Pular para o conteúdo

Arquivo de

Vídeo: Telefónica é atingido por forte onda nos mares do sul

Camper quebra e segue para o Chile para reparos

Depois do Sanya sofrer com os mares do sul e voltar para a Nova Zelândia para consertar os estragos no barco, agora foi a vez do Camper. Os neozelandeses quebraram a proa e estão seguindo para o Chile. A parada técnica deverá durar cerca de três dias. Enquanto isso o Groupama segue liderando a etapa. O Telefónica, terceiro colocado, também está com problemas a bordo, mas optou por seguir em frente até a chegada em Itajaí, SC.

ABVC promove palestra sobre o Cruzeiro Costa Leste em São Paulo

Como parte da programação do Cruzeiro Internacional da Costa Leste 2012, será realizada uma palestra sobre o evento no dia 29 de março, quinta-feira, a partir das 19 horas no Centro Cultural da Marinhaem São Paulo(Av. 9 de julho, 4597). Antes da palestra será realizado o lançamento do livro e do DVD de Ricardo Amatucci, intitulados “Uma família pela Costa Leste”, sobre esse trecho da costa e sua participação no Costa Leste de 2010. Na palestra, Amatucci contará como é participar do cruzeiro, as dificuldades e alegrias de subir a costa até a Bahia. A diretoria e os organizadores também estarão presentes para dirimir as dúvidas dos interessados.

As inscrições para a sexta edição do Cruzeiro Internacional da Costa Leste serão abertas a partir do dia 26 de março na página da ABVC – Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro em www.abvc.com.br . A data de largada está prevista para o dia 7 de julho de 2012 no Iate Clube do Rio de Janeiro, co-realizador do evento, e a chegada dia 9 de agosto, no Aratu Iate Clube. Durante o trajeto estão previstas paradas em Búzios, Vitória, Abrolhos, Santo André, Camamú, Ilhéus, Morro de São Paulo e Salvador.

Este ano a programação do Costa Leste foi estabelecida de comum acordo com outros eventos importantes da vela nacional, como a Regata Aratu-Maragojipe (18/08), o Simpósio de Segurança do Navegador Amador (31/08) e a Refeno (15/10), de maneira a possibilitar aos participantes do cruzeiro em flotilha também estarem presentes nesses eventos. As respectivas direções estão estudando a possibilidade de incentivar a participação dos velejadores do Costa Leste de alguma maneira. “Talvez um sorteio ou desconto em alguma das inscrições”, explica Maurício Napoleão, atual presidente da ABVC. “Ainda estamos em negociação”, complementa.

Na edição de 2012 será repetida a “inscrição solidária” na qual os comandantes já na inscrição, destinam uma verba para ser revertida em doações que poderão acompanhar durante o cruzeiro. Para Maurício Napoleão, presidente da ABVC e organizador do Costa Leste “esse é um avanço que conquistamos em 2010 e que não pode ser perdido”, explica.

As festas são o ponto alto deste cruzeiro. Além das festas de largada e de chegada, há churrascos e almoços em quase todas as paradas. Os participantes também ganham “kits” contendo camisetas e mochilas, apostilas e waypoints para facilitar a navegação, que é liderada por um Comodoro – um Comandante com mais experiência – e comandantes de sub-flotilha, que lideram sub-flotilhas de deslocamento (velocidade) semelhante.

Após a parada na Bahia parte da flotilha deve seguir para Recife para integrar-se à Refeno enquanto quem precisar retornar poderá deixar seu veleiro até as férias de janeiro no Aratu Iate Clube, numa parceria com a ABVC. Na página da ABVC será publicado o regulamento e como proceder para inscrever-se.

 

 

Da assessoria de imprensa

Sanya anuncia que não virá para Itajaí

O Team Sanya anunciou nesta segunda-feira que não virá para a parada brasileira da Volvo Ocean Race em Itajaí. A equipe teve problemas com o barco cinco dias após a largada em Auckland e optou por voltar para a Nova Zelândia ao invés de seguir pelo cabo Horn até Santa Catarina. A previsão é que eles cheguem em Tauranga, uma cidade mais ao sul de Auckland e de lá sigam para Miami, destino da flotilha após sair do Brasil. A equipe perderá, por tanto, duas etapas e uma regata in port.

Após oito dias no mar, o Groupama segue na liderança entre os que ainda estão na regata. Em segundo lugar está o Puma, seguido por Telefónica, Camper e Abu Dhabi. O Camper, no entanto, está seguindo para a costa chilena para reparos no barco.

