Pular para o conteúdo

Arquivo de

Inscrições para a Rolex Ilhabela Sailing Week estão quase no fim

Faltando  duas semanas, tripulações precisam ‘correr’ para fazer o cadastro e participar da maior competição oceânica da América Latina

São Paulo (SP) – As inscrições para a 39ª Rolex Ilhabela Sailing Week estão quase acabando e os velejadores devem literalmente correr para participar do maior evento de vela oceânica da América Latina. Restam poucas vagas para a competição, que será realizada entre os dias 7 e 14 de julho no Yacht Club de Ilhabela, com presença de alguns dos melhores velejadores da América do Sul e equipes do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.

A taxa está em R$ 400,00 por tripulante e o processo de inscrição é feito pela internet por meio do portal oficial do evento: www.risw.com.br. O número de barcos segue limitado a 150, para garantir melhor competitividade e segurança dos participantes – tanto nas raias, quanto nas dependências do Yacht Club de Ilhabela (YCI).

A organização comemora o sucesso da classe HPE, que deve bater recorde de barcos confirmados. A categoria é uma das mais populares da vela oceânica e os resultados quase sempre são imprevisíveis. “O ponto principal do sucesso da categoria 100% brasileira é custo beneficio. Outro fator importante é que a classe não tem rating, ou seja, o barco que chega na frente vence as regatas. Outro aspecto é o número de tripulantes, quatro, mais fácil de juntar, além do custo menor”, relata José Nolasco, diretor de vela do YCI. “A ideia da classe HPE nasceu no Yacht Club de Ilhabela e faz parte da história da vela oceânica nacional. As mudanças recentes, principalmente na área vélica, deixaram o veleiro mais ágil e os resultados estão cada vez mais equilibrados”, completa.

Como já era previsto, a BRA-RGS lidera o número de inscritos com 60 veleiros confirmados entre as subdivisões A, B, C e Cruiser. O Icthus, que é um Fibramar Race 26, tentará o título da RGS C. “O mais interessante é rever os velejadores e aprender técnicas para otimizar o aproveitamento do vento bem como aprimorar a velejada em regatas, uma vez que estaremos competindo com os melhores”, relata o comandante André Torrente. A tripulação é formada por surfistas e velejadores acostumados a regatas e travessias regionais. O barco foi desenvolvido na década de 80 para Lars Grael, um dos maiores nomes da vela de oceano do País.

A Rolex Ilhabela Sailing Week faz parte do XV Campeonato Sul-Americano das Classes, S40, ORC Internacional e ORC Club. Em 2011, os campeões foram o chileno Pisco Sour, na classe S40, e o Touché, de Ernesto Breda, na ORC. As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Eldorado Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

Processo de inscrição – No site www.risw.com.br, há um link direto para a área de inscrições. O velejador receberá uma senha e, na sequência, poderá fazer o cadastro. Após o pagamento e efetivação da inscrição pela organização, o tripulante deverá enviar foto (tipo 3×4) e um rápido currículo esportivo, além de imagens, em alta resolução, do veleiro. Faça o procedimento seguindo os seguintes passos:
Nome do barco
Número da vela
Clube de Origem
Fabricante
Modelo do barco
Tamanho (pés) do barco
Informações sobre seguro
Patrocínio
Número de Tripulantes
Classe

Principal evento náutico esportivo da América Latina, a Rolex Ilhabela Sailing Week tem patrocínio titular da Rolex e patrocínios ouro da Mitsubishi Motors e da Semp Toshiba e prata do Bradesco Private. O evento tem apoios da Marinha do Brasil, da Confederação Brasileira de Vela e Motor(CBVM), das Classes ORC, S40, HPE, C30 e BRA-RGS, e parcerias da Prefeitura Municipal de Ilhabela (PMI), do Yacht Club Argentino(YCA), e da Brancante Seguros. A organização, sede e a realização são do Yacht Club de Ilhabela(YCI).

