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Vinte e duas equipes confirmam a participação na Transat Quebec Saint-Malo

No próximo dia 22 de junho 22 barcos estarão alinhados em Quebec, no Canadá, para a largada da oitava edição da Transat Quebec Saint-Malo, que termina na cidade francesa de mesmo nome. A primeira edição aconteceu em 1984 para comemorar a descoberta do rio Saint Lawrence por Jacques Cartier. Nesta edição estarão presentes velejadores do Canadá, França, Alemanha, Bélgica e Reino Unido, divididos entre Classe 40 e Open Class.

Classe BRA-RGS enche raia da Copa Suzuki Jimny e regatas são definidas no detalhe

BRA-RGS é subdividida em quatro categorias para garantir mais equilíbrio e emoção às disputas

Ilhabela (SP) – Classe com maior número de barcos de oceano no País, a BRA-RGS pode ser considerada a categoria de entrada na vela para quem quer disputar regatas de oceano. Na Copa Suzuki Jimny, as embarcações são subdividas em A,B,C e Cruiser e novamente lideram o tamanho da flotilha, com quase 50% dos inscritos. Na segunda etapa do circuito, válida como Warm Up para a Semana de Vela, a tendência é que a história se repita e as regatas sejam ainda mais equilibradas que as de março. O evento reúne as principais equipes em dois finais de semana: 26 e 27 de maio e 2 e 3 de junho. Estão convidadas também as classes ORC, C30, HPE25 e M24.5.

“A regra da RGS é simples e as equipes conseguem rapidamente calcular a sua posição e a do adversário. O coeficiente de cada um é multiplicado pelo tempo de regata já corrido. A forma de medir o barco é também bastante justa”, explica o experiente Mário Buckup, que será tático do Maria Preta. Em março, o velejador integrou o time do Nomad, que lidera a BRA-RGS B.

As subdivisões da BRA-RGS ajudam a manter o equilíbrio nas regatas e tornar as competições justas. O TMF (fator de multiplicação de tempo) define os padrões dos barcos. Mas, para entender melhor os critérios, há uma regra simples. Os veleiros da RGS A são os maiores, acima de 34 pés. Os da B são os médios (de 29 a 34 pés) e os da C, os pequenos, tem no máximo 28 pés. Já os Cruiser são literalmente barcos de cruzeiro que correm regatas.

“Outro fator que faz da BRA-RGS a classe com mais barcos na raia é que os veleiros são usados também para o lazer. Não há a obrigação de profissionais a bordo e muitos aprendem a velejar de Oceano logo de cara. Quem compra a embarcação para curtir se contagia ao ver o modelos semelhantes correndo regatas como a Copa Suzuki Jimny e a Rolex Ilhabela Sailing Week. Isso ajuda na popularização da classe”, relata Mário Buckup.

O velejador deixou o líder da BRA-RGS B, o Nomad (Mauro Dottori e Renato Vita), para integrar a parte tática do Maria Preta (Alberto Barreti) na segunda etapa. “O Nomad está equipado e bem regulado”, garante Mário Buckup. Segundo o tático, seu trabalho nas regatas é um dos mais complexos. “A função de tático exige experiência, conhecimento de raias e entendimento de regras. O Torben Grael é um exemplo, sendo apontado como um dos maiores do mundo. Ele faz a diferença porque sabe conduzir de maneira exemplar esse trabalho”. Na RGS-A, o líder provisório é o Fram (Felipe Aidar), que venceu quatro das seis regatas disputadas. Na C, o Ariel (Luis Pimenta) está na ponta. Na Cruiser, o Hélios/Hospital Sírio Libanês (Marcos Lobo) comanda o placar.

Volta do Jazz – Ausente da primeira etapa por um problema no motor, o Jazz (Valéria Ravani) confirmou presença nos dois finais de semana da segunda etapa da Copa Suzuki Jimny. Tempo para equipe voltar a se entrosar e tentar recuperar o terreno perdido. “Penso que treinar é fundamental para as nossas equipes. Chega um momento em que, mesmo sendo uma classe de barcos de cruzeiro, conta quem erra menos. E errar menos só se consegue com muito treino. Na competição é diferente. É ovelho ditado: treino é treino, jogo é jogo” , salienta Valéria Ravani, líder do Jazz.

Inscrição – As inscrições para o Warm Up custam R$ 80,00 por tripulante, exceto os mirins, que são isentos da taxa. O procedimento deve ser feito até a véspera da regata inicial, marcada para o sábado (26). A organização informa também que a estadia no YCI para os veleiros que não são da cidade está liberada de sábado (19) até o dia 9 de junho.

A competição teve início em março com seis regatas em todas as categorias, menos na HPE, que teve nove. As raias serão separadas novamente para tornar as provas mais justas e técnicas. Depois da segunda etapa, os barcos voltam a se enfrentar no litoral norte paulista em setembro (22, 23, 29 e 30) e decidem os campeões entre 24 e 25 de novembro e 1 e 2 de dezembro.

da ZDL de Comunicação

Taça Comodoro acontece neste final de semana no Rio de Janeiro

Neste final de semana, dias 19 e 20 de maio de 2012, o ICRJ estará realizando a tradicional Taça Comodoro, para as classes Oceano e Optimist. Para os barcos grandes estão programadas três regatas, sendo no máximo duas por dia. Para os pequenos serão quatro regatas, com no máximo três por dia.

Sonho olímpico chega ao fim para Fabio Pilar e Gustavo Thiesen

Dupla não conseguiu a classificação no Campeonato Mundial de 470

Chegou ao fim o sonho dos velejadores do Clube dos Jangadeiros Fábio Pillar e Gustavo Thiesen (foto) de disputarem os Jogos Olímpicos de Londres. A dupla gaúcha não teve sorte no Campeonato Mundial da Classe 470, que está sendo realizado em Barcelona, na Espanha, desde o último domingo (13), e não tem mais chances de obter a vaga olímpica. “Estou muito, muito triste. Ontem fomos oitavos nas três regatas. Se não fossem as largadas escapadas, estaríamos com a primeira vaga”, lamentou Pillar, destacando o desempenho da última segunda-feira, dia 14, quando a dupla foi penalizada em duas regatas por ter queimado as largadas.

Em águas espanholas, a definição da classe 470 masculina veio com o fim da fase de classificação. Após seis regatas, os competidores foram definidos nas flotilhas ouro, prata e bronze. Melhores brasileiros na competição, Pillar e Thiesen se classificaram para a disputa da flotilha prata (em 48º lugar, com 74 pontosperdidos). As sete vagas olímpicas, porém, ficaram entre os classificados para o grupo ouro, que define do primeiro ao 32º colocado. “No dia mais triste da minha carreira, agradeço a torcida, o apoio e o carinho de todo mundo que acreditou no nosso trabalho nos últimos quatro anos. Peço desculpas a quem trabalhou comigo, principalmente ao Gustavo Thiesen, que desempenhou de maneiramagistral o seu trabalho nesses três dias de competição. Assumo os erros, aderrota, mas agradeço por ter vivido os quatro anos mais felizes da minha vida, fazendo diariamente o que mais amo e com companhias perfeitas”, concluiu Pillar, que fechou a fase de classificação com um quarto e um 16º lugares, nesta terça.

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan –  Já classificadas para a classe 470 feminina nos Jogos Olímpicos de Londres, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan confirmaram o bom momento. Após a fase de classificação do Mundial de Barcelona, a dupla do Clube dos Jangadeiros está em 14º lugar. Nas seis regatas disputadas elas acabaram entre as dez primeiras, incluindo o 3º e o 10º lugares desta terça. “Conseguimos nosso objetivo e ficamos entre as melhores, na flotilha ouro. Mas sabemos que ainda precisamos melhorar. Agora é seguir nosso planejamento e fazer boas regatas finais”, analisa Fernanda. Outra dupla brasileira, Martine Grael e Isabel Swan estão em 16º lugar e também se classificaram para a Flotilha Ouro.

O Mundial de 470 tem mais quatro dias, com duas regatas diárias programadas. A Medal Race, que reúne as dez melhores duplas e define o campeão, está marcada para sexta-feira (18).

Da assessoria do Jangadeiros

Defininda a Equipe Brasileira de Vela que brigará por medalhas em Londres

Sem a vaga no Mundial de 470, Brasil terá representantes em sete das dez classes olímpicas. Fernanda e Ana seguem bem em Barcelona

São Paulo (SP) – A Equipe Brasileira de Vela que vai disputar os Jogos Olímpicos de Londres, no final de julho, está fechada. Nesta terça-feira (15), o Mundial de Barcelona, na Espanha, definiu os últimos classificados para a Olimpíada da classe 470 masculina, sem representantes brasileiros. Com isso, o Brasil será representado em águas inglesas em sete das dez classes olímpicas: RS:X masculino (Ricardo Winicki, o Bimba), RS:X feminino (Patrícia Freitas), Laser (Bruno Fontes), Laser Radial (Adriana Kostiw), Finn (Jorginho Zarif), 470 feminino (Fernanda Oliveira e Ana Barbachan) e Star (Robert Scheidt e Bruno Prada).

A vela é a modalidade que mais medalhas deu ao País em Jogos Olímpicos, com 16 pódios. Em Londres, três velejadores já tem experiência de conquistas olímpicas. Robert Scheidt e Bruno Prada foram prata em Pequim/2008 e chegam a Londres como favoritos para o ouro, após o tricampeonato mundial conquistado na semana passada. Já Fernanda Oliveira, que conquistou a primeira medalha feminina há quatro anos ao lado de Isabel Swan na classe 470 feminina, vai disputar sua quarta edição olímpica ao lado da proeira Ana Barbachan, que estreia na competição. Outros destaques da equipe são Ricardo Winicki, o Bimba, campeão mundial de RS:X em 2007 e que disputará sua quarta olimpíada, e Bruno Fontes, vice-líder do ranking mundial da classe Laser.

Em águas espanholas, a definição da classe 470 masculina veio com o fim da fase de classificação. Após seis regatas, os competidores foram definidos nas flotilhas ouro, prata e bronze. Os melhores brasileiros na competição, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen, se classificaram para a disputa da flotilha prata (em 48º lugar, com 74 pontos perdidos). As sete vagas olímpicas, porém, ficaram entre os classificados para o grupo ouro, que define do campeão ao 32º colocado. “Estou muito, muito triste. Ontem fomos oitavos nas três regatas. Se não fossem as largadas escapadas, estaríamos com a primeira vaga”, lamenta Pillar, que fechou a fase de classificação com um quarto e um 16º lugares.

No feminino, vaga na Ouro – Já classificadas para a classe 470 feminina nos Jogos Olímpicos de Londres, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan confirmaram o bom momento. Após a fase de classificação do Mundial de Barcelona, as gaúchas estão em 14º lugar. Nas seis regatas disputadas elas acabaram entre as dez primeiras, incluindo o 3º e o 10º lugares desta terça.

“Conseguimos nosso objetivo e ficamos entre as melhores, na flotilha ouro. Mas sabemos que ainda precisamos melhorar. Agora é seguir nosso planejamento e fazer boas regatas finais”, analisa Fernanda. Outra dupla brasileira, Martine Grael e Isabel Swan estão em 16º lugar e também se classificaram para a Flotilha Ouro.

O Mundial de Barcelona tem mais quatro dias, com duas regatas diárias programadas. A Medal Race, que reúne as dez melhores duplas e define o campeão, está marcada para sexta-feira (18).

Na Inglaterra, Jorginho é o 28º – Em Falmouth, na Inglaterra, Jorginho Zarif segue na disputa da Gold Cup, o Mundial da classe Finn. Após seis regatas, ele é o 28º, com 183 pontos perdidos. Nesta terça, ele marcou um 38º e um 23º. “O dia foi de ventos rondados (oscilando em direção) e de intensidade forte, com 20 nós e rondadas de 15 a 20 graus. Mesmo tendo um bom andamento do barco, as opções táticas não foram boas e isso acabou prejudicando o rendimento”, fala Jorginho.

O torneio faz parte da preparação de Jorginho para os Jogos Olímpicos de Londres. Na semana passada, contra boa parte dos adversários do Mundial, e no mesmo local, ele terminou o Campeonato Inglês da classe Finn no nono lugar.

Da ZDL de Comunicação

Safran tentará quebrar o recorde de volta a Grã Bretanha a partir de segunda-feira

O Safán, de Marc Guillemot, tentará, a partir desta segunda-feira (21), quebrar o recorde de volta a Grã Bretanha. A equipe, que conta ainda com Pascal Bidégory e Sébastien Audigane, estará em stand by já no final de semana. Como aquecimento para a velejada eles deverão participar, a partir de quinta-feira, da ArMen Race, uma regata de 300 milhas que parte do farol de ArMen e vai até Pointe du Raz.

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan seguem entre as melhores no Mundial de 470

No masculino, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen tem dia difícil, mas continuam com chances de classificação olímpica

São Paulo (SP) – Após um início difícil, o Mundial de 470 teve um dia de bons ventos nesta segunda-feira (14). Melhor para a dupla brasileira Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que está usando a competição de Barcelona, na Espanha, como parte da preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, em julho. As gaúchas seguem velejando sempre entre as dez melhores de sua flotilha e ocupam a 12ª posição da classificação geral do Mundial. No masculino, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen são os melhores do País, com o 66º lugar.

Nesta segunda, A organização conseguiu realizar três regatas. Fernanda e Ana marcaram um sexto, um sétimo e um décimo lugares. Somando ao décimo do primeiro dia, as gaúchas somam 33 pontos perdidos, ocupando a 12ª posição na classificação geral. A outra dupla brasileira na competição, Martine Grael e Isabel Swan, está em 15º, com 36 pontos.

“Foi um dia bem cansativo, como já imaginávamos. Cometemos alguns erros que nos fizeram perder alguns pontos, mas amanhã (terça) vamos tentar corrigi-los e continuar seguindo nosso planejamento. Nesse Mundial testaremos materiais e daremos ênfase em alguns pontos na parte técnica. Não temos grande expectativa nem preocupação com os resultados. Precisamos concluir informações sobre nossos equipamentos para alcançarmos nossos objetivos”, explica Fernanda, que ocupa a décima colocação no ranking mundial da classe.

Briga olímpica deve ser na Flotilha Prata – Se no feminino o Brasil vai bem, no masculino os gaúchos Fábio Pillar e Gustavo Thiesen tiveram um dia complicado nesta terça-feira. A dupla da Equipe Brasileira de Vela acabou desclassificada das duas primeiras regatas do dia e caiu para a 66ª posição, com 87 pontos perdidos. Os outros brasileiros na disputa, Henrique Haddad e Nicolas Castro está na 75ª posição, com 92 pontos.

Apesar das dificuldades, os brasileiros seguem com chance de classificação para os Jogos Olímpicos de Londres. Segundo as projeções de Fábio Pillar, três das sete vagas olímpicas em jogo no Mundial de Barcelona devem ser definidas na Flotilha Prata, para a qual os brasileiros ainda podem se classificar – as outras quatro vagas devem ficar com os classificados para a Flotilha Ouro.

“As bandeiras pretas (que sinalizam a desclassificação) foram uma pena. Nós largamos escapados, chegamos em nono lugar na primeira e oitavo na segunda, mas esses resultados acabaram não valendo. Como tivemos um oitavo lugar na terceira regata do dia, teríamos grandes chances de classificação para a Flotilha Ouro. Mesmo assim, ainda acreditamos que a classificação é possível. Três vagas devem ficar para a Flotilha Prata e vamos lutar para ficar com uma delas”, diz Fábio, lembrando que a fase de classificação do Mundial, que define a classificação para as três flotilhas da fase final, termina nesta terça-feira.

Jorginho Zarif é o melhor jovem na Gold Cup – Na Inglaterra, o brasileiro Jorginho Zarif, o mais jovem da Equipe Brasileira de Vela com 19 anos, é o melhor jovem da Gold Cup, equivalente ao Mundial da classe Finn. Ele está em 30º lugar após quatro regatas, com 122 pontos perdidos. A liderança é do bicampeão olímpico Bem Ainslie, com 8 pontos.

O torneio faz parte da preparação de Jorginho para os Jogos Olímpicos de Londres. Na semana passada, contra boa parte dos adversários do Mundial, e no mesmo local, ele terminou o Campeonato Inglês da classe Finn no nono lugar.

Da ZDL de Comunicação

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