Campeões da Copa Suzuki Jimny apostam em regatas ainda mais apertadas na segunda etapa

Circuito de Vela Oceânica reuniu 50 barcos em Ilhabela e consolidou a força das classes ORC e HPE

Ilhabela (SP) –Os números da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny mostram que a vela oceânica continua forte e organizada no Brasil. A abertura do Circuito Ilhabela contou com 50 barcos nas classes ORC, BRA RGS, HPE e C30 e os principais nomes da modalidade em dois fins de semana no Yacht Club de Ilhabela (YCI). Na raia, regatas equilibradas e os resultados foram decididos na última prova disputada neste domingo (25) no litoral norte de São Paulo com sol e ventos variando de 8 a 12 nós, na direção leste.

Na classe dos ‘barcos grandes’, a ORC, o título ficou nas mãos do Tomgape (Sérgio Cardoso) com desempenho perfeito da equipe. Vale ressaltar que o barco é o antigo Touché e tem a mesma tripulação. Ernesto Breda voltou à competição em grande estilo, comandando o veleiro que vendeu para Sérgio Cardoso.

“É importante ter adversários de alto nível correndo mais uma vez na ORC. Espero que mais embarcações entrem na disputa. A chegada dos S40 e o investimento nas tripulações só aumentam a nossa força”, destaca Ernesto Breda.

A organização também comemora a participação dos velejadores experientes, principalmente na ORC. André Mirsky, um dos principais nomes da categoria, foi tático do Carioca, um S40 que correu a Copa Suzuki Jimny. “É um novo momento da classe com a entrada de novos veleiros. A regra de rating é emocionante e, até o final, ninguém sabe quem venceu. Por isso, a tripulação precisa extrair tudo o que pode”, comenta o atleta que foi duas vezes vice-campeão mundial de vela oceânica.

A Comissão de Regatas dividiu a ORC em duas: geral e menores de 30 pés. E, na nova categoria, o Sextante (Thomas Leomil Shaw) foi o campeão após quatro regatas.

Muito equilíbrio na BRA RGS – Na BRA RGS, classe com maior número de barcos na vela oceânica nacional, mais uma vez as provas foram bastante equilibradas desde a semana passada. A categoria é subdivida em quatro (A,B, C e Cruiser). Um dos maiores da flotilha, o veleiro Fram (Felipe Aidar) foi o campeão superando o Inaê-Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho).

“O campeonato foi decidido no detalhe. Os adversários investiram em treinos e equipamentos e colocaram pressão na gente andando muito bem. Vamos continuar focados e a ideia é comprar mais velas para melhorar ainda mais nosso desempenho e vencer a Copa Suzuki ao longo das quatro etapas”, antecipa Felipe Aidar.

O campeão da BRA RGS B foi o Nomad (Mauro Dottori). O desempenho inicial com três vitórias e um segundo lugar na semana passada fez a diferença e a equipe só administrou a vantagem neste domingo. Na C, Rainha (Leonardo Pacheco) e Ariel (Luis Pimenta) levaram a decisão para as duas regatas finais. Quem se deu melhor foi o Ariel nos critérios de desempate.

Na Cruiser, onde se encontram os chamados cruzeiristas, a medalha de ouro foi para o Hélio II – Hospital Sírio Libanês (Marcos Lobo). A tripulação mesclou médicos e engenheiros e o entrosamento falou mais alto.

“Estamos juntos desde o ano passado e os integrantes são bastante experientes e sabem extrair tudo do barco. O objetivo é continuar com esse entrosamento e levar o bi”, conta Marcos Lobo.

Disputas acirradas marcarm HPE – Na HPE, com 18 barcos na raia e disputas acirradas, o título ficou com o Bond Girl (Rique Wanderley). Foram cinco vitórias em nove regatas e o pior resultado, descartado pelo regulamento, foi um nono. A regularidade fez a diferença para o time, que tirou a hegemonia do Ginga (Breno Chvaicer), que dominou a classe em 2011.

“Os barcos estão andando iguais e essa é a tônica da HPE. O nosso é mais antigo que os demais e, pelo que percebi, isso não interfere. Velejamos bem durante as nove regatas e conseguimos essa vantagem no final. Mesmo assim, os adversários apertaram bem”, explica Carlos Henrique Wanderley, comandante do Bond Girl, líder da classificação geral da HPE.