Da ZDL de Comunicação

Antes de sua quinta olimpíada, Nelson Ilha dita as regras na Rolex Ilhabela Sailing Week

O gaúcho Nelson Ilha comandará os 10 juízes nas regatas em Ilhabela. Maior competição da América Latina começa no dia 7 de julho, com 150 barcos na raia

Ilhabela (SP) – Referência na vela mundial, o gaúcho Nelson Ilha representará o Brasil nos Jogos de 2012, que começam no final do mês de julho na raia de Weymouth, na Inglaterra. Dias antes de sua quinta olimpíada, o árbitro internacional comandará outros 10 juízes na Rolex Ilhabela Sailing Week e terá a importante missão de julgar protestos na água. O maior evento náutico da América Latina será disputado de 7 a 14 de julho no Yacht Club de Ilhabela e terá a participação de 150 barcos.

Na avaliação de Nelson Ilha, a responsabilidade de chefiar os árbitros da Rolex Ilhabela Sailing Week é cada vez maior, já que a modalidade está em crescimento no Brasil. “Eu coloco a competição como a segunda de oceano mais importante do planeta, perdendo apenas para a Copa do Rey, em Palma de Mallorca, na Espanha. O País tem ótima imagem no exterior. Existe uma percepção de que o brasileiro é um povo alegre e informal e esta imagem acompanha inicialmente os juízes, até que provamos o contrário.”

As regatas da Olimpíada e da Rolex Ilhabela Sailing Week, em algumas classes, são teoricamente parecidas para julgamento dos árbitros. Nas categorias C30, S40 e HPE, os barcos são iguais e vence quem chegar na frente, literalmente. A diferença está nas classes BRA-RGS e ORC, nas quais existe rating, ou seja, uma fórmula para calcular o vencedor.

A organização escalou especialistas do Brasil, Argentina, Uruguai e Espanha na água para julgar protestos em tempo real. Serão 10 juízes de nível internacional e dois que irão aos Jogos: Nelson Ilha e o argentino Gonzalo Heredia. “O fato de termos árbitros com experiência olímpica dá credibilidade às regatas. Eles ajudam os nacionais a ganhar know how. O Brasil possui um bom programa de juízes locais, nos moldes do programa da ISAF (Federação Internacional de Vela)”, relata Nelson Ilha.

Os árbitros são formados por meio de um programa internacional padrão. São seis juízes internacionais no quadro e mais um grupo de juízes brasileiros, alguns deles a um passo da aprovação ao nível mundial.

“O grupo de árbitros acompanhará as regatas de HPE, C30 e S40 de perto e julgará os pedidos de protesto na hora, não havendo casos para serem resolvidos em terra. Isso agiliza à competição”, conta Cuca Sodré, presidente da Comissão de Regatas da Rolex Ilhabela Sailing Week.

José Nolasco, diretor de vela do YCI, reforça a importância de ter um grupo de árbitros de alto nível. “Nos últimos 12 anos, o Yacht Club de Ilhabela, por meio de sua Diretoria de Vela, investiu forte na melhoria do processo de julgamento das regatas por considerar este aspecto fundamental para elevar o nível técnico da Rolex Ilhabela Sailing Week. Esse e outros aspectos foram fundamentais para tornar o evento um dos mais importantes do circuito mundial e também para elevar o nível das competições de vela no Brasil e na América do Sul”, analisa.

Da ZDL

Martin Lowy e Kim Vidal disputam Mundial de SL16 na Europa

Nesta terça-feira os velejadores Martin Lowy e Kim Vidal embarcam para a França onde disputam de 1º a 7 de julho o Mundial de SL16. Assim que terminar a competição os dois seguem para Dun Laoghaire, na Irlanda, onde defenderão o título do Mundial da Juventude entre 12 e 21 de julho. Para fazer bonito nos mundiais, a dupla iniciou a campanha há mais de dois meses, com treinos constantes no YCB e em Ilhabela, São Paulo.

