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Scheidt e Prada disputam o Skandia Sail for Gold Regatta

Campeonato, disputado na raia olímpica de Weymouth, na Inglaterra, começa no dia 4

São Paulo – Robert Scheidt e Bruno Prada, representantes brasileiros da classe Star nas Olimpíadas, irão disputar a partir de segunda-feira (4/6) o Skandia Sail for Gold Regatta. O evento, válido como quinta etapa de 2012 da Copa do Mundo de Vela, será realizado na raia olímpica de Weymouth e terá o mesmo formato dos Jogos, com 10 regatas mais a medal race, disputada apenas pelos 10 primeiros colocados.

A dupla, que venceu a competição em 2011, treinou em Weymouth desde o início da semana. Durante o campeonato, os dois enfrentarão grande parte dos seus oponentes nos Jogos Olímpicos, como os ingleses Iain Percy e Andrew Simpson, os franceses Xavier Rohart e Pierre Alexis Ponsot, os dinamarqueses Michael Hestbaek e Claus Olesen, os irlandeses Peter O’Larry e David Burrows, os suecos Fredrik Loof e Max Salminen e os suíços Flavio Marazzi e Enrico de Maria.

“Aproveitamos esta semana de adaptação para treinar com os franceses, principalmente a parte da medal race, e também testamos algumas velas”, disse Prada.

Após o término do campeonato, os dois permanecerão na cidade inglesa para mais um período de treinamento, antes de entrarem na Vila Olímpica, em julho

Da Local

Adriana Kostiw disputa último grande evento antes das Olimpíadas

Representante brasileira na classe Laser Radial está em Weymouth para o Skandia Sail for Gold Regatta

São Paulo – Entre os dias 4 e 9 de junho, a velejadora Adriana Kostiw, representante brasileira da classe Laser Radial nos Jogos Olímpicos, disputará na raia olímpica o Skandia Sail for Gold Regatta. O evento,válido como quinta etapa da Copa do Mundo de Vela, terá o mesmo formato das Olimpíadas, com 10 regatas mais a medal race, em que participam apenas os 10 primeiros colocados.

Adriana desembarcou na cidade inglesa na última terça-feira (29/06). Ela aproveita os dias que antecedem o início da competição para treinar ao lado do técnico da Confederação Brasileira, Geison Mendes, e de outras velejadoras, como Gintare Scheidt, atual campeã mundial.

Durante o evento a velejadora irá enfrentar grande parte de suas adversárias em Londres. Neste campeonato, porém, a raia estará bem mais cheia do que nos Jogos, já que o evento serve como seletiva para escolher quem será o representante de países como a Espanha e França, já classificados e que ainda não tem a equipe olímpica definida.

“Quero aproveitar a presença do Geison para conhecer bem a raia e assim chegar mais confiante aos Jogos”, disse Adriana.

Depois que voltar de Weymouth, Adriana, que tem o patrocínio do Grupo Alatur, Veet, Lorenzetti e apoio da Oakley, BL3, Nobmultisports, YCSA e VDS, seguirá para Ilhabela, onde terá mais alguns dias de treinos antes de embarcar para a Vila Olímpica, no dia 16 de julho.

Da Local

Com recorde histórico de participantes,CopaSuzuki Jimny define campeões do Warm Up em Ilhabela

Evento conta com 58 barcos e se consolida como uma das principais competições de Oceano da América Latina

Ilhabela (SP) – A Copa Suzuki Jimny bateu o recorde histórico de veleiros de Oceano durante o Warm Up, que será definido neste fim de semana (2 e 3 de junho) no Yacht Club de Ilhabela (YCI). Pela primeira vez, a competição náutica reúne 58 veleiros de diferentes classes: S40, C30, HPE, ORC e BRA-RGS. Cada vez mais, as equipes colocam a competição como prioridade no calendário da vela oceânica e usam as regatas como teste de luxo para a Rolex Ilhabela Sailing Week. Na raia do litoral norte paulista, campeões pan-americanos e mundiais, velejadores olímpicos e até quem já correu a Volta ao Mundo, como André “Bochecha” Fonseca. Em contrapartida, o YCI oferece estrutura dentro e fora do clube, além de arbitragem com experiência internacional.

