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Duplas brasileiras começam bem no Mundial de 470 feminino em Barcelona

Na única regata do dia, as duas duplas brasileiras, Martine Grael/Isabel Swan e as olímpicas Fernanda Oliveira/Ana Barbachan terminaram entre as 10 primeiras

São Paulo (SP) – Os ventos fracos atrapalharam o início do Mundial da classe 470, em Barcelona, na Espanha, mas o Brasil mostrou que está bem representado. Entre as mulheres, as duas duplas brasileiras ficaram entre as 10 primeiras na única regata disputada neste domingo (13). As melhores, até agora, são as cariocas Martine Grael e Isabel Swan, que somam um sétimo lugar e ocupam a 13ª posição na classificação geral – com 54 duplas competindo, a organização dividiu as competidoras em duas flotilhas diferentes.

Classificadas para os Jogos Olímpicos de Londres, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estão próximas. Mesmo tendo problemas com os ventos nas águas de Barcelona, as duas terminaram em décimo lugar na regata do dia e ocupam o 28º lugar na classificação geral.

“O vento estava muito fraco e rondando bastante. Mesmo assim, a comissão de regata deu a largada. Nós começamos bem e estávamos no grupo da frente, mas o vento deu uma rondada grande para esquerda e estávamos na direita da raia, que parecia ter mais pressão. Com isso, montamos a primeira boia muito mal, em 22º lugar. Depois fomos recuperando e chegamos entre as dez primeiras. O resultado poderia ser melhor, mas com as condições de vento, conseguimos velejar bem”, explica Fernanda, 10ª colocada do ranking mundial da Isaf (Federação Internacional de Vela).

Como só uma regata foi disputada no primeiro dia, nesta segunda-feira a organização deve tentar realizar três regatas. “Vai ser um evento bem difícil, com pouco vento, rondando bastante. Hoje, demoramos muito para ir para água, pois não tinha vento nenhum. Vamos ver como será amanhã. O campeonato é longo e precisamos seguir tentando nosso melhor sempre”, completa a gaúcha, que vai disputar sua quarta edição dos Jogos Olímpicos.

Entre os homens, os brasileiros ainda buscam uma das sete vagas olímpicas na classe 470 masculina em jogo nas águas de Barcelona. Após uma regata, os melhores na classificação geral são os gaúchos Fábio Pillar e Gustavo Thiesen. Os dois terminaram a única regata do dia no 13º lugar e ocupam a 37ª posição na classificação geral – a classificação alta é resultado da divisão dos 95 participantes em três flotilhas diferentes. A outra dupla brasileira, Henrique Haddad e Nicolas Castro, é a 70ª na classificação geral, com 24 pontos.

Jorginho Zarif termina regata em sexto – Na Inglaterra, o brasileiro Jorginho Zarif, mais jovem da Equipe Brasileira de Vela com 19 anos, teve um dia de altos e baixos na Gold Cup, o equivalente ao Mundial da classe Finn. O velejador paulista teve um início de campeonato ruim em Falmouth, marcando apenas o 50º lugar na primeira regata do torneio. Na segunda prova do dia, porém, o brasileiro brilhou e terminou em 6º lugar. Com isso, ele é o 28º na classificação geral, com 56 pontos perdidos.

O torneio faz parte da preparação de Jorginho para os Jogos Olímpicos de Londres. Na semana passada, contra boa parte dos adversários do Mundial, e no mesmo local, ele terminou o Campeonato Inglês da classe Finn no nono lugar.

