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Gabriel Lopes é campeão sul-americano de Optmist em Porto Alegre

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O gaúcho Gabriel Lopes ficou com o título do Campeonato Sul-americano da classe Optimist que encerrou neste sábado em Porto Alegre (30), no clube Veleiros do Sul. Ele terminou em segundo lugar na competição e o norte-americano Ivan Shestopalov, em primeiro, que por pertencer a um país convidado não disputava o troféu sul-americano. A Argentina ficou em terceiro lugar com Fausto Peralta e venceu na categoria feminina com Clara Vignati.

A última regata realizada neste sábado tinha maior peso para Gabriel e Ivan, ambos brigavam pela primeira colocação, enquanto a expectativa maior para os brasileiros era mesmo assegurar a vitória no Sul-americano. Gabriel cruzou a linha de chegada em primeiro lugar na regata e o norte-americano em terceiro. Ao retornar da raia o velejador do Veleiros do Sul foi recebido na rampa do clube com muita festa e teve seu barco carregado nos braços pelos amigos, técnicos e competidores da equipe brasileira.

Gabriel, 12 anos, recebeu o carinho dos familiares, abraços, cumprimentos e depois foi jogado na água, assim como Ivan Shestopalov, cumprindo o ritual de comemoração na vela. O timoneiro gaúcho disse que não se preocupou com a pressão pelo resultado quando foi para raia do no início da tarde no rio Guaíba.

“Fui tranqüilo e procurei fazer uma boa regata e voltei com sentimento de campeão”, definiu seu estado de espírito. Ele lamentou sua atuação ruim na penúltima regata na sexta-feira quando chegou em 31º e perdeu a liderança que vinha mantendo. “O campeonato foi bom, mas difícil para todos por causa das condições do vento rondado. Consegui manter uma média boa de resultados”, contou Gabriel que é o atual vice-campeão brasileiro de Optimist.

O primeiro colocado, Ivan Shestopalov, 13 anos, é de St. Louis, Missouri, e diz estar mais acostumado a velejar no mar, mas teve um desempenho inquestionável na raia do Guaíba “Aqui se tem boas condições para velejar, sempre tem vento, mas é um pouco difícil porque ronda, mas ainda sim é bem bonito”.

O vento, inclusive foi um grande adversário em razão das rondadas, mas Ivan reconhece que enfrentar o brasileiro foi ainda mais difícil. “Gabriel veleja muito bem, a disputa foi muito acirrada e ele é super competitivo”. Ainda segundo Ivan, o segredo da vitória é a dedicação: “Foi muito treino, o segredo é velejar muito” diz o campeão que agradeceu os pais, os treinadores Amanda e Nico, o apoio dos amigos e a todos os companheiros de equipe.

A campeã feminina, Clara Vignati, 14 anos, da Argentina, enfrentou problemas de indisposição nos últimos dois dias que lhe dificultaram a vida na competição, mesmo assim foi a melhor entre as meninas. “Num campeonato como esse quem ganha é quem rende mais na raia e eu tive esse privilégio. Meu maior adversário mesmo foi o cansaço”.

Entre os primeiros colocados, além do Gabriel Lopes, teve outro gaúcho, Pedro Zonta, que ficou em quinto lugar. O Brasil teve uma equipe composta por 30 velejadores de cinco estados. Os técnicos foram Filipe Novelo (RJ), Mário Urban (BA) e Átila Pellin (RS) e o team leader Cássio do Canto (RS).

O campeonato iniciou no dia 23 e teve 10 regatas disputadas, além da competição por equipe. A última regata foi com vento sul entre 6 e 8 nós de intensidade. “Era uma condição que já esperávamos para o dia, tivemos calmaria, depois um vento fraco de norte que virou para sul,” conforme o race officer Odécio Adam.

