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Entrevista com a jovem revelação do Windsurfe Mateus Isaac

O currículo é de atleta experiente, mas Mateus Isaac tem apenas 18 anos. O jovem velejador de Fórmula Windsurf conquistou os principais títulos internacionais da classe, na divisão Youth, para quem tem até 20 anos, dentre eles o Mundial e o Sul-Americano. Com DNA de campeão – Mateus é filho de Beto Isaac, bi-vice-campeão mundial máster – ele agora está focado em conquistar o World Formula Windsurfing, que acontecerá na Dinamarca.

Confira abaixo a entrevista de Mateus:

Qual foi o seu primeiro campeonato?

Participei do meu primeiro campeonato quando eu tinha uns 12 anos. Foi uma regata em Araruama, no Rio de Janeiro, uma etapa do campeonato carioca. A regata era só para adolescentes, avançava nem 50 metros da praia, nem isso talvez, uns 30 metros. Mas já deu para sentir o clima de um campeonato.

Quais são  os atletas do Windsurf que você admira e se espelha?

Entre os atletas brasileiros, tenho uma grande admiração pelo Paulo dos Reis, líder do ranking mundial no ano passado, também pelo Willhelm Schurmann, que é um dos atletas brasileiros que mais viaja participando de campeonatos, mas claro que me espelho no meu pai. Lá fora admiro o francês, Antoine Albeau, 19 vezes campeão mundial entre as diversas categorias, e o americano Robby Naish, um dos melhores de todos tempos. Como o Pelé é para o futebol, o Robby é para o Windsurf.

Quais seus objetivos com Windsurf para este ano?

Quero no mínimo manter os resultados do ano passado. Estou treinando muito para conquistar o campeonato do World Formula Windsurfing in Skive, na Dinamarca, que no ano passado cheguei ao segundo lugar e neste ano pretendo conquistar a liderança.

O que um atleta de Windsurf deve ficar antenado nos campeonatos?

Durante cada campeonato há muito aprendizado com as trocas de experiências e observando muito. Durante todo o campeonato você consegue ver o que cada um está fazendo, que equipamento está usando, que técnicas. E não só na água, mas nos bastidores também. Na internet, em casa, você vê só o resultado final. Mas há mais do que isso. O atleta que não participou porque teve problemas com o material, o outro que estava bem, mas foi prejudicado por um outro motivo. As trocas de experiência entre os atletas nem sempre são possíveis. Fica mais na observação. Disputando as mesmas provas ele não vai contar seus segredos de sucesso, entre os atletas amigos isso já acontece.

Como é sua rotina de treino?

Como moro em São Paulo, treino aos finais de semana, revezando entre Ilhabela ou Florianópolis.  Além do treino de Windsurf, também pratico musculação durante a semana, pois ajuda a ganhar força e resistência. Na praia, sempre treino com o meu pai. Sempre que estou em Ilhabela também aproveito para treinar com o Paulo dos Reis, que foi líder no ranking mundial no ano passado.

Além disso, há sempre um estudo em casa também com vídeos e acompanhando os sites dos principais profissionais do Windsurf que costumam dar dicas e trocar algumas experiências.

Como você vê o Windsurf no cenário brasileiro e internacional?

Um esporte em potencial, mas pouco divulgado ainda. Com a costa brasileira que temos e ventos sempre constantes, principalmente no nordeste, era para ter muito mais praticantes do esporte. O Windsurf é um esporte caro de praticar e a falta de apoio e patrocínio sempre dificulta para o atleta. Além disso, é um esporte difícil de praticar e no início, o atleta sofre muito, o que faz que muitos desistam. No cenário internacional, o Windsurf tem grande destaque em alguns países. Na Turquia, Polônia e Dinamarca já são considerados esportes nacionais. Na Dinamarca, o inverno é rigoroso, mas sempre tem gente na água.

Os brasileiros são reconhecidos internacionalmente?

