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Emoção compartilhada. Depoimento de Fernanda Oliveira sobre a classificação para Londres

Fernandinha vai para sua quarta olimpíada.

Planejamos chegar em Palma com bastante antecedência, treinamos desde o dia 09/março com as Italianas e Espanholas. Depois disso corremos um campeonato pequeno entre os dias 15 e 18 que serviu como um treino. Nesse evento vimos que estávamos bem preparadas, finalizando em 2 lugar, entre as 26 tripulações femininas.

As regatas que tivemos durante essa última semana foram regatas diferentes, pois tínhamos um objetivo maior que era  vencer a outra dupla brasileira. Tivemos um início brilhante, com um 7 e 3 no primeiro dia, esse era o nosso objetivo, iniciar bem, tentando andar pra frente sem pensar muito na disputa nacional.

Depois disso, nos dias seguintes tivemos que lidar com os altos e baixos dos resultados que obtínhamos com condições de vento fraco, tentando velejar “cuidando de outro barco”. Foram dias muito duros, de resultados instáveis. Conseguimos nos manter sempre na frente na súmula e acredito que isso também foi muito importante.

Hoje seria o dia decisivo, tínhamos uma situação relativamente confortável, com uma vantagem de 23 pontos, mas numa flotilha de 52 barcos isso acaba não sendo grande coisa. O dia amanheceu ventoso, conseguimos nos preparar da melhor forma possível, vale ressaltar a experiência do Paulinho, nosso técnico, que soube nos orientar e ajudar nos ajustes do barco, fazendo com que tivéssemos um barco bem competitivo.

Os nossos resultados de hoje além de muito positivos por terem garantido a nossa vaga, nos fazem acreditar mais ainda no nosso potencial também no vento forte.

Poder representar o Brasil pela quarta vez em uma Olimpíada me traz grande satisfação! Ana, Paulinho e eu estamos muito felizes pelo objetivo alcançado. A entrada da Ana na equipe foi fundamental! Apesar de jovem, mostrou muita maturidade nos momentos decisivos. Seguiremos até 2016!

Foi muito importante poder contar com o apoio da CBVM e COB, juntamente com os patrocinadores Bradesco e Sul América, fazendo com que tivéssemos uma estrutura completa. Vale lembrar que pelo critério da CBVM, como havia duas tripulações disputando a vaga, ambas tiveram total e mesmo apoio para esse evento. Isso mostra que o Brasil está evoluindo como uma potência no esporte olímpico.

Abraço,

Fernanda

Puma vence o Match Race contra o Telefónica

Apenas 12 minutos e 38 segundos separaram o campeão Puma do Telefónica na etapa mais dura da Volvo Ocean Race. Os dois foram os únicos sobreviventes da fúria dos mares do sul. Como segundo lugar, o Telefónica amplia ainda mais a liderança geral da competição. O Groupama, que quebrou o mastro no través de Punta del Este e parou na cidade uruguaia para tentar consertar e voltar para a regata, já está se dirigindo a Itajaí pelo mar para assim garantir os pontos da etapa na classificação gera;.

Esta etapa foi excepcional para os espanhóis. A equipe de Íker Martinez começou atrás e foi obrigada a fazer uma parada de 12h no cabo Horn para consertar a delaminação da proa, causada por uma forte onda. Quando voltaram para a regata estavam a400 milhasdos líderes e, pouco a pouco, conseguiram se recuperar e, com a quebra do Groupama, esta diferença chegou a1,5 milhapara o Puma.

A próxima etapa da regata larga no dia 22 rumo a Miami, nos EUA. No dia 21 acontece a regata inport.

Vinte e cinco mil pessoas acompanham a chegada dos barcos da VOR em Itajaí

Puma ganha trecho mais longo da regata de Volta ao Mundo com a incrível diferença de apenas 12 minutos para os espanhóis. Público se emociona com chegada de Joca Signorini, do Telefónica, segurando a bandeira do Brasil

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Itajaí (SC) – A perna mais difícil e apertada da história da Volvo Ocean Race merecia uma chegada apoteótica em Itajaí. E foi isso que ocorreu nesta sexta-feira (6). A quinta etapa da Regata de Volta ao Mundo foi vencida pelo Puma após quase 20 dias de travessia desde Auckland (Nova Zelândia) e mais de 12 mil quilômetros velejados. 12 minutos e 39 segundos depois, no melhor estilo match race, foi a vez do Telefónica aparecer nas margens do Rio Itajaí Açu para a alegria das 25 mil pessoas que esperavam ansiosamente pelos barcos desde o início da manhã na Vila da Regata e nos moles. A bordo do veleiro espanhol, Joca Signorini fez a festa com bandeira do Brasil nos ombros.

