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Touché vence o Circuito Rio

Terminou neste domingo o Circuito Rio. Foram quatro dias de competições com regatas longas, até Ilha redonda na quinta-feira e até Maricas no sábado, e barla-sotas na sexta e no domingo. No final, na ORC deu Touché, de Ernesto Breda; na S40 deu Mitsubishi Magia, de Marco Grael; na C30 o campeão foi o Loyal, de Marcelo Massa e na RGS o vencedor foi o Kha-Rakha, de Valdir Petersen.

A competição este ano foi separada da Santos Rio, o que causou um esvaziamento da regata longa. Apenas quatro barcos partiram da cidade paulista rumo ao Rio. O fita-azul foi o Chroma, de Gustavo Crescenzo, mas o título ficou com o Loyal.

Os resultados do Circuito podem ser vistos clicando aqui.

Cota Mil faz aniversário e comemora com campeonato de diversas classes

Durante o feriado prolongado o Cota Mil Iate Clube, de Brasília, comemorou o seu 53º aniversário com diversas regatas: Brasileiro de Vela Adaptada, que valeu como seletiva para a equipe paralimpica da classe Sonar, campeonatos do DF das Classes Optimist, Laser Radial e Laser 4.7, Torneio de Monotipos e regatas de Oceano. No total 78 tripulações de MG, RJ, RS, SC, SP, além do DF, com velejadores dos seis clubes náuticos (AABB-DF, CAer, CNB, ICB, Kat e CMIC), disputaram nada menos que 54 regatas. Os resultados completos podem ser vistos no site do clube.

Artemis inaugura seu AC72

Cônsul da Suécia batiza o novo Artemis

No último sábado o Artemis Racing finalmente colocou o seu AC72 na água, com direito a garrafa de champanhe quebrada na proa. A madrinha do barco foi a cônsul da Suécia em São Francisco Barbro Osher.

O barco foi desenhado por Juan K. e construído pelo mundo: o casco foi fabricado na Suécia, o barco foi montado em Valência e inaugurado nos Estados Unidos. A previsão é que a primeira velejada da equipe seja realizada na próxima semana e durante este primeiro mês de treinos, o francês Loick Peyron se juntará ao time.

Velejador sueco quer dar a volta ao mundo em um barco de 10 pés

O velejador sueco Sven Yrvind, de 73 anos, se empolgou com a onda de regatas volta ao mundo, mas, sem dinheiro, resolveu fazer a sua própria circunavegação do globo em um barco um pouco menor, de apenas 10 pés! A bordo, muitos livros, latas de sardinha e granola. A previsão é que ele demore dois anos e meio para completar a viagem. A bordo, ele passará todo o tempo no que ele chama de ‘capsula de sobrevivência’. “É como uma bola de pingue-pongue no oceano. Ela nunca quebra. Um barco pequeno bem construído é sempre mais forte que um barco grande”, diz o aventureiro.

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