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Clube Naval Charitas sedia o Brasileiro de Velamar 22

Tradicionalmente conhecido por sediar diversas competições náuticas importantes, o Clube Naval Charitas se prepara para receber mais um grande campeonato. Trata-se do 5º Campeonato Brasileiro da Classe Velamar 22. O evento acontecerá entre os dias 07 e 10 de junho e são aguardados aproximadamente 120 competidores. A classe é considerada uma das mais simpáticas do calendário de vela. Para validar a competição, serão necessárias no mínimo oito Regatas. A intenção é não realizar mais que três Regatas por dia. As Regatas estão previstas para começar às 13:00 horas, exceto no último dia de competição, domingo, que terá início às 12:00 horas. Para cobertura jornalística do evento, a equipe de reportagem deverá efetuar o credenciamento junto à Assessoria de Imprensa do Clube Naval Charitas. Mais informações na página oficial do evento.
Da assessoria de imprensa

“Olhos do mar”, umpires ditam as regras das regatas na Mitsubishi Sailing Cup

Terceira temporada da competição contará com dez juízes de três países diferentes

Na Mitsubishi Sailing Cup, características únicas fazem do circuito um dos mais competitivos e atraentes da vela de oceano sul-americana. Diferente de outras competições nacionais, A Mitusbishi Sailing Cup trouxe ao país, em 2010, um modelo de arbitragem que deixa as disputas ainda mais interessantes para quem assiste e veleja: o de umpires, juízes que atuam dentro da água verificando o cumprimento das normas.

Diferente das tradicionais competições com sistema de rating, os umpires julgam os protestos em tempo real, evitando assim a demora na divulgação dos resultados. “O diferencial dessa forma de regata com umpire na água é o que começa no mar, termina no mar. Não há situações de esperar chegar em terra para fazer apelação. Ao sair da água, já se sabe quem é o campeão”, explica Carlos Sodré, árbitro geral do evento.

Na 3ª temporada da maior competição de veleiros monotipos da América do Sul, serão dez os responsáveis por manter a ordem espalhados pela água, brasileiros, argentinos e chilenos, todos com ampla experiência internacional, incluindo três com participações em Jogos Olímpicos.

“Trazer juízes de alto nível tem tudo a ver com a Mitsubishi Sailing Cup, já que é nessa competição que se encontram alguns dos melhores velejadores do mundo. Este ano, teremos árbitros de vários países e, no caso do Brasil, do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre”, conta Sodré, que também é juiz internacional de regatas.

Velejadores – Contando com grandes nomes da vela mundial, como Torben Grael, Lars Grael, Samuel Albrecht, Guillermo Parada, Mariano Parada, Francisco Bruni, Vasco Vascotto e Eduardo de Souza Ramos, além do veleiro espanhol campeão da Med Cup 2011 na classe S40, Iberdrola, a Mitsubishi Sailing Cup mais uma vez promete disputas acirradas.

Segundo Samuel Albrecht, comandante do veleiro brasileiro Crioula, contar com umpires internacionais na prova é fundamental para manter a ordem em uma competição de tão alto nível. “Eu acho muito interessante essa forma com umpires na água, porque resolve-se tudo no mar. Como na Mitsubishi Sailing Cup eles estão em bom número e são de qualidade, tem tudo para ser ótimo para os competidores”, afirma o tricampeão brasileiro de Oceano.

Da assessoria

Maurício Rosa lança livro sobre gastronomia

O velejador Maurício Rosa irá lançar durante o 10º encontro da ABVC o livro Gastronomia para Veleiros – Receitas e Dicas para quem está a bordo. O evento acontece durante o feriado no Bracuhy. A ideia de escrever o livro veio depois que Maurício passou a viver a bordo do seu fast 345 Alphorria.

Russell Coutts reassume o leme do Oracle Racing na etapa de New Port da ACWS

Como parte do programa de treinamento, a equipe do Oracle Racing faz um rodízio de tripulantes a cada etapa da America´s Cup World Series. Para as disputas em San Diego, EUA, Roussel Coutts estará de volta ao leme do Oracle Racing 5, enquanto James Spithill, brigará pela liderança da competição. O evento está programado para os dias 27 de junho a 1º de julho.

“Esta rotação é fundamental para os nossos planos a longo prazo de construir um programa interno até a Copa América em 2013”, disse Spithill.

Skandia Sail for Gold Regatta chega à reta final com brasileiros entre os primeiros

Robert Scheidt e Bruno Prada permanecem em segundo lugar na Star e Patrícia Freitas é sexta na RS:X. Nas outras classes, velejadores do País têm chance de alcançar a medal race

São Paulo (SP)- A Equipe Brasileira de Vela acumula bons resultados no Skandia Sail for Gold, disputado na raia olímpica de Weymouth, na Inglaterra. A competição entra na reta final após seis regatas disputadas e um descarte. Em duas classes, Star e RS:X feminino, os atletas nacionais brigam pelas primeiras colocações. Nas demais, dependendo dos resultados das próximas provas, há grande chance dos velejadores do País disputarem a medal race, que será no sábado (9).

As regatas desta quarta-feira (6) foram disputadas com ventos variando de 18 nós de média e temperatura na casa dos 10 graus. Com média de campeões, Robert Scheidt e Bruno Prada se mantiveram em segundo lugar com 15 pontos perdidos, um a menos do que os donos da casa e atuais campeões olímpicos, Iain Percy e Andrew Simpson, que cravaram um primeiro e um segundo lugares nas duas provas do dia.

“O campeonato está muito duro e as regatas continuam equilibradas. O objetivo é seguir nossa estratégia mais conservadora até as próximas duas regatas”, diz Robert Scheidt. O parceiro Bruno Prada projeta mais um dia de ventos fortes e regatas decididas no final nesta quinta-feira (7). “Ainda tem quatro regatas pela frente e, nas próximas provas, o vento deve atingir 25 nós, considerado forte. O importante é acertar o barco para as condições apresentadas. O resultado neste evento não é tão importante”.

O campeonato de Star está equilibrado em Weymouth. Além dos brasileiros e ingleses, rivais desde os Jogos de Pequim/2008, os irlandeses Peter O’Leary/David Burrows e os canandenses Richard Clarke/Tyler Bjorn seguem com chance de medalha. Bruno Prada relata que os velejadores passam em média oito horas nas águas frias de Weymouth. “São dias muito frios, com ventos e longas jornadas dentro da água, o que torna bem cansativo. A sensação velejando é a mesma que estar dentro de uma geladeira”.

Na RS:X, os brasileiros Patrícia Freitas e Ricardo ‘Bimba’ Winicki conseguiram bons resultados nas regatas desta quarta-feira e seguem entre os primeiros colocados. Com um 12º e um 11º, a atleta ocupa a sexta colocação na classificação geral. Patrícia está apenas 10 pontos atrás da israelense Lee Korzits, em terceiro no geral. A liderança é da polonesa Zofia Noceti.

No masculino, Bimba se recuperou de um início irregular e já está em 11º lugar, fazendo um 10º e um 7º lugares nas provas do dia. Com a entrada do descarte, o velejador tirou um 33º obtido na segunda regata e avançou na tabela. A liderança é do francês Julien Bontemps.

Na 470, Martine Grael e Isabel Swan venceram a primeira regata do dia e ocupam a quarta colocação geral. Já Fernanda Oliveira e Ana Barbachan seguem próximas da medal race após ganhar sete posições na tabela. Em 11º, as brasileiras conseguiram um 12º e um 4º lugares.

Na Laser Radial, Adriana Kostiw, que corre na flotilha azul, ocupa a 33ª colocação geral. Com a entrada do descarte, a brasileira eliminou um 23º lugar obtido nesta quarta-feira. Quem está em primeiro após seis regatas é a belga Evi Acker. Na Laser Standart, Bruno Fontes se recuperou do dia irregular da véspera e conseguiu um quarto e um quinto lugares na flotilha azul, o que o deixou em 23º na tabela. Nessas classes, as regatas são dividias em dois grupos por causa do número de inscritos.

Na Finn, o paulista Jorge Zarif se afastou medal race com regatas irregulares. O atleta mais jovem da delegação (20 anos) está em 19º, mas chegou a terminar duas provas em nono, entre os melhores do mundo. O inglês Giles Scott é o líder seguido, pelo compatriota Bem Ainslie. A competição segue até o próximo dia 9, quando ocorre a medal race. Até lá, a previsão é que todas as classes disputem mais quatro regatas.


Da ZDL

Scheidt e Prada são os melhores brasileiros no Skandia Sail for Gold Regatta

Brasileiros estão em segundo lugar no geral na Star. Dia foi marcado por vento forte e frio em Weymouth, local das regatas olímpicas

São Paulo – Robert Scheidt e Bruno Prada conseguiram os melhores resultados entre os velejadores brasileiros no segundo dia de regatas do Skandia Sail for Gold, que está sendo disputado na raia olímpica de Weymouth, na Inglaterra. Nesta terça-feira (5), os medalhistas olímpicos da classe Star passaram oito horas na água para completar as três regatas do dia, terminando em segundo lugar na classificação geral. Os tricampeões mundiais da categoria venceram a primeira regata e terminaram as demais em sexto e terceiro, respectivamente.

O resultado poderia ter sido melhor, como explica Bruno Prada. “Tivemos um desempenho regular, mas fomos penalizados quando estávamos na segunda colocação e isso atrapalhou bastante o resultado desta regata”, diz Bruno Prada.

A penalização é dada quando o velejador bombeia a vela mestra (a maior do barco) mais de uma vez em uma mesma onda, quando o permitido é apenas uma vez por onda. A penalidade consiste em dar uma volta em torno do próprio eixo (360 graus).

O dia foi marcado pelo vento forte, variando de 12 a 15 nós, ao contrário do anterior. E Patrícia Freitas se deu bem na RS:X fazendo uma boa média. A velejadora de prancha à vela continua entre as top 10 com um sexto e um terceiro lugares. No geral, a brasileira ocupa a quarta colocação.

Adriana Kostiw subiu sete posições e, com um 15º e um 14º também na flotilha azul, ocupa a 23ª colocação geral na Laser Radial. “O dia estava mais difícil, com muita chuva, muito frio (12 graus) e muita corrente. O vento um pouco mais forte do que ontem me ajudou a subir um pouco na tabela. Estou fazendo a lição de casa e quero conquistar aqui o meu melhor resultado”, explica Adriana.

Entre os homens, Ricardo Wnick, o Bimba, também teve um bom dia, conquistando um quarto e um décimo lugares. Com isso o velejador subiu da 26ª para a 15ª colocação. Na Finn, Jorginho Zarif, que está testando o novo barco custeado pelo COB, não teve um dia bom e caiu da nona para a 14ª colocação. O paulista fez 26º, 23º e 9º lugares. O líder da classe é o inglês Ben Ainslie, atual campeão mundial e olímpico.

Na 470 feminina, as gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que haviam sido desclassificadas da primeira regata da série na segunda-feira (4), mantiveram a 18ª colocação, conquistando um nono e um 24º lugares nas regatas nesta terça. O catarinense Bruno Fontes, que disputou as regatas na flotilha azul, teve dois resultados ruins e um 10º lugar na Laser Standard, caindo para a 39ª colocação.

A competição segue até o próximo dia 9, quando ocorre a medal race. Até lá, a previsão é que todas as classes disputem ainda mais seis regatas.

Da ZDL

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