“Foi uma das maiores emoções da minha vida. Mesmo chegando em segundo, ouvir toda essa galera gritando meu nome é muito motivador. Me sinto feliz e esse momento é inesquecível. Me sinto em casa”, comemora Joca Signorini. O Telefónica lidera a Volvo Ocean Race com 147 pontos. O Puma está em segundo com 113.

O resultado era imprevisível até o Puma cruzar a linha de chegada no Farol do Mole depois de 19 dias, 18 horas e 9 minutos. Todos esperavam a chegada em Itajaí às 8h, mas a falta de ventos na passagem por Florianópolis atrasou em quase 10 horas o fim da aventura. Os norte-americanos comandados por Ken Read venceram uma etapa pela primeira vez nessa edição, mas a conquista foi suada. Desde a quinta-feira, os espanhóis do Telefónica tentavam ultrapassar tirando a diferença milha a milha.

“Foi duro sustentar essa vantagem pelo trabalho do Telefónica. É o caminho mais difícil da regata e chegar ao Brasil com essa recepção calorosa. Eu nunca vi isso na minha vida. Nós passamos por vários pontos complicados com ventos na cara e frio, agora é comer uma refeição quente e tomar uma cerveja”, relata o comandante Ken Read, experiente velejador de quatro edições da Volvo Ocean Race. A tripulação passará por um check up médico depois da aventura. “Foi a perna mais difícil que corri”.

Ken Read elogia a atuação do Telefónica na regata. Os espanhóis foram obrigados a parar no Chile para fazer reparos no casco e tiraram uma diferença superior a 500 quilômetros em menos de cinco dias. Com a palavra, o líder do barco espanhol confiante depois dessa recuperação. “Fizemos uma estratégia correta e contamos com a sorte. Vamos recuperar as forças e tentar vencer a Regata do Porto de Itajaí para presentear esse público que nos recebeu de maneira espetacular”, conta Íker Martinez.

A festa em Itajaí, que estreia como cidade-sede da Volvo Ocean Race, teve a participação do prefeito Jandir Bellini, que premiou os velejadores campeões com uma cachaça local e uma medalha do campeonato. Mais de 60 embarcações acompanharam a chegada dos barcos.

Coletiva dos brasileiros da Volvo Ocean Race – Os brasileiros do Telefónica, Joca Signorini e Horácio Carabelli, participarão neste sábado, às 15h, de uma coletiva de imprensa no auditório do Centreventos, na Vila da Regata, para contar as aventuras e os próximos passos do time espanhol na competição. Joca irá para a Suécia no domingo (8) para visitar sua filha recém-nascida.

A volta do Groupama – O público de Itajaí pode se preparar para a chegada de mais um veleiro nos próximos dias: o Groupama deve cair na água nas próximas horas. Os franceses estavam na ponta quando o mastro quebrou e atrapalhou o sonho da conquista de mais uma etapa (o time venceu a quarta perna). O ágil trabalho da equipe de terra em Punta del Este, no Uruguai, colocou os europeus na rota outra vez e a equipe será a terceira a cruzar a linha de chegada somando 20 pontos. Enquanto o time volta navegando com um mastro improvisado (fortuna), o novo equipamento está a caminho de caminhão, com direito a escolta da Polícia Federal pela BR-101.

Camper pode retornar neste sábado – O barco de bandeira espanhola e neozelandesa deve sair da Purto Montt, no Chile, neste sábado e seguir viagem até Itajaí. O trabalho de reparação começou no meio da semana liderado por Neil Coz, com a ajuda do local Stephano Beltrando. Em terceiro lugar na classificação geral, o barco vermelho precisa somar 15 pontos válidos para a quarta colocação e continuar na caça ao Telefónica. Se optar por vir de cargueiro, fica sem a pontuação.

“O estado do barco era muito melhor do que eu esperava. Pelas fotos, os danos pareciam piores”, conta Neil Cox, agradecendo a ajuda da comunidade de Puerto Montt no processo. “É um pequeno tesouro chileno esse lugar”.

Abu Dhabi segue no cargueiro – Nada de velas ao mar. Depois da segunda quebra nesta perna, os árabes são rebocados até Itajaí em um cargueiro e a tripulação deverá chegar ao litoral catarinense nos próximos dias de avião. Os integrantes da equipe de terra devem trabalhar na embarcação apenas no dia 16 e tentar deixar tudo pronto para a Regata do Porto.

“A segurança da nossa equipe sempre foi o prerrogativa primordial. Exploramos todas as opções, mas fomos obrigados a abandonar. Agora é focar em Itajaí”, diz Dayne Lim, diretor do Abu Dhabi.

Da ZDL de Comunicação

Vídeo: Joca fala sobre a etapa Auckland – Itajaí

Foto: Groupama para em Punta del Este para consertar o mastro

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Brasileiros dominam as seis primeiras colocações do Sul-Americano de Snipe

Começou na última quarta-feira em Manta, no Equador, o Sul-Americano de Snipe. O Brasil tem seis representantes, que ocupam as seis primeiras colocações, depois de seis regatas. Mario Tinoco e Matheus Gonçalves são os lideres, seguidos por Alexandre Tinoco e Gabriel Borges, Rafael Gagliotti e Henrique Wisniewski, Fipa Linhares e Alex Juk, Juliana Mota e Larissa Juk e Felipe e Victor Sabino. No total 13 barcos participam da competição.

Regata Boat Show acontece no próximo dia 15

No próximo dia 15 de abril acontece no Rio de Janeiro a tradicional regata Rio Boat Show para Oceanos e Monotipos. A inscrição é gratuita e deve ser feita no site do evento.

ACWS: Energy Team e Oracle Racing fazem acordo para troca de informações tecnológicas

A Copa América está mesmo virando uma bagunça. Com a decisão do Oracle Racing de optar por multicascos de vela rígida para a competição, já era sabido que os americanos teriam uma grande vantagem por já terem usado este tipo de equipamento na edição anterior da regata. E agora quem sabe um pouco mais está querendo dividir com quem sabe um pouco menos. Pelo menos esta foi a idéia do Luna Rossa e do ETNZ quando fizeram um acordo para dividir informações de design em dezembro de 2011.

Mas, em janeiro deste ano o Artemis entrou com uma ação na justiça alegando que este acordo ia contra o protocolo e venceu, proibindo as equipes de trocar informações como queriam.

Esta semana, no entanto, o Oracle Racing e o Energy Team também fizeram um acordo, que diminuiria o custo de pesquisa e desenvolvimento dos franceses. Eles foram os quintos a mostrar interesse em construir o AC72, barco que será usado na Copa América.

“Este acordo irá mudar muita coisa para nós e há três conseqüências imediatas. Primeiro ele irá economizar o nosso tempo em pesquisa e desenvolvimento em comparação com os times de ponta, alguns dos quais já estão trabalhando em seus projetos há mais de dois anos. Se fizemos isso, seremos capazes de atingir a última fase que é construir um barco com um desempenho muito bom. Para terminar, a economia de tempo e dinheiro que seriam gastos em desenvolvimento e pesquisa significa que podemos oferecer o nosso projeto a parceiros com os quais estamos conversando e garantir um projeto competitivo  em termos de comunicação e retorno de investimento”, disse Bruno Peyron.

 

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan garantem a vaga para as Olimpíadas de Londres

Nas demais classes, Scheidt e Prada viram líderes da classe Star e Bruno Fontes confirma recuperação e vai disputar a Medal Race da Laser no Troféu Princesa Sofia

São Paulo (SP) – As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan não conseguiram a classificação para a Medal Race do 43º Troféu Princesa Sofia Mapfre, mas saíram da água neste sábado comemorando. Elas terminaram no 11º lugar, cinco posições à frente das cariocas Martine Grael e Isabel Swan, e garantiram a classificação para os Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. Além da definição olímpica na classe 470, a Equipe Brasileira de Vela ainda comemorou a performance de Robert Scheidt e Bruno Prada, que assumiram a liderança da classe Star, e de Bruno Fontes, que se recuperou e vai disputar a Medal Race da Laser.

A competição em Palma de Maiorca era o tie-breaker da disputa entre as duas duplas da classe 470 feminina. O processo de classificação para Londres/2012 começou no Mundial de Perth, no fim do ano passado. Na Austrália, Martine e Isabel foram melhor, terminaram em oitavo lugar e saíram na frente. O empate veio na Semana Brasileira de Vela, em Búzios, em fevereiro, em que Fernanda e Ana venceram todas as regatas.

No desempate, na Espanha, Fernanda e Ana lucraram com a preparação específica para o torneio que fizeram. “Planejamos chegar em Palma com bastante antecedência, treinamos desde o dia 9 de março com as italianas e espanholas. Depois disso, corremos um campeonato pequeno, entre os dias 15 e 18, que serviu como um treino. Nesse evento, vimos que estávamos bem preparadas, finalizando em 2º lugar entre as 26 tripulações femininas”, lembra Fernanda.

Conhecendo bem a raia, as gaúchas partiram na frente no campeonato, abrindo vantagem nos primeiros dias. A partir do terceiro, porém, Martine e Isabel se recuperaram, chegaram a vencer uma regata e acirraram a disputa. “As regatas que tivemos durante essa última semana foram diferentes, pois tínhamos um objetivo maior, que era vencer a outra dupla brasileira. Tivemos um início brilhante, com um 7º e um 3º no primeiro dia. Esse era o nosso objetivo: iniciar bem, tentando andar na frente sem pensar muito na disputa nacional. Depois disso, nos dias seguintes tivemos de lidar com os altos e baixos dos resultados que obtínhamos com condições de vento fraco, tentando velejar ‘cuidando de outro barco’. Foram dias muito duros, de resultados instáveis. Conseguimos nos manter sempre na frente na súmula e acredito que isso também foi muito importante”, lembra Fernanda.

Nesta sexta-feira, a vaga das gaúchas veio com um sexto e décimo lugares, contra um terceiro e um 11º lugares das rivais. “Hoje (sexta-feira) era o dia decisivo. Tínhamos uma situação relativamente confortável, com uma vantagem de 23 pontos, mas numa flotilha de 52 barcos isso acaba não sendo grande coisa. O dia amanheceu ventoso, conseguimos nos preparar da melhor forma possível. Vale ressaltar a experiência do Paulinho (Paulo Ribeiro), nosso técnico, que soube nos orientar e ajudar nos ajustes, fazendo com que tivéssemos um barco bem competitivo. Os nossos resultados de hoje, além de muito positivos por terem garantido a nossa vaga, nos fazem acreditar mais ainda no nosso potencial também no vento forte”.

Com a vitória em Palma, Fernanda se classifica para mais uma Olimpíada. Ela é veterana de três edições dos Jogos e, na Inglaterra, vai defender a medalha de bronze que conquistou em Pequim. Em 2008, ao lado de Isabel Swan, que se tornou sua rival no novo ciclo olímpico, ela foi a primeira mulher brasileira a subir no pódio olímpico em competições de vela. “Poder representar o Brasil pela quarta vez em uma Olimpíada me traz grande satisfação. Ana, Paulinho e eu estamos muito felizes pelo objetivo alcançado. A entrada da Ana na equipe foi fundamental. Apesar de jovem, mostrou muita maturidade nos momentos decisivos. Seguiremos até 2016. Foi muito importante poder contar com o apoio da CBVM e COB, juntamente com os patrocinadores Bradesco e Sul América, fazendo com que tivéssemos uma estrutura completa. Vale lembrar que pelo critério da CBVM, como havia duas tripulações disputando a vaga, ambas tiveram total e mesmo apoio para esse evento. Isso mostra que o Brasil está evoluindo como uma potência no esporte olímpico”.

Scheidt e Prada correm Medal Race como líderes – Já com a sua vaga em Londres/2012 garantida, Robert Scheidt e Bruno Prada assumiram, no último dia antes da Medal Race, a liderança da classe Star. Invictos desde o ano passado, os dois venceram uma regata e terminaram em nono lugar na outra e somam, agora, 58 pontos perdidos. A pontuação é a mesma dos neozelandeses Hamish Pepper e Jim Turner, os novos vice-líderes. Os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson, que passaram os últimos dias na primeira posição, caíram para o quarto lugar (63), atrás também dos franceses Xavier Rohart e Pierre Ponsot (61). Com esses resultados, a regata final da Star promete ser emocionante, com os sete primeiros colocados ainda com chance de vencer o campeonato.

Na classe Laser, o catarinense Bruno Fontes confirmou sua reação dentro do Princesa Sofia. Depois de sofrer com os ventos fracos no início do torneio, o brasileiro se recuperou assim que a flotilha foi dividida e ele passou a velejar no Grupo Ouro, que reuniu os principais laseristas de Palma. Nas quatro regatas que seguiram, sua pior colocação foi um 11º lugar. Com isso, ele terminou 94 pontos perdidos, mas sem chance de chegar ao pódio.