“A tradição se faz presente pelo investimento dos times, pelo alto nível técnico das provas e, principalmente, por anteceder a Rolex Ilhabela Sailing Week. Prova disso é o recorde histórico dos últimos 12 anos de competição, que acabamos de bater neste Warm up, com 58 barcos. É na Copa Suzuki que os tripulantes pegam entrosamento e testam materiais. Essas variantes são fundamentais nas regatas de Oceano”, conta José Nolasco, diretor de vela do YCI. “O nome Warm Up faz jus à importância das regatas, que são uma prévia do que vai ocorrer em julho. Nas duas competições é quase impossível apontar favoritos. Quem vencer agora chega com moral”.

Os números do primeiro final de semana mostram que a maioria das classes terá decisão apenas no domingo (3). Apenas na ORC e BRA-RGS Cruiser os líderes, Tomgape (Ernesto Breda) e Hélio II – Hospital Sírio Libanês, respectivamente, têm folga na tabela. Nas demais, principalmente na HPE, o equilíbrio mostra que a vela oceânica brasileira é uma das mais fortes e organizadas do mundo.

“As tripulações estão cada vez mais entrosadas e o melhor acerto e ritmo de prova fazem a diferença em um percurso de quatro milhas (média de 50 minutos de duração). Os barcos são iguais e dificilmente se repete o primeiro colocado. Cada um veleja próximo do outro e a tática faz muita diferença durante a regata. Para 2012, as equipes se prepararam ainda mais”, lembra Nolasco.

Criada no Yacht Club de Ilhabela, o HPE rapidamente caiu no gosto do velejador de Oceano e geralmente têm campeões olímpicos e mundiais correndo, como Robert Scheidt, Bruno Prada e Maurício Santa Cruz. O último é fundamental na tripulação do Relaxa/Next (Roberto Mangabeira), que está em segundo lugar no campeonato. Líderes, o Jimny/Takeashauer precisa manter a média para levar o título.

“Se os resultados foram bons até o momento, por outro lado, aumentam a responsabilidade do time em manter o desempenho nas regatas decisivas do próximo final de semana, quando tudo pode mudar, pois na HPE o que não falta é competitividade. Os barcos são muito simples e muito divertidos de velejar. Em cinco regatas realizadas, cinco vencedores e quatro pontos separando os quatro primeiros colocados. Ou seja, tudo está aberto”, conta Cássio Ashauer, integrante do veleiro.

Na C30, uma estreia de alto nível do Loyal (Marcelo Massa). O time com profissionais a bordo, como André Fonseca, Alexandre Paradeda e Gustavo Thiesen, chegou em primeiro lugar nas cinco regatas do Warm Up da semana passada. “Faz um tempo que velejo com o Marcelo Massa do Loyal. Sempre ajudo na parte técnica da tripulação e agora recebi o convite para terminar a fase de montagem do barco. A experiência em barcos de Oceano e em monotipos ajuda nessa preparação”, relata André Bochecha.

Na ORC, o Tomgape (Ernesto Breda) lidera com apenas cinco pontos perdidos em quatro regatas. Atrás vem o Tembó Guaçu com 10 pontos perdidos. “O campeonato está cada vez mais equilibrado. O nosso objetivo é continuar velejando bem na preparação para a Rolex”, explica Ernesto Breda.

A liderança da BRA-RGS A está com o Jazz (Valéria Ravanni), barco que ficou ausente da primeira etapa em março. Na subdivisão B, o Nomad (Márcio Dottori) venceu três das quatro provas do calendário e é o favorito ao título. Na C, destaque para o Rainha (Leonardo Pacheco). Na Cruiser, o melhor do Warm Up é o Helios II – Hospital Sírio Libanês (Marcos Lobo), com 100% de aproveitamento em quatro regatas.

A previsão da meteorologia para o fim de semana é de ventos variando de 6 a 13 nós e chuva durante as regatas, que começam às 13h.

Resultados acumulados do Warm Up:
ORC após quatro regatas
1º – Tomgape (Ernesto Breda) – 5 pp pontos perdidos (2+1+1+1)
2º – Tembó Guaçu (Marcelo Massa) 10 pp – (3+3+2+2)
3º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 11 pp (1+4+3+3)

HPE após cinco regatas e um descarte
1º – Jimny/Takeashauer (Marcos Ashauer) – 10 pp (1+7+2+5+2)
2º – Relaxa Next (Eduardo Mangabeira) 10 pp (3+1+8+2+4)
3º – Ginga (Breno Chvaicer) – 12 pp (2+3+3+4+15)

BRA RGS A após quatro regatas
1º – Jazz (Valéria Ravanni) 9 pp (1+4+1+3)
2º – Fram (Felipe Aidar) 10 pp (2+1+5+2)
3º – Jylic II (Martin Bonato) 11 pp (4+3+3+1)

BRA RGS B após quatro regatas
1º – Nomad (Márcio Dottori) 6 pp (3+1+1+1)
2º – Asbar II (Sérgio Keplacz) 8 pp (1+3+2+2)
3º – Anequim (Paulo de Moura) 14 pp (2+2+7+3)

BRA RGS C após quatro regatas
1º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 6 pp (2+1+2+1)
2º – Ariel (Luis Pimenta) – 8 pp (3+2+1+2)
3º – Conquest (Marco Hidelgo) 14 pp (1+5+5+3)

BRA RGS Cruiser após quatro regatas
1º – Helios II – Hospital Sírio Libanês (Marcos Lobo) – 4 pp (1+1+1+1)
2º – Cocoon (Marcelo Cagiano) – 12 pp (5+3+2+2)
3º – Pirajá (Rubens Bueno) – 14 pp (2+2+6+4)

C30 após cinco regatas
1º – Loyal (Marcelo Massa) – 5 pp (1+1+1+1+1)
2º – Barrucada/Matrix (Humberto Diniz) 11 pp (2+3+2+2+2)
3º – +Realizado (José Apud) – 14 pp (3+2+3+3+3)

da ZDL

Abu Dhabi vence a sétima etapa da Volvo Ocean Race, mas Groupama assume a liderança geral

Depois de 12 dias no mar a equipe do Abu Dhabi finalmente conquistou a sua primeira vitória na Volvo Ocean Race. O time comandado por Ian Walker cruzou a linha de chegada em Lisboa às 17h23 (horário de Brasília) desta quinta-feira. O Groupama, de Franck Cammas, segundo colocado, chegou apenas seis minutos depois. Em terceiro cruzou o barco americano Puma, comandado por Ken Read. No total as equipes percorreram 3500 milhas entre Miami e a cidade portuguesa na etapa que marca a volta dos barcos à Europa.

“Nós temos pessoas tão experientes na equipe terra e a bordo do barco, mas não estávamos conseguindo resultados em nenhuma etapa. É brutal, mas agora que nós ganhamos uma perna, o resultado faz tudo valer a pena”, disse Walker. A equipe começou a etapa com o pé direito, vencendo também a regata inport de Miami.

O Telefónica, de Íker Martinez, e o Camper, de Chris Nicholson, quarto e quinto colocados, protagonizaram uma das chegadas mais apertadas da regata até agora. A diferença entre eles foi de apenas 1 minuto e 45 segundos. O Team Sanya foi o último a cruzar a linha de chegada. Com o resultado, a equipe francesa somou 25 pontos e assumiu a liderança geral da competição. O Telefónica, que liderava até então, está três pontos atrás.

Resultado da etapa entre Miami e Lisboa:

1. Abu Dhabi
2. Groupama
3. Puma
4. Telefónica
5. Camper
5. Team Sanya

Resultado acumulado após sete etapas:
1. Groupama, 183 pontos
2. Telefónica, 180 pontos
3. Puma, 171 pontos
4. Camper, 162 pontos
5. Abu Dhabi, 104 pontos
6. Team Sanya, 32 pontos

Completa, Equipe Brasileira de Vela Olímpica disputa o Skandia Sail for Gold na raia olímpica

São Paulo (SP) – A menos de dois meses das Olimpíadas de Londres, a Equipe Brasileira de Vela terá a chance de testar a raia olímpica, na cidade de Weymouth, onde serão disputadas as regatas valendo medalhas. A Skandia Sail For Gold, etapa inglesa da Copa do Mundo de Vela, começa nesta segunda (4), com a presença de todos os atletas classificados para os Jogos. O time nacional terá nove velejadores, liderados pelos tricampeões mundiais de Star, Robert Scheidt e Bruno Prada. Os outros representantes são Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470), Jorge Zarif (Finn), Bruno Fontes (Laser), Adriana Kostiw (Laser Radial) e Patrícia Freitas e Ricardo Winicki (RS:X).

O grupo chegou com antecedência à cidade inglesa, visando uma melhor preparação. Os treinos em Weymouth, segundo os velejadores, são fundamentais na reta final de campanha. “O Skandia é a última competição que participaremos antes dos Jogos. Estivemos em Weymouth em agosto do ano passado, no evento-teste, e vamos procurar aproveitar ao máximo para concluir informações sobre nossos equipamentos. Testaremos mais velas, mesmo sabendo que as condições de vento em junho são diferentes de agosto, período dos Jogos”, diz Fernanda Oliveira, que veleja ao lado da proeira Ana Barbachan na classe 470.

A preocupação do mais jovem da delegação, Jorge Zarif, também é buscar os melhores equipamentos disponíveis para a disputa olímpica. “Para a Skandia, meu objetivo é definir o material que será utilizado nos Jogos. Testei algumas variações nesses eventos na Europa, inclusive o Mundial, e acredito que está tudo encaminhado”, explica o velejador de 19 anos.

Em duas classes em especial, RS:X (masculino e feminino) e Laser (Standart e Radial), a escolha dos equipamentos não é fundamental, mas os testes com eles sim. Nos Jogos Olímpicos, a organização sorteia barcos e velas iguais entre os velejadores, para evitar favorecimentos. “Acho que será um evento onde todos os atletas que estarão nos Jogos irão participar. Pretendo competir com algum material mais novo ou que nunca foi usado, para simular o sorteio de material, como será nas olimpíadas. O objetivo é estar na Medal Race”, explica Ricardo Winicki, campeão mundial da RS:X em 2007.

Representante da RS:X feminina,Patrícia Freitas quer repetir o bom desempenho de eventos anteriores e se aproximar das 10 primeiras. “Todas que irão correr a Olimpíada estarão correndo a Sail for Gold, sem contar outras atletas de alto nível que não conseguiram a vaga do país. Então, meu objetivo é entrar na Medal Race”, relata.

“Como o foco é Londres, o meu objetivo é colher o máximo de informações das raias, treinar as largadas e pegar ritmo de regatas. Não estou muito preocupado com o resultado agora, mas é lógico que sempre competimos para ganhar”, lembra Bruno Fontes da Laser. Na versão feminina, a representante na raia inglesa será Adriana Kostiw, que treinou em Porto Alegre por um mês visando a reta final de campanha olímpica.

Os brasileiros recentemente disputaram os mundiais das categorias e chegam confiantes em Weymouth. A lista olímpica brasileira tem três medalhistas dos Jogos de Pequim/2008, três campeões mundiais, cinco representantes em três classes entre os 10 melhores do ranking da Isaf (Federação Internacional de Vela). Somados, os velejadores verde-amarelos têm experiência de 14 Jogos Olímpicos.