 

Dino Pascolato e Maguila na Star e Gilberto Castro e equipe na HPE vencem regata Henrique Palmer

Fred Hoffman registrou o HPE campeão Rubber Soul

Neste final de semana o Iate Clube do Rio de Janeiro sediou a regata Henrique Palmer para as classes Star e HPE25. Com sol e vento fraco, os vencedores da Star foram Dino Pascolato e Henry ‘Maguila’ Boening. Na HPE o título ficou com Rubber Soul, de Gilberto Castro, Guilherme, Rodrigo e Rafael

Dante Bianchi e Pedro Ramalhete vencem a travessia Búzios Cabo Frio de Snipe

Neste domingo foi realizada a primeira edição da regata Búzios Cabo Frio para a classe Snipe. A competição reuniu sete Snipes,que fizeram o primeiro trecho da travessia rebocados, por conta da falta de vento. Às 13h15, no través da Ilha Comprida, o vento começou a soprar e os barcos puderam, em fim, completar as cinco milhas finais. Meia hora depois da largada o vento já estava com 12 nós e os barcos que haviam optado por velejar mais junto da costa se beneficiaram. A chegada no farolete em rente à Ilha do Papagaio foi apertada e definiu a competição. O título ficou com Dante Bianchi e Pedro Ramalhete, seguidos por Rodrigo Monteiro e Gabriel ‘Coveiro’ Borges e Francisco Viana e Rafael Fontoura.

Bruno Bethlem e DanielClaro são campeões norte-americanos de Snipe

Os brasileiros Bruno Bethlem e Daniel Claro conquistaram neste final de semana o norte-americano de Snipe. Os ventos fortes de Miami cancelaram as regatas de sexta-feira e a dupla brasileira, que havia conquistado dois primeiros e três segundos lugares só comemorou. O segundolugar ficou com os americanos Ernesto Rodriguez e Cate Gundlach, seguidos por Augie Diaz e Justine O’Connor. As outras duplas brasileiras, formadas por Felipe e Vitor Sabino e Fipa Linhares e Alex Juk, acabaram o campeonato na 6ª e 7ª colocações.

 

Parte da Equipe Brasileira de Vela faz último treino em Weymouth antes dos Jogos

São Paulo (SP) – Os velejadores brasileiros classificados para os Jogos de 2012 iniciam mais um período de treinos na raia onde será disputada a Olimpíada, na cidade de Weymouth. Seis atletas terão a chance de ajustar as embarcações ao lado da comissão técnica, fazer treinos com sparrings e simular situações de regatas no mesmo local que serão realizadas as provas a partir de 27 de julho. Embarcam para a Inglaterra, na última semana, para 10 dias de atividades, Fernanda Oliveira/Ana Barbachan (470), Ricardo Winicki ´Bimba´(RS:X), Bruno Fontes (Laser) e Robert Scheidt/Bruno Prada (Star).

Recentemente, a Equipe Brasileira de Vela participou da Skandia Sail for Gold, na mesma raia dos Jogos. O grupo conseguiu testar o regime de ventos e ver de perto o nível dos adversários. “Será um período que teremos oportunidade de testar mais uma vez as raias. Teremos tempo de treinar para ajustar o barco nas condições locais, e isso é muito importante! Quanto mais velejarmos lá, maior será a chance de estarmos a vontade durante as regatas nos Jogos”, relata Fernanda Oliveira, que emenda: “Ainda é cedo para sentir o clima de Olimpíada, mas o tempo voa. Procuro não pensar muito nisso. O fato de competirmos fora de Londres, acredito, é muito positivo, e estamos acostumadas com Weymouth, uma cidade tranquila.”

A medalhista olímpica reforça que a dupla e sua comissão técnica planejaram esse período de treinamento junto com velejadoras da Itália e Espanha. “A maioria das nossas adversárias estará em Weymouth nos próximos dias. Além disso, serão organizadas algumas regatinhas pelos próprios treinadores, e isso será muito proveitoso. Precisamos acertar o barco e ainda definir uma vela. É difícil estar 100%, sempre achamos que ainda falta intensificar alguma coisa, mas o importante é darmos o nosso máximo até o final do período de treinos”. A dupla será acompanhada pelo técnico Paulo Ribeiro nos 10 dias na cidade da vela nos Jogos.

A flotilha, segundo Fernanda Oliveira, está igual. “Os resultados das 12 primeiras são muito parecidos e todas as duplas certamente podem conquistar boas marcas. Quem tiver uma semana mais inspirada estará na frente”, acrescenta a representante brasileira de 470 ao lado de Ana Barbachan.

