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Abertura da Copa Suzuki Jimny confirma força da classe ORC em Ilhabela

O ex-Touché, atual Tomgape, manteve a presença na ilha.

Circuito Ilhabela de Vela Oceânica reuniu as principais equipes que medem na ORC e trouxe veleiros de outras categorias como S40 e M24. Primeira etapa termina no próximo fim de semana

Ilhabela (SP) –Apontada como a principal classe de rating da vela oceânica, a ORC confirmou a consolidação na Copa Suzuki Jimny 2012 durante o primeiro fim de semana da etapa inicial no Yacht Club de Ilhabela (YCI). O Mundial deste ano, que será na Finlândia apenas em agosto, já tem quase 100 inscritos de 11 países.

As regatas com os ‘barcos grandes’ tiveram a participação de outros veleiros como o Carioca, da S40, e Colin, da M24.5, medindo com os sempre favoritos Tomgape (ex-Touché), Asa Alumínio, Orson, Sextante e Tembó Guaçú (ex-Loyal). As provas foram bem disputadas, mas o Tomgape (Ernesto Breda) levou a melhor no tempo corrigido e lidera o campeonato com quatro pontos perdidos em quatro regatas, ou seja, com 100% de aproveitamento.

“A ORC tem uma regra que permite a tripulação mostre seu potencial tirando o máximo do barco e o projetista tem espaço para otimizar o trabalho e não está preso ao desenho. Nos veleiros de classe única, os desenhos podem ficar obsoletos. O rating é importante, pois permite que os modelos mais antigos corram com os modernos”, pondera Ernesto Breda.

Na ORC, por exemplo, nem sempre quem cruza a linha de chegada, o chamado Fita Azul, é o vencedor. Há uma série de cálculos (rating) envolvendo tamanho do barco, área vélica e outros fatores para equalizar veleiros de tamanhos diferentes e definir o vencedor.

O atual campeão da Copa Suzuki Jimny é o Orson Mapfre. O comandante Carlos Eduardo Souza e Silva, o Kalu, está feliz com o atual momento da ORC no Brasil e projeta a entrada de outros veleiros medindo na categoria.

“Esse ano com a volta do Touché (Tomgape) será mais difícil para a gente. A tripulação é mais entrosada e deixa o evento mais competitivo. É legal ver novos barcos medindo na ORC e veleiros como o Asa Alumínio e Touché voltando”, relata Kalu.

O Asa Alumínio, liderado por Mário Martinez, reuniu a tripulação tradicional da embarcação em Ilhabela para correr o Circuito. Além de fazer frente aos outros ORC, a equipe se junta para reviver a amizade. “Todos são amigos e é muito gostoso velejar em família. Corremos juntos desde os anos 90. Agora, nós temos muitos desafios no ano como a Rolex Ilhabela Sailing Week e a Semana de Antígua”, projeta.

A etapa inicial da Copa Suzuki Jimny será finalizada no próximo final de semana e também terá veleiros na HPE, C30 e BRA-RGS (A, B, C e Cruiser).

As regatas da BRA-RGS –O domingo foi perfeito para a prática da vela no Litoral Norte. O belo dia de sol e ventos entre 11 e 13 nós permitiu a realização de duas regatas para todas as classes, à exceção da HPE que teve três provas na raia montada na Ponta das Canas, no norte de Ilhabela.

O novo líder da BRA-RGS A é o Inaê Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho). O barco venceu duas das quatro regatas disputadas neste fim de semana e está em primeiro. Na segunda colocação vem o Fram (Felipe Aidar), que perdeu a ponta após um protesto na manhã deste domingo (18).

Na B, o Nomad (Mauro Dottori) segue na liderança com três vitórias e um segundo lugar, seguido pelo Blue Too (Domingos Carelli). O campeão de 2011, o Palmares (José Romariz Filho) está em quarto, o que mostra o equilíbrio da classe.

“As equipes estão bem treinadas e esse entrosamento só faz crescer a nossa categoria. Não podemos bobear, mas será difícil repetir o título do ano passado, já que trocamos tripulantes”, conta José Romariz.

Na C, duelo quase empatado entre Rainha (Leonardo Pacheco) e Ariel (Luis Pimenta), com seis e sete pontos perdidos, respectivamente. Na Cruiser, o Hélios II – Hospital Sírio Libanês (Marcos Lobo) venceu as quatro disputadas.

Equilíbrio na HPE –Com desempenho perfeito neste domingo, o Bond Girl (Carlos Henrique Wanderley) assumiu a liderança da HPE. Foram três vitórias para a tripulação. Após seis regatas, já começa a valer um descarte na Copa Suzuki Jimny e a equipe soma sete pontos perdidos. O segundo colocado, o Take Ashauer (Márcio Ashauer), tem 18. A raia de HPE contou com 16 barcos neste fim de semana.

No C30, outra classe one-design, o Barracuda (Humberto Diniz) venceu os quatro duelos com o +Realizado (José Apud).

Resultados

ORC – após quatro regatas
1º – Tomgape (Ernesto Breda) – 4 pontos perdidos (1+1+1+!)
2º – Carioca (Roberto Martins) – 11 (4+3+2+2)
3º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 11 (2+2+4+3)

HPE – após seis regatas e um descarte
1º – Bond Girl (Rick Wanderley) – 7 (1+3+9+1+1+1)
2º – Take Ashauer (Marcos Ashauer) – 18 (3+7+2+2+4+7)
3º – Iansã (Arthur Vasconcellos) – 19 (9+2+1+4+7+5)
4º – Ginga (Breno Chvaicer) – 21 (8+1+3+7+6+4)
5º – Avantto (Dario Galvão) – 24 (5+6+5+3+5+17)
6º – SER Glas Eternity (Marcelo Bellotti) – 25 (10+10+4+6+3+2)

RGS-A – após quatro regatas
1º – Inaê-Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 7 (1+3+1+2)
2º – Fram (Felipe Aidar) – 11 (7+1+2+1)
3º – BL3 (Clauberto Andrade) – 11 (2+2+3+4)

RGS-B – após quatro regatas
1º – Nomad (Mauro Dottori) – 5 (1+1+1+2)
2º – Blue Too (Domingos Carelli) – 9 (2+2+2+3)
3º – Asbar II (Sérgio Klepacz) – 14 (4+3+3+4)

RGS-C – após quatro regatas
1º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 6 (1+1+3+2)
2º – Ariel (Luis Pimenta) – 7 (3+2+1+1)
3º – Jazz 4 (Volnys Bernal) – 13 (4+3+3+3)

RGS-Cruiser – após quatro regatas
1º – Helios/Sírio Libanês (Marcos Lobo) – 4 (1+1+1+1)
2º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 10 (2+2+3+3)
3º – Pirajá (Rubens Bueno) – 12 (3+5+2+2)

C30 – após quatro regatas
1º – Barracuda (Humberto Diniz) – 4 (1+1+1+1)
2º – Realizado (José Apud) – 8 (2+2+2+2)

Da ZDL de Comunicação

Copa Suzuki Jimny: SER Glass Eternity tem dia positivo em Ilhabela

Barco comandado por Marcelo Bellotti sobe para sexto lugar na classificação geral, depois de três ótimas regatas neste domingo

O belo dia de sol e ventos médios, entre 11 e 13 nós, na direção Leste, em Ilhabela, inspirou a equipe do HPE SER Glass Eternity. O time comandado por Marcelo Bellotti fez três regatas de alto nível na tarde deste domingo na raia montada na Ponta das Canas, no norte de Ilhabela. O barco marcou um sexto, um terceiro e um segundo lugares e subiu para sexto na classificação geral da Copa Suzuki Jimny, com 25 pontos perdidos e um descarte. A flotilha de HPE na abertura do Circuito Ilhabela está muito forte e tem 16 concorrentes.

“O dia foi ótimo, velejamos muito bem e agora estamos na briga pelo título da etapa. Fizemos algumas escolhas diferentes da flotilha que deram certo, o que mostra que nosso grupo tem potencial e entrosamento”, assegurou Bellotti referindo-se a Eduardo Molina, com quem veleja há anos, e Diogo Aguiar, que formam a base da equipe, e à sua irmã Renata, que está compondo o grupo nas regatas da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny.

“A Renata estará conosco também no próximo final de semana e ela foi muito bem na tática. Os três homens formam a base que será mantida o ano inteiro. O quarto componente poderá variar”, acrescentou.

