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Pisco Sour lidera a 5ª etapa do campeonato VTR Oceânico no Chile

Pisco Sour lidera a competição

Começou nesta sexta-feira em Santiago, no Chile,a 5ª etapa do VTR Oceânico para a classe S40. O Pisco Sour, que tem André Mirsky como membro da tripulação, lidera com 3 pontos perdidos. Empatado está o Mitsubishi, seguido pelo Movistar.

7º Distrito da classe Star acontece no ICRJ no final do mês

Entre os dias 25 e 27 de novembro o ICRJ irá sediar o 7º Distrito da classe Star. As inscrições devem ser feitas na secretaria do clube até as 11h do primeiro dia de regatas e custam R$ 200,00 por barco. Estão programadas seis regatas, sendo no máximo três por dia.

Pulo do gato2: Puma jaibou antes e assumiu a segunda colocação, o oeste pagou e foi para a liderança da VOR

Conforme o vento aumenta, a velocidade e a água dentro do barco também aumentam

Nesta sexta-feira o Puma foi o primeiro dos barcos que seguia pelo oeste a jaibar e conseguiu assumir a segunda colocação na primeira etapa da Volvo Ocean Race, hoje à noite com mais vento pelo lado ocidental conseguiu ‘ultrapassar’ os franceses do Groupama nos cálculos da organização e assumiu a ponta. A distância entre os franceses e os americanos foi diminuindo neste sábado até que agora o Puma apareceu na frente. O Telefónica, de Joca Signorini, ocupa a terceira colocação. O Camper vem em quarto e Abu Dhabi e Sanya se retiraram da primeira etapa e vão para Cidade do Cabo de Navio.

Renata Decnop, Larissa Juk e Gabriela Nicolino vencem o Brasil match Cup 2011

Lari, Gabi e Re comemoram o título do Brasil Match Cup

Terminou neste sábado em Floripa o Brasil Match Cup categoria feminina. A recém formada equipe de Renata Decnop, Gabriela Nicolino e Larissa Juk foi a grande campeã. As meninas estarão em Perth, no Mundial da Isaf, disputando uma das vagas para as Olimpíadas de Londres 2012.

Jangadeiros sedia Gaúcho de Optmist neste fim de semana

O Clube dos Jangadeiros e a Federação de Vela do Rio Grande do Sul (Fevers) promovem uma competição que promete empolgar a gurizada no próximo fim de semana. É o Campeonato Estadual de Optimist, que reunirá não apenas velejadores gaúchos, mas também muitos competidores de outros estados, que buscam conhecer a raia onde será disputado o Campeonato Brasileiro da classe, em janeiro.

As disputas começarão no sábado (12), a partir das 14h, e vão até a terça-feira (15). As inscrições serão recebidas nas secretarias esportivas dos clubes filiados à Fevers, até às 11h de sábado. A ideia é realizar 10 regatas para os velejadores veteranos e oito para os estreantes.

Da assessoria de imprensa

Norte Nordeste de Snipe acontece neste feriado em Aracaju

Será realizado no próximo feríado prolongado de 12 a 15 de novembro o Campeonato Norte e Nordeste de Snipe. Estão sendo esperadas mais de vinte duplas dos estados Bahia, Sergipe, Alagoas e Maceió que prometem uma disputa acirrada na raia do Mosqueiro, ao sul de Aracaju. Destaque para a dupla Mateus Tavares e Daniel Seixas, sexta colocada no Mundial, que promete brigar pelo título, sem deixar de lado o clima de amizade da classe. “Esperamos obter mais um bom resultado, mas sabemos que terão bons adversários na água também. O importante é sabermos que estamos bem preparados e que estaremos fazendo o que mais gostamos; velejar entre amigos!”

Da assessoria dos velejadores

Scheidt e Prada estão prontos para classificar a Star do Brasil para Londres/2012

Em coletiva nesta quinta-feira (10/11), em São Paulo, velejadores falaram do desafio de disputar o Mundial de Perth, em dezembro, e da pressão do favoritismo

Robert Scheidt e Bruno Prada já velejaram cerca de 200 dias este ano, mas a atividade só vai acabar depois do Mundial de Perth, de 3 a 18 de dezembro, na Austrália, o principal desafio da temporada, onde a dupla vai lutar para garantir a Star do Brasil na Olimpíada de Londres. Na competição, estarão em jogo 11 das 16 vagas olímpicas disponíveis para a classe – as restantes serão disputadas no Mundial da França, em maio do ano que vem. Em coletiva nesta quinta-feira (10/11), em São Paulo, a dupla falou dos preparativos e das expectativas para o Mundial e da pressão que sempre enfrentam como favoritos.

Scheidt e Prada vêm se preparando desde 2009 para os Jogos de Londres. “Fizemos alguns eventos internacionais em 2009 e 2010, mas este ano decidimos nos concentrar totalmente na campanha olímpica”, disse Scheidt. Das 12 competições que disputaram em 2011, Scheidt e Prada venceram dez, sete delas por antecipação. O ano também foi de muitos testes de equipamentos.

“Velejamos com barcos de quatro estaleiros – Mader, Folli, Lillia e PStar – e velas diferentes para fazer mesmo um laboratório, ver qual seria o mais adequado para correr o Mundial”, explicou Padra. “Foi um bom treino. Às vezes, recebíamos o equipamento três dias antes do início da competição, tínhamos pouco tempo para ajustar tudo. E acabamos nos tornando especialistas em tirar velocidade de qualquer barco, já conseguimos acertar qualquer barco num curto espaço de tempo. Esperamos não ter ‘gastado’ tudo antes da hora”, brincou.

Para o Mundial, o escolhido foi o PStar, americano, o que não significa que também será usado na Olimpíada, caso a dupla se classifique para os Jogos. “Ainda temos de dar dois passos para a frente até Londres”, disse Prada. “O primeiro é garantir a vaga da Star para os Jogos, o que esperamos fazer agora, no Mundial. Depois, vamos ter de disputar a seletiva brasileira, em fevereiro, em Búzios. Cada competição vale um ponto. Se conseguirmos a vaga e vencermos a seletiva, a nossa dupla vai representar o Brasil em Londres. Caso contrário, teremos uma competição de desempate em 2012, ainda não sabemos qual.”

Scheidt e Prada esperam uma competição difícil e uma disputa acirrada em Perth. Além das condições da raia – vento forte, de 5 a 6 horas por dia na água, o que vai exigir um bom preparo físico e mental – os brasileiros vão enfrentar em Perth uma concorrência de respeito. “Muitos dos favoritos ao pódio em Londres/2012 vão estar lá. Além da dupla inglesa (Iain Percy e Andrew Simpson), temos suecos, italianos, poloneses…. Sem falar em países que vão usar o Mundial como seletiva olímpica, a exemplo da Alemanha, Estados Unidos e Canadá, entre outros”, comentou Scheidt.

Mas sabe que ele e Prada vão chegar ao Mundial como favoritos. “Estamos acostumados, isso não muda muita coisa. E eu sempre preciso de pressão, de expectativa, um pouco de ansiedade é bom para o atleta”, disse Scheidt, acrescentado que a dupla olímpica inglesa vai para Perth “mordida”. “Ganhamos do Percy e do Simpson duas vezes este ano, em Weymouth, a casa deles, onde vai ser o programa de vela da Olimpíada. Acho que isso abriu os olhos deles, começaram a treinar mais e devem ir para o Mundial com armas novas.”

Scheidt e Prada partem para o Mundial no dia 22. “Vamos com uma certa antecedência, mas ainda temos de fazer alguns reparos no barco, que não conseguimos depois do evento-teste porque tivemos de embarcar o equipamento para a Austrália”, contou Scheidt. “Vamos tentar treinar sem exagerar, para o corpo chegar bem ao início da disputa.” Segundo Prada, cada campeonato é um desafio novo. “Na Austrália, desafio será saber dosar bem os treinos, mas já sabemos como fazer isso”, disse o velejador, acrescentando que a dupla não costuma fazer um preparo físico específico para cada competição. “A preparação tem de ser constante, com exercícios em academia que simulem o esforço muscular no barco”, acrescentou Prada.

No Mundial, o objetivo, claro, é o ouro na Star. “Somos muito competitivos”, disse Prada. “Primeiro, vamos velejar para nos classificarmos para a Olimpíada”, observou Scheidt. “Mas se fizermos um bom início de campeonato, podemos começar a pensar em melhorar o resultado final.”

Já em 2012, a seletiva brasileira que pode definir a dupla da Star para Londres/2012, não terá a presença de Torben Grael, um rival de peso. “A ausência do Torben facilita as coisas para nós, mas gostaríamos que ele participasse, a seletiva ficaria mais forte”, lamentou Prada.

Quanto à exclusão da classe Star dos Jogos do Rio, em 2016, Scheidt e Prada ainda acreditam que a situação pode ser revertida. “Vou deixar as coisas em aberto”, disse Scheidt. “Meu sonho é ir para uma Olimpíada no Rio. E em 2016 já vamos estar mais velhos. Na Baía da Guanabara, a estratégia vai contar mais que o físico, porque os ventos são fracos”, finalizou.

Da assessoria de imprensa

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