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Predro Zonta começa o Sul-Americano de OP em quarto lugar

Começou neste domingo em San Isidro, na Argentina, o Sul-Americano de Optimist. Depois de três regatas o líder da competição é o argentino Tomas di Luciano. Pedro Zonta é o melhor brasileiro na 4ª colocação. A competição segue até o próximo dia 8.

Confira abaixo como estão os brasileiros após três regatas:     

4º Pedro Zonta
16º Pedro Luiz Corrêa
24º Leonardo Lombardi
35º Gabriel Elstrodt
40º Thiago Ribas
43º Luiza Cruz
44º Maria Luiza Rupp
49º Luis Dotta
51º Michel Durieux
69º Júlia Correia
73º Gustavo Abdulklech
79º Vitor Abreu
83º Paola Berenhauser
94º Ricardo Luz Bittencourt
98º Rodrigo Luz

Russos vencem etapa portuguesa do Tour de RC44

Terminou neste domingo a segunda etapa do Tour 2012 da classe RC44. O evento aconteceu em Cascais, Portugal, e reuniu 15 equipes. Depois de 11 regatas o título da competição ficou com os russos do Katusha. Já na disputa do Match Race quem venceu foi a também russa Synergy Russian Sailing Team. Após dois eventos os líderes são os ingleses do Team Aqua.

Largada da Global Ocean Race em Punta Del Este é adiada para esta segunda-feira

A largada da quarta perna da Global Ocean Race teve que ser adiada em 24 horas por conta de um atraso com o container que carregava as velas reserva e os mantimentos das equipes que participam da competição. Com isso, ao invés de largarem às 15h, horário local, deste domingo, as seis duplas a bordo de seus Classe 40 largarão às 15h desta segunda-feira rumo a Charleston, nos Estados Unidos.

Confira abaixo a lista dos tripulantes para esta etapa:
Cessna Citation: Conrad Colman (NZL) e Scott Cavanough (AUS)
Financial Crisis: Marco Nannini (ITA) e Sergio Frattaruolo (ITA)
Phesheya-Racing: Nick Leggatt (RSA) e Phillippa Hutton-Squire (RSA)
Sec. Hayai: Nico Budel (NDL) e Erik van Vuuren (NDL)
Buckley Systems: RTD
Campagne de France: DNS

Volvo Ocean Race: Puma vira líder da etapa, mas faz match race com Groupama até Itajaí

Diferença entre os líderes da perna é menor do que seis milhas náuticas após 5.604 milhas (10.300 quilômetros). Abertura da Vila da Regata ao público será na quarta-feira

Itajaí (SC) – Após mais de 5.604 milhas náuticas velejadas (10.300 quilômetros), o duelo entre Puma e Groupama na parte final da perna entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (Brasil) da Volvo Ocean Race pode ser classificado como match race. Com diferença entre eles de seis milhas (11 quilômetros), ainda é impossível afirmar quem será o primeiro a chegar ao litoral catarinense. A previsão de chegada em Itajaí, único porto da América Latina desta edição, é sábado (7). A Vila da Regata catarinense, que será o coração da Volvo Ocean Race durante 19 dias, será aberta na quarta-feira (4 de abril).

A disputa barco contra barco pela ponta é travada na costa argentina. As palavras do comandante do Puma, Ken Red, mostram a intensidade do duelo: “A regata será decidida nos últimos 250 quilômetros”. Os norte-americanos tomaram a liderança neste domingo (1) e devem chegar até o fim da semana em Itajaí, após 21 dias de aventuras por mares gelados e perigosos, incluindo a travessia pelo Cabo Horn.

“Atravessamos o Oceano Austral com várias tempestades. Não poderíamos imaginar que, depois disso, ainda teríamos uma corrida apertada com diferença de até 200 metros em alguns pontos. Se falássemos isso quando a perna começou, pareceríamos loucos”, acrescenta Ken Red, comandante do veleiro norte-americano. “Esse duelo é ótimo para a vela e para os fãs, mas terrível para a minha úlcera”.

Ataques e fugas são preparadas a todo momento, já que o vencedor somará importantes 30 pontos para a tabela. “Queremos os pontos para que possamos ter a chance de roubar a liderança do Telefónica”, conta Damian Foxall, timoneiro do Groupama.

Por sinal, o Telefónica, terceiro colocado, já passou pelo temido Cabo Horn, depois de fazer reparos no barco no último sábado (31). A chance de encostar nos líderes e vencer a perna, no entanto, é quase nula pela distância superior a 250 milhas náuticas. “Os ponteiros estão ainda muito longe. Os últimos também (Camper e Abu Dhabi). O terceiro lugar parece mais realista, mas tudo pode acontecer. Temos que continuar correndo duro e cortando as milhas”, relata Íker Martínez, que conta com o brasileiro Joca Signorini como tripulante no veleiro espanhol.

Da ZDL de Comunicação

Vídeo: Nápoles se prepara para receber a ACWS

Marinha americana faz operação de resgate de barco da Clipper Race

Quatro tripulantes do veleiro Geraldton Western Australia, que disputa a regata de volta ao mundo Clipper Race, se machucaram na etapa entre China e Estados Unidos e tiveram que ser socorridos pela Marinha americana. Dois destes tripulantes já estão a bordo de um navio da Marinha, que segue em direção a Baía de São Francisco. A médica Jane Hitchens, 50, está com duas costelas quebradas e recebendo oxigênio, enquanto o engenheiro de software Nick Brbora, 29, pode ter fraturado a pélvis. Já o fazendeiro Max Wilson,62, que também está com duas costelas quebradas, e Mark Burkes, 47, que estava no leme na hora do incidente e possui uma fratura nas costas, ainda estão a bordo do veleiro.

Equipe brasileira de vela enfrenta melhores do mundo em Palma de Maiorca

Troféu Princesa Sofia, na Espanha, define dupla olímpica da classe 470 feminina e é o primeiro teste da vela verde-amarela na Copa do Mundo da Isaf desde a definição do time olímpico

São Paulo (SP) – A Equipe Brasileira de Vela terá, a partir desta segunda-feira, seu primeiro grande teste desde a seletiva olímpica nacional, realizada em Búzios, em fevereiro. Dos 15 membros do time, 13 disputam o 43º Troféu S.A.R. Princesa Sofía, em Palma de Maiorca, na Espanha, a primeira etapa europeia da Copa do Mundo de vela da Isaf (Federação Internacional de Vela).

“Esse é o primeiro campeonato da temporada europeia e é uma boa chance de mostrar a boa preparação que estamos fazendo contra os melhores velejadores do mundo”, diz Ricardo Baggio, superintendente da CBVM (Confederação Brasileira de Vela e Motor).

A entidade, em parceria com o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), levou a equipe quase completa para a Espanha (abaixo, mais detalhes sobre cada classe). Os velejadores contarão com uma equipe multidisciplinar a dispor, com fisioterapeuta e consultor de regras. O Brasil tem vaga garantida em sete das 10 classes e poderá confirmar mais duas, na 470 masculina e na 49er. Apenas o Match Race feminino está fora.

Laser Radial (11 regatas programadas)
A representante brasileira na classe Laser Radial é Adriana Kostiw, que já garantiu a vaga olímpica. Após superar os problemas de transporte causados pela greve geral na Espanha, ela terá a chance de encarar as melhores do mundo em sua categoria. São 92 inscritas, incluindo a campeã mundial Marit Bouwmeester, da Holanda, e a número 1 do ranking mundial, Evi Van Acker, da Bélgiva.

Laser (11 regatas programadas)
A classe Laser conta com a maior flotilha do Princesa Sofia, com 148 inscritos. Dos dez líderes do ranking mundial, oito estarão competindo em Palma. Um deles é o catarinense Bruno Fontes, número 4 do mundo. “Os resultados da temporada, até agora, têm sido excelentes. Subi ao pódio em todos os eventos que disputei. Espero continuar essa sequência”, fala Bruno.

Finn (11 regatas programadas)
Mais jovem da equipe brasileira, com 19 anos, Jorge Zarif é o 40º colocado do ranking mundial. Na Espanha, ele vai competir com outros 57 velejadores da classe Finn, incluindo o campeão mundial Giles Scott e o tricampeão olímpico (e atual campeão da Copa do Mundo de vela) Ben Ainslie, ambos do Reino Unido, e o vice-campeão mundial, Pieter Jan Postma, da Holanda.

470 feminino (11 regatas programadas)
Para o Brasil, a classe 470 feminina é a mais importante do Troféu Princesa Sofia: nas águas espanholas acontecerá a definição da dupla classificada para os Jogos Olímpicos de Londres, que irá defender o inédito bronze de Pequim/2008. Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e Martine Grael/Isabel Swan estão empatadas no processo de classificação olímpico e a dupla que ficar na frente em Palma garante lugar em Londres/2012. A classe terá 53 participantes.

470 masculino (11 regatas programadas)
Os integrantes da equipe brasileira de vela são Fábio Pillar e Gustavo Thiesen, mas o Brasil ainda não tem a vaga olímpica. Os dois vão usar a competitividade de Palma, em que estarão competindo os números 1 do mundo, Mathew Belcher e Malcolm Page, da Austrália, e os vice-líderes da Copa do Mundo, Stuart Mcnay e Graham Biehl, dos EUA, para treinar para a última chance de classificação para Londres: o mundial da classe, em Barcelona, a partir do dia 10 de maio, em que sete vagas olímpicas estarão em disputa.

49er (16 regatas programadas)
A classe 49er está na mesma situação da 470 masculina: ainda sem vaga, os integrantes da equipe brasileira, André Fonseca e Marco Grael, estão na reta final de preparação para o Mundial da classe, em maio, em Zadar, na Croácia, que define as últimas quatro vagas para Londres/2012. Na Espanha, a dupla brasileira terá a chance de enfrentar os líderes e vice-líderes do ranking mundial, Nico Delle-Karth e Nikolaus Resch, da Áustria, e Allan Norregaard e Peter Lang, da Dinamarca, além dos atuais campeões em Palma, Manu Dyen e Stephane Christidis, da França.

Star (11 regatas programadas)
Na classe Star, o Brasil entra como favorito, graças ao bom momento da dupla Robert Scheidt e Bruno Prada. Líderes do ranking mundial, os dois venceram todos os campeonatos que competiram na temporada. “Já lido com o favoritismo há muito tempo, desde a época da Laser. Não é novidade”, afirma o bicampeão olímpico Robert Scheidt. Na Espanha, os dois terão pela frente um novo duelo com os campeões olímpicos Iain Percy e Andrew Simpson, do Reino Unido, atuais campeões, também, do Princesa Sofia.

RS:X masculino e feminino
Os dois representantes da prancha a vela na equipe brasileira, Ricardo Winicki e Patrícia Freitas, disputaram o mundial da categoria, em Cadiz, também na Espanha, que terminou neste domingo. Bimba terminou em 76º lugar e Patrícia, em 31º.

Da ZDL de Comunicação

Após parada para consertar a proa, Telefónica já está de volta a VOR

Depois de 17 horas parado no cabo Horn, o Telefónica já está de volta à Volvo Ocean Race, a 243 milhas dos primeiros colocados. E a briga pela liderança nunca esteve tão acirrada. Depois de 15 dias no mar o líder Groupama e o segundo colocado Puma estão praticamente no visual um do outro, separados por apenas 1,5 milha. Os dois terão ainda mais 1000 milhas pela frente antes de chegar a Itajaí, SC.

Enquanto isso, o Camper, quarto colocado, segue para Puerto Montt, no Chile, também para consertar o barco, avariado por conta dos mares do sul. Já o Abu Dhabi, que colocou 30 parafusos para reforçar o casco enquanto velejava, ocupa a quinta colocação, a mais de 1800 milhas dos líderes.

Vídeo: Groupama e Puma cruzam o Cabo Horn

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