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Rolex Ilhabela Sailing Week 2012: inscrições começam em oito dias

Maior evento náutico da América Latina está se aproximando. Inscrições começam no dia 1º de maio

São Paulo (SP) – Os principais velejadores do Brasil já estão preparando suas tripulações para o principal evento de vela oceânica da América Latina. No dia 1º de maio começam as inscrições para a 39ª Rolex Ilhabela Sailing Week, entre os dias 7 e 14 de julho no Yacht Club de Ilhabela. O evento conta com atletas e equipes de países como Argentina, Uruguai e Chile.

O processo de cadastramento será feito pela internet por meio do portal oficial do evento www.risw.com.br. O número de barcos segue limitado a 150, para garantir melhor competitividade e segurança dos participantes – tanto nas raias, quanto nas dependências do Yacht Club de Ilhabela.

Até o dia 31/05, o valor por tripulante será de R$ 270,00. Entre 1º e 15 de junho, o valor será de R$ 320,00. Depois desta data, até o limite de inscritos ser atingido, a taxa será de R$ 400,00.

A Semana de Vela de Ilhabela faz parte do XV Campeonato Sul-Americano das Classes, S40, ORC Internacional e ORC Club. Em 2011, os campeões da Rolex Ilhabela Sailing Week foram o chileno Pisco Sour, na classe S40, e o Touché, de Ernesto Breda, na ORC. As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

Da ZDL de Comunicação

Ídolo da vela nacional, Joca Signorini quer ser bicampeão da Volvo Ocean Race

Velejador brasileiro do Telefónica se divide entre chefe de turno nas regatas e novo papai nas folgas entre as paradas. Velejador recebeu em Itajaí o maior assédio do público de sua carreira

Itajaí (SC) – A Parada de Itajaí da Volvo Ocean Race confirmou Joca Signorini como um dos maiores ídolos do esporte brasileiro. O chefe de turno do Telefónica foi o mais assediado e aplaudido quando chegou em Santa Catarina e também quando partiu para os Estados Unidos, no último domingo (22). O carinho dos catarinenses emocionou o atleta e todos os envolvidos com a competição conhecida como a Fórmula 1 dos mares.

“Itajaí é um exemplo para todas as paradas da Volvo Ocean Race. Todos ficaram impressionados com a dedicação e comparecimento do público. Foi uma emoção muito grande, já que, mesmo sendo a mais vencedora modalidade olímpica, a vela tem menos contato com o público. A Volta ao Mundo consegue dar essa proximidade nas paradas”, explica Joca Signorini.

O velejador tenta o bicampeonato da Regata de Volta ao Mundo com o barco espanhol em sua terceira participação no evento. A aventura a bordo do Telefónica é compartilhada com uma nova situação: Joca Signorini teve sua primeira filha com a esposa Lotta. A pequena Sandra nasceu na Suécia, no dia 26 de fevereiro, justamente quando o brasileiro estava na quarta perna da Volvo Ocean Race entre a China e a Nova Zelândia.

“É bastante correria. Sempre tento voltar pra casa no pequeno espaço entre as etapas. Quando cheguei na Nova Zelândia, corri e peguei um avião para a Suécia. Fiquei dois dias com eles e voltei para a regata. Em Itajaí consegui mais tempo”, emenda Joca Sinorini. “Tenho saudade e vontade de ficar mais tempo com elas, mas logo logo terei tempo de curtir a família”.

Para levar mais um título, Joca Signorini usa sua experiência e habilidade. No currículo, uma participação olímpica, um terceiro lugar e um título da Volvo Ocean Race, com Brasil 1 e Ericsson 4, respectivamente. O atleta tem a companhia de outro brasileiro no Telefónica, que é líder da classificação geral. Horácio Carabelli é o diretor-técnico da equipe azul.