Da ZDL

Tricampeões mundiais, Scheidt e Prada planejam treinos especiais para Londres/2012

“Agora cutucamos a onça com vara curta”, diz a dupla, primeira do Brasil a conquistar o título, sobre os ingleses, seus principais adversários na Olimpíada

São Paulo – Robert Scheidt e Bruno Prada foram os primeiros brasileiros a conquistar o tricampeonato mundial da Star, nesta sexta-feira (11/5), no torneio da cidade francesa de Hyères. O feito inédito confirma o favoritismo olímpico de uma dupla que ficou invicta por 11 meses e se manteve na liderança de maio de 2010 a abril deste ano. Mas Scheidt e Prada, longe de se acomodar na posição, já planejam sessões de treinos específicos na raia de Weymouth, simulando a medal race dos Jogos. O período será fundamental na disputa pela medalha de ouro. Em Weymouth, os dois voltarão a enfrentar os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson, atuais campeões olímpicos e seus principais rivais, contra quem protagonizaram um duelo “digno de Mundial”, na França.

Na regata final do Mundial de Star em Hyères, Scheidt e Prada usaram uma estratégia agressiva, marcando a dupla inglesa, para que eles ficassem fora do grupo dos 15 primeiros colocados. O resultado daria uma chance de vitória à dupla brasileira.

“O tri que conquistamos é um resultado grande, importante, porque havia muitos barcos competindo e apenas seis regatas. Contava a média, a consistência. Ter pontuado entre os 10 primeiros foi fundamental para chegarmos mais folgados na última regata. Sabíamos que podíamos vencer e entramos mais soltos, enquanto os ingleses estavam mais tensos. Quando passamos à frente deles, passamos a marcá-los de forma forte e nos distanciamos da flotilha. Acho que eles não esperavam por isso, porque havia o risco da dupla polonesa ou da dupla irlandesa ir bem e ganhar o Mundial. Nos arriscamos porque os outros dois adversários estavam longe e aí focamos nos ingleses”, explica Scheidt.

Para Scheidt, a disputa final lembrou o match race que perdeu para outro inglês, Ben Ainslie, na decisão da Olímpíada de Sidney/2000. “Aquele momento foi um aprendizado importante na minha carreira. Na disputa com os ingleses, tivemos frieza e mostramos que estamos preparados. Agora cutucamos a onça com a vara curta. Eles virão com tudo para cima da gente em Weymouth. E na Olimpíada é bem diferente. São 11 regatas, mais curtas, e outra estratégia. Por isso vamos treinar muito, até lá”, destaca.

Simulação da medal race olímpica em Weymouth – A dupla brasileira terá um breve período de descanso, antes da viagem para a Inglaterra. Bruno Prada voltará ao Brasil, e Scheidt passará duas semanas com o filho, na Itália, enquanto sua esposa, Gintare, compete no Mundial de Laser, na Alemanha. Os dois se reunirão novamente no dia 25, em Weymouth, onde têm pela frente um primeiro período de treinos, até 2 de junho. “Vamos treinar ao lado dos suecos (Fedrik Loof e Max Salminen), dinamarqueses (Michael Hestbaek e Claus Olesen) e franceses (Xavier Rohart e Pierre Alexis Ponsot). Aproveitaremos a presença do grupo para fazer treinamentos específicos, com simulações de regata, especialmente a medal race”, explica Scheidt, acrescentando que também vão testar uma nova vela.

Scheidt e Prada ainda disputarão mais uma etapa da Copa do Mundo de Vela, a Skandia Sail for Gold, também em Weymouth, de 4 a 9 de junho. Os dois venceram as duas primeiras etapas, a Rolex Miami OCR, em fevereiro, e o Trofeo Princesa Sofía, em março. Seguindo o planejamento até os Jogos de Londres, a dupla terá o segundo período de treinos de 18 a 29 de junho, somando 45 dias de velejada na raia olímpica.