“O nível aqui em Palma está muito alto, com velejadores de todo o mundo. O vento fraco deixou as regatas muito imprevisíveis e os resultados mostram isso. O importante é que, nos dias finais, eu consegui me recuperar e atingi o meu objetivo, que era chegar até a Medal Race”, analisa Bruno.

Nas demais classes, mais uma vez Jorge Zarif se destacou na Finn. Ele terminou a competição em 25º lugar, com 202 pontos perdidos. Mais jovem da equipe e classificado para os Jogos Olímpicos de Londres, com 19 anos, ele terminou três das últimas cinco regatas entre os dez primeiros, incluindo um quinto lugar nesta sexta.

Na Laser Radial, Adriana Kostiw, que vai à Londres/2012, terminou em 76º lugar, atrás também brasileira Maria Crstina Boabaid, em 67º (177). Na 470 masculina, Fabio Pillar e Gustavo Thiesen terminaram em 33º (192) – Carlos Wanderley e Nicolas Castro foram os 91º (356). Na 49er, André Fonseca e Marco Grael fecharam o campeonato em 48º lugar (236).

“Ficar na série ouro já era pra ser uma constante no nosso nível de treinamentos e conhecimento, mas às vezes algumas infelicidades nos tiram essa oportunidade. Dessa vez conseguimos controlar as situações que poderiam virar armadilhas. Na flotilha ouro, aproveitamos o confronto com os melhores para fazer algumas experiências em termos de regulagens, para equilibrar nossa velocidade e melhorar nossas chances de classificação olímpica”, completa Fabio Pillar.

Resultados dos brasileiros no Troféu Princesa Sofia:
(Posição geral – Nome – Pontuação total – Pontuação por regata)

Laser Radial 
69º Maria Cristina Boabaid – 209 (26 + 30 + 46/DNF* + 22 + 38 + 28 + 28 + 20 + 32)
72º Adriana Kostiw – 220 (40 + 29 + 27 + 46/OCS* + 46/DNC + 46/DNC + 8 + 21 + 3)

Laser
10º Bruno Fontes – 94 (21 + 13 + 4 + 7 + 22* + 15 + 11 + 6 + 7 + 10)
100º Alex Veeren – 195 (32 + 47/DNC* + 36 + 25 + 40 + 19 + 4 + 24 + 15)

470 masculino
33º Fabio Pillar e Gustavo Thiesen – 192 (28 + 33 + 15 + 21 + 19 + 19 + 10 + 46* + 30 + 18) 

91º Carlos Wanderley e Nicolas Castro – 356 (37 + 30 + 43 + 28 + 35 + 41 + 47/DNC + 47/DNC* + 47/DNC + 47/DNC)

470 feminino
11º Fernanda Oliveira e Ana Barbachan – 114 (7 + 3 + 2 + 29 + 27 + 11 + 18 + 38* + 6 + 10)
16º Martine Grael e Isabel Swan – 134 (14 + 32 + 5 + 28 + 10 + 1 + 53/BFD* + 30 + 3 + 11)

49er
48º André Fonseca e Marco Grael – 236 (20 + 29* + 24 + 6 + 21 + 22 + 26 + 19 + 28 + 27/BFD + 3 + 27/DNC + 13)

Finn
25º Jorge Zarif – 202 (28 + 27 + 58/DNF* + 34 + 40 + 8 + 9 + 30 + 20 + 5) 

54º Arthur Lopes – 442 (49 + 50 + 52 + 50 + 56* + 53 + 44 + 52 + 44 + 49)

Star
1º Robert Scheidt e Bruno Prada – 58 (14 + 10 + 3 + 4 + 7 + 5 + 5 + 17* + 1 + 9)

Em negrito, membros da Equipe Brasileira de Vela

Da ZDL de Comunicação

Endinburg Inspiring Capital troca tripulante na Clipper Race

O italiano Flavio Zamboni será o novo tripulante do Endinburg Inspiring Capital na dispta da Clipper Race. O velejador, que vive em Southampton, na Inglaterra, tem uma grande experiência em regatas, tendo vencido a RORC Caribbean 600 em 2009, quando a regata foi criada. Ele substituirá o skipper Gordon reid, que teve problemas pessoais.

A flotilha da Clipper Race está em Oakland, EUA, e terá o Panamá como seu próximo destino.

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