocação.

“Não há pânico a bordo e estamos planejando motorar de volta para Alicante durante a noite antes de reparos efetivos”, disse o navegador Jules Salter. A equipe de terra está pensando em como colocar o barco de volta na regata.

Barco de Torben fica em terceiro no Legends Regatta

O Mediterrâneo foi palco de um desfile histórico nesta quinta-feira (3). Os barcos antigos das 10 edições passadas da regata competiram para promover a Volvo Ocean Race. O Brasil foi representado por Torben Grael a bordo do Charles Jourdain, da França. O veleiro ficou em terceiro lugar. O campeão foi o L’Esprit d’Equipe IOR 58 Sloop, seguido pelo Telefónica Black.

Como os 16 veleiros são de diversos tamanhos e estilos, os mais antigos e lentos saíram primeiro da praia de Postiguet para um percurso de 22 milhas. “É muito legal participar desse desfile. Estava com saudade desse clima que envolve a Volvo Ocean Race”, revelou Torben Grael.

Da ZDL de Comunicação

Torben Grael diz querer competir novamente na Volvo Ocean Race

Torben Grael, o único esportista homem a receber cinco medalhas olímpicas em regatas de veleiro e o vencedor da última edição do Volvo Ocean Race, está vislumbrando a possibilidade de competir novamente na prova em 2014-15.O campeão brasileiro, que conquistou um recorde olímpico há mais de duas décadas, disse que iria competir mais uma vez se encontrasse a equipe certa. “Se eu tiver a oportunidade de fazer uma boa campanha, então a resposta é sim”, disse Grael, de 51 anos, em uma visita ao Race HQ em Alicante.

“Se eu tiver uma boa equipe, com uma boa estrutura para a competição, então participarei mais uma vez”. Grael foi o capitão vitorioso da Ericsson 4 em 2008-09, vencendo cinco das 10 etapas no mar e estabelecendo um recorde de distância de 24 horas em monocasco. O feito permanece imbatível até hoje.

Grael disse que as suas melhores e piores memórias do esporte vieram desta competição.”Eu tenho tantas lembranças boas. Velejar pelo Oceano Antártico é bastante difícil, mas ao mesmo tempo é simplesmente maravilhoso pela velocidade que você tem que manter”, disse ele.

Ansioso pelo início da 1ª etapa da competição em 2011-12, Grael disse que a equipe da Team Telefónica (Espanha), que inclui membros da sua antiga equipe e o brasileiro ‘Joca’, seria a favorita a vencer. Mas, como todos os participantes tiveram o mesmo tempo para se preparar, ele disse que seria uma das competições mais difíceis desde o início da Volvo Ocean Race, há 38 anos. “Os seis barcos estão muito bem preparados e eu estou esperando uma competição muito acirrada. Vai ser uma grande competição”, disse ele.

Da assessoria de imprensa

IV Taça Morris Brown acontece neste domingo em Vitória

Billy Brown vai para água com o laser “lagosta” que era de seu pai “Ele foi campeão brasileiro da classe de Snipe em 1949, quando tinha 14 anos”. Com essa declaração William Brown, o Billy, relembra uma das grandes conquista na vela de seu pai. A regata que leva o nome desse grande atleta, Taça Morris Brown, será realizada pelo iate Clube do Espírito Santo, neste domingo, 06, para as classes de snipe e laser, com largada no píer do Iate, às 12 horas.

Criada para homenagear o ícone da vela capixaba, o saudoso Joseph William Morris Brown, ou simplesmente Morris, a competição irá reunir cerca de dez velejadores na classe Snipe, em uma competição de percurso. Além da classe Snipe, cerca de 20 velejadores irão disputar o campeonato na classe Laser. “Como velejador e diretor de vela é um grande prazer estar participando, mais uma vez, de alguma forma dessa regata. Assim iremos sempre homenagear o querido Morris que teve grande importância para a vela capixaba, para nossos velejadores, e para o esporte capixaba”, disse o diretor de vela do Ices, Francisco Kulning.