Os brasileiros têm se mostrado cada vez mais presentes no esporte e alcançando bons resultados. No último campeonato que participei, em Calema, nos Estados Unidos, na semana passada, os atletas que ficaram em 1º, 3º, 4º, 5º, 7º lugares são brasileiros. E o líder mundial no ano passado foi o Paulo dos Reis, também brasileiro.

Como você descreveria a sensação de participar de um campeonato?

Não há sensação melhor do que estar nos campeonatos. Acho que o auge já é na largada. Todos querem largar primeiro e já se colocar na liderança. Há uma grande disputa entre todos.

Com informações da assessoria de imprensa

Volvo Ocean Race traça estratégia para aumentar velocidade e segurança dos barcos

Alta performance dos barcos e condições adversas contribuíram para o aumento dos problemas. Paralamas do Sucesso é a atração desta quinta na Vila da Regata

Itajaí (SC) – O nível de exigência e segurança das equipes que disputam a Volvo Ocean Race aumenta a cada edição. Com veleiros mais rápidos e tripulações experientes, a corrida se torna extremamente equilibrada e os resultados são praticamente iguais. Prova disso é que a Fórmula 1 dos mares tem cinco dos seis times com chance de conquistar o título da temporada 2011/2012. A comparação com a principal categoria do automobilismo vai também na linha do desenvolvimento de materiais, que visam mais performance e leveza.

Porém, um detalhe ganha mais atenção nesta Volta ao Mundo: a segurança. As seguidas quebras dos barcos nas travessias entram na pauta de Itajaí. A cidade-sede da quinta parada da regata tem uma importância estratégica, servindo de estaleiro para solucionar os problemas decorrente da passagem pelos Cabo Horn e mares gelados e furiosos do sul. O Camper, que parou por seis dias para fazer reparos, deve aparecer na Vila apenas na segunda-feira (16) e o Abu Dhabi está a caminho a bordo de um cargueiro depois de sofrer uma avaria. Quem já chegou, como Puma, Telefónica e Groupama, tem muito trabalho a fazer.

“Soubemos poupar o material nessa travessia tão difícil pelos mares do sul. O nosso segredo foi diminuir a velocidade do barco nas condições certas. O barco é muito bem construído. Nos atualizações era possível constatar que, quando o tempo estava ruim, nós reduzimos a velocidade. Os barcos quebram quando são forçados, quando estão além de sua capacidade”, conta Tim Hacket, chefe da equipe de terra do Puma, único veleiro que não apresentou problemas na quinta perna entre Auckland e Itajaí.

Os envolvidos com a competição trocam ideias para achar uma solução para o fato. Desde o início da regata, três veleiros já perderam o mastro. Além disso, todos tiveram alguma avaria no casco ou nas outras velas.

“São barcos que dão a volta ao mundo, mas são frágeis. É preciso optar por velocidade ou segurança para manter a integridade do veleiro. As tripulações são experientes e sabem até onde aguentam. Todos vão puxar 100% da embarcação e isso pode explicar essas quebras, somando também as condições adversas do tempo”, explica Horácio Carabelli, diretor técnico do Telefónica.

Mudanças climáticas – Segundo o diretor náutico da Parada de Itajaí, Ricardo Navarro, a Volvo Ocean Race faz uma reavaliação permanente para corrigir as falhas. Na área de meteorologia, por exemplo, há uma base que monitora cada mudança de tempo. “O clima no mundo está em constante transformação e os projetistas sabem disso”.

O limite não foi alcançado pela Volvo Ocean Race. Hoje, os veleiros estão próximos de ultrapassar 30 nós e sobrevivem a vento contra e ondas batendo. Os barcos são construídos de fibra de carbono, que proporciona leveza e resistência. A mesma tecnologia é usada na aviação civil.