Bellotti também destacou outro dado positivo do final de semana em Ilhabela. “A SER Glass, nosso patrocinador, fez uma ação de relacionamento com os clientes no fim de semana e todos ficaram muito satisfeitos. Com isso, o Fábio Santos, presidente da empresa, quer aumentar sua participação na vela, o que mostra que nossa estreia foi favorável em todos os aspectos”. O piloto da Stock Car Allam Khodair, que também tem apoio da SER Glass, velejou no HPE de Bellotti, em Ilhabela.

O segundo barco da equipe, o SER Glass Quattro, teve outra atuação regular. Fez 14º e dois 10º e soma 45 pontos perdidos, em décimo lugar na classificação geral após as seis regatas do final de semana.

Classificação da HPE – após seis regatas, com um descarte
1- Bond Girl (Rick Wanderley) – 7 (1+3+9+1+1+1)
2- Take Ashauer (Marcos Ashauer) – 18 (3+7+2+2+4+7)
3- Iansã (Arthur Vasconcellos) – 19 pontos perdidos (9+2+1+4+7+5)
4- Ginga (Breno Chvaicer) – 21 (8+1+3+7+6+4)
5- Avantto (Dario Galvão) – 24 (5+6+5+3+5+17)
6- SER Glass Eternity (Marcelo Bellotti) – 25 (10+10+4+6+3+2)
7- Bixiga (Pino di Segni) – 32 (6+8+7+9+3+8)
8- Fit to Fly (Roberto Mangabeira) – 34 (7+5+8+8+8+6)
9- Repeteco I (Fernando Haaland) – 36 (12+11+6+5+17+2)
10- SER Glass Quattro (Julio Cecheto) – 45 (2+12+11+14+10+10)

Da assessoria de imprensa

Barcos da Volvo Ocean Race largam para Itajaí

Cidade catarinense abre a Vila da Regata no dia 4 de abril. Veleiros passarão mais de 20 dias pelos temidos mares do sul até chegar ao Brasil

Itajaí (SC) – Os GPS dos seis veleiros que disputam a Volvo Ocean Race já apontam Itajaí como próximo destino após a partida de Auckland, na Nova Zelândia, neste domingo (18). Faltam menos de 12.100 km para chegar ao litoral catarinense, mas antes a flotilha terá de enfrentar 20 dias de frio e ventos fortes nos mares do sul e cruzar o temido Cabo Horn, um dos pontos mais perigosos do mundo.

Na liderança parcial está o Camper com 10 milhas náuticas de vantagem para o Puma. Na sequência aparecem Telefónica, do brasileiro Joca Signorini, Groupama e Sanya. Todos enfrentam neste momento o sistema de baixa pressão e a maioria das equipes conserva a rota pelo norte para evitar a força das tempestades.

“Teremos uma noite longa e difícil pela frente. Todo o início de perna desta edição foi com essas condições adversas. Mesmo assim, nosso time largou bem e esperamos liderar de ponta a ponta”, relata o navegador do Camper, Will Oxley.

Neste domingo, o Abu Dhabi foi obrigado a voltar para a cidade neozelandesa com problema no barco. O Azzam velejou apenas cinco horas, mas uma antepara, que garante a segurança da vela de proa com tempo ruim, se danificou. O comandante Ian Walker lembra que a mudança se faz necessária, já que o acessório será usado em 80% da travessia pelo Oceano Antártico.

“Tomamos a decisão de voltar, porque estávamos a apenas 40 km de Auckland. Agora é regressar à corrida e tentar correr contra o tempo”, explica o líder. O Abu Dhabi, pela segunda vez, é obrigado a voltar a um porto. Na estreia, em outubro de 2011, os árabes foram para Alicante com problemas no mastro e tiveram a corrida prejudicada.

Classificação da Volvo Ocean Race – após quatro pernas:
1º – Telefónica – 122 pontos
2º – Groupama – 107 pontos
3º – Camper – 104 pontos
4º – Puma – 83 pontos
5º – Abu Dhabi – 55 pontos
6º – Sanya – 25 pontos

Que venha Itajaí – O prefeito de Itajaí recebeu das mãos do representante de Auckland, Len Brown, a ‘Chave da Volvo Ocean Race’ pouco antes dos barcos partirem. Jandir Bellini estava acompanhado do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen. A cidade catarinense está pronta para receber a Fórmula 1 dos mares. A Vila da Regata será aberta no dia 4 e a programação inclui shows, clinicas de vela, ações de sustentabilidade e todos os atrativos que o maior evento náutico do mundo apresenta.

Um dos destaques é o projeto de sustentabilidade, que terá seis meses de duração e atingirá 1.162.209 milhão de habitantes em 30 municípios. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável realizará uma série de ações em parceira com instituições públicas e privadas da região antes e durante a Volvo Ocean Race, além de dispor de um estande na área do evento. A ação “Juntos pelo Rio” unirá estudantes, empresários, universidade e poder público para a limpeza das margens do Rio Itajaí, no sábado (24). A pasta apoiará também o programa da Volvo Ocean Race “Mantenha os Oceanos Limpos”, pelo qual serão realizados mutirões de limpeza nas praias de Itajaí.

Da ZDL de Comunicação

Equipe do Don’t Let Me Down vence o Brasileiro de Soling

A tripulação formada por Flávio Quevedo, Jonathan Câmara e André Renard do barco Don’t Let Me Down conquistou o título do Campeonato Brasileiro da classe Soling que terminou neste domingo (18) no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Na vice-colocação ficou o Diferencial, com Nelson Ilha, Manfredo Flöricke e Felipe Ilha. E em terceiro lugar Guilherme Roth, Carlos Alberto Trein e Roger Lamb.

A disputa pelo título de 2012 ficou mais concentrada entre as duas primeiras tripulações do campeonato. Desde o início já havia uma luta particular entre as equipes pela liderança. Na etapa final neste fim de semana os dois estavam empatados na pontuação, mas o Don’t Let  Me Down velejou melhor, com uma vitória folgada na última regata, garantindo o primeiro título brasileiro da classe para os seus tripulantes.

“Nós conseguimos uma boa média de pontos na classificação e isso nos ajudou chegar à vitória. Nosso pior resultado era um 4º lugar que foi descartado. O campeonato foi difícil pelo equilíbrio e principalmente no penúltimo dia, devido ao vento variado na raia,” disse Flávio Quevedo que no Brasileiro deixou sua posição de meio no barco para assumir o leme no lugar do timoneiro titular Cícero Hartmann. O Don’t Let  Me Down também foi o campeão da categoria Classic, barcos com fabricação anterior a 1980 e levou o Troféu rotativo José Lúcio Glomb.

A equipe do Diferencial vinha num “mano a mano” com o Don’t  Let Me Down, chegou a ficar na liderança do campeonato no sábado. No entanto na sétima regata chegou em sétimo lugar e isso acabou tirando qualquer chance de brigar pela vitória do Brasileiro. “Na ida para raia encalhamos num banco que desconhecíamos naquele local, e ficou uma bola de barro grudada em nossa quilha. Sentimos que o barco não estava rendendo, mas só descobrimos o motivo no intervalo entre as duas regatas finais,” comentou Nelson Ilha.

No total foram realizadas oito regatas em duas etapas na raia de Ipanema, no Guaíba. O campeonato foi quase todo de vento de intensidade fraca, em torno dos 7 nós. Participaram 12 barcos de Porto Alegre e um da cidade de Rio Grande.

Classificação final do Brasileiro
1º Flávio Quevedo, Jonathan Heit Câmara, André Renard (VDS) pontos – 14
2º Nelson Horn Ilha, Manfredo Floricke, Felipe Ilha (VDS) 20
3º Guilherme Roth, Carlos Alberto Trein, Roger Lamb (VDS) 23
4º Marcos Pinto Ribeiro, Frederico Sidou, Lucio Pinto Ribeiro (VDS) 28
5º Fernando Krahe, Leonardo Gomes, Rafael Paglioli (CDJ) 29
6º Niels Rump, Gustavo Thiesen, Andre Serpa (VDS) 33
7º Kadu Bergenthal, Isaak Radin, Gabriel Nogueira da Graça (VDS) 47
8º Henrique Horn Ilha, Gustavo Ilha, Eduardo Devilla (RGYC) 59
9º Fabio Pillar, Marcelo Azevedo, João Pedro Beccon (CDJ) 59
10º Diego Quevedo, Julio Martini, Carlos Bombardelli (VDS) 65
11º Marcus Silva, Regis Silva, Miguel Petkovickz (VDS) 73
12º Eduardo Cavalli, Gustavo Cestari, Ismael Rockett (VDS) 73
13º José Ortega, Paulo L. Ribeiro, Matheus Winck (VDS) 83