O Sul-americano foi uma realização do Veleiros do Sul em conjunto com a Associação Internacional da Classe Optimist (IODA), patrocínio da Bettanin e Banrisul. Participaram 144 velejadores de 14 países: Argentina, Antilhas Holandesas, Bermudas, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Estados Unidos, Ilhas Virgens Americanas, México, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Apoio: Porto Alegre & Região Metropolitana Convention & Visitors Bureau, Ritter Alimentos, Procempa, PortoVan e Chocolate Florybal.

Classificação dos 10 primeiros do Sul-americano
1º Ivan Shestopalov (USA) – 45 pontos perdidos
2º Gabriel Lopes (BRA) – 50
3 º Fausto Peralta (ARG) – 66
4 º Valentin Queirel (ARG) – 69
5 º Pedro Zonta (BRA) – 85
6 º Wiley Rogers (USA) – 87
7º Facundo Mónaco (ARG) – 85
8º Matt Logue (USA) – 96
9º Harvey, Shawn (USA) – 99
10º Chase Cooper (BER) – 108

Da assessoria

Angela Star, de Peter Siemsen, vence a Búzios Sailing Week 2013

A BSW2013 foi, como sempre, um belo espetáculo de vela. Quem não foi perdeu!

A BSW2013 foi, como sempre, um belo espetáculo de vela. Quem não foi perdeu! E don Gonzalo Arselli registrou… Duca!

Tradicional competição de Búzios reuniu elite da vela de oceano brasileira neste feriado

Búzios – Terminou neste final de semana em Armação dos Búzios, no litoral fluminense, a Búzios Sailing Week 2013. Disputada no feriado da semana santa sob ventos de quadrante sul, de todas as intensidades (de 6 a 30 nós, aprox. 10 a 60 km/h) e muitas vezes com chuva sobre a raia, a competição, uma das mais técnicas do calendário nacional, teve quatro excelentes regatas disputadas de quinta-feira até sábado. No fim, na categoria ORC Geral, a principal do evento, o Grand Soleil 46 “Angela Star VI”(ICRJ) da lenda Peter Dirk Siemsen se sagrou campeão. Com seu neto Francisco no timão, Peter, do alto de seus 83 anos, participou de todas as regatas e foi voz ativa na tripulação. “Velejar é minha vida e estou muito contente com o título aqui em Búzios. O barco novo mostrou que é muito bom e a tripulação, como sempre, velejou bem e com vontade de vencer”, declarou o comandante que é um dos únicos velejadores do mundo a possuir o prestigiado troféu Beppe Croce da ISAF, a federação internacional de vela, por sua contribuição para o esporte.

Com uma flotilha de 17 barcos a categoria ORC foi palco das maiores disputas. No pódio, ao lado da tripulação do “Angela Star” estavam também os velejadores do Beneteau First 40.7 “V8Nitro”(ICRJ), do comandante Paulo Treu, segundo colocado, e os gaúchos do Soto 40 “Crioula”(VDS), os terceiros. Na disputa interna dos velozes e modernos Soto 40, o “Crioula” do Veleiros do Sul, comandado por Samuel Albrecht, levou a melhor sobre o rival “Magia V/Energisa”(RYC) de ninguém menos que Torben Grael. Em terceiro ficou o “Carioca25″(ICRJ), de Roberto Martins com André Mirsky na tática. Na categoria IRC, uma nova opção de regra de medição de rating no Brasil, o pódio foi exatamente igual ao da classe Soto 40 com os três melhores sotos no topo da tabela: “Crioula”, “Magia V/Energisa” e “Carioca25”. “Apesar da trabalheira que é trazer o barco, para nós é sempre muito gratificante vir lá do sul e competir aqui em Búzios. Vencendo então nem se fala”, disse um sorridente Samuel Albrecht.

Nas sub-categorias da ORC a disputa também foi acirrada. Na ORC 500 o campeão foi também o “Angela Star VI”, de Peter Dirk Siemsen; na ORC 600 o vencedor foi o “V8Nitro”, de Paulo Treu e na ORC 650 deu o Skipper30 “Maestrale”(ICRJ), do comandante Adalberto Casaes. Na categoria RGS os aspirantes do Grêmio de Vela da Escola Naval se destacaram com o primeiro e o terceiro lugar em Búzios. O “Brekelé”(GVEN), comandado pelo aspirante Cobellas foi o primeiro. O barco de Niterói “Xekmat”(CNC), de Roberto Bailly, foi o segundo e o “Quiricomba”(GVEN) sob o comando do aspirante Arytan foi o terceiro.

Para Alain Joullié, comodoro do Iate Clube Armação de Búzios o evento mostrou sua força. “Apesar de não termos tido nenhum tipo de ajuda neste ano, nem da prefeitura ou de patrocinadores, novamente realizamos um campeonato de alto nível e, apesar de alguns dias nublados, só a sexta-feira santa com muito sol e as águas transparentes de Búzios já fez a alegria daqueles que estiveram aqui conosco nestes dias, competindo ou acompanhando o evento. No ano que vem espero ver todos novamente e ainda mais barcos e velejadores nesta que é considerada uma das melhores raias para se velejar no planeta”, declarou o comodoro e anfitrião. A Búzios Sailing Week 2013 foi organizada pelo Iate Clube Armação de Búzios – ICAB com o apoio da FEVERJ – Federação de Vela do Rio de Janeiro e da ABVO – Associação Brasileira de Veleiros de Oceano.

Da Velassessoria

Lars e Tinha vencem o 7º Distrito da classe Star em SP

Renata Grael registrou a alegria dos campeões do 7º Distrito de Star no YCP.

Renata Grael registrou a alegria dos campeões do 7º Distrito de Star no YCP.

Com a vitória, Grael soma o sétimo título nacional na classe e o 21º em classes panamericanas e olímpicas

São Paulo – Depois de seis regatas disputadas com bons ventos na represa de Guarapiranga, em São Paulo, a dupla de velejadores formada por Lars Grael e Renato “Tinha” Moura venceu o campeonato do 7º Distrito de Star por antecipação. A competição é a mais importante da classe em nível nacional. Neste sábado foram corridas três provas com ventos de quadrante sul e Grael e Moura venceram nada menos que as três regatas. E, desta forma, conquistaram o título por antecipação com quatro primeiros lugares e dois segundos até o momento. Para este domingo está prevista a realização da última prova do programa.

“Foi um campeonato muito disputado e fico feliz em conquistar mais este título no Star que é, sem dúvida, o monotipo mais técnico da vela mundial. Por enquanto ainda não conseguimos recolocar a classe no programa olímpico de 2016 no Rio, mas ainda tenho muitas esperanças e continuo considerando o barco como o auge da vela olímpica mundial. E é sempre muito gratificante vencer em meio a velejadores de tão alto nível”, declarou o campeão que conquistou seu terceiro título nacional ao lado do proeiro brasiliense Renato Moura.

O Campeonato do 7º Distrito da Classe Star está sendo sediado pelo Yacht Club Paulista e começou a ser disputado na quinta-feira, dia 28/3. Para amanhã (domingo, 31/3) está prevista a realização da última regata. Lars Grael e Renato Moura têm o patrocínio da Light S/A.

Confira o resultado final em: http://www.ycp.com.br/campeonato-setimo-distrito-da-classe-star-2013/

Da Velassessoria

Gaúchos disputam o Trofeo Princesa Sofia

Duplas Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e André Fonseca/Francisco Andrade estarão em águas espanholas a partir deste sábado

O Clube dos Jangadeiros marcará presença mais uma vez em uma etapa da Copa do Mundo de Vela, o 44º Trofeo Princesa Sofia, que começa neste sábado, dia 30, e vai até o dia 6 de abril. Integrantes da Equipe Brasileira de Vela, as duplas Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e André “Bochecha” Fonseca/ Francisco Andrade já estão em Palma de Mallorca, na Espanha, onde a competição será realizada, e prometem lutar pelas primeiras colocações. O evento reunirá velejadores de 53 países, que disputarão provas em nove classes: 470 (masculino e feminino), 49er, 49er FX, Finn, Laser Standard, Laser Radial, Nacra 17, RS:X (masculino e feminino) e 2.4 MR.

Líderes do ranking mundial da classe 470 feminina e campeãs da última etapa da Copa do Mundo de Vela, Fernanda e Ana querem confirmar o bom momento, em águas espanholas. Competindo juntas desde 2009, as velejadoras conhecem bem a raia onde serão disputadas as regatas e esperam que a experiência do último ciclo olímpico ajude na competição. “No ano passado, ficamos um mês treinando em Palma, então conhecemos bem a raia. É um lugar que oferece todas as condições de vento”, explica Fernanda, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim/2008, emendando: “É o primeiro grande evento do ano na Europa, por isso conta com grande número de participantes. Vamos dar o nosso melhor e implementar tudo que fazemos nos treinos para, consequentemente, obter um bom resultado”.

Com três participações olímpicas na bagagem, Bochecha segue na mesma linha: “Será um campeonato muito forte, com cerca de 80 barcos. Nosso objetivo inicial é entrar na fase final no grupo ouro, entre as 25 melhores duplas”. Radicado em Porto Alegre desde 1998, o catarinense iniciou a parceria com o carioca Francisco Andrade no fim de 2012 e, de lá pra cá, já conquistou três títulos (Sul-Americano de 49er, Norte-Americano de 49er e a Semana Brasileira de Vela). E a ideia é evoluir a cada competição. “É claro que sonhamos com mais e queremos e vamos lutar para mais”, garante.

Da assessoria

Bruno Prada e Jorge Zarif estreiam nesta segunda no Trofeo Princesa Sofia

Terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, competição reunirá na Espanha os melhores do ranking mundial da Finn

São Paulo – Os brasileiros Jorge Zarif e Bruno Prada estreiam nesta segunda-feira (1) no Trofeo SAR Princesa Sofía, em Palma de Mallorca, Espanha. Os dois enfrentarão seis dos dez primeiros colocados no ranking da ISAF e outros nomes importantes da Finn, como o sueco Max Salminen, ouro na Star nos Jogos de Londres/12 com Fredrik Loof. Terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, a competição em Mallorca reunirá 75 barcos..

“Esta será a primeira vez que velejarei numa flotilha de mais de 70 barcos. Em uma disputa assim, a largada é um dos pontos importantes”, destaca Bruno Prada.

Entre os adversários, estarão alguns velejadores com quem Prada já travou duelos acirrados na etapa de Miami da Copa do Mundo, em janeiro. Primeiro e segundo do ranking mundial da Finn, respectivamente, o australiano Brendan Casey foi o quinto colocado na disputa, enquanto o norte-americano Caleb Paine ficou com a medalha de ouro. Bruno também terá em Mallorca a companhia de outro brasileiro, Jorge Zarif, bronze em Miami

O Trofeo SAR Princesa Sofía segue o mesmo formato dos Jogos Olímpicos, com dez regatas (duas por dia) e a medal race, que será disputada pelos dez primeiros colocados no sábado (6).

“Os ventos estão fortes na raia da competição, com ondas grandes. Será importante continuar aprimorando o popa para fazer uma boa competição”, explica Prada, que marcou a sua volta à Finn, no início do ano, com a vitória na Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro. O velejador também foi bronze no Brasileiro da classe e na Semana Brasileira de Vela.

Da Local

Beto Pandiani e Igor Bely já enfrentam o calor dos trópicos

Viagem da África do Sul ao Brasil já passou de 1.000 milhas náuticas, mas falta de ventos nos últimos dias impediu maior avanço do barco Picolé pelo Atlântico Sul

Os dois sofrem com o calor

Os dois sofrem com o calor

São Paulo (SP) – A Travessia do Atlântico é um verdadeiro teste de resistência para Beto Pandiani e Igor Bely que estão cruzando o oceano da Cidade do Cabo (África do Sul) até Ilhabela (Brasil) a bordo de um catamarã sem cabine. As primeiras 1.000 milhas náuticas já foram ultrapassadas e o veleiro está nos trópicos, um pouco acima da latitude do litoral norte de São Paulo, destino final da aventura. Depois de sair do sul do continente africano com frio na semana passada, os dois ‘pegam’ calor forte durante o dia. Os ventos caíram nas últimas 48 horas e no mapa, que pode ser acompanhado em tempo real pelo site travessiadoatlantico.tumblr.com, o avanço foi pequeno. Porém, segundo o último relato de Beto Pandiani, o barco veleja com mais velocidade.

“O vento voltou e já estamos novamente no caminho de casa. Comemoramos nossas primeiras 1.000 milhas náuticas. Estamos com condições boas agora. O calor é intenso e quando o sol está em cima de nós, haja protetor solar! As noites continuam frescas e até faz um friozinho gostoso, mas a água também esquentou e está com um tom de azul indescritível”, disse Beto Pandiani, que aproveitou a calmaria do dia anterior para arrumar o veleiro e tomar o primeiro banho em uma semana. “Já de roupa limpa, o Igor me perguntou aonde ia hoje à noite arrumado”.

Igor Bely conseguiu até nadar quando a situação estava mais calma na última quinta-feira (27), bem diferente do início da viagem quando paredes de água assustaram a dupla. “Após dois dias de muito vento, nós pegamos dois dias sem nada. Se você segue nossa aventura no mapa pode estar pensando: esses caras não sabem velejar. O mar está liso, sem vento. Parece que alguém mudou a água do mar para um azeite. Mesmo as tartarugas marinhas são mais rápidas do que nós”. O parceiro de Beto Pandiani completou: “É incrível como as coisas podem mudar rapidamente, dois dias atrás era frio e tivemos muito vento. Depois passou pra muito quente e sem vento”.

A estratégia da dupla foi subir um pouco mais, em uma linha imaginária na reta do Espírito Santo e de Angola, para buscar vento e seguir em direção ao Brasil. Beto Pandiani e Igor Bely escolheram fazer uma parábola no caminho entre os continentes para evitar ainda mais zonas de tempo e mar ruim, mas as dificuldades são constantes, como a oscilação do vento e os perigos da Costa dos Esqueletos, que ficou para trás. A viagem é de 4.000 milhas náuticas (7.800 quilômetros), mas poderá chegar em 5.000 milhas náuticas (9.260 quilômetros).

A Travessia do Atlântico tem o patrocínio de Semp Toshiba, apoio de Mitsubishi, Red Bull e Certisign. Os colaboradores são Reebok, BL3, Sta Constância, Azula, North Sails e Track and Field.

Da ZDL

Mario Tinoco e Alexandre Muto são campeões sul-americanos de Snipe

Terminou neste sábado em Montevidéu, no Uruguai, o Campeonato Sul-Americano da classe Snipe. Depois de nove regatas a dupla carioca Mario ‘Camaradinha’ Tinoco e Alexandre Muto conquistou o título da competição. Os argentinos Luis Soubie e Diego Lipszyc, em segundo, e os uruguaios Pablo Defazio e Mariana Foglia, em terceiro, completaram o pódio. O Brasil ainda teve mais quatro duplas entre os dez melhores: Fipa Linhares e Eduardo Beirão em 4o, Alexandre Tinoco e Matheus Gonçalves, em 6o, Mateus Tavares e Daniel Claro em 9o e Rafael Gagliotti e Henrique Gomes, em 10o. Os resultados completos podem ser vistos aqui.

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