“A regata é de ponta na área tecnológica e, para competir e brigar pelas vitórias, é preciso buscar no mercado o que tem de mais moderno. Por ser uma volta ao mundo, as equipes enfrentam condições adversas da natureza e a mudança climática vem contribuindo para o aumento dos problemas. Toda vez que está na vanguarda, falhas e ajustes ocorrem e são monitorados diariamente”, constata Navarro.

O Sanya nem virá a Itajaí. O veleiro chinês sofreu problemas graves na quinta perna e vai direto de navio até Miami, próxima parada. No início da regata, em novembro, Abu Dhabi, Puma e os chineses não conseguiram chegar na África do Sul pontuando, pois pararam no meio do caminho. Na perna seguinte, mais problemas para o Sanya.

Soluções – O CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, está preocupado e promete ouvir as equipes e os comandantes para tentar entender o que ocorre, sem tomar decisões precipitadas. “É acima do normal”, pondera. O representante máximo da Volta ao Mundo reforça que a organização trabalha para que as quebras não ocorram nessa escala nas próximas pernas.

“É muito cedo para concluir exatamente por que isso aconteceu, mas estamos obviamente preocupados com os incidentes vendo tantas quebras dos nossos barcos. Esse detalhe não ocorreu só nesta perna, mas é comum em todas edições. Mesmo assim, não é aceitável que, em uma corrida como esta, tenhamos tantos problemas. Quebras ocorrem em uma competição de alta performance e os velejadores sofrem nas travessias, mas a escala desta edição é superior”, relata Knut Frostad

Knut Frost é veterano da Volvo Ocean Race, tendo participado por quatro vezes do maior evento de vela oceânica. Inclusive, o norueguês fez parte do barco Brasil 1 na edição de 2005/2006. “O feedback passado pelas equipes e as nossas avaliações técnica sobre regras e tecnologia podem ser utilizadas no futuro”, diz.

O trabalho de pente fino realmente começou. A equipe técnica da Volvo Ocean Race já consultou inclusive os projetistas e todos envolvidos na montagem dos barcos. Knut Frostad indica que uma posição final será tomada até o final da regata. “Por enquanto, nosso foco continua ser a segurança dos velejadores. Vamos ajudar as equipes que ainda não chegaram a Itajaí como Camper e Abu Dhabi a voltar mais rápido possível”, finaliza o CEO da Volta ao Mundo.

A palavra do projetista – O projetista bicampeão da Volvo Ocean Race, o argentino Juan Kouyoumdjian, também emitiu uma nota para comentar o que ocorreu com as embarcações que disputam a Volvo Ocean Race. O designer afirma que é preciso distinguir as quebras de mastro com as outras avarias. O argentino diz ter seguido as regras oficiais e destaca a destreza da tripulação do Puma, que levou a quinta etapa sem sofrer problemas.

“O Volvo Open 70 não pode ser indestrutível. Isso é impossível. O trabalho de manutenção está nas mãos das tripulações durante as travessias. É fato que Groupama e Telefónica não tiveram problemas estruturais graves. A parada dos espanhóis no Cabo Horn poderia ser evitada, mas foi uma escolha da sua equipe”, relata Juan K, que desenhou as embarcações que lideram a competição, Teléfonica, Groupama e Puma.

O projetista desenhou os barcos ABN AMRO 1 e 2 durante a edição 2005/2006 e o campeão Ericsson, de Torben Grael, da última edição, veleiros que terminaram a travessia sem avarias.

Camper cruza o Horn – O Camper já contornou o Cabo Horn na madrugada desta quarta-feira (11) e está próximo de cumprir sua missão mais difícil que é chegar ao Brasil. A previsão continua na segunda-feira (16). Na passagem pelo ponto mais ao sul da terra, o time espanhol e neozelandês não fez uma ação especial, como tradicionalmente ocorre.

“Nós não fizemos nada porque pegamos ventos de 25 a 30 nós, o que deixa a navegação difícil. Todos estavam alerta durante a passagem. Nosso foco é seguir para Itajaí”, explica o navegador Will Oxley.