Da assessoria do VDS

Abu Dhabi volta para a VOR após quebra no primeiro dia

As primeiras 36 horas da etapa entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí, em Santa Catarina, foram brutais para os velejadores da Volvo Ocean Race. “Sem sombra de dúvida esta foi a pior primeira noite de uma perna da VOR que eu já fiz”, disse Stu Bannatyne, co-skipper do Puma, que tem no seu currículo a participação em cinco VOR.  Como consequência o Abu Dhabi teve que retornar para terra após a quebra do suporte de uma das velas de proa. O trabalho rápido da equipe de terra permitiu que eles voltassem ao mar às 23h deste domingo. O vento de mais de 60 nós, no entanto atrasou a chegada deles no local de onde tinham parado a regata e eles só voltaram a competir às 7h25 desta segunda. Com isso eles estão a quase 700 milhas de distância do líder.

O Telefónica, que tem a bordo o papai Joca Signorini, continua na primeira colocação, seguido por Camper, a 15 milhas de distância, Groupama, a 28 milhas, Puma, a 31,1 milhas e Sanya a 59,6 milhas.

Equipe de vela da Marinha recebe duas medalhas de honra

A equipe de vela da Marinha do Brasil recebeu nos dias 9 e 16 deste mês duas medalhas de honra ao mérito. A primeira, entregue pela Unión Deportiva Militar Sudamericana, reconheceu a conquista do Mundial Militar do Bahrain em 2010 pela equipe feminina. A segunda foi a Medalha do Mérito Desportivo Militar, entregue pelo Ministério da Defesa, por conta da conquista da medalha de ouro nos V Jogos Mundiais Militares RIO 2011.

Vídeo: Isaf testa os barcos para Rio 2016

Regata de Classicos de Angra começa dia 20 de abril

Nos próximos dias 20, 21 e 22 de abril acontece em Angra dos Reis a edição 2012 da Regata de Veleiros Clássicos. Estão programadas duas regatas nesta primeira etapa. Na sexta-feira haverá um coquetel de abertura e, tanto sábado quanto domingo, haverá um almoço de confraternização. A segunda etapa acontece  dias 23, 25 e 25 de novembro. As inscrições para as duas etapas devem ser feitas pelo site www.regataclassica.com.br.

Thousand Island Race parte da Croácia em setembro

Entre os dias 20 e 30 de setembro acontece na Croácia a Thousand Island Race, uma regata que passa por uma das partes mais bonitas do planeta. Ela será dividida em duas partes. No dia 23 os barcos partem da história cidade de Rijeka, na Croácia, deixando as ilhas de Unije, Susak, Premuda, Dugi Otok, Kornat, Vis, Lastovo e Mljet por bombordo, terminando em Porto Montenegro, em Tivat, Montenegro. Depois da entrega de prêmios no dia 26, a flotilha volta pelo mesmo percurso. Estão convidados barcos das classes ORC Clube e ORC Internacional acima de 27 pés.

Ben Ainslie é liberado para participar dos Jogos Olímpicos de Londres

O inglês Ben Ainslie foi liberado pela Isaf para competir nos Jogos Olímpicos de Londres após julgamento referente ao incidente em Perth, na Austrália. Na ocasião o atleta, que possui quatro medalhas olímpicas, se irritou com um bote de fotógrafos que estava muito perto dos velejadores e acabou se envolvendo em uma briga com o piloto deste bote. Ele foi desclassificado de duas regatas da classe Finn, na qual já possui a vaga para os Jogos, e acabou perdendo o Mundial da Isaf. O incidente aconteceu em dezembro e em fevereiro a federação inglesa absolveu o atleta de maiores penalidades. Uma semana depois a Austrália fez o mesmo. O caso do bote será julgado separadamente.

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