“A regata é bastante complicada e muita coisa acontece. Todos têm uma história de emoção e dificuldade durante a travessia. É uma aventura, já que passamos semanas dentro do barco e às vezes nos deparamos com o perigo. Faz parte”, acrescenta Joca Signorini. Na perna entre a Noca Zelândia e o Brasil, o Telefónica demorou 19 dias para chegar a Itajaí, passando pelos temidos e frios mares do sul.

Na época do Brasil 1, o velejador também sofreu com a imprevisibilidade da regata. O barco seguia para Portugal, no primeiro teste para a Volvo Ocean Race, quando se chocou com uma baleia, ferindo Joca Signorini. “Batemos numa baleia a 12 nós de velocidade. Nada aconteceu ao barco, mas acabei como o meu primeiro paciente. Na batida, fui atirado na caverna central do barco e quebrei duas costelas. Acho que foi como se eu tivesse sido atropelado por um carro”, relata Joca Signorini, que tinha a função de médico e regulador de velas na edição 2005/2006.

O brasileiro está concentrado para vencer com o Telefónica, mas não descarta voltar ao evento, apesar dos perrengues, na próxima edição, quem sabe com a segunda versão do Brasil 1.

“É minha terceira Volvo Ocean Race seguida. Para correr uma quarta, é preciso ser muito espacial, algo grande. Tem rumores e interesse de público para um novo projeto nacional. A vela tem tradição no País e isso seria importante para o esporte brasileiro”, finaliza Joca Signorini, em entrevista em Itajaí.

A cidade sediou durante 19 dias a parada da Volvo Ocean Race. O evento resgatou a tradição náutica da região, mostrou uma cidade totalmente envolvida, que recebeu a todos de forma calorosa, e deixou um importante legado para o município.

Os sensores eletrônicos da Vila da Regata contabilizaram o total de 281.420 visitantes nos 19 dias, quase o dobro das 150 mil pessoas previstas pelos organizadores. Some-se a estes números mais 50 mil pessoas que assistiram dos molhes e das praias a chegada dos barcos, a Regata do Porto e a partida neste domingo, segundo estimativa da Polícia Militar de Itajaí. Dessa forma, o público total da Parada foi de 331.420 pessoas.

Flotilha rumo aos Estado Unidos – A sexta perna começou bastante equilibrada e a tendência é que a situação persista até o Equador. Os barcos têm pela frente mais de 4 mil milhas, mas as condições podem ser igualadas após a linha. Por isso, as próximas 24 horas serão decisivas. A diferença do primeiro, o Camper, para o último, o Groupama, não passa de 90 quilômetros. A passagem pelo litoral nordestino nesta terça-feira (24) é marcada por ventos mais francos, variando de 10 a 12 nós.

“É impossível saber o que vai acontecer. Temos que aproveitar melhor as próximas 24 horas e passar o Camper. “, projeta o líder do Abu Dhabi, Ian Walker.

Os líderes (Camper e Abu Dhabi) escolheram mais a direção noroeste e parte da flotilha o acompanhou. O fato que marcou o dia foi um desvio de emergência feito pelo time espanhol/neozelandês. “Tudo estava caminhando de maneira positiva até que nos deparamos com um obstáculo, uma embarcação de pesquisa de petróleo. Não tivemos escolha e perdemos cinco milhas”, relata Hamish Hooper, tripulante de mídia do Camper.

Os melhores na classificação geral, Telefónica e Groupama, buscaram a rota sudoeste e seguem fechando a flotilha, deixando o Puma no meio do pelotão. “A flotilha está mais ou menos alinhada no estilo ‘proa a proa’. Vamos esperar a mudança do regime de ventos para decidir qual tática adotar”, conta o jornalista a bordo do Puma, Amory Ross.

Da ZDL

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan sobem para o nono lugar na Semana Olímpica Francesa

Com ventos muito fortes em Hyéres, classe Finn, de Jorge Zarif, não foi para a água e a 49er, de André Fonseca e Marco Grael, disputou só uma regata

São Paulo (SP) – As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan continuam sendo os destaques da Equipe Brasileira de Vela na Semana Olímpica Francesa, em Hyères. Com um descarte valendo a partir desta terça-feira (24), a dupla subiu para o nono lugar na classe 470 feminina, com 41 pontos perdidos. O torneio vale como a terceira etapa da Copa do Mundo da Isaf  em 2012.

“Estamos satisfeitas com o nosso desempenho. Até agora tivemos apenas um 32º lugar. Nas outras regatas, conseguimos nos manter perto das dez primeiras. Estamos evoluindo e testando materiais, exatamente o que pretendíamos com essa competição. Sabemos que nos próximos dias as condições serão difíceis, mas seguimos fazendo o nosso melhor”, afirma Fernanda.

O dia foi marcado, novamente, por ventos fortes no litoral francês. Com isso, regatas de duas classes olímpicas foram canceladas. Na Finn, do brasileiro Jorge Zarif (20º, com 85 pontos), nenhuma prova foi disputada. Na 49er, que já tinha sofrido no domingo, só uma regata foi disputada. Nela, André Fonseca e Marco Grael terminaram em décimo lugar, somando 34 pontos e caindo para a 18ª posição na classificação geral – após cinco regatas e um descarte.

Na classe Laser Radial, Adriana Kostiw subiu bastante com a entrada do descarte. Na segunda-feira, a velejadora paulista sofreu com a quebra do mastro, correu a primeira do dia com a peça avariada e marcou um 20º lugar. Na segunda, não completou. Nesta terça, ela fez dois oitavos, chegou a 55 pontos perdidos e subiu para o 20º lugar na classificação geral.

Além da comemoração pelos bons resultados, Adriana ainda está aproveitando as instruções do técnico Luca Modena, da dupla Robert Scheidt e Bruno Prada. Os dois desistiram da competição na segunda e Modena passou a auxiliar a laserista a partir desta terça. “As regatas estão muito duras. O vento está forte, de 20 a 25 nós. Estamos aproveitando para fazer uma série de ajustes técnicos, trabalhando muito o controle do vento, analisando a movimentação das nuvens e a duração das rajadas”, explica a velejadora.

Nas outras classes, Patrícia Freitas é a 17ª na RS:X feminina, com 76 pontos perdidos. Na 470 masculina, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen são os 23º, com 59 pontos.

Veja o desempenho dos brasileiros na Semana de Hyères:

RS:X feminino
17 – Patrícia Freitas – 76 (11 + 12 + 20 + 18 + 20* + 15)
49 – Bruna Martinelli – 168 (34 + 41* + 38 + 36 + 32 + 28)

RS:X masculino
33 – Albert Carvalho – 70 (25* + 21 + 8 + 16 + 15 + 19)

Laser
89 – João Hackerott – 135 (31 + 29 + 22 + 22 + 33* + 31)

Laser Radial
21 – Adriana Kostiw – 81 (9 + 10 + 20 + 42* 8 + 8)

Finn
20 – Jorge Zarif – 85 (9 + 17 + 17 + 42)

49er
18 – André Fonseca e Marco Grael – 34 (9 + 12 + 15* + 3 + 10)

470 masculino
23 – Fábio Pillar e Gustavo Thiesen – 59 (5 + 15 + 6 + 15 + 33* + 18)

67 – Henrique Haddad Nicolas Castro – 139 (26 + 24 + 36 + 27 + 42* + 26)

470 feminino
9 – Fernanda Oliveira e Ana Barbachan – 41 (5 + 31* + 9 + 9 + 13 + 5)

Star
Robert Scheidt e Bruno Prada deixaram a competição.

Membros da Equipe Brasileira de Vela em negrito
*Pontuação descartada

A vez dos pequenos. Mini-Circuito Rio está de volta e deve atrair grandes nomes da vela. Participe!

Entre os dias 28 de abril e 1º de maio o Iate Clube Brasileiro, em Niterói, irá promover o Mini-Circuito Rio. Estão convidadas as classes ORC, BRA-RGS, HPE 25, J/24, Ranger 22, Velamar 22, Skipper 21, MV 25, Veleiros 23, Delta 21, Angra 21. As classes Sub-19 pés, Clássicos e Antigos, também poderão disputar a competição caso haja um número mínimo de inscritos.

Já estão confirmadas as participações dos barcos da Escola Naval e do Projeto Grael. Grandes nomes da vela nacional também estarão presentes como Torben e Lars Grael, Clínio de Freitas, Ronald Senfft, entre outros. Vai ser 10!

Com ventos mais fracos, Brasil tem primeira vitória na França

Robert Scheidt e Bruno Prada vencem regata antes de deixar Semana de Hyères. André Fonseca e Marco Grael, na 49er, marcam um terceiro lugar

São Paulo (SP) – Após um primeiro dia de muitos ventos e regatas canceladas no domingo (22), nesta segunda-feira a Semana Olímpica Francesa, em Hyères, na França, válida pela Copa do Mundo de vela, teve todos os barcos na água. E a Equipe Brasileira de Vela aproveitou o dia cheio: venceu uma prova, com a dupla da Star Robert Scheidt e Bruno Prada, terminou em terceiro em outra, com André Fonseca e Marco Grael na 49er, e emplacou cinco de seus sete membros entre os 20 primeiros colocados.

Na classe Star, que não teve regatas no domingo, Robert Scheidt e Bruno Prada venceram a primeira regata do dia. Logo depois, porém, a dupla abandonou o torneio. Scheidt voltou ao país por falecimento em família, mas Prada segue na França. Os dois disputam, na próxima semana, o Mundial da classe Star, também em Hyères.

Na 49er, que também teve suas primeiras disputas nesta segunda, André Fonseca e Marco Grael provaram que têm chances de conquistar a vaga olímpica para o Brasil, terminando duas das quatro regatas do dia entre os 10 primeiros, incluindo um terceiro lugar na quarta prova. Em final de preparação para o Mundial de Zadar, na Croácia, que distribui as últimas quatro vagas em Londres/2012, a dupla fechou o dia em 17º lugar, com 39 pontos perdidos.

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, em seu primeiro torneio desde que foram confirmadas como representantes do Brasil na classe 470 nos Jogos Olímpicos, são as melhores brasileiras na França. As duas estão em 11º lugar, com 55 pontos. Na classe RS:X, Patrícia Freitas é a 15ª, com 61 pontos. Na Laser Radial, Adriana Kostiw é a 40ª (81).

Completando a equipe brasileira, Jorge Zarif é o 20º (89 pontos) na classe Finn e Fábio Pillar e Gustavo Thiesen, os 17º (41) na 470 masculina – Fábio e Gustavo também buscam a vaga olímpica em maio, em Barcelona (Espanha), onde o Mundial distribui as últimas sete vagas olímpicas da classe.

Veja o desempenho dos brasileiros na Semana de Hyères:
RS:X feminino
15 – Patrícia Freitas – 61 (11 + 12 + 20 + 18)
38 – Bruna Martinelli – 149 (34 + 41 + 37 + 34)

RS:X masculino
36 – Albert Carvalho – 70 (25 + 21 + 8 + 16)

Laser
80 – João Hackerott – 104 (31 + 29 + 22 + 22)

Laser Radial
40 – Adriana Kostiw – 81 (9 + 10 + 20 + 42)

Finn
20 – Jorge Zarif – 85 (9 + 17 + 17 + 42)

49er
17 – André Fonseca e Marco Grael – 39 (9 + 12 + 15 + 3)

470 masculino
17 – Fábio Pillar e Gustavo Thiesen – 41 (5 + 15 + 6 + 15)

60 – Henrique Haddad Nicolas Castro – 113 (26 + 24 + 36 + 27)

470 feminino
11 – Fernanda Oliveira e Ana Barbachan – 55 (5 + 32 + 9 + 9)Star
Robert Scheidt e Bruno Prada deixaram a competição após vencer a primeira regata.

*Membros da Equipe Brasileira de Vela em negrito
Da ZDL de Comunicação

Adriana Kostiw quebra o mastro e cai para 41º em Hyères

Representante brasileira nos Jogos Olímpicos não completou a segunda prova do dia

Depois de uma boa estreia, com um nono e um décimo lugares, a velejadora da classe Laser Radial Adriana Kostiw teve um dia difícil na Semana de Vela da França, em Hyères, nesta segunda-feira (23/4). Adriana, que será a representante brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres, foi 20ª na primeira regata e não completou a segunda, caindo para a 41ª colocação geral, com 81 pontos perdidos. A britânica Alison Young segue na liderança, com 5.

“Meu objetivo é ficar entre as dez primeiras e chegar à medal race. Quero ter o melhor desempenho possível até a Olimpíada, e para isso também vou estudar bem as características das minhas adversárias”, disse ela.

Adriana voltará ao Brasil logo após a competição na França, e seguirá treinando até os Jogos de Londres. Durante o mês de maio, ela estará em Porto Alegre acompanhada do técnico Geison Mendes. A velejadora, patrocinada por AON, Lorenzetti e Veet e apoiada por Alatur Turismo, optou por não participar do Mundial da Classe Laser Radial, em Boltenhagen, na Alemanha, em maio, para intensificar seu treinamento físico.

Da Local da Comunicação

Smooth, Mixuruca Ni e Toró vencem o Carioca de Velamar 22, Veleiros 23 e Brasília 23

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Neste final de semana os veleiros cariocas das classes Velamar 22, Veleiros 23 e Brasília23 foram para a água para a disputa do Campeonato Estadual.No total foram disputadas seis regatas em cada classe, com direito a um descarte. Os campeões foram Smooth, Mixuruca Ni e Toró respectivamente.

Vídeo: 95 dias para Londres

Eilean retorna a Antigua para o início da clássica temporada de veleiros clássicos

O veleiro que pertence a Officine Panerai inicia a estação de 2012 do Panerai Classic Yachts Challenge

Eilean, o veleiro das Bermudas de 1936 e que foi restaurado pela Officine Panerai, vai inaugurar a temporada 2012 de veleiros clássicos. Mais de cinco anos depois que saiu de Antigua, o Eilean volta pela primeira vez à ilha caribenha, onde foi importante por quase 30 anos; desta vez, ele vai participar da Panerai Classic Yachts Challenge (19 a 24 de abril), a primeira etapa da edição 2012 do desafio. Em Antigua, o Eilean vai ter um papel importante numa série de eventos para celebrar seu retorno à ilha após o extenso trabalho de restauração que devolveu toda a harmonia e beleza de seu design original de William Fife III, criador de muitos dos melhores iates no mundo.

Após a Antigua Classic Yacht Regatta, a temporada 2012 da competição de veleiros clássicos Panerai mudará para a Europa, mantendo a tradição; o Circuito Mediterrâneo PCYC será realizado de junho ao final de setembro e terá regatas em Antibes (França), Porto Santo Stefano (Itália), Mahon (Menorca, Espanha), Imperia (Itália) e Cannes (França). Por outro lado, em agosto e setembro a atenção será focada na Costa Leste dos Estados Unidos, cujas águas farão parte do Circuito Norte Americano PCYC.

Da assessoria de imprensa

 


Carioca de Ranger 22 começa dia 5 de maio

Nos dias 5, 6 e 12 de maio o ICRJ irá promover o Carioca de Ranger 22. As inscrições custam R$ 10,00 por barco que esteja inscrito na Feverj. Estão programadas sete regatas, sendo no máximo três por dia.

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