Parceria de 11 anos e 52 títulos – Com a conquista na França, Scheidt e Prada somam 52 títulos, em sua carreira, numa parceria que começou em 2001. Apenas entre maio de 2011 e abril de 2012, a dupla conquistou 11 títulos seguidos. A sequência só foi interrompida na Semana Olímpica Francesa, em Hyères, há duas semanas. Confira a lista de conquistas consecutivas:

• Semana Olímpica Francesa, em Hyères (etapa da Copa do Mundo) – maio/2011
• Delta Lloyd Regatta, em Medemblik (etapa da Copa do Mundo) – junho/2011
• Skandia Sail for Gold Regatta, Weymouth (etapa da Copa do Mundo) – junho/2011
• Evento-teste para os Jogos de Londres/2012, em Weymouth – agosto/2011
• Campeonato Italiano para as Classes Olímpicas, em Garda – setembro/2011
• Star Class Southern Hemisphere Championship, no Rio de Janeiro – novembro/2011
• Mundial de Perth (Austrália), dezembro/2011
• Miami OCR (etapa da Copa do Mundo) – janeiro/2012
• Semana Brasileira de Vela, em Búzios – fevereiro/2012
• Campeonato Paulista de Star – fevereiro/2012
• Palma de Maiorca, etapa da Copa do Mundo de Vela – abril/2012

Até a conquista em Hyères, Scheidt e Prada dividiam o posto de maiores vencedores brasileiros da Star com o bicampeão olímpico Marcelo Ferreira, que foi campeão mundial de Star como proeiro de Torben Grael, em 1990, e do alemão Alexander Hagen, em 1997. Além dos dois, só uma dupla na história, os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode conquistaram, sempre velejando juntos, três títulos mundiais (1952, 1953 e 1956).

“Os últimos a chegar ao tricampeonato mundial da Star conquistaram esse título há 56 anos. E, com o tri, eu me junto a Joerg Bruder e ao próprio Robert como os únicos brasileiros a conseguir três títulos mundiais de classe olímpica. Com certeza é uma grande honra”, comemora Bruno Prada.

A caminho de sua segunda olimpíada, os dois somam cinco medalhas olímpicas – quatro de Scheidt, com dois ouros e uma prata na Laser e uma prata na Star, que conquistou ao lado de Bruno, nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Da Local da Comunicação

Tri mundial de Scheidt e Prada comprova importância da classe Star na vela brasileira

Brasil soma oito títulos máximos na classe mais importante da vela, além de cinco medalhas olímpicas. Em outras classes, Brasil luta por vaga olímpica na classe 470


São Paulo (SP) – Na sexta-feira, Robert Scheidt e Bruno Prada conquistaram o inédito tricampeonato do Mundial de Star, após vencer o torneio de Hyères, na França. O título confirma a importância da classe para a vela brasileira, que já soma oito conquistas mundiais e cinco medalhas olímpicas. Esse sucesso, porém, tem data marcada para deixar o palco olímpico: a Star está incluída nos Jogos de Londres/2012, mas está fora do programa dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

“O Robert e o Bruno estão de parabéns pela conquista do tricampeonato mundial. Não é fácil atingir essa marca, que é pra poucos. Eles devem ganhar mais títulos. Esse fenômeno não para por aí. O Robert dá continuidade ao sucesso que plantou na classe Laser. Tem foco, determinação e genialidade”, explica Alan Adler, que foi campeão mundial de Star em 1989 ao lado de Nelson Falcão.

Bicampeão mundial, Marcelo Ferreira conquistou o título em 1990, com Torben Grael, e em 1997, com o alemão Alexander Hagen. Um dos melhores proeiros que o país já teve, ele faz questão de elogiar a dupla que deu continuidade ao domínio brasileiro na classe Star, iniciado pelo bicampeonato olímpico que ele e Torben conquistaram. “Essa conquista do Robert e do Bruno já era esperada. Eles estão se dedicando à classe desde 2005 e, em todos os torneios que disputam, estão sempre nas cabeças. Do jeito que estão velejando, a expectativa para os Jogos de Londres é medalha. Zebra vai ser se eles não subirem ao pódio”.

Os campeões mundiais, porém, lamentam o fato de, justamente no Rio de Janeiro, a classe mais importante da vela brasileira deixar o currículo olímpico. “A Star vai fazer muita falta e não só para o Brasil. É só você olhar para o histórico do Mundial. Os melhores velejadores da história velejam de Star. É a classe mais técnica e mais importante”, fala Marcelo. “É triste e lamentável. A escolha prejudica não só a vela nacional, mas todos os velejadores do mundo”, completa Alan.

História de conquistas – Poucos sabem, mas a primeira conquista do Brasil na classe Star foi em 1938. Walter Von Hütschler, que nasceu no Rio de Janeiro, foi bicampeão mundial em 38 e 39, representando um clube alemão. Após a Segunda Guerra Mundial, ele voltou ao Rio de Janeiro e disputou oito edições do Mundial com barco de bandeira brasileira. Com ele, o país soma sete velejadores campeões mundiais.

A primeira medalha olímpica do Brasil veio em 1988, com o bronze de Torben Grael e Nelson Falcão nos Jogos de Seul, na Coréia do Sul. Um ano depois, Nelson voltou a brilhar, agora como proeiro de Alan Adler: a dupla ganhou o Mundial de Porto Cervo, na Itália, no primeiro título 100% nacional da vela brasileira na Star.

Em 1990, Torben Grael venceu seu único título mundial, já velejando ao lado de Marcelo Ferreira. Os dois formaram uma das duplas mais vitoriosas da história da classe Star em Jogos Olímpicos, faturando três medalhas, duas de ouro (Atlanta/1996 e Atenas/2004) e uma de bronze (Sydney/2000). Marcelo tem ainda um título mundial longe de Torben, em 1997, ao lado do alemão Alexander Hagen.

Scheidt e Prada deram sequência a essa história vitoriosa a partir de 2005, quando Scheidt trocou a classe Laser, na qual foi bicampeão olímpico e 9 vezes campeão mundial, pela Star. Ao lado de Prada, venceu seu primeiro mundial em 2007, em Cascais, em Portugal. No ano seguinte, os dois conquistaram a medalha de prata na Olimpíada de Pequim. Os últimos dois títulos mundiais vieram recentemente: em dezembro de 2011, foram campeões em Perth, na Austrália, e agora, em Hyères, na França.

Brasil luta por vaga olímpica na 470 – A partir deste domingo, o Brasil joga sua última cartada para aumentar o número de velejadores nos Jogos Olímpicos de Londres, a partir de julho. Duas duplas vão participar do Mundial da classe 470 em busca de uma das sete vagas masculinas que seguem abertas: Fábio Pillar/Gustavo Thiesen e Henrique Haddad/Nicolas Castro.

“Será um Mundial diferente do que estamos acostumados. A cidade é diferente das que recebem normalmente os eventos da Copa do Mundo da Isaf (Federação Internacional de Vela). É uma metrópole que não respira só a vela, mas que mesmo assim está ‘de frente para o mar’. Fizemos resultados consistentes nos dois eventos do ano e sentimos uma evolução constante. Com trabalho e inspiração, esperamos fazer um ótimo campeonato mundial”, afirma Fábio. “Contratamos um técnico inglês e estamos evoluindo muito. Sabemos que conquistar a vaga é uma tarefa bem difícil, mas vamos correr o Mundial com o objetivo de chegar à flotilha ouro”, completa Haddad.

No feminino, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan já estão classificadas para as Olimpíadas. As duas estão em 10º lugar no ranking mundial da 470. A colocação é a melhor que Fernanda já ocupou no ranking da Isaf, incluindo o ano de 2008, quando ela conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim. “Continuamos seguindo nosso planejamento, vamos testar materiais e melhorar alguns pontos na parte técnica. Estamos no momento de reunir informações sobre nossos equipamentos, focando nas condições de Weymouth”, explica Fernanda.

Neste sábado, a dupla gaúcha participou da regata de abertura, que reuniu apenas as 10 melhores parcerias do mundo na atualidade. Fernanda e Ana terminaram em sexto lugar e ficaram muito animadas para o Mundial. “A participação em eventos como esse é muito eficaz para continuarmos a treinar forte com nossas principais adversárias, e hoje, nessa regata de abertura especial, tivemos uma prévia do que será o Mundial e o que nos espera em Weymouth,” acrescenta Fernanda. As cariocas Martine Grael e Isabel Swan também disputam a competição.

