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Definidos os campeões da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny em Ilhabela

Estreia do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica reuniu 50 barcos, um recorde para o início de campeonato. Mais três etapas serão disputadas ao longo do ano

Aline Bassi registrou a largada da ORC em Ilhabela

Aline Bassi registrou a largada da ORC em Ilhabela

Ilhabela(SP) – Os vencedores da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny 2013 foram definidos neste domingo (21), no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As primeiras regatas do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica contaram com a participação de 50 barcos, um recorde para o início de temporada. Nas raias montadas no Canal de São Sebastião, as equipes levaram a sério a ideia de um campeonato de pontos corridos, assim como no futebol. Como são quatro etapas ao longo do ano, as tripulações querem perder menos e encaram as regatas como verdadeiras finais. A tendência é que o Warmup, que será nos dias 8, 9, 15 e 16 de junho, mais embarcações entrem no evento, que se tornou referência na modalidade.

As regatas deste domingo foram disputadas com ventos médios de 10 nós na direção sul/sudeste. E quem largou na frente na ORC da Copa Suzuki Jimny foi o Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo), seguido pelo Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) em seis regatas. A categoria dos barcos grandes teve provas apertadas, principalmente após a chegada do gaúcho Tangaroa (Germano Pestana). O vencedor na ORC B foi o Sextante (Thomas Shaw).

Na RGS A, o Jazz (Valéria Ravani) venceu a primeira etapa após regatas equilibradas, superando o BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) e o Maria Preta (José Alberto Barreti), segundo e terceiro, respectivamente. “Dois fatores ajudaram nessa conquista. O primeiro foi a garra, somada ao entrosamento da tripulação. Desde 2012 estamos velejando juntos. Fiz também uma pequena reforma na embarcação. Vencer a etapa ajuda no campeonato”, adiantou Valéria Ravani.

Na categoria RGS-B, o campeão foi o Asbar II (Sérgio Keplacz), que virou o placar nas últimas regatas. A equipe superou o Suduca (Marcelo Claro), que vinha com melhor aproveitamento. Depois de um fim de semana ruim, a tripulação resolveu se reunir para botar a casa em ordem. A ideia foi entrar para as regatas mais concentrados e a estratégia deu certo. “As primeiras provas foram para esquecer. Vejamos muito mal e, para ganhar a etapa, tinha que mudar tudo. Dessa vez erramos pouco e conseguimos vencer todas as regatas”, disse o proeiro do Asbar II, Ronaldo Mariano.

Na RGS-C, o vencedor da primeira etapa foi o Rainha (Paulo Eduardo). O time chegou para a regata do domingo em segundo lugar e conseguiu passar o Ariel (Andreas Kubler). Na Cruiser, classe dominada nos anos anteriores pelo Hélio II – Hospital Sírio Libanês, que migrou para outra categoria, o Boccalupo (Claudio Melaragno) reinou em Ilhabela na primeira etapa da Copa Suzuki Jimny.

Os one-design – Com 16 barcos na raia só no circuito, a classe HPE vive um momento histórico. A categoria reúne atletas profissionais e atrai atenção pelo alto desempenho e emoção nas regatas. O Relaxa Next/Caixa (Roberto Mangabeira) saiu na frente na temporada. Com duas vitórias nas regatas finais, a equipe, que conta com velejadores campeões mundiais e pan-americanos, como Maurício Santa Cruz, ultrapassou os adversários e ficou com o ouro.

“Resolvemos ser mais agressivos, nos concentrados no último dia e os resultados apareceram. Nas provas deste domingo, entramos na água mais concentrados e cada um sabia o que tinha que fazer a bordo. Agora que venha o Campeonato Brasileiro”, comemorou Roberto Mangabeira. Em segundo lugar está o Ginga (Breno Chvaicer) e em terceiro apareceu Fit to Fly (Eduardo Mangabeira). As equipes estão entres as favoritas ao título do Campeonato Brasileiro de HPE 2013, que será também no Yacht Club de Ilhabela (YCI), nos dias 18, 19, 25 e 26 de maio.

Na C30, 100% de aproveitamento para a tripulação mais profissional da Copa Suzuki Jimny 2013, a TNT Loyal (Marcelo Massa). Mas a evolução dos adversários, inclusive com mais um barco na raia, o Caballo Loco (Mauro Dottori), deu mais equilíbrio. “Foi um esforço supremo. Em uma das regatas, o TNT Loyal ganhou por menos de meio metro. Isso demonstra que a classe está bem competitiva. A diferença é muito pequena e a tendência é que até a Rolex Ilhabela Sailing Week o time do Massa tenha que suar mais”, explicou o comandante do Barracuda, Humberto Diniz.

Prefeito de Ilhabela prestigia Copa Suzuki Jimny – Antônio Colucci participou da primeira etapa da Copa Suzuki Jimny visitando o Yacht Club de Ilhabela (YCI). O prefeito de Ilhabela ficou surpreso com o número recorde de barcos na raia e destacou a importância do evento. A organização recebeu 50 inscrições de veleiros para as regatas. “Fico feliz e surpreso com a adesão das equipes da Copa Suzuki Jimny. Grandes patrocinadores e atletas ajudam a incentivar a vela oceânica na cidade. Temos uma raia espetacular para a prática da modalidade. O município se interessa pelo esporte e por outras questões importantes, como o saneamento básico. Desde 2009, nossa administração cuida da qualidade da água tratando o esgoto”.

A Copa Suzuki Jimny/XIII Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio master da Suzuki Veículos e co-patrocínio da SER Glass. Os apoiadores são: Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Rádio Antena 1 Litoral Norte e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

Resultados:

ORC – 5 regatas e 1 descarte 
1º – Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 7 pontos perdidos (2+1+2+2+2)
2º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 9 pp (1+2+3+3+6)
3º – Tangaroa (Germano Pestana) – 10 pp (7+7+1+1+1)

C30 – 7 regatas e 1 descarte
1º – TNT/Loyal (Marcelo Massa) – 6 pp (1+1+1+1+1+1+1)
2º – Barracuda (Humberto Diniz) – 12 pp (2+4+2+2+2+2+2)
3º – +Realizado (José Luiz Apud) – 17 pp (3+2+3+3+3+3+4)

HPE – 7 regatas e 1 descarte
1º – Relaxa Next/Caixa (Roberto Mangabeira ) – 20 pp (1+7+12+1+9+1+1)
2º – Ginga (Breno Chvaicer) – 26 pp (3+5+9+3+3+3+19)
3º – Repeteco (Fernando Haaland) – 27 pp (8+1+7+2+1+12+8)

RGS-A – 5 regatas e 1 descarte
1º – Jazz (Valéria Ravani) – 5 pp (1+1+2+3+1)
2º – BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) – 10 pp (6+3+1+4+2)
3º – Maria Preta (José Barretti) – 10 pp (3+6+3+1+3)

RGS-B – 5 regatas e 1 descarte
1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 6 pp (2+2+1+1+2)
2º – Suduca (Marcelo Claro) – 6 pp (1+1+2+2+5)
3º – Fram Fantasma (Reginaldo Costa) – 13 pp (6+6+3+3+1)

RGS-C – 5 regatas e 1 descarte
1º – Rainha (Paulo Eduardo) – 5 pp (3+2+1+1+1)
2º – Ariel (Andreas Kubler) – 6 pp (1+1+2+2+2)

RGS-Cruiser – 5 regatas e 1 descarte
1º – Boccalupo (Claudio Melaragno) – 5 pp (1+1+3+1+2)
2º – Brazuca (José Rubens Bueno) – 7 pp (2+4+1+4+1)
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 12 pp (6+5+2+2+3)

Da ZDL

ACWS: Luna Rossa e Oracle Racing vencem no Super Domingo em Nápoles (com vídeo)

Terminou neste domingo em Nápoles, Itália, a última etapa da Edição 2012-13 da America´s Cup World Series. O dia conhecido como Super Sunday (ou super domingo, em português), viu italianos e americanos sorrirem ao subir no lugar mais alto do pódio.

Francesco Bruni, skipper do Luna Rossa Swordfish, chegou a perder o Match Race para os americanos, mas não se deixou abater e foi para a regata de flotilha para o tudo ou nada. “Esta vitória foi a única maneira de esquecermos a derrota no Match Race”, disse ele, que será o tático da equipe a bordo do AC72. “A regata de flotilha significa muito para mim. Tivemos a oportunidade de vencer nas duas modalidades, mas infelizmente não deu”, completa.

Já Tom Slingsby comemora o título geral da competição, além do Match Race. “Estou muito orgulhoso de receber o troféu da America´s Cup World Series para o Oracle Racing. James Spithill fez o melhor para a gente e nós só precisamos vir até aqui e dar o nosso melhor”, disse ele. Spithill não competiu nesta etapa pois está envolvido com o lançamento do ovo AC72 da equipe.

Resultado final da etapa da Nápoles:
1. Luna Rossa Swordfish (Francesco Bruni) – 80 puntos
2. ORACLE TEAM USA (Tom Slingsby) – 80
3. Emirates Team New Zealand (Dean Barker) – 71
4. Luna Rossa Piranha (Chris Draper) – 70
5. J.P. Morgan BAR (Ben Ainslie) – 65
6. Energy Team (Yann Guichard) – 58
7. Artemis Racing White (Charlie Ekberg) – 40
8. HS Racing (R. Hagara/H.S. Steinacher) – 36
9. China Team (Mitch Booth) – 30

Resultado final da competição:
1. ORACLE TEAM USA SPITHILL/SLINGSBY – 245 puntos
2. Luna Rossa Piranha – 191
3. J.P. Morgan BAR – 181
4. Emirates Team New Zealand – 171
5. Energy Team – 160
6. Artemis Racing White – 160
7. Luna Rossa Swordfish – 151
8. Team Korea – 105
9. ORACLE TEAM USA COUTTS – 98
10. Artemis Racing Red – 90
11. China Team – 73
12. HS Racing – 36

Vídeo: Homenagem da Volvo Ocean Race a Magnus Olsson

Bruno Fontes e Robert Scheidt estreiam entre os líderes da Semana Francesa

Maior medalhista olímpico brasileiro, velejador venceu uma das três regatas desta segunda-feira (22), em dia de disputas equilibradas

São Paulo – Foi dada a largada para a etapa francesa da Copa do Mundo de Vela, em Hyères, nesta segunda-feira (22), com disputas marcadas pelo equilíbrio nas duas flotilhas da Laser. Dono de cinco medalhas olímpicas, três delas na Laser, Robert Scheidt terminou o dia no quinto lugar geral da classe, após vencer uma das três regatas do seu grupo, somando seis pontos perdidos. Outros três velejadores têm a mesma pontuação, incluindo o também brasileiro Bruno Fontes. O líder é o croata Tonci Stipanovic, sem pontos perdidos.

O primeiro dia de regatas teve ventos médios, chegando a 12 nós, e temperatura na casa dos 15 graus. Na rai francesa, 113 competidores, divididos em duas flotilhas, estão na disputa da Laser. Entre eles, os dez primeiros do ranking mundial da classe, como o australiano Tom Burton (1º), o neozelandês Andy Maloney (2º) e o alemão Phillip Buhl (3º). Alem de Robert Scheidt, o Brasil conta com outros três representantes: Bruno Fontes, Matheus Dellagnelo e Alex Veeren.

“Ainda sinto um pouco a falta de ritmo para competições grandes como esta. Até por isso a etapa de Hyères é um bom termômetro, e vai me ajudar na readaptação para competir em alto nível”, destacou Scheidt.

Em Hyéres, a competição adota o mesmo formato proposto para os Jogos do Rio de Janeiro/2016, com o objetivo de tornar a competição mais atrativa para a mídia e para o público. Uma das novidades é a ausência de pontos para o primeiro colocado em cada regata. Além disso, após a fase classificatória, os velejadores serão agrupados nas flotilhas ouro e prata, de acordo com a classificação, e entram na fase final somando apenas os pontos referentes à sua posição. Os dez melhores vão para a disputa de duas medal races no sábado (27), ambas com valor dobrado. Como nos Jogos de Londres/12, o público poderá assistir de perto às duas provas finais, que serão realizadas a poucos metros do cais. As disputas têm início às 11 horas.

Desde que voltou à Laser, em setembro de 2012, Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Prada, Gocil e Rolex, não perdeu nenhuma competição. Conquistou o Campeonato Italiano de Classes Olímpicas, o Brasileiro da categoria, seu 12º título nacional, a Semana Brasileira de Vela, em fevereiro, e a Laser Europa Cup, em março. Os resultados somam-se a oito títulos mundiais e três medalhas olímpicas (ouro em Atlanta/96 e Atenas/04, prata em Sydney/00), até 2004, quando o velejador passou a competir pela Star com Bruno Prada. A parceria lhe deu outras duas medalhas em Olimpíadas (prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012) o inédito tricampeonato mