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“Olhos do mar”, umpires ditam as regras das regatas na Mitsubishi Sailing Cup

Terceira temporada da competição contará com dez juízes de três países diferentes

Na Mitsubishi Sailing Cup, características únicas fazem do circuito um dos mais competitivos e atraentes da vela de oceano sul-americana. Diferente de outras competições nacionais, A Mitusbishi Sailing Cup trouxe ao país, em 2010, um modelo de arbitragem que deixa as disputas ainda mais interessantes para quem assiste e veleja: o de umpires, juízes que atuam dentro da água verificando o cumprimento das normas.

Diferente das tradicionais competições com sistema de rating, os umpires julgam os protestos em tempo real, evitando assim a demora na divulgação dos resultados. “O diferencial dessa forma de regata com umpire na água é o que começa no mar, termina no mar. Não há situações de esperar chegar em terra para fazer apelação. Ao sair da água, já se sabe quem é o campeão”, explica Carlos Sodré, árbitro geral do evento.

Na 3ª temporada da maior competição de veleiros monotipos da América do Sul, serão dez os responsáveis por manter a ordem espalhados pela água, brasileiros, argentinos e chilenos, todos com ampla experiência internacional, incluindo três com participações em Jogos Olímpicos.

“Trazer juízes de alto nível tem tudo a ver com a Mitsubishi Sailing Cup, já que é nessa competição que se encontram alguns dos melhores velejadores do mundo. Este ano, teremos árbitros de vários países e, no caso do Brasil, do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre”, conta Sodré, que também é juiz internacional de regatas.

Velejadores – Contando com grandes nomes da vela mundial, como Torben Grael, Lars Grael, Samuel Albrecht, Guillermo Parada, Mariano Parada, Francisco Bruni, Vasco Vascotto e Eduardo de Souza Ramos, além do veleiro espanhol campeão da Med Cup 2011 na classe S40, Iberdrola, a Mitsubishi Sailing Cup mais uma vez promete disputas acirradas.

Segundo Samuel Albrecht, comandante do veleiro brasileiro Crioula, contar com umpires internacionais na prova é fundamental para manter a ordem em uma competição de tão alto nível. “Eu acho muito interessante essa forma com umpires na água, porque resolve-se tudo no mar. Como na Mitsubishi Sailing Cup eles estão em bom número e são de qualidade, tem tudo para ser ótimo para os competidores”, afirma o tricampeão brasileiro de Oceano.

Da assessoria

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