O time é formado pelos tricampeões mundiais e atuais vice-campeões olímpicos Robert Scheidt e Bruno Prada, na classe Star, pela medalhista de bronze em Pequim-2008 Fernanda Oliveira, que velejará com a estreante Ana Barbachan, na classe 470 feminina, pelo campeão mundial de 2007 Ricardo Winicki, o Bimba, na classe RS:X, e pelo vice-líder do ranking mundial da classe Laser, Bruno Fontes, além de Patrícia Freitas (RS:X feminina), Jorginho Zarif (Finn) e Adriana Kostiw (Laser Radial).

Essa equipe multicampeã, que tentará ampliar as 16 medalhas olímpicas que a modalidade já deu ao Brasil, estará completa a partir do dia 4 de junho, na Inglaterra.

Equipe Brasileira de Vela:

Classe 470 feminino
Fernanda Oliveira (19/12/1980) e Ana Barbachan(15/08/1989)
Velejadora gaúcha, Fernanda vai disputar sua quarta edição das Olimpíadas. Em Pequim/2008, ao lado de Isabel Swan, ela conquistou o bronze, a primeira medalha da vela feminina brasileira em Jogos Olímpicos. Em Londres/20012, ela velejará com nova parceira, a também gaúcha Ana Barbachan. As duas estão em décimo lugar no ranking mundial da classe 470 feminina, melhor colocação da carreira da dupla.

Finn
Jorginho Zarif (30/09/1992)
Aos 19 anos, Jorginho é o mais jovem atleta da vela brasileira em Londres. Vindo de uma família de velejadores, ele ficou próximo da vaga olímpica em Pequim/2008, mas acabou em segundo lugar na seletiva nacional. Mais experiente, em 2012 ele não deu chances aos rivais. Campeão mundial júnior em 2009, é apontado como grande revelação da vela brasileira e já foi elogiado pelo tricampeão olímpico inglês Ben Ainslie.

Laser
Bruno Fontes (25/09/1979)
O catarinense é o atual vice-líder do ranking mundial da classe Laser, após atuações regulares desde o ano passado. Os Jogos de Londres serão sua segunda experiência olímpica, após a estreia em Pequim/2008 em 27º lugar. Em 2012, seu melhor resultado foi o vice-campeonato na Semana Olímpica de Miami, nos EUA, etapa dos EUA da Copa do Mundo de vela da Isaf.

Laser Radial
Adriana Kostiw (16/03/1974)
Velejadora paulista, Adriana vai disputar em Londres sua segunda Olimpíada. A estreia foi em 2004, ao lado de Fernanda Oliveira na classe 470 – as duas terminaram em 17º lugar. Desde então, ela mudou para a classe Laser Radial. Conquistou a vaga para o Brasil no Mundial de Perth, em dezembro, e confirmou a vaga na seletiva brasileira, em Búzios, em fevereiro.

RS:X feminina
Patricia Freitas(10/03/1990)
A windsurfista carioca é uma das atletas em ascensão da equipe nacional. Disputou os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, quando ficou em 18º lugar, e, no ano passado, garantiu a vaga olímpica para o Brasil no Mundial de Perth. Em 2011, ficou entre as 15 primeiras em todas as etapas da Copa do Mundo que disputou, incluindo um sexto lugar em Miami, nos EUA, e um oitavo em Medemblik, na Holanda. Na Semana Pré-Olímpica de Weymouth, no ano passado, foi a 11ª.

RS:X masculina
Ricardo Winicki, o Bimba (08/05/1980)
Um dos maios experientes da equipe, Bimba vai disputar sua quarta Olimpíada. Ele foi campeão mundial em 2007 e chega aos Jogos de Londres após meses de preparação específica para as condições de Weymouth. Em abril, por exemplo, ele trouxe ao Brasil o português João Rodrigues para treinar em Búzios. Sua melhor participação olímpica aconteceu em 2004, quando ele foi o quarto colocado.

