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Com vídeo: Oracle Race assume a liderança da ACWS em Nápoles

http://www.youtube.com/watch?v=OZQxu5KjiN4

A experiência do Oracle Racing, comandado por Tom Slingsby, falou mais alto neste segundo dia de disputas da última etapa da edição 2012-13 da America´s Cup World Series em Nápoles, Itália. A equipe assumiu a liderança, deixando o timoneiro bastante feliz. “O vento estava muito mais estável e com isso temos apenas que nos preocupar em largar bem e fazer boas manobras”, disse Slingsby.

Mas, como nem tudo pode ser calculado quando se está velejando a bordo de um AC45, um acidente entre o Emirates Team New Zealand e o Luna Rossa animou o dia. A batida aconteceu na montagem de boia de barlavento e o resultado foi um buraco na proa dos italianos e um rombo na popa dos neozelandeses.

Equipes que disputam a Copa Suzuki Jimny voltam para a água neste sábado em Ilhabela

Ilhabela(SP) – As 45 equipes que disputam a Copa Suzuki Jimny, tradicional circuito de vela oceânica nacional, decidem a partir deste sábado (20), no Yacht Club de Ilhabela (YCI), a primeira etapa da competição. O objetivo dos times é somar o menor número de pontos para fazer a diferença no final do evento. São mais de 30 regatas ao longo do ano e o campeão geralmente só sai em dezembro. Para ficar com média de vencedor, as tripulações encaram todas as provas como verdadeiras batalhas.

“Cada regata é uma final”, diz o campeão pan-americano e mundial Maurício Santa Cruz. Assim como o atleta, que comanda o Relaxa/Next Caixa, segundo colocado na classe HPE, os outros velejadores das categorias ORC, C30 e RGS (A,B,C e Cruiser) pensam da mesma maneira. A previsão da meteorologia aponta ventos médios e temperatura na casa dos 22 graus no primeiro dia de provas no litoral norte paulista.

O campeonato, que começou na semana passada, já dá sinais de que será competitivo. Na classe HPE, com 16 barcos na raia, o Jimny Take Ashauer (Cássio Ashauer) é o líder, mas a diferença para o sétimo colocado,o SER Glass Eternity (Marcelo Bellotti) é de apenas cinco pontos. “Ainda temos chances de encostar nos ponteiros, estamos entre os primeiros. Agora estamos investindo em treinos pesados para ganhar as regatas decisivas e liderar o campeonato”, destaca Marcelo Bellotti.

Na Carabelli 30 (C30), o TNT Loyal (Marcelo Massa) comprovou o favoritismo ao vencer as duas regatas realizadas até o momento. Mas, a mais nova categoria da vela oceânica nacional está cada vez mais cheia. Um dos exemplos é a estreia do Caballo Loco (Mauro Dottori), o oitavo barco construído no País. “Vem mais equipes por aí. A C30 comprovou ser uma classe de alto desempenho e que caiu no gosto dos velejadores de ponta do Brasil, inclusive de atletas olímpicos, como André ‘Bochecha’ Fonseca e Fábio Pillar”, relata Marcelo Massa.

Na ORC, Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) e Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) dividem a ponta, com três pontos perdidos. A liderança da categoria dos barcos é definida, por enquanto, pelos critérios de desempate. Como o Lexus/Chroma venceu a última prova, o barco fica em primeiro. Os dois somam uma vitória e um segundo lugar.

Na RGS-A, o Jazz (Valéria Ravanni) tem 100% de aproveitamento na Copa Suzuki Jimny. Assim como Suduca (Marcelo Claro) na RGS-B, Arial (Andreas Kugler) na RGS C e Boccalupo (Cláudio Melaragno) na RGS-Cruiser.

Resultados – após duas regatas

ORC
1- Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 3 pontos perdidos (2+1)
2- Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 3 pp (1+2)
3- Sextante (Thomas Shaw) – 9 pp (3+6)

C30
1- TNT/Loyal (Marcelo Massa) – 2 pp (1+1)
2- +Realizado (José Luiz Apud) – 5 p (3+2)
3- Barracuda (Humberto Diniz) – 6 pp (2+4)

HPE
1- Jimny Take Ashauer (Cássio Ashauer) – 6 pp (2+4)
2- Relaxa Next/Caixa (Marcelo Santa Cruz) – 8 pp (1+7)
3- Ginga (Breno Chvaicer) – 8 pp (3+5)

RGS-A
1- Jazz (Valéria Ravani) – 2 pp (1+1)
2- Urca/BL3 (Pedro Rodrigues) – 6 pp (4+2)
3- Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 7 pp (2+5)

RGS-B
1- Suduca (Marcelo Claro) – 2 pp (1+1)
2- Asbar II (Sergio Klepacz) – 4 pp (2+2)
3- Helios – Sírio Libanês – 6 pp (3+3)

RGS-C
1- Ariel (Andreas Kubler) – 2 pp (1+1)
2- Rainha (Leonardo Pacheco) – 5 pp (3+2)

RGS-Cruiser
1- Boccalupo (Claudio Melaragno) – 2 pp (1+1)
2- Nimbus (André Torrente) – 5 (3+2)
3- Brazuca (José Rubens Bueno) – 6 pp (2+4)

A Copa Suzuki Jimny/XIII Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio master da Suzuki Veículos e co-patrocínio da SER Glass. Os apoiadores são: Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Rádio Antena 1 Litoral Norte e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

Da ZDL

Scheidt estreia segunda-feira em Hyères

Maior medalhista olímpico brasileiro enfrenta primeiros do ranking mundial da Laser em Hyères; competição segue até sábado (27)

São Paulo – Invicto na Laser desde que retornou à antiga classe, Robert Scheidt volta a medir forças com seus principais adversários internacionais, a partir de segunda-feira (22), na Semana Olímpica de Hyères, na França. A competição, quarta etapa da Copa do Mundo de Vela, reúne os velejadores em campanha para os Jogos do Rio de Janeiro/2016, entre eles os dez primeiros do ranking mundial da classe, numa flotilha com mais de 90 barcos.

“Espero que tenhamos todas as condições de vento para que a competição seja bem completa tecnicamente”, torce Robert Scheidt, que conquistou o título da 17ª Laser Europa Cup, em março, vencendo as cinco regatas disputadas, sob frio e ventos fortes.

Em Hyéres, a competição adotará o mesmo formato proposto para os Jogos de 2016, com 11 regatas previstas – ao menos duas por dia – entre a fase classificatória e a fase final. Após a fase classificatória, os velejadores serão agrupados nas flotilhas ouro e prata, de acordo com a classificação, e entram na fase final somando apenas os pontos referentes à sua posição. Os dez melhores vão para a disputa de duas medal races no sábado (27), ambas com valor dobrado. As provas têm início às 11 horas (6 horas no horário brasileiro).

“Sei que terei dificuldades em Hyères pela falta de ritmo em competições grandes como esta, mas estou me sentindo muito bem”, explica Scheidt. “Na verdade, não estou me cobrando muito, a disputa será um bom termômetro e quero aproveitar para me readaptar a competir em alto nível.”

Scheidt enfrentará na França nomes como o australiano Tom Burton, primeiro do ranking mundial da Laser, o neozelandês Andy Maloney, segundo do ranking, e os suecos Jesper Stalheim e Emil Cedergardh, com quem já travou duelos na Laser Europa Cup. Outros três brasileiros também estarão na competição: Bruno Fontes, representante brasileiro da classe nos Jogos de Londres/12, Matheus Dellagnelo e Alex Veeren.

Da Local

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