Sem ver o famoso Cabo Horn, o tripulante de mídia se diz contente em contornar o local. “Infelizmente, quando nós passamos por lá, tudo estava escuro e não havia nem a lua para iluminar. Isso não me incomoda, já que não costumo passar pelo Horn regularmente”, relata Hamish Hooper, feliz por deixar o implacável Oceano Austral.

O plano da equipe é chegar o mais rápido possível, mas a tripulação reconhece que haverá muita oscilação de vento no percurso. Faltam aproximadamente 1600 milhas para chegar ao Brasil.

Abu Dhabi – O navio Thorco Empire que transporta o Azzam desde Puerto Montt, no Chile, está a caminho de Itajaí com previsão de chegada em 17 de abril, quatro dias antes da Regata do Porto. Graças à ajuda da DHL, empresa de logística oficial, o Abu Dhabi foi colocado no cargueiro na terça-feira (10), com dois membros da equipe de terra (Sam Bourne e Collen Tim).

“O trabalho dos integrantes do time será preparar o veleiro para receber os ajustes necessários antes da regata de sábado (21). Isso nos dá vantagem e acelerará o trabalho da equipe de terra no Brasil”, conta o gerente Phil Allen, que projeta em 72 horas o tempo de conclusão dos reparos. A reforma inclui a substituição de uma área espuma que protege o casco. A peça foi pré-moldada na unidade na Itália, onde Azzam foi construído.

Da ZDL

AR da Rolex Ilhabela Sailing Week mostra novidades da competição

Velejadores já podem consultar o documento completo no site oficial do evento; Inscrições começam no dia 1º de maio

São Paulo (SP) – Está disponível no site www.risw.com.br o novo aviso de regata completo para a 39ª Rolex Ilhabela Sailing Week, que ocorre entre os dias 7 e 14 de julho no Yacht Club de Ilhabela. O evento é considerado o maior de vela oceânica da América Latina e conta com velejadores e equipes de países como Argentina, Uruguai e Chile.

A Semana de Vela de Ilhabela faz parte do XV Campeonato Sul-Americano das Classes, S40, ORC Internacional e ORC Club. Em 2011, os campeões da Rolex Ilhabela Sailing Week foram o chileno Pisco Sour, na classe S40, e o Touché, de Ernesto Breda, na ORC.

“A competição mostra que o YCI e a Rolex Ilhabela Sailing Week estão unidos e realizam uma das melhores competições esportivas da América Latina com regularidade e competência. Destacamos uma equipe multidisciplinar para organizar o campeonato de acordo com os padrões internacionais e as regras da ISAF. Tanto na água quanto no clube oferecemos conforto para os sócios e visitantes, nas raias, árbitros altamente qualificados dando o melhor resultado para os velejadores. Sem contar as ações dos patrocinadores”, diz José Nolasco, diretor de vela do YCI.

Período de inscrição – As inscrições para a 39ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week começam no dia 1º de maio e o processo de cadastramento será feito pela internet por meio do portal oficial do evento http://www.risw.com.br.

O número de barcos segue limitado a 150 para garantir melhor competitividade e segurança dos participantes, tanto nas raias quanto nas dependências do Yacht Club de Ilhabela.

Até o dia 31/05, o valor por tripulante será de R$ 270,00. Entre 1 e 15 de junho o valor será de R$ 320,00. Depois desta data, até o limite de inscritos, a taxa será de R$ 400,00.

As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

A organização também confirmou que contará com juízes especializados (umpires) para julgar as regatas e os protestos na água pelo segundo ano consecutivo, fazendo com que os resultados saiam em tempo real. Na parte esportiva, os melhores velejadores do Brasil e do continente devem confirmar presença nas raias de Ilhabela, como nos anos anteriores.

