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Scheidt e Prada vencem Prêmio Brasil Olímpico

Dupla tricampeã mundial da Star foi eleita a melhor da vela brasileira pelo quarto ano consecutivo

São Paulo – Os velejadores Robert Scheidt e Bruno Prada têm mais um prêmio para coroar a temporada, marcada pela conquista do tricampeonato mundial e da segunda medalha olímpica na classe Star, em Londres. Pelo quarto ano consecutivo, a dupla foi eleita a melhor da vela brasileira pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), conforme anúncio divulgado nesta quarta-feira (21). A cerimônia de premiação será realizada em 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

“O Prêmio valoriza o esporte brasileiro, e estamos muito felizes por receber o prêmio mais uma vez. Isso sem dúvida representa um estímulo para trabalhar ainda mais duro na próxima temporada”, disse Robert Scheidt, que, além de vencer o Prêmio com Bruno Prada nos últimos quatro anos, tem outros oito prêmios individuais, na categoria Vela, além de ter sido eleito o melhor atleta do ano em 2001.

“Que luxo! É um sonho realizado”, vibrou Bruno Prada, ao receber a notícia sobre o prêmio, considerado o Oscar do esporte nacional. “É um grande reconhecimento pelo nosso trabalho, numa temporada em que conquistamos o tri mundial e a mais uma medalha olímpica”, ressaltou o velejador.

O bronze conquistado nos Jogos de Londres/2012 encerrou um ciclo olímpico considerado perfeito. Scheidt e Prada se mantiveram na liderança do ranking mundial da Star por 21 meses, entre julho de 2010 e abril deste ano (apenas durante o mês de dezembro de 2011, por não competirem, deixaram o posto). O domínio da classe tornou-se ainda mais evidente em abril, quando os dois somaram apenas primeiros lugares entre os sete resultados mais importantes para a classificação no ranking – um feito inédito na história da vela no mundo. Em maio, em Hyères, os dois venceram o Mundial da Star e entraram para a história da vela brasileira como os primeiros tricampeões mundiais da classe. Além deles, só uma dupla, os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode, ganhou, velejando junta, três títulos mundiais (1952, 1953 e 1956).

Com a exclusão da Star dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Scheidt e Prada decidiram retornar às antigas classes. Scheidt já está competindo na Laser, classe que o projetou mundialmente, com três medalhas olímpicas, dez títulos mundiais, três pan-americanos e mais de 140 títulos, aos quais se soma agora o do Campeonato Italiano de Classes Olímpicas, conquistado em setembro. Já Prada está de volta ao Brasil após uma sequência de 15 dias de treinamento na Espanha com o campeão mundial e medalhista olímpico Rafael Trujillo para se readequar à classe Finn.

Da Local

Alex Thomson recebe mensagens negativas após protesto contra sete barcos

Após entrar com um protesto contra os seus colegas de competição por passarem por uma zona não permitida, Alex Thomson, está recebendo mensagens negativas em seu site pessoal. No dia 12 ele jaibou para desviar de uma área próxima ao Cabo Finisterre e viu sete barcos o passarem. Em contato com a organização ele foi informado que para que ele recebesse a reparação, teria que entrar com um protesto e foi isso que ele fez. O resultado foi uma penalização de duas horas para Synerciel, Mirabaud, Acciona, Initiatives Coeur e Energa, 30 minutos para o Gamesa e 20 minutos para Virbac Paprec 3.

Hoje ele ocupa a sexta colocação. Armel Le Cleac’h segue na liderança, seguido por François Gabart e Vincent Riou.

Família Schurmann lança livro sobre filha adotiva

No próximo dia 27, às 19h30, acontecerá na Livraria Catarinense do Continente Park Shopping, em São José, o lançamento do livro Pequeno Segredo, que conta a história de Kat, filha adotiva da Família Schurmann.

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