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RISW também servirá como Brasileiro da BRA-RGS

Yacht Club de Ilhabela (YCI) receberá, entre os dias 7 e 14 de julho, mais de 1.400 velejadores divididos em 150 barcos nas classes S40, ORC, HPE, C30 e RGS. Nova fase de inscrições começa nesta sexta-feira

Ilhabela (SP) – Os velejadores da classe RGS têm um motivo a mais para prestigiar a Rolex Ilhabela Sailig Week de 2012. Além de ser a maior regata da América Latina, o evento sediará, em paralelo, o Brasileiro da categoria, que tradicionalmente leva o maior número de barcos nas subdivisões A,B,C e Cruiser. As provas serão disputadas de 7 a 14 de julho, no Yacht Club de Ilhabela (YCI), e as inscrições continuam abertas também para os S40, ORC, HPE e C30.

A expectativa da organização é receber 60 veleiros da classe para a 39ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week. A RGS é competitiva, graças à regra equalizada. O campeão será quem tiver o melhor aproveitamento nas quatro divisões. Embarcações de 21 a 53 pés correm juntas e em condições de igualdade na disputa pelo título. “A credibilidade atraiu a participação de velejadores técnicos e de forte expressão na vela oceânica. Esse expressivo aumento de barcos na raias levou as tripulações a se prepararem melhor, com treinamentos, participação de regatas e investimento em equipamentos. Isto se reflete no excelente nível técnico da BRA-RGS”, explica o presidente nacional da classe, Walter Becker.

Os representantes e velejadores da RGS afirmam que a fidelidade e a transparência dos certificados de medição, assim como a ativa fiscalização das embarcações, dá mais credibilidade à classe, sem contar o apoio dos clubes, especialmente do YCI. “A classe vem se expandindo por todo o Brasil. Temos representações regionais em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina (Florianópolis e Joinville), Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco. Ou seja, em todos os centros de atividade náutica de vela oceânica, a categoria está presente e organizada”, explica Walter Becker, creditando o sucesso à gestão participativa .

Os barcos brasileiros não estarão sozinhos na raia de Ilhabela na BRA-RGS. Os argentinos Nautico II e o Barco Escola do Clube Náutico San Isidro devem competir nos sete dias de regatas. Entre os brazucas, destaque para o Fram (Felipe Aidar), Jazz (Valéria Ravanni), que defenderá o título da classe na Rolex, e para o Jylic II (Martin Bonato), que terá Walter Becker na função de timoneiro.

Da ZDL

Lars Grael é eleito novo comodoro da ABVO

A chapa que tinha Lars Grael como comodoro foi eleita nesta quarta-feira, por unanimidade, para assumir o controle da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano. A nova diretoria será a seguinte:
Comodoro: Lars Schmidt Grael – RYC/ICRJ
1 Vice-Comodoro: Adalberto Casaes – ICRJ
2 Vice-Comodoro: Torben Schmidt Grael – Veleiro Magia 5 – RYC/CNC
Diretor Secretário: Eduardo Penido – ICRJ
Diretor Tesoureiro: Christina Frediani
Diretor Técnico: Horácio Carabelli – ICSC
Diretor de Eventos: Luis Gustavo Crescenzo – ICS
Chefe da Comissão de Medição ORC: Abraham Lincoln Rosemberg.
Diretor Regional SUL: Francisco Freitas
Diretor Regional NE/N: Ivan Smarcevski (à confirmar)
Diretor Regional CO: Renato (Tinha) Moura (à confirmar)
Conselho Fiscal:
Titulares: Paulo Freire, Maurício Santa Cruz e Renato Cruz
Suplentes: Luis Armando Peixoto Garcia Justo, Nelson Horn Ilha e João Marcos de Almeida

Copa Suzuki Jimny: Santinha estreia com vitória a bordo do HPE Relaxa Next

Ilhabela (SP) – Um dos maiores nomes da vela nacional mostrou em Ihabela que é multidisciplinar. Com dois ouros pan-americanos e três títulos mundiais na classe J/24, além de grande experiência em campeonatos de Match Race, Maurício Santa Cruz é peça chave na equipe de HPE do Relaxa Next, segunda colocada no Warm Up, competição válida pela segunda etapa da Copa Suzuki Jimny. O talento de Santinha foi comprovado em sua estreia: nas cinco primeiras regatas, atuando como tático, levou sua equipe a resultados consistentes, mostrando que pode brilhar na categoria, uma das mais populares one-design da vela nacional País.

“É uma classe nova pra mim. Mais um desafio na minha carreira. Aprendo muito com o barco, conhecendo os ângulos e velocidade. Estou supercontente com as regatas, bastante disputadas e com as raias lotadas (20 barcos disputaram a competição)”, diz Maurício Santa Cruz, que tem o objetivo de levar a equipe de Roberto Mangabeira ao título brasileiro, que será disputado em setembro, no Iate Clube do Rio de Janeiro .

