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Scheidt e Prada buscam o tricampeonato mundial de Star

Bicampeões do mundo na Star em 2007 e 2011, os velejadores disputam o terceiro título em Hyères a partir de sábado

São Paulo – Dando continuidade aos treinamentos para os Jogos Olímpicos de Londres, a dupla Robert Scheidt e Bruno Prada disputa a partir deste sábado (5/4) o Mundial da classe Star. O evento será realizado em Hyères,na França, mesma raia onde, na semana passada, foi disputada a Semana Olímpica Francesa. Líderes do ranking mundial da Star, os dois conquistaram o título da competição em 2007 e 2011.

“O Mundial é um pouco diferente dos outros campeonatos, porque são apenas seis regatas, mais longas. Será duríssimo, pois ainda estão em disputa quatro vagas olímpicas, e devemos ter 18 países não classificados buscando essas vagas”, disse o proeiro Bruno Prada.

A competição contará também com todos os velejadores que estarão em Londres, como os atuais campeões olímpicos, os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson, que acabaram de ganhar a Semana Olímpica Francesa na mesma raia, na semanaa passada, os neozelandeses Hamish Pepper e Hamish Pepper e Jim Turner e os suecos Fredrik Loof e Max Salminen. Além de Scheidt e Prada, outras duas duplas brasileiras estarão na disputa: Alessandro Pascolato e Henry Boening e Gastão Brun e Gustavo Kunze.

A regata de abertura será disputada na sexta-feira (4/5) e é motivo de superstição para os velejadores. De acordo com a “teoria”, quem vence essa primeira prova, sem pontuação na classificação geral, não vai bem na competição. Por isso a maioria dos competidores opta por não cruzar a linha de chegada. Como o campeonato termina dia 11 de maio, a organização deverá realizar apenas uma regata por dia, a partir do dia 5. O dia 9 será dia reserva.

Após o Mundial, a dupla segue para a raia olímpica de Weymouth, onde disputará mais uma etapa da Copa do Mundo e fará dois períodos de treinos, como preparação para os Jogos de Londres. Scheidt e Prada voltarão a usar o PStar, barco americano com o qual venceram o Mundial de Perth, em 2011, e escolhido para a Olimpíada.

Da assessoria de imprensa

Vídeo: 86 dias para Londres

Líderes da VOR estão separados por 32 milhas em 11 dias de regata

Puma, Camper e Telefónica estão bem próximos faltando menos da metade do caminho entre Itajaí e Miami

A fase de ataque da sexta perna da Volvo Ocean Race começou na região do Caribe, após 11 dias de velejada desde a saída de Itajaí. A diferença do líder Puma para o terceiro colocado Telefónica é de 32 quilômetros. O Camper sustenta a segunda posição e aposta nas condições de ventos das próximas 24 horas para recuperar a ponta.

Fechando a flotilha estão Groupama e Abu Dhabi. Mas, segundo o meteorologista oficial da Volta ao Mundo, Gonzalo Infante, os retardatários podem aproveitar um possível ausência de ventos e encostar no grupo da frente. “Os líderes devem parar em uma região de ventos fracos e, curiosamente, os dois que estão atrás têm chance de reverter a vantagem”.

Traduzindo em números, o Groupama está 205 quilômetros atrás do líder Puma e o Abu Dhabi, um pouco mais, 270 quilômetros. Mesmo em último lugar, o líder do barco árabe, Ian Walker, aposta na sorte e na falta de vento dos líderes, que passam pela zona de calmarias equatoriais. “As informações indicam que o tempo está instável e ainda há chances para a flotilha da ponta estacionar com os ventos fracos até Miami. Precisamos tentar ficar o mais próximo possível dos líderes”.

Os barcos já velejaram mais da metade do caminho entre Itajaí e Miami e têm 2.570 quilômetros pela frente até os EUA, com chegada prevista para a semana próxima. “Estamos envolvidos em uma batalha. Os três precisam deixar o mais rápido possível a região dos Doldrums. Estamos praticamente alinhados”, relata o comandante do Camper, Chris Nicholson.

Segundo o navegador do Telefónica, Andrew Cape, as próximas 24 horas serão as mais complicadas da travessia entre o Brasil e os Estados Unidos. “As últimas mil milhas vão ser difíceis. Estamos tentando voltar para o segundo lugar e ultrapassar o Camper para depois atacar o líder. O objetivo é andar o mais rápido possível”, diz o representante da equipe espanhola que lidera a competição de volta ao mundo.

Com seu barco passando por reparos nos Estados Unidos, depois de ter sido enviado da Nova Zelândia para Savannah, no estado norte-americano da Geórgia, o Sanya de Mike Sanderson corre contra o tempo. “É um período muito complicado, mas os progressos estão sendo feitos no veleiro ainda danificado. A nossa tripulação faz o maior esforço para ficar tudo pronto para a Regata do Porto de Miami”, finaliza.

Classificação geral da Volvo Ocean Race:
1º – Telefónica (Iker Martínez) – 149 pontos
2º – Groupama (Franck Cammas) – 133 pontos
3º – Camper (Chris Nicholson) – 124 pontos
4º – Puma (Ken Read) – 117 pontos
5º – Abu Dhabi (Ian Walker) – 58 pontos
6º – Team Sanya (Mike Sanderson) – 25 pontos

Da ZDL de Comunicação

Yacht Clube da Bahia promove regata de aniversário

Em comemoração ao aniversário de seus 77 anos, o Yacht Clube da Bahia realiza a Copa Aniversário, nas águas da Baía de Todos os Santos, com regatas programadas para os dias 5, 6, 19, 20, 26 e 27 de maio, nas classes Optimist, Laser, Dingue, Hobie Cat 16, Super Cat 17, Snipe e Skipper 21. Os barcos elegíveis poderão ser inscritos na gerência de Vela do clube até às 13 horas do primeiro dia de regatas de cada classe, sem cobrança da taxa de inscrição. A competição é válida para o ranking do Yacht, responsável por movimentar a vela do clube durante todo o ano e definir os integrantes da equipe que representarão o clube nos principaiscampeonatos do país.

Da assessoria do YCB

Nova Zelândia poderá receber evento de AC72 antes da Copa América de 2013

A organização da Copa América ofereceu para os neozelandeses do Emirates Team New Zealand a oportunidade de sediar um evento informal de três dias com os novos AC72 no próximo verão. A ideia é usar todos os equipamentos eletrônicos, que auxiliariam os umpires e a cobertura televisiva. Os neozelandeses ainda não responderam se querem ou não.

Gamesa quebra o mastro em treino na Inglaterra

Após uma rápida passagem pelo Brasil, o velejador inglês Mike Golding voltou para a terra da rainha onde retomou os treinos para a próxima Vendée Globe. Nesta quarta-feira, porém, enquanto velejava na Isle of Wight, o mastro do Gamesa veio abaixo. Na hora do incidente o vento no local estava em torno dos 12 nós e, por sorte, ninguém se machucou. A equipe deverá consertar o estrago na sua base, em Southampton.

“Estávamos velejando de contra-vento, com o mar liso. Nós certamente não esperávamos que algo assim fosse acontecer. Por sorte o mastro não quebrou e aparentemente não aconteceu nada demais a não ser por algumas coisinhas no pé do mastro. O maior estrago foi no nosso calendário de treinos, mas por outro lado aprendemos que isto poderia ter acontecido em qualquer lugar, então não acho que terá um efeito negativo na competição”, disse Golding.

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