Na RS:X, Bimba será acompanhado pelo treinador Fernando Pasqualin nas atividades em Weymouth. Já Bruno Fontes, um dos melhores do ranking na Laser, viajará a Weymouth com seu técnico, Bruno Di Bernardi.

A dupla tricampeã mundial Robert Scheidt e Bruno Prada chega nesta terça-feira (19) à Inglaterra também para essa fase de preparação. “Vamos fazer ajustes finais de equipamentos, principalmente as velas, treinamentos intensos na área da medal race, além de treinos físicos e de manobras. As duplas da França, Dinamarca e Suécia estarão conosco em Weymouth”, conta o proeiro Bruno Prada.

A Confederação Brasileira de Vela e Motor tem o patrocínio do Bradesco por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, e apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Travel Ace.

da ZDL

Barco doado pela Polícia Federal é destaque da RISW como veleiro-escola

Alunos de Ilhabela correm no Charlie Bravo e aprendem um pouco mais da vela de oceano entre os melhores da América Latina

Ilhabela (SP) – Um barco que era usado para transporte de cocaína ganha um novo conceito em 2012 e apresenta uma função social nesta edição da Rolex Ilhabela Sailing Week, que começa no dia 7 de julho, com a participação de 150 embarcações. O Charlie Bravo, que corre na classe BRA-RGS Cruiser, agora é usado como veleiro-escola para formar cidadãos e velejadores na cidade mais voltada à vela no Brasil. Apreendida pela Polícia Federal na década passada, a embarcação atende 70 jovens a partir dos 15 anos, que descobrem o dia a dia da modalidade na prática, sempre monitorados por professores especializados.

Depois da apreensão, a embarcação foi repassada à Prefeitura de Ilhabela em 2010 para atender a projetos sociais. Os alunos da rede de ensino da cidade têm o primeiro contato com as manobras e, antes do batismo na água, conhecem o bê-a-bá da modalidade, como regras e dicas de segurança, entre outras.

O comandante do Charlie Bravo na competição será Marcos Cardial, coordenador de vela da Prefeitura de Ilhabela, que ajudará os futuros atletas no evento, que conta com nomes de peso, como Torben Grael e Maurício Santa Cruz. “Estamos a cada dia mais entrosados e esperamos fazer uma bela participação nesta que é a maior competição da América Latina, juntamente com nossos alunos da Escola Municipal de Vela de Ilhabela”, declara o comandante Marcos Cardial.

O veleiro-escola Charlie Bravo é um MB 45 e ainda precisa de alguns reparos. Apesar disso, a equipe está empolgada com a oportunidade de refazer a história do barco. “Oferecemos experiência para os jovens iniciantes na vela oceânica e ensinamos muitos valores. Uma das nossas exigências é que o aluno frequente a escola diariamente. Formamos cidadãos e pessoas qualificadas para atender a vela. Em Ilhabela temos, além do Yacht Club de Ilhabela, outros dois clubes e várias marinas, que podem gerar emprego à turma do Charlie Bravo“, conta Sérgio Roberto do Vale, diretor de esportes náuticos de Ilhabela e que faz parte da tripulação de regata.

No início do mês, o Charlie Bravo correu a segunda etapa da Copa Suzuki Jimny, chamada de Warm Up, ficando na quarta colocação na classificação geral.

da ZDL

Souza Ramos vê evolução da vela nas classes One Design

Com oito conquistas do evento, velejador aposta em mais uma competição forte e divertida em Ilhabela. Regatas serão disputadas a partir do dia 8 de julho e terão 150 barcos na água

Souza Ramos comanda o Lancer Evo na Mit Sailing Cup

Ilhabela (SP) – O comandante do Pajero Gol é apontado como um dos maiores nomes da vela oceânica nacional e internacional dentro e fora das regatas. Incentivador, ao lado dos sócios do Yacht Club de Ilhabela, das classes one-design como HPE e S40, Eduardo Souza Ramos vê a consolidação das categorias de monotipos e o surgimento de mais uma, a C30. Na Rolex Ilhabela Sailing Week de 2012, o velejador espera mais um evento competitivo e divertido, unindo os principais nomes da modalidade. As regatas começam dia 8 com a Eldorado Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil e termina no dia 14. Além das categorias com barcos iguais (HPE, S40 e C30), a competição terá a tradicional da ORC e a mais numerosa BRA-RGS.

