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RISW quer cadastro completo de velejadores e embarcações na hora da inscrição

39ª edição do maior evento náutico da América Latina terá 150 barcos no Yacht Club de Ilhabela

Ilhabela (SP) – As inscrições para a 39ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week começaram no início do mês e, como nos anos anteriores, devem atingir o limite (150 barcos) antes do dia 16 de junho. A organização incentiva os mais de 1.400 velejadores que devem correr as regatas, entre 7 e 14 de julho, a fornecer o maior número de informações durante o cadastro para criar um banco de dados dos participantes e das embarcações.

O valor por tripulante até o dia 31 será de R$ 270,00. Entre 1 e 15 de junho, o preço será de R$ 320,00. Depois desta data, até o limite de inscritos, a taxa será de R$ 400,00.

As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

No site www.risw.com.br, há um link direto para a área de inscrições. O velejador receberá uma senha e, na sequência, poderá fazer o cadastro seguindo os seguintes passos:

Nome do barco
Número da vela
Clube de Origem
Fabricante
Modelo do barco
Tamanho (pés) do barco
Informações sobre seguro
Patrocínio
Número de Tripulantes
Classe

Após o pagamento e efetivação da inscrição pela organização, o tripulante deverá enviar foto (tipo 3×4) e um rápido currículo esportivo, além de imagens, em alta resolução, do veleiro. “A identificação dos barcos e dos velejadores é importante para Rolex Ilhabela Sailing Week. É um evento internacional, com excelência organizacional e respeito dos mais de 1.400 velejadores. Nesse número não estão incluídos convidados, patrocínios, amigos e toda a comunidade, que se envolve na realização das regatas”, explica José Nolasco, diretor de vela do YCI.

Tripulante mirim – Cada embarcação terá direito a inscrever um tripulante mirim com menos de 15 anos e 55 quilos, isento da taxa de inscrição. A criança não deve ser considerada no número total de atletas informado no preenchimento do cadastro. A inscrição só poderá ser feita no evento mediante validação da organização após a checagem de idade e peso.

Da ZDL

Veleiros do Sul realiza a 4ª Copa de J/24 neste final de semana

O Veleiros do Sul realiza neste final de semana, 19 e 20 de maio, a partir das 14h a quarta edição da Copa de J/24. A competição vai contar com velejadores dos clubes de Porto Alegre, além de participantes do Rio Grande Yacht Clube. As inscrições ocorrem até as 12h de 19/05 na Secretaria Esportiva do Veleiros do Sul, mediante taxa de R$ 50 por embarcação. A disputa contará com a realização de quatro regatas, sem descarte. Mais informações na Secretaria Esportiva do Veleiros do Sul no e-mail esportiva@vds.com.br ou pelo telefone 3265-1733 ramal 3.

Da assessoria do VDS

WIMRA abre nomeações para conselho

A Associação Internacional de Match Race Feminino (WIMRA) está com as inscrições abertas pra aquelas velejadoras que queiram ajudar a difundir o esporte pelo mundo. São seis vagas:

  • Representante da África
  • Representante da América do Sul e Central
  • Representante da Europa (Escandinávia)
  • Representante da Europa (não-Escandinávia)
  • Representante da América do Norte e Caribe
  • Representante da Oceania

As interessadas devem estar em dia com a anuidade da associação e podem se inscrever pelo em-mail ExecDir@wimra.org até o dia 1º de junho. As novas representantes serão conhecidas no dia 27 de junho, durante o Mundial, que será realizado na Suécia. Atualmente a velejadora Andrea Grael é a representante da América do Sul.

Loick Peyron lidera o primeiro dia de regatas da ACWS em Veneza

As disputas da Segunda etapa de 2012 da America´s Cup World Series começaram nesta quinta-feira em Veneza, na Itália. Depois de duas regatas de flotilha e das quartas de final do Match Race, a equipe do Energy Team lidera a competição. O bom resultado marca a volta de Loick Peyron ao leme do barco.

Nesta sexta-feira os franceses irão enfrentar o Artemis Racing, enquanto o Luna Rossa Piranha irá enfrentar Oracle Racing Spithill no Match Race. Até o final da competição estão programadas mais sete regatas de flotilha.

Brasileiro é destaque na Volvo Virtual

Jogo online da regata atrai quase 200 mil jogadores, sendo 5 mil brasileiros, que, para controlar os veleiros virtuais, fazem análises meteorológicas e dormem pouco

São Paulo (SP) – Junto com a largada de cada etapa da Volvo Ocean Race, além dos 66 velejadores a bordo de Telefónica, Groupama, Puma, Camper, Abu Dhabi e Sanya, cerca de 200 mil velejadores, amadores ou não, embarcam em seus barquinhos virtuais preparados para passar noites e noites em claro. Com menos preparo físico, mas nem por isso menos habilidade, os velejadores do Volvo Ocean Race Game também se preocupam com a metereologia, velas rasgadas e até mesmo com o que vão dar de comer para a sua tripulação.

Sucesso desde a última edição da regata, em 2008-09, a cada ano que passa o jogo atrai mais participantes. Nesta temporada, o número de inscritos já está próximo dos 200 mil. Os prêmios para os vencedores vão de canivetes e jaquetas impermeáveis, passam por viagens para as paradas da regata real e chegam até a um carro Volvo, para o grande campeão.

O Brasil tem, nesta edição, mais de cinco mil velejadores virtuais. O melhor deles é Roberto Negraes, que comanda o RevistaNáutica I, feito em parceria com a revista especializada no setor. Na quinta etapa, entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí, em Santa Catarina, o barco terminou na 4ª colocação geral e em 1º na categoria Solo Boat. Como é possível competir com mais de um barco por pessoa, a organização optou por fazer uma premiação separada para os barcos de número 1. E quem pensa que foi fácil, está muito enganado. No final da etapa, Negraes conta que chegou a passar mal pela longa duração da perna. “Não aguentava mais dormir apenas duas ou três horas por noite. Depois de 20 dias de regata eu estava um trapo”, conta.

Esse regime de pouco sono é resultado do modo de jogo das regatas virtuais. O maior desafio para os brasileiros é o horário em que acontecem as atualizações da metereologia: durante a madrugada. “Eu começo a estudar a mudança no tempo a partir da meia noite e meia, porque eu sei que ela vai mudar por volta de 3 horas da manhã. Em média, eu estudo entre três e seis horas por dia para manter o meu barco em uma boa posição”, completa.

Além de conhecer sobre regatas, o velejador virtual deve também saber sobre computação e navegação. “Usamos os mesmos softwares que os velejadores da Volvo usam para fazer a navegação dos VO70. A regata virtual exige muito conhecimento sobre isso”. Segundo ele estes softwares chegam a custar até US$ 2.000,00. Existem versões mais baratas, como o VRTOOL, criado por um brasileiro e que pode ser baixado gratuitamente.

Vento forte não assusta – A etapa entre Auckland e Itajaí, foi a mais desafiadora da competição e teve cinco dos seis barcos reais quebrados por conta das adversidades dos mares do sul. Os barcos velejam em latitudes muito baixas e em seu caminho, além do frio, encontraram icebergs, muita onda e ventos fortíssimos. Apesar da previsão do tempo ser a mesma, os velejadores virtuais podem exigir mais de seus barcos do que os reais. Negraes conta que atravessou o oceano austral com ventos de mais de 50 nós (90 km/h) e seu barco ficou ileso. “Chegamos antes da flotilha da Volvo em Itajaí porque não tivemos que nos preocupar com quebras”.

Apesar disso, engana-se quem pensa que os veleiros virtuais não enfrentam problemas. Para tornar o jogo mais próximo do real, no VORG as velas dos barcos se gastam e podem rasgar. Além disso, é preciso manter a energia da tripulação alta para que o rendimento do barco não seja afetado por “falta de força” dos velejadores. Para evitar problemas assim, o jogo oferece créditos pagos, que podem ser revertidos em equipamentos ou energia para a tripulação, evitando que os barcos percam posições caso aconteça algum ‘incidente’.

Na sexta etapa, entre Itajaí e Miami, nos Estados Unidos, Roberto cruzou a linha de chegada em 11º. O resultado deixou o brasileiro bastante contente: dias antes ele teve problemas com o seu computador e acabou ficando 14 horas sem jogar. “Estava entre os líderes e cai mais de 200 posições. Por sorte consegui me recuperar. Este acabou sendo o meu melhor desempenho na regata”, comemora ele que agora é vice-líder geral da competição.

Da ZDL

Footilha da Volvo larga de volta para a Europa neste final de semana

O clima pode jogar contra os seis veleiros que partem de Miami neste domingo (20). A travessia da sétima perna pelo Atlântico Norte deve durar 11 dias. A flotilha sai dos EUA com destino à capital portuguesa, Lisboa. “A sétima perna não terá muitos ventos. A maior dificuldade será enfrentar as ondas, que podem atingir até 10 metros. No Atlântico Norte, às vezes, a viagem pode ser tão desagradável quanto no Oceano Antártico”, relata Gonzalo Infante, chefe de meteorologia da Volvo Ocean Race.

Essas condições devem tornar a etapa bastante disputada. Serão quase 7 mil quilômetros e os resultados podem mudar a tabela de classificação, liderada pelo Telefónica, com 164 pontos. Atrás dos espanhóis, os franceses do Groupama têm 153 e o barco neozelandês/espanhol do Camper, 149. O Puma, vencedor das duas últimas etapas, soma 147 e está na briga. Abu Dhabi com 68 e Sanya com 25 fecham a classificação da regata de volta ao mundo.

A equipe de Iker Martínez ganhou as três primeiras pernas, mas os últimos resultados animaram os que estão atrás da flotilha. Os 11 pontos de vantagem deixam o Telefónica atento, mas confiante. “É preciso ser realista. Tudo pode acontecer na próxima perna, mas continuamos na liderança. A equipe é boa e, por isso, vamos brigar pelo título. Na verdade, estamos em uma situação que todos adorariam estar. Sem dúvida, essa é uma posição privilegiada”, explica Iker.

A próxima prova valendo pontos, a Regata do Porto, está marcada para sábado (19) e terá a volta do Sanya à disputa. O veleiro chinês não participou da última perna em Itajaí e foi rebocado direto de Auckland, na Nova Zelândia, para Miami para reparos.

Classificação geral da Volvo Ocean Race – após seis pernas:
1º – Telefónica – 164 pontos
2º – Groupama – 153 pontos
3º – Camper – 149 pontos
4º – Puma – 147 pontos
5º – Abu Dhabi – 68 pontos
6º – Sanya -25 pontos

Da ZDL

Brasileiras se salvam em dia complicado no Mundial de 470

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estão em 13º no Mundial de 470. Na Finn Gold Cup, na Inglaterra, regatas foram canceladas

São Paulo (SP) – O dia foi difícil para os velejadores que estão disputando o Mundial de Barcelona da classe 470. Sem conseguir montar as raias para as regatas do dia por causa da variação do vento, a organização mandou os atletas para a água mais tarde do que o normal, causando impaciência entre os competidores. Para os brasileiros, o dia foi complicado e Fernanda Oliveira e Ana Barbachan conseguiram ainda se salvar com um nono lugar na segunda prova do dia e segue sendo a melhor parceria verde-amarela na competição.

“O dia começou muito tarde, ficamos esperando horas no clube. As regatas foram com vento médio, mas muito mar e muita corrente. Foi um dia muito difícil para todos. Largamos muito mal nas duas regatas e com muito esforço conseguimos salvar a última”, afirma Fernanda, que marcou um 25º na primeira prova desta quarta (16), seu pior desempenho na competição.

As gaúchas estão em 13º lugar na classificação geral, com 55 pontos perdidos. Martine Grael e Isabel Swan estão em 15º, com 60. No masculino, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen estão em 45º lugar, com 101 pontos (Flotilha Prata), e Henrique Haddad e Nicolas Castro, em 67º, com 105 (Flotilha Bronze).

Sem regatas na Inglaterra – Em Falmouth, na Inglaterra, Jorginho Zarif segue na disputa da Gold Cup, o Mundial da classe Finn. Nesta quarta-feira, sem ventos, a organização cancelou as regatas do dia. Após seis regatas, Jorginho é o 28º, com 183 pontos perdidos. O torneio faz parte da preparação de Jorginho para os Jogos Olímpicos de Londres. Na semana passada, contra boa parte dos adversários do Mundial, e no mesmo local, ele terminou o Campeonato Inglês da classe Finn no nono lugar.

Da ZDL de Comunicação

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