No próximo fim de semana (2e 3 de junho), a competição termina no Yacht Club de Ilhabela (YCI) e o carioca Maurício Santa Cruz espera manter a regularidade. Se levar o Relaxa Next ao título, entra na galeria de campeões no HPE, que conta com Robert Scheidt e Bruno Prada. “O objetivo é manter uma boa média e tentar sair com o título do Warm Up. A competição é sempre muito equilibrada e os resultados precisam ser bons em todas as provas”, revela o atleta, que foi ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e 2011.

As disputas de HPE em Ilhabela estão empolgantes, com regatas definidas no finalzinho. Nenhum barco conseguiu vantagem folgada nesse Warm Up. Entre os 20 da flotilha, a liderança está com o Jimny/Takeashauer (Marcos Ashauer), empatado com o Relaxa Next (Eduardo Mangabeira). Os critérios de desempate dão vantagem ao Jimny/Takeahauer. O Ginga (Breno Chvaicer), campeão de 2011, caiu para terceiro lugar.

Santinha, que além do Pan venceu os campeonatos mundiais de J/24 de 2006, 2007 e 2009, espera lutar também pelo título da Rolex Ilhabela Sailing Week, que será disputada entre os dias 7 e 14 de julho. “A Copa Suzuki Jimny é encarada como um treinamento para que, em julho, tenha mais entrosamento e entenda mais sobre o barco”.

Sócios do YCI prestigiam evento – Além do Relaxa Next de Roberto Mangabeira, outros 15 barcos inscritos na Copa Suzuki Jimny são de sócios do Yacht Club de Ilhabela. Além de inscrever os barcos na competição, os representantes do YCI ajudam a organizar de maneira exemplar e profissional os eventos. Na Rolex Ilhabela Sailing Week, os atletas do exterior também são recebidos calorosamente, como explica Carlos Eduardo Souza e Silva, comandante do Orson/Mapfre.

“Receber os estrangeiros e os visitantes nas nossas dependências com segurança proporciona uma experiência inesquecível para todos os envolvidos. Ao contrário de outros eventos, em que o clube é só sede e não interage com o campeonato, aqui o clube inteiro vive a competição. Dá para imaginar o desafio para a organização e para os sócios que a apoiam”, explica Souza e Silva.

A capacidade de organização é o grande diferencial dos eventos realizados o clube. Todos os anos, o clube realiza competições de alto nível nas raias, com os melhores velejadores do País e os barcos mais modernos. “A organização faz a diferença. O YCI fez investimentos em infraestrutura, temos uma juria de alto padrão, divulgação e patrocinador de verdade. São condições encontradas em eventos internacionais de ponta. Além disso, as datas próximas a feriados favorecem a todos”, relata Sérgio Keplacz, do Asbar.

Da ZDL

Bruno Fontes disputa o Skandia Sail for Gold Regatta

O velejador Bruno Fontes (Eletrosul/Unimed/AGE do Brasil/Fundesporte) viajou nessa quarta-feira (30) para a Inglaterra, onde disputa, entre os dias 4 e 9 de junho, o Skandia Sail For Gold Regatta, quinta etapa da Copa do Mundo de Vela. “Este evento é muito importante. Vejo como uma oportunidade de treinamento, além de ser um evento no qual enfrentarei os adversários da Olimpíada. A flotilha será grande e isso é muito bom. Vou dar ênfase mais uma vez na largada. Além de tudo, é sempre bom conhecer o local da prova dos Jogos de Londres. Quanto mais informação da raia, melhor”, enfatizou Bruno.

Após as disputas do Mundial de Laser, realizada na Alemanha no começo do mês, Bruno intensificou sua preparação física e também dentro d´água, com o treinador Bruni Di Bernardi, visando um bom resultado no evento de Weymouth, que será a última competição do velejador de Florianópolis antes da Olimpíada.  “Minha meta para este evento é o pódio, mas é importante também estar entre os dez primeiros para pegar a Medal Race. Óbvio que sempre vamos com objetivo de brigar por medalhas”, encerrou Bruno.

Da assessoria

Sete estados já confirmaram a participação na RISW

O Yacht Club de Ilhabela (YCI), entre os dias 7 e 14 de julho, receberá mais de 1.400 atletas divididos em 150 barcos nas classes S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS

Ilhabela (SP) – A Rolex Ilhabela Sailing Week, considerada a maior regata oceânica da América Latina, chega à sua 39ª edição e contará com 1.400 atletas divididos em 150 barcos nas classes S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. As inscrições começaram no dia 1º de maio. As provas contarão com veleiros dos principais estados do País com tradição náutica, como Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A flotilha nacional medirá forças com os estrangeiros, que lotam as águas do litoral norte paulista no inverno. Equipes de Minas Gerais e Brasília já sinalizaram a intenção de alugar barcos para correr a competição em julho.

Em Florianópolis, por exemplo, os representantes catarinenses se organizam para não fazer feio e brigar pelos títulos nas principais classes. Em junho, o Iate Clube de Santa Catarina promoverá em um fim de semana a Pré-Ilhabela, uma regata barla-sota para treinar quem irá correr a Rolex Ilhabela Sailing Week um mês depois. “É a tradição que faz esse sucesso da Rolex. Por isso, temos de fazer bonito e treinamos bastante. Tradicionalmente, os velejadores daqui fazem a Pré-Ilhabela. Isso dá ritmo aos times. Além disso, checamos se todos estão completos e com funções a bordo bem definidas”, explica o skipper do Absoluto, Roberto Salles. O veleiro corre na classe na ORC.

Santa Catarina leva em média 15 barcos para as regatas em Ilhabela. Outro estado sempre presente e com equipes de ponta na vela oceânica é o Rio de Janeiro. O time do BI (Roberto Martins) tentará o título da classe S40 em Ilhabela. Com mais profissionalismo a bordo, a categoria reúne os principais velejadores de oceano, como Torben e Lars Grael, entre outros. Por isso, os fluminenses treinam regularmente, inclusive na raia de Ilhabela onde serão disputadas as regatas em julho.

“É importante competir em alto nível e nosso time tentará correr todas as provas de oceano para ganhar mais entrosamento e vencer a Rolex Ilhabela Sailing Week. Temos mais uma meta que é ganhar o Mundial de S40 em 2013, no Chile”, conta Roberto Martins.

A 39ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week continua com inscrições abertas até o limite de 150 embarcações. O valor da inscrição por tripulante até o dia 31 será de R$ 270,00. Entre 1 e 15 de junho, o preço será de R$ 320,00. Depois desta data, até o limite de inscritos, a taxa será de R$ 400,00. No site www.risw.com.br, há um link direto para a área de inscrições. O velejador receberá uma senha e, na sequência, poderá fazer o cadastro.

As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

Da ZDL

Barcos da VOR estão separados por apenas 50 milhas faltando um dia para a chegada em Lisboa

Faltando pouco mais de 300 milhas para a chegada dos barcos da Volvo Ocean Race em Lisboa, todos os barcos ainda têm chances reais de vencer a regata. A flotilha está separada por apenas 49 milhas. A troca de posições nesta etapa foi intensa e com a previsão de vento fraco daqui para frente, isto poderá voltar a acontecer. Na manhã desta quarta-feira os líderes Abu Dhabi e Groupama eram os mais lentos, velejando na casados 15 nós. O Sanya, último colocado, era um dos mais rápidos, fazendo 17 nós de velocidade. A previsão é que os barcos cruzem a linha de chegada na quinta-feira à noite.

Mitsubishi Sailing Cup: Torben, Lars e Marco Grael irão conduzir o veleiro Mitsubishi / Energisa

Multicampeões trarão toda sua experiência para os litorais de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ)

No comando, o maior medalhista olímpico da vela mundial, vencedor da Volvo Ocean Race e do prêmio ISAF de Velejador do Ano de 2009. No Leme, um campeão Mundial de Snipe, octacampeão Sul-americano de Tornado e duas vezes medalha de bronze nas Olimpíadas. Na vela grande, um jovem em ascensão, campeão Sul-americano e tricampeão brasileiro de 49er. É com uma tripulação neste nível que o Mitsubishi / Energisa velejará na Mitsubishi Sailing Cup, com Torben, Lars e Marco Grael a bordo.

“Eu e o Torben voltamos este ano a velejar juntos e vencemos o Mini-Circuito Rio de Vela Oceânica. Agora, teremos um desafio pela frente na Mitsubishi Sailing Cup com o Mitsubishi / Energisa. Desta vez, o meu sobrinho Marco estará conosco, ávido para obter reconhecimento de como é bom velejador. Será uma grande emoção velejar na Mitsubishi Sailing Cup”, afirma Lars Grael, detentor das medalhas de bronze das Olimpíadas de Seul (1988) e Atlanta (1996).

Juntos, Torben e Lars conquistaram diversos títulos na vela, com destaque para o bicampeonato brasileiro e para o campeonato mundial da classe Snipe. Agora, ao lado de Marco, a dupla quer brigar de igual para igual com barcos brasileiros, argentinos, chilenos e espanhol.

“As regatas de altíssimo nível e a grande participação de barcos na Mitsubishi Cup, incluindo veleiros internacionais, têm importância fundamental na história da vela oceânica brasileira. A competição dá oportunidade a novos tripulantes de se confrontarem com velejadores de todos os continentes e contribui para o fortalecimento do esporte nacional como um todo. Mais que isso, ela abre espaço para barcos fabricados no Brasil, já que duas das três embarcações são daqui”, exalta Torben.

Estratégia
Em sua terceira temporada, a Mitsubishi Sailing Cup colocará frente a frente, mais uma vez, alguns dos melhores velejadores do mundo. Nos super-rápidos veleiros S40, por exemplo, destaque para a tripulação espanhola do Iberdrola, campeã da MedCup 2011. Na classe que é considerada a Fórmula 1 da vela, Lars acredita que as equipes que conseguirem traçar as melhores estratégias irão destacar-se nas regatas.

“O crescimento da classe Soto 40, apoiada pela Mitsubishi Sailing Cup, mostra a altíssima competitividade das classes monotipos. A briga pelas primeiras colocações será intensa e triunfará quem tiver maior consistência e equilíbrio”, afirma o pentacampeão Sul-americano de Tornado.

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