Pelo sexto ano consecutivo, a Rolex é a patrocinadora titular do evento. A Mitsubishi Motors segue com o evento há 19 anos, já a Semp Toshiba entra no 15º ano e o do Bradesco Private no quinto
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Safran terá quatro meses de preparação intensa antes da Vendée Globe

Marc Guillemot e a equipe do Safran revelaram esta semana um intenso programa de preparação antes da largada da Vendée Globe, daqui a sete meses. Os treinos incluem a participação em regatas tripuladas e em solitário. Serão mais de 6 mil milhas velejadas, o que corresponde a duas regatas transatlânticas.

Groupama chega em Itajaí e já começa a arrumar o barco

Terceiro colocado na perna, barco francês é recebido com festa na cidade catarinense. Camper deve chegar na segunda-feira e o VIP Solidário pode ser imitado por outras paradas

Itajaí (SC) – Depois de 23 dias e com o mastro quebrado, o Groupama finalmente chegou a Itajaí e se juntou ao Puma e Telefónica. A aventura mais desgastante da edição 2011/2012 da Volvo Ocean Race foi classificada como “a mais difícil da história” pelo comandante Franck Cammas.

O primeiro procedimento do time será arrumar todas as avarias da embarcação, bastante prejudicada pelas ondas e os fortes ventos dos mares do sul. A tarefa número um será trocar o mastro. Os franceses devem receber o equipamento, importado da Holanda, na sexta-feira (13).

“Estou bastante ansioso quanto a instalação do novo mastro. Fomos surpreendidos com a quebra quando estávamos no melhor momento da regata e caminhando para ganhar a segunda perna seguida. Confio no trabalho de terra da nossa equipe para deixar tudo pronto”, reforça Franck Cammas, que foi recebido com banquete de comida sueca no pavilhão da Volvo Ocean Race. “A primeira coisa que todos precisam é uma refeição quente e depois um banho”.

A tripulação está orgulhosa por fazer essa recuperação sem maiores danos ao barco e à saúde da equipe, que ficou dois dias parada em Punta del Este, no Uruguai. “Os caras fizeram um trabalho fantástico e estou muito feliz com o nosso terceiro lugar. O clima é de dever cumprido”, relata Franck Cammas – o pódio em Itajaí alçou o time ao segundo lugar na classificação geral.

Mastro de 32 metros será transportado por caminhão – Em Itajaí, os heróis do Groupama deixam os trabalhos nas mãos dos integrantes da equipe de terra. Um dos nomes desse time é o brasileiro Ricardo Ermel, veterano de duas Volvo Ocean Race. Ele será responsável, junto com a organização, a DHL e a Waiver Log, pelo transporte da peça entre Curitiba (PR) e Santa Catarina.

O processo é um dos mais importantes para os franceses no Brasil. O mastro de 32 metros veio da Holanda por avião, para o aeroporto de Curitiba. Até Itajaí, distante 202 km, vai por estrada, em cima de um caminhão, escoltado pelas polícias Federal e Rodoviária. A chegada da peça está prevista para sexta-feira (13).

“Fizemos uma adaptação para facilitar o transporte. O processo precisa ser todo monitorado do aeroporto de Curitiba até a Vila da Regata. A estratégia das equipes de terra é fundamental para o andamento dos barcos nas regatas do porto e, principalmente, nas pernas”, conta Ermel.

Com o novo mastro disponível, a equipe de terra poderá fazer os testes necessários antes dos primeiros treinos para a Regata do Porto do dia 21.

Da ZDL de Comunicação

Transat Classique tem 33 barcos confirmados

A Transat Classique, única regata francesa de travessia do Atlântico para veleiros clássicos, já tem 33 inscrições confirmadas. São esperados barcos tanto da costa sul quanto da costa norte francesa. A regata será dividida em duas etapas: a primeira partirá de Douarnenez rumo a Breton e deverá terminar durante o festival de barcos da cidade, em Julho. De lá os barcos deverão seguir para Barbados, no Caribe, onde deverão cruzar a linha de chegada até dezembro.

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