O vice-campeão Marcelo Bellotti também estava satisfeito. “A equipe do Bond Girl estava inspirada, mas conseguimos nos aproximar da média deles. Para as próximas etapas, o nosso objetivo é ser mais agressivo nas largadas, já que estamos velejando bem”, afirma Marcelo Bellotti, vice-campeão com o SER Glass Eternity.

Novata na raia, a C30, provou que tem tudo para ser uma das mais fortes de one-design. Como ainda estão sendo construídos vários barcos, dois veleiros fizeram uma espécie de match race em Ilhabela. O Barracuda (Humberto Diniz) foi o campeão vencendo a maioria das regatas.

“As provas foram muito equilibradas. Qualquer erro na manobra ou na largada pode custar a vitória. Em 30 segundos é possível ultrapassar o adversário e o objetivo é ficar sempre atento. A categoria está aprovada e tendência é aumentar a flotilha nas próximas etapas”, assegura Humberto Diniz.

A segunda etapa será em dois finais de semana – 26 e 27 de maio e 2 e 3 de junho. Os barcos voltam a se enfrentar no litoral norte paulista em setembro (22, 23, 29 e 30) e decidem os campeões entre 24 e 25 de novembro e 1 e 2 de dezembro.

Resultados

ORC – após seis regatas e um descarte
1º – Tomgape (Sérgio Cardoso) – 5 pontos perdidos (1+1+1+1+1+5)
2º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 12 (2+2+4+3+4+1)
3º – Carioca (Roberto Martins) – 13 (4+3+2+2+2+4)

ORC 30 pés- após quatro regatas
1º – Sextante (Thomas Leomil Shaw) – 5 (1+1+2+1)
2º – Colin (Sebastian Menendez) – 8 (2+1+2+3)
3º – Mashallah (Guillermo Henderson Larrobla) – 13 (4+4+3+2)

HPE – após nove regatas e um descarte
1º – Bond Girl (Rique Wanderley) – 15 (1+3+9+1+1+1+5+2+1)
2º – SER Glas Eternity (Marcelo Bellotti) – 33 (10+10+4+6+3+2+2+1+5)
3º – Take Ashauer (Marcos Ashauer) – 38 (3+7+2+2+4+7+6+11+7)

RGS-A – após seis regatas e um descarte
1º – Fram (Felipe Aidar) – 6 (7+1+2+1+1+1)
2º – Inaê-Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 9 (1+3+1+2+3+2)
3º – BL3 (Clauberto Andrade) – 12 (2+2+3+4+2+3)

RGS-B – após seis regatas e um descarte
1º – Nomad (Mauro Dottori) – 6 (1+1+1+2+1+2)
2º – Blue Too (Domingos Carelli) – 12 (2+2+2+3+6+3)
3º – Anequim (Paulo de Moura) – 17 (7+7+4+1+4+1)

RGS-C – após seis regatas e um descarte
1º – Ariel (Luis Pimenta) – 7 (3+2+1+1+1+2)
2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 7 (1+1+3+2+2+1)
3º – Jazz 4 (Volnys Bernal) – 17 (4+3+3+3+4+4)

RGS-Cruiser – após seis regatas e um descarte
1º – Helios/Sírio Libanês (Marcos Lobo) – 5 (1+1+1+1+1+1)
2º – Pirajá (Rubens Bueno) – 12 (3+5+2+2+3+2)
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 12 (2+2+3+3+2+3)

C30 – após seis regatas e um descarte
1º – Barracuda (Humberto Diniz) – 5 (1+1+1+1+2+1)
2º – Realizado (José Apud) – 9 (2+2+2+2+1+2)

Da ZDL de Comunicação

Equipe SER Glass de HPE é vice-campeã da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny

Tripulação comandada por Marcelo Bellotti terminou a primeira fase em Ilhabela, neste domingo, com três ótimas regatas

Ilhabela – A mudança de estratégia provocada pela falta de ventos em Ilhabela surtiu efeito, e a Equipe SER Glass de HPE ficou com o vice-campeonato da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny, neste domingo (25/3). A tripulação comandada por Marcelo Bellotti foi segunda, primeira e quinta colocada nas regatas do dia, somando 33 pontos perdidos, atrás apenas do Bond Girl, com 15.

As regatas do sábado foram canceladas, em virtude da falta de vento, adiando para este domingo a disputa pela liderança da etapa de abertura do Circuito Ilhabela de vela oceânica. Depois das regatas do fim de semana passado, o SER Glass Eternity era o sexto colocado na classificação. “Foi um campeonato muito bom. Pena que não teve a regata de sábado, onde poderíamos encostar ainda mais no líder. Recuperamos as posições e alcançamos a vice-liderança no geral”, comemorou Bellotti.