Uma das grandes diferenças dessa regata é que o troféu para a classe Snipe é transitório. “Quem vencer a regata fica com o troféu durante um ano, que foi feito pelo artista plástico Penithencia, e representa a história da mitologia grega sobre Dedalo, pai de Ícaro conhecido por deixar Creta voando. Uma homenagem já que Morris faleceu durante um vôo de Asa Delta”, disse Billy Brown.

Da assessoria de imprensa

Lars Grael esclarece que não foi convidado para assumir cargo no Ministério do Esporte

Com o intuito de arrefecer as especulações veiculadas na mídia sobre a conversa entre o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o velejador Lars Grael, onde o esportista teria recebido o convite para atuar no ministério, ele esclarece que:

– Fui convidado para ir ao Ministério do Esporte em visita ao recém-empossado Ministro Aldo Rebelo.

– Foi um encontro cordial, onde expus meu ponto de vista quanto ao papel institucional do Ministério, seus desafios e principais objetivos. Tivemos uma conversa muito parecida em 2002, quando eu ainda era Secretário Nacional dos Esportes e o deputado federal Aldo Rebelo era um parlamentar atuante e relator da CPI do Futebol.

– O Ministro está numa fase de ouvir diversas opiniões de esportistas, ex-atletas, dirigentes e profissionais de educação física antes de definir sua política que marcará sua gestão.

– Fiquei feliz em constatar que o ministro do esporte está determinado a priorizar o desporto educacional, conforme preconizado no Art. 217 da Constituição.

– Não tratamos de convites e cargos, até mesmo porque eu não poderia aceitar em função dos meus atuais compromissos como velejador e palestrante.

– Ao ministro Aldo Rebelo, desejo pleno sucesso em sua gestão e que conduza esta importante pasta com o sentimento público que sempre norteou sua trajetória. Que o Esporte na Escola seja priorizado em sua gestão.

Terá todo meu apoio e respeito.

No mais, preciso retornar aos treinos após conquistar, esta semana, o Vice-Campeoanto do Hemisfério Sul da Classe Star em evento que foi amplamente dominado pela excelente dupla Robert Scheidt e Bruno Prada.

Bons Ventos,

Lars Grael
Homem do Mar

Da Velassessoria

Barcos ganham design especial feito por crianças de escolas municipais de Salvador

Alunos de 373 escolas municipais de Salvador participaram de concurso livre de desenho. Com idades entre 9 a 15 anos, os melhores dez desenhos de crianças do 3º ao 9º anos foram selecionados para decorar as velas dos barcos integrantes da Regata Charente-Maritime /Bahia Transat 6,5.

A largada da Transat 2011 aconteceu no dia 25 de setembro, passado, em La Rochelle, na França. Ao todo 79 barcos participaram da prova, porém alguns foram desclassificados. A primeira etapa foi concluída na cidade de Funchal, na ilha da Madeira, em Portugal. A conclusão da prova acontece em Salvador.

O primeiro barco a chegar foi o do velejador francês David Raison (39 anos), que chegou em Salvador no último domingo (30), garantindo o primeiro lugar.A Regata Charente-Maritime/Bahia Transat 6,50 foi criada pelo britânico Bob Salmon, profissional em escoltas e admirador de provas em alto mar, em 1976, hoje a competição soberana é uma referência no mundo das regatas. A competição acontece a cada dois anos.

A Regata faz parte da programação da I Semana Náutica Baía de Todos os Santos, promovida pela Assessoria Especial de Relações Internacionais da Prefeitura de Salvador (ARI). O evento acontece entre os dias 4 a 13 de novembro. Mais informações e a programação completa da Semana Náutica podem ser conferidas através do site www.semananauticabts.com.br

Da assessoria de imprensa

Barcos da Volvo Ocean Race partem para desafio pelos mares do mundo e Itajaí espera festa em abril

Sucesso de público na Espanha, largada da Regata de Volta ao Mundo foi acompanhada pelo príncipe das Astúrias e por Zinedine Zidane

Mais de 50 mil pessoas acompanharam a largada da Volvo Ocean Race, na tarde deste sábado (5), em Alicante na Espanha. Na água, embarcações de edições passadas e escunas lotaram a praia de Iberdrola para a partida. O dia nublado não afastou também o público da vila da regata, que acompanhou a partida de outros locais como as praias de Postiguet e Albufereta. A perna conta pontos para a classificação geral e reza a lenda que o vencedor dessa parte se tornará o campeão da Volvo Ocean Race. O Brasil faz parte da festa e receberá em abril, na cidade de Itajaí (SC), o “circo” da maior regata de volta ao mundo, com seis barcos e 66 velejadores de 14 países.

O destino da flotilha será a Cidade do Cabo (África do Sul) depois de 6.500 milhas náuticas de percurso passando pelos mares do Atlântico e Mediterrâneo, incluindo o gate de Fernando de Noronha (local em que os veleiros são obrigados a passar). As primeiras 24 horas serão com condições mais adversas de acordo com a meteorologia da Europa, com ventos entre 20 e 30 nós.

“É uma sensação diferente. Despedir da esposa e dos filhos é duro e estaria mentindo se dissesse que é possível ter frieza nesse momento”, contou Mike Sanderson, líder do Camper, após a despedida.

A emoção tomou conta das famílias dos tripulantes dos seis barcos no anúncio oficial das equipes. Filhos, esposas e amigos desejaram boa sorte na travessia com os olhos cheios de lágrimas. Os velejadores foram recebidos pelo príncipe das Astúrias, Felipe de Bourbon, e pelo campeão mundial de futebol Zinedine Zidane.

“É uma sensação de liberdade. Eu achava que o barco era maior para abrigar os 11 velejadores. Eles trabalham em equipe e são heróis”, explicou Zidane, craque francês e um dos maiores algozes da história do futebol brasileiro.

O Brasil não tem um barco próprio, como na edição de 2005/06, mas dois velejadores levam o nome do País na regata. Horácio Carabelli e Joca Signorini tem funções especiais no Team Telefónica da Espanha. Carabelli não navega, mas é o diretor técnico do time, enquanto Signorini é chefe de turno. Os tripulantes trabalham em turnos de quatro horas durante as travessias.

“Estamos prontos para a aventura e queremos brigar pela vitória. Foram dois anos de preparação e o momento de partir chegou. Temos os brasileiros como peças chave no barco, já que são atuais campeões do evento”, revelou Íker Martinez, comandante do Team Telefónica.

O vento de 25 nós de média foi melhor aproveitado pelo Camper que contornou as primeiras boias na frente, e abriu vantagem para Puma e Team Telefónica. O Abu Dhabi, vencedor da Regata do Porto e líder da VOR, ficou mais atrás, seguido pelo Groupama 4 e Team Sanya.

As condições climáticas podem causar avarias nos barcos, por isso as tripulações estão preparadas para esse início de regata até a calmaria dos Doldrums (região com pouco vento a norte do Equador). Na descida da costa brasileira os veleiros são ‘impulsionados’ até a Cidade do Cabo.

“A situação é ideal para a alta-performance dos barcos Volvo Open 70, principalmente à noite durante a passagem do Mediterrâneo para o Atlântico Norte. As ondas costumam vir de frente e o convés ficará completamente molhado”, disse Gonzalo Infante, meteorologista-chefe da Volvo Ocean Race.

Seis equipe disputam o título desta ediçãoAbu Dhabi (Emirados Árabes), CAMPER (Nova Zelândia/Espanha), Groupama (França), PUMA (EUA), Sanya (China) e Telefónica (Espanha) investiram, cada uma, R$ 27 milhões para participar da Volvo Ocean Race. Esta edição está sendo considerada uma das mais equilibradas da história, com cinco barcos em condições de vencer.

As equipes iniciaram a trajetória em Alicante (Espanha), seguindo para Cidade do Cabo/África do Sul (6.500 milhas náuticas), Abu Dhabi/Emirados Árabes(5.430 milhas náuticas), Sanya/China(4.600 milhas náuticas), Auckland/Nova Zelândia(5.220 milhas náuticas), ao redor do Cabo Horn até Itajaí/Brasil (6.705 milhas náuticas), Miami/EUA(4.800 milhas náuticas), Lisboa/Portugal(3.590 milhas náuticas), Lorient/França(1.940 milhas náuticas), finalizando a aventura em 7 de julho de 2012, na cidade de Galway/Irlanda(485 milhas náuticas). Durante sete meses, os veleiros percorrerão 39.270 milhas náuticas.

Da ZDL de Comunicação

Vídeo: Puma na largada da VOR

Extra!! Resumo-largada da VOR 2011/12

Só para ilustrar... Chris Hill registrou o exato momento que a lenda do surfe havaiano Laird Hamilton pula do 'Puma' depois da parte "costeira" da largada de hoje. Esses sabem marquetar...

Querido amigo e queridíssima amiga,

Como você sabe, este Manza está aqui na antiga cidade romana de 3.000 anos, a tal Alicante, no Mediterrâneo espanhol como convidado da Inmarsat e da organização da regata (nenhum, repito, nenhum brasileiro teve a gentileza de trazer este jornalista… Sorte que hoje meu trabalho tem algum reconhecimento internacional!) para cobrir mais uma largada rumo aos confins do planetinha azul. E que largada!

Bem, vamos abstrair o fato de que seis barcos é pouco para um evento deste porte. Mesmo porque, o Sanya, na verdade o antigo Telefonica Azul, não dá muito para o gasto junto as estes VO70 de 6ª geração. No time chinês, Mike Sanderson, que estreou a classe no imbatível Black Betty, o ABN AMRO1, em 2005/6, vai margar um pouquinho. Nos instrumentos, o navegador Aksel Magdahl, do antigo Ericsson 3, que na última surpreendeu meio mundo (incluindo este jornalista metido a navegador também…) quando em um gesto ousado descolou da flotilha, contornou uma frente pelo Norte, enquanto o rumo era pro Sul, e fez a fama que garantiu seu emprego chinês de agora. Mas haja criatividade! Vai ser duro!!

Na outra ponta do espectro, vêm os cinco times que se preparam com igual (quase!) orçamento, tempo, vontade e esperança. Das pranchetas competentíssimas de Juan K, com quem tive o prazer de bater um bom papo ontem, saíram três dos bólidos que hoje rumam para o cabo de Gata, de lá para as colunas de Hércules (Gibraltar), mais além para Noronha e finalmente para o Sul da África do Sul. O cara desenhou o Telefonica, o Puma e o Groupama. Dentre eles, os mais modernos são os dois primeiros, deixando os franceses, apressadinhos, que resolveram construir a nave antes, sem alguns dos recursos mais recentes.

Não é preciso dizer que o coração mânzico-tupiniquim bate mais forte pelo time azul-espanhol. O futuro papai Joquinha e o diretor técnico, que não para de atender telefonemas e mandar mensagens, Horácio Carabelli, são parte do núcleo duro da equipe. E o jovem comandante Iker Martínez, 34 anos, duplamente medalhado na olímpica 49er, tricampeão mundial e vice-campeão na duríssima Barcelona World Race em dupla com seu inseparável Xabi Fernández, de Open 60, sem escalas pelo mundo, é um cara, para usar o termo da moda, diferenciado. Meu avô diria apenas: diferente… Mas vá lá! O fato é que o barco tem segredinhos que não conto nem amarrado (comparem, por exemplo, a parte de baixo das bolinas e o espelho de popa…) e uma tripula experiente e entrosada que sabe fazer a diferença quando necessário. No escrever destas mal traçadas, os cara já estavam à frente da flotilha. Que permaneçam assim!!

O Puma é outro sério candidato. Se seu comandante, Ken Read (o famoso, pode ler!), vice de Torben e cia. no passado recente e estrela da J/24, está um degrauzinho abaixo dos colegas de comando Iker e Ian Walker, sua tripula, em conjunto, está um degrauzinho acima. E, sinceramente, junto a Walker parece o mais determinado a vencer. Mesmo porque, diferentemente do irlandês, agora almirante árabe, com duas pratas olímpicas, de 470 e Star (detalhe que hoje assisti a tudo ao lado de seu proeiro estrelado, Mark Covell no barco da Inmarsat), Read terá o ápice de sua carreira se vencer a VOR. Veremos!

Par finalizar a flotilha da letra K, temos o supra citado Groupama, que traz no comando ninguém menos que Franck Cammas (que é baixinho de um tanto que você nem acredita… Tipo metro e meio no máximo…). Pois o cara é um gigante no oceano. Além de deter o recorde absoluto da volta ao mundo à vela, o Troféu Júlio Verne, com incríveis 48 dias no máxi-trimará homônimo do time volvíco, ele, no mesmo trimarã adaptado para solitário, venceu a última Rota do Rum. Isso, acrescido do fato de que os franceses (e seus fãs pelo mundo afora) se consideram os melhores velejadores de altura (offshore, ô anglófilo!) do globo, faz com que o fato dos cinco gauleses presentes, e seu líder, tenham a enorme responsabilidade de mostrar que são os varões do universo mesmo. A conferir!

Completando os times, temos o único desenho de Bruce Farr na prova, o Azzam, do time de Abu Dhabi, que parece que de tanto apanhar do argentino Señor K resolveu deixar a teimosia de lado e buscou fazer um barco mais potente, estável e que já mostrou grande potencial nos ventos fracos da in-port de acá. Ah… E os dois lemes, embora ainda sejam menores que os dos outros, cresceram bem em relação à dupla de Telefônicas de 2008/9. Mas nada disso seria tão importante se não fosse Ian Walker e sua tripulação em cima do barco. O cara veleja muito (provou isso no Green Dragon de antanho), está motivadaço e com os petrodólares emirados fluindo como um jorro no deserto, o time tem tudo para dar certo. Fora que os gráficos do barco negro com a águia nas velas são, junto aos do Puma, os mais bonitos da nova galera. Bonito!

Por fim, temos os hispano-kiwis de Chris Nicholson no Camper. Barco este que é, de longe, o mais diferente da flotilha. Meio na encolha ontem testemunhei um diálogo interessantíssimo de Horacinho com um dos engenheiros do escritório de Marcelino Botín e pelo que pude depreender na minha santa ignorância, o barco dos caras tem muito mais volume à vante, o que na merreca e nas águas lisas ajuda, mas nos ventos mais fortes e mar com ondas altas atrapalha. Bem, hoje a disparada que eles deram no ventão terral (forte, mas sem ondas) me pareceu mais que ok. Agora, já em 5º na tabela, só batendo o ‘café com leite’ Sanya, e sabedores que as mediterrânicas condições lá no mar de meu Deus são assustadoras neste momento, já penso que entendi certo. Saberemos! A acrescentar apenas o pé frio do comandante australiano que veleja no Team New Zealand. Nas duas últimas VORs o cara quase afundou no Movistar e depois sofreu um rompimento de ligamentos no Puma passado quando um companheiro arremessado por uma onda caiu em cima do joelho, que não foi mole não. Saravá meu pai!!

E para finalizar esta cartinha que virou um cartão, vamos aplaudindo a ideia de nosso amigo CEO da coisa toda, Mr. Knut Frostad, que reuniu, sob a égide da tal regata das lendas, uma flotilha de antigos competidores e vencedores destes quase 40 anos de volta ao mundo que vou te contar! Uma aula de história de vela, aventura, design e tudo mais no píer bem em frente de nossos olhos. E para minha alegria cito a Inmarsat de novo para dizer que ao meu lado no catamarã deles (o único a acompanhar os VO70 em disparada rumo a Santa Pola) meu ídolo das letrinhas vélicas James Boyd e ninguém menos que ela, a simpaticíssima viúva de Peter, Lady Pippa Blake em pessoa. Na Iate Life 35 leia entrevista com a moça.

Fui!! Comer pimientos de padrón…

Murillo Novaes

Vídeo: Puma velejando na largada da VOR 2011/12

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