Finn Gold Cup na Inglaterra – Quem também disputará um mundial a partir deste domingo é o caçula da Equipe Brasileira de Vela, Jorginho Zarif, de 19 anos. Na semana passada, ele conquistou o nono lugar no Campeonato Inglês da classe Finn. A cidade e os adversários eram os mesmos que ele vai econtrar na Finn Gold Cup, o mundial da classe.

“O Campeonato Mundial serve como uma pré-olimpíada. Iremos com o que temos de melhor e com a ideia de que este é o evento mais importante do ano. Ainda não decidimos qual material utilizar nos Jogos e, por isso, usaremos este evento para responder nossas dúvidas e começar a focar em algo mais concreto para as regatas de Weymouth. Estou bem confiante pois a vela nova, que chegou há poucos dias, fez o barco ficar muito veloz. Isso só aumenta a confiança. Nada melhor para um ano olímpico”, analisa Jorginho.

Da ZDL

Veleiro Fuzzarca do Projeto Grael está à venda

O Projeto Grael colocou a venda o Fuzzarca, um Velamar 37 construído em 1997. O barco está completo, com mestra, genoa e balão novos, além de enrolador de genoa. O valor é de R$ 42.000,000. Interessados devem entrar em contato com a secretaria do projeto pelo telefone 21 2711-9875.

Terceira etapa da Copa CIR acontece dia 19 em Santos

No próximo dia 19 de maio a cidade de Santos irá sediar a terceira etapa da Copa CIR. Estão convidadas as classes BRA-RGS A, B e Cruiser, e Cruzeiro A e B. As inscrições devem ser feitas na secretaria náutica do Clube Internacional de Regatas ou pelo email náutica@inter.org.

HPE25 deverá comparecer em peso na Copa Mitsubishi

Veterana na Mitsubishi Sailing Cup ao lado dos veleiros S40, a classe HPE25 tem sido um fenômeno na vela de oceano brasileira pelo número de adeptos. Considerada a porta de entrada para os barcos monotipos de oceano, a classe promete atrair ainda mais competidores para a terceira temporada da competição de vela da Mitsubishi.

“É na classe HPE25 que as tripulações começam a se formar. Hoje, ela conta com dezenas de veleiros espalhados pelo país, sendo a classe com maior número de monotipos de quilha que o Brasil já teve na história. É um fenômeno”, exalta Eduardo de Souza Ramos, idealizador da Mitsubishi Sailing Cup.

Por ser ágil, leve e fácil de velejar, as disputas ficam ainda mais intensas e acirradas. Prova disso é a última etapa da temporada 2011 da Mitsubishi Sailing Cup, em que a definição do campeão aconteceu apenas na regata final do evento e a diferença entre o primeiro colocado, Match Point, comandado por Hugo del Priore, e o segundo, Ginga, de Breno Chvaicer, foi de apenas um ponto.

“Estamos otimista para essa temporada. O barco teve um bom desempenho no ano passado e esperamos manter o nível. É claro que sabemos que a competição será muito acirrada, porque vários veleiros têm grande potencial e estão preparados para tentar o título”, afirma Breno Chvaicer, comandante do veleiro Ginga.

“A HPE25 tem despertado um interesse muito grande, porque ela chama atenção. Isso estimula a novos velejadores, além, é claro, dos já renomados, o que contribui para o aumento da classe. Eu mesmo estava afastado há muito tempo da vela e voltei somente por causa da HPE. Então, muitos voltaram pela facilidade e comodidade que estes barcos proporcionam”, explica Chvaicer.

As inscrições para a primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup, entre os dias 21 e 24 de junho, em Ilhabela (SP), já estão abertas no site www.mitsubishisailingcup.com.br.

Calendário 2012
1ª Etapa – 21 e 24 de Junho, em Ilhabela (SP)
2ª Etapa – 9 a 12 de Agosto, em Búzios (RJ)

Da assessoria de imprensa

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