Star
Robert Scheidt (15/04/1973) e Bruno Prada (31/07/1971)
Maiores estrelas da equipe brasileira, Robert e Prada chegam em grande momento à reta final para os Jogos de Londres. Eles acabaram de conquistar o tricampeonato mundial da classe Star, inédito no Brasil, e vêm de 12 títulos nos últimos 13 eventos disputados desde maio de 2011. Esta será a quinta Olimpíada de Scheidt, que já conquistou quatro medalhas (dois ouros e duas pratas), e a segunda de Prada, que levou uma medalha (prata). Em Weymouth, os dois vão defender o vice-campeonato olímpico conquistado em Pequim/2008.

Da ZDL

Quarta etapa da Copa CIR de Oceano acontece dia 16

No próximo dia 16 o Clube Internacional de Regatas promove em Santos a quarta etapa do calendário de regatas de Oceano. Estão convidadas as classes BRA-RGS A, B e Cruiser, e Cruzeiro A e B. As inscrições custam R$30 por tripulante e devem ser feitas na sede náutica do clube. Tripulantes mirins não pagam.

Regata Arnaldo e Célia Guedes acontece dia 17 no Rio de Janeiro

No próximo dia 17 acontece no Rio de Janeiro a Regata Arnaldo e Célia Guedes para a classe Optimist. Estão convidados velejadores estreantes e veteranos. Não serão cobradas taxas de inscrições. A largada está programada para às 13h.

Pipa vence o Campeonato do DF de Ranger 22

Depois de seis regatas, disputadas em dois finais de semana, o Pipa, ficou com oítulo de campeão do DF da classe Ranger 22. O segundo lugar ficou com o Ter-lê-lê, seguido pelo Pantanal MT. Leia abaixo o relato de José Rocha Neto, capitão de flotilha da classe.

“Todas as seis regatas previstas foram realizadas, quatro no primeiro final de semana do torneio, com ventos na casa dos 12 nós e duas no segundo final de semana, com ventos na casa dos oito nós.  Com total clima de cordialidade e lealdade esportiva, houve excelentes disputas e sem dúvida momentos memoráveis ficarão na lembrança de todos os participantes.

Agradecimentos especiais ao Iate Clube de Brasília, em especial a Diretoria de Esportes Náuticos pela brilhante organização do evento. Ao Sérgio Muller, Paulo e toda a equipe de funcionários e marinheiros nosso muito obrigado.

À FNB, em especial Roberto Renner, Flávio Pimentel, Vitor Hugo e Celso Freddi, registramos também nossos agradecimentos pelo apoio, cuidado e atenção que dedicaram ao evento.

Destaque para a atuação impecável da CR. Ao Marcelo da Silva, Edgar Rondina e equipe de Auxiliares no gerenciamento das regatas, nossos sinceros agradecimentos e congratulações pelo trabalho de alto nível que executaram.

Não houve protestos ou audiências, entretanto registramos nossos agradecimentos aos Senhores David Baker Shashoua, Mauro Osório, Giorgio Bottin, João Ramos e Maurício Bittencourt pela composição da CP e pelo constante apoio à Classe R22.

Neste ano tivemos a honra de dividir a raia com as Classes Star, Delta26 e Fast23. Foi uma grande e bonita festa da vela de Brasília. Para nós, Rangeristas, foi um grande prazer velejar e confraternizar com todos, afinal estamos entre amigos, independente da Classe em que competimos. Obrigado George Raulino (Star), João Ramos (D26) e Ezequiel Medeiros (F23).

Aos Comandantes Ivan Malheiros e Carlos Westone, nossos agradecimentos por nos brindarem com tão belas imagens.

Por fim, registro que a Classe Ranger22 reafirma o respeito e a admiração por todas as Instituições e Pessoas que nos proporcionam todo o apoio e estrutura necessária para velejar e competir. Temos consciência de que para nos divertirmos na raia, tem muita gente trabalhando.

Muito obrigado a todos vocês !”

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