“A equipe do Bond Girl estava inspirada, mas conseguimos nos aproximar da média deles”, avaliou Bellotti, ressaltando que a equipe está velejando bem o suficiente para se tornar mais agressiva nas largadas, nas próximas competições.

Diogo Aguiar, da tripulação do HPE Eternity, também se mostrou satisfeito com o desempenho da equipe, que ainda conta com Eduardo Molina e Renata Bellotti. “As manobras funcionaram muito bem e já podemos pensar em título. Pequenos erros custam muito na classe HPE e, nas regatas finais, fomos perfeitos. Ganhamos provas por não errar na montagem de boia”, explicou.

SER Glass Quattro busca evolução

O segundo barco da equipe SER Glass, que mostrou regularidade no último fim de semana, fez duas ótimas regatas neste domingo. Com um terceiro, um décimo segundo e um quarto lugar, terminou a primeira etapa da Copa Suzuki Jimny na décima posição, somando 64 pontos perdidos.

“Nossa equipe está em processo de evolução. O objetivo é ser mais regular e isso só aparece com entrosamento e treinos. Na próxima podemos conseguir resultados melhores, já que o barco está rápido”, analisou Alexandre Wissenbach, comandante do SER Glass Quattro, que também teve Wallace Athie, Wagner Bojlesen e José Bispo dos Reis nas regatas deste domingo.

Classificação da HPE – após nove regatas, com um descarte
1- Bond Girl (Rick Wanderley) – 15 pontos perdidos (1+3+[9]+1+1+1+5+2+1)
2- SER Glass Eternity (Marcelo Bellotti) – 33 pp ([10]+10+4+6+2+3+2+1+5)
3- Take Ashauer (Marcos Ashauer) – 38 pp (3+7+2+2+4+7+6+[11]+7)
4- Ginga (Breno Chvaicer) – 39 pp (8+1+3+7+6+4+8+[9]+2)
5- Avantto (Dario Galvão) – 39 pp (5+6+5+3+5+[17]+1+6+8)

Da Local Assessoria

Veja as fotos do Sul-Americano de Star em Angra dos Reis (Por Fred Hoffman)

Este slideshow necessita de JavaScript.

Kamikaze XI conquista o tricampeonato da 18ª Copa Cidade de Porto Alegre

Comandante Hilton Piccolo, do Clube dos Jangadeiros, ficou com o título da competição pela terceira vez seguida

Os velejadores porto-alegrenses se reuniram neste fim de semana no Guaíba para disputar umas das mais tradicionais competições de vela de oceano do Rio Grande do Sul, a Copa Cidade de Porto Alegre. Criada em 1995 em uma homenagem do Clube dos Jangadeiros à Capital Gaúcha, o evento está na sua 18ª edição e este ano reuniu mais de uma centena de competidores e 46 barcos, vindos dos principais clubes náuticos da cidade, como Clube dos Jangadeiros (o anfitrião do evento), Veleiros do Sul, Iate Clube Guaíba e Sava Clube.

Depois de dois dias de provas, o grande campeão foi conhecido no da tarde de domingo (25). Como aconteceu em 2010 e 2011, o Kamikaze XI, do comandante Hilton Piccolo, ficou com o título na classe BRA RGS, a principal do campeonato. O segundo colocado foi o Noa Noa II, de Leonardo Gomes. Os dois barcos fizeram uma dobradinha do Clube dos Jangadeiros, que ainda ficou com os títulos da Regata em Solitário, do Velejaço e da classe Microtoner 19.

Confira os campeões da 18ª Copa Cidade de Porto Alegre:
BRA RGS
Kamikaze XI – Hilton Piccolo – Clube dos Jangadeiros

J/24
Tango – Alex Luiz – Veleiros do Sul

Microtoner 19
Thermopylae – José Antônio Torelly Campello – Clube dos Jangadeiros

Velejaço
Boa Vida IV – Marcelo Bernd – Clube dos Jangadeiros

Regata em Solitário
Boa Vida IV – Marcelo Bernd – Clube dos Jangadeiros

Da assessoria do Jangadeiros

 

Vídeo: Kaikias é fita-azul na regata Cidade de Florianópolis

Vídeo: Isaf testa multicascos para os Jogos Olímpicos do Rio 2016

%d blogueiros gostam disto: