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Equipes do Match Race Brasil já estão definidas

Tradicional competição barco contra barco terá oito candidatos ao título. Evento será disputado de 8 a 11 de novembro, no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ)

Rio de Janeiro (RJ) – A organização do Match Race Brasil confirmou as oito equipes formadas por clubes náuticos e marinas do Brasil para a edição 2012 da competição barco contra barco, que dará R$ 75 mil em prêmios. As regatas, que serão disputas de 8 a 11 de novembro, no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ), têm duas caras novas: um time 100% feminino do Ciaga da Marinha, comandado por Renata Decnop, e o Yacht Club de Ilhabela, que terá um carioca como timoneiro, o bicampeão pan-americano Maurício Santa Cruz.

Os debutantes medirão forças na Baía de Guanabara, em veleiros rigorosamente iguais, contra as feras da vela nacional, que já conhecem o formato da disputa nesses 10 anos de história, em equipes comandadas por Marco Grael (Rio Yacht Club), Henrique Haddad (Marinha do Brasil), Renato Cunha (Clube Naval Charita), Thomas Low-Beer (Iate Clube do Rio de Janeiro), Alexandre Saldanha (Búzios Vela Clube), e Samuel Albrecht (Veleiros do Sul).

O regulamento do campeonato prevê que todos se enfrentão na fase inicial. Para as semifinais, os quatro melhores disputam vaga na decisão em regatas melhor de três ou de cinco. Cada equipe deverá ser formada por oito tripulantes, desde que uma seja mulher. No caso do time do Ciaga (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, da Marinha), só de moças, o limite são dez. “É o campeonato mais tradicional da modalidade no Brasil, com alto nível técnico e adversários de peso! Temos vários olímpicos presentes na raia e o nosso barco não vai ser diferente, pois temos a Isabel Swan nas escotas. Com toda essa concentração técnica, o Match Race Brasil tem uma visibilidade acima da média do nosso esporte e nós temos a oportunidade agora de nos firmar como atletas de alto nível”, explica Renata Decnop.

Já o time do Yacht Club de Ilhabela convocou o tricampeão mundial e bi pan-americano Maurício Santa Cruz para a estreia. Na avaliação do diretor de vela do YCI, Carlos Eduardo Souza e Silva, entrar no Match Race era uma intenção antiga. “Antes, tínhamos dificuldade em montar uma equipe do clube, pois na vela de oceano é comum o proprietário ser o único tripulante sócio, então ficava difícil. Além disso, a técnica de Match Race é muito diferente e mais agressiva do que a usada nas regatas de flotilha. Esse ano, com a entrada do Santinha (Maurício Santa Cruz) nos eventos de HPE do YCI, decidimos formar um time experiente, que conta com nossos associados.”

Da ZDL

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