A Rolex terá 150 barcos e mais de 1.400 velejadores e está entre as principais provas do mundo. “Os monotipos de oceano estão completos com a chegada do C30 na raia. Porém, o handicap ou rating é a melhor maneira para colocar barcos maiores e de cruzeiro na competição. Cabe ao velejador escolher qual é o melhor perfil”, revela Eduardo Souza Ramos, que hoje compete na S40.

O Brasil, na avaliação do velejador, demorou em relação à Europa e Estados Unidos para colocar veleiros acima de 30 pés para competir nas regatas de oceano. O trabalho começou nos anos 90, com os HPE, justamente com o apoio do empresário Eduardo Souza Ramos. “Começamos com barcos menores e mais baratos no HPE e agora a batalha é no S40. O objetivo é consolidar, definitivamente, a classe no Brasil”, indica

Eduardo Souza Ramos é recordista de títulos da Rolex Ilhabela Sailing Week. São oito no total e o último foi conquistado em 2010, com o S40 Pajero. O empresário e porta-bandeira do Brasil nos Jogos Olímpicos de Los Angeles/84 também foi o primeiro campeão do evento em 1973. “É a maior festa de confraternização da vela brasileira. Velejar essa regata tão tradicional e importante é motivador. O importante é a amizade e a união entre os velejadores. Novos amigos, tripulantes e negócios são feitos e formados durante os sete dias de provas. Isso não pode se perder, pois mistura diversão e alto rendimento”, diz.

A Rolex Ilhabela Sailing Week faz parte do XV Campeonato Sul-Americano das Classes S40, ORC Internacional e ORC Club. Em 2011, os campeões foram o chileno Pisco Sour, na classe S40, e o Touché, de Ernesto Breda, na ORC. As classes confirmadas são: S-40, ORC, HPE 25, C30 e BRA-RGS. O calendário de provas começa na manhã do dia 8 de julho, com as regatas Eldorado Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque por Boreste e Renato Frankenthal – HPE 25.

Da ZDL

Scheidt e Prada ficam como bronze na Copa do Mundo de Vela

Mesmo sem participar de três etapas da competição, a dupla brasileira ficou a apenas 10 pontos dos primeiros colocados

Dupla é a favorita ao ouro olímpico

São Paulo – Robert Scheidt e Bruno Prada conquistaram a medalha de bronze da Copa do Mundo de Vela na classe Star. A confirmação veio após o término da sétima e última etapa da competição, realizada em Kiel, na Alemanha, entre os dias 16 e 20 deste mês. Apesar de não ter participado de três etapas (Melbourne/AUS, em novembro de 2011; Medemblik/HOL, em maio de 2012 e Kiel/ALE, em junho), a dupla obteve bons resultados nas outras quatro, ficando a apenas 10 pontos dos campeões Xavier Rohart e Pierre Alexis Ponsot, da França, e a cinco pontos dos suecos Fredrik Loof e Max Salminen, medalha de prata.

“Tanto a Copa do Mundo quanto o ranking mundial são apenas referências de performance e estar entre os primeiros significa que estamos no caminho certo”, comemorou Prada.

A participação na Copa do Mundo serviu como teste para os Jogos Olímpicos de Londres, já que os seus adversários também participaram dos mesmos eventos. A dupla está fazendo os últimos treinos na raia olímpica de Weymouth, até sexta-feira. No dia 1º, o proeiro Bruno Prada volta para o Brasil, enquanto Scheidt vai para a sua casa na Itália. A entrada na Vila Olímpica está marcada para 16 de julho.

Confira os resultados da Copa do Mundo conquistados pelos brasileiros
• Miami OCR, janeiro/2012 – Campeões
• Trofeo Princesa Sofia, Palma de Maiorca, abril/2012 – Campeões
• Semana Olímpica Francesa, Hyères, abril/2012 – 18º lugar
• Skandia Sail for Gold Regatta, Weymouth, junho/2012 – vice-campeões

%d blogueiros gostam disto: