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Extra: Fernanda e Ana vencem em Palma. Brasil coloca quatro barcos no “dia da medalha”

Fernandina Oliveira e Ana Barbachan arrebemtaram

Fernandina Oliveira e Ana Barbachan arrebentaram hoje em Palma. Uhuu!!

Hoje foi dia de medalha em Palma de Maiorca e o Brasil foi muito bem. As gaúchas jangadeiras Fernandinha Oliveira e Ana Barbachan se sagraram campeãs da classe 470 feminina na 3ª etapa da Copa do Mundo de Vela em  em Palma de Maiorca, Espanha.  Com 5º e 1º nas duas medal races (é agora são duas, maiores explicações abaixo) venceram com folgas no penúltimo evento da Copa do Mundo de Vela da temporada 2012/2013 (o último em Hyères no fim do mês).

Além da dupla de ouro do Guaíba, Bruno Fontes, na Laser STD em  5º, Ricardo ‘Bimba’ Winicki, na RS:X masculina, também em  5º e Martine Grael e Kahena Kunze no 49erFX, em 6º, completaram o time tupiniquim presente no “dia da medalha”. Dia este, já fruto dos estudos para mudanças no formato de disputa do Rio 2016.

Novo formato – A primeira grande mudança (a meu ver, boa) é que os vencedores das regatas fazem zero ponto ao invés de um ponto, coisa que estimula as vitórias já que, na prática, vencer uma regata significa abrir 2 pontos dos adversários. Do 2º em diante fica tudo normal: 2,3,4,5,6pts… Outra é que a classificação final da série de regatas qualificatórias passa para a fase final contando como se fosse uma regata lá, ou seja, o primeiro da súmula leva zero ponto, o segundo 2, o terceiro 3 e assim por diante. A isso se somam os resultados normais das regatas da fase final. E finalmente vem o tal do “Medal Day” ou “Final Stage” como os gringos estão chamando.

O novo formato de disputa de todas as classes (menos os esquifes) prevê duas medal races (pontos dobrados, só os 10 primeiros, não descartável) no último dia de competição. E nas classes 49er, masculina, e 49erFX, feminina, rolam mais quatro regatas em que participam apenas os oito primeiros colocados, a pontuação é normal (0,2,3,4pts…) e não há possibilidade de descarte do pior resultado. O percurso é curto, próximo do público e da costa, e as regatas devem durar no máximo dez minutos cada. É o que a Isaf está chamando de “vela de estádio” ou “vela de arena” (“stadium sailing”, em inglês) conceito que a Extreme Sailing Series inventou e que a 34ªCopa América, em São Francisco, parece ter exacerbado. Veremos!! Parabéns as meninas do sul pela vitória e à toda a equipe brasileira de vela pela garra de sempre! Foi bom!!

Fui!!

Murillo Novaes

 

 

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