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Geison Mendes e Gustavo Thiesen lideram o Campeonato Brasileiro de 470

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estão em primeiro lugar no feminino

Largada do Brasileiro em Porto Alegre

Largada do Brasileiro em Porto Alegre

Com dois primeiros lugares nas regatas desta sexta-feira, dia 11, os velejadores Geison Mendes e Gustavo Thiesen, do Veleiros do Sul, lideram o Campeonato Brasileiro de 470, com sete pontos perdidos. A dupla Fábio Pillar/Samuel Albrecht (CDJ/VDS) segue em segundo lugar, com 11 pontos perdidos, mesma pontuação de Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, do Clube dos Jangadeiros, terceiras colocadas. A decisão acontece neste sábado, dia 12, na raia da Baía da Pedra Redonda, em Porto Alegre, quando serão disputadas as últimas duas regatas da competição.

Classificação:
01º Geison Mendes/ Gustavo Thiesen (VDS) – 7 pp (2, 2, 2, 1, 1, 1)
02º Fábio Pillar / Samuel Albrecht (CDJ/VDS) – 11 pp (5, 1, 1, 3, 2, 4)
03º Fernanda Oliveira / Ana Luiza Barbachan (CDJ) – 11 pp (1, 3, 3, 2, 3, 2)
04º Francisco Sucari / Francisco Renna (CVB-CNSI) – 18 pp (3, 4, 4, 5, 4, 3)
05º Renata Decnop / Isabel Swan (Marinha do Brasil) – 23 pp (4, 5, 5, 4, 5, 5)
06º André Luiz Becker / Peter Nehm (CDJ) – 30 pp (DNS, 6, 6, 6, 6, 6)
07º Rodolpho Ramina / Maria Carolina Polidori (Joinville I.C/EMAVE) – 39 pp (DNF, 7, DNF, DNF, DNS, DNS)

Da assessoria

Bruno Prada treina forte visando o tetra no Brasileiro de Finn

Medalhista de bronze nos Jogos de Londres/2012 com a Star, velejador mostra boa readaptação à antiga classe

São Paulo – Mesmo depois da vitória na Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro, no último domingo (6), marcando a reestreia na Finn, Bruno Prada mantém o ritmo intenso de treinamento. O foco, agora, é o segundo desafio da temporada, o Campeonato Brasileiro da classe. A partir do dia 18, o velejador buscará seu quarto título na competição, que já venceu já venceu em 1993, 1997 e 1998, enfrentando condições de clima que devem exigir muito do físico dos velejadores, no Yatch Club Paulista, na represa de Guarapiranga, em São Paulo.

“O Brasileiro de Finn será bem difícil, pois os ventos na represa são rondados e extremamente irregulares. Além disso, os barcos flutuam menos na água doce. Juntando esses fatores, acredito que teremos um campeonato muito equilibrado”, analisa Bruno Prada. “A previsão é que o evento consiga reunir 25 barcos, um recorde do campeonato, que foi realizado pela primeira vez em 1960 e está chegando à sua 53ª edição.”

Entre os adversários na disputa, estará Jorge Zarif, representante brasileiro da Finn nos Jogos de Londres/2012, com quem Prada teve duelos acirrados na Semana de Vela do Rio. A seu favor, Bruno tem a experiência. Foi na represa de Guarapiranga que ele começou a carreira, em 1979. “Velejei lá durante muito tempo, embora não tenha disputado tantas competições no local nos últimos anos”, lembra.

Treinamento intenso na volta à Finn

Em seu processo de readaptação à Finn, Bruno intensificou os treinos, fez dieta e já perdeu 10 kg. “Estou sentindo saudades dos doces e dos chocolates”,confessa. Na primeira competição do ano, no Rio de Janeiro, se mostrou à vontade na antiga classe. Mas ainda busca maior adequação às mudanças pelas quais passou o barco da Finn nos últimos anos. “A maior diferença, da época em que eu competia na classe para agora, é a bombada na popa, que exige muito mais do preparo físico dos velejadores”, explica. Por isso, investe num maior volume de exercícios aeróbicos.

Entre 1989 e 2004, período em que competiu na Finn, o atleta conquistou 45 títulos, entre eles três pré-olímpicas (1997, 1998 e 2001), além dos três brasileiros. “Também lembro com carinho da medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999”, diz o velejador, que tem como meta para 2013 se firmar entre os três melhores do Brasil na classe.

Bruno Prada conquistou o tricampeonato mundial e duas medalhas olímpicas – prata nos Jogos de Pequim/2008 bronze em Londres/2012 – na Star, nos últimos oito anos, ao lado de Robert Scheidt. A “separação forçada” da dupla foi motivada pela saída da Star do programa olímpico. Mas nem por isso os dois se distanciaram. “Tenho contato com o Robert (que voltou à classe Laser) por e-mail e Skype. Além disso, tirando o Mundial, nos encontraremos em todas as competições do circuito mundial”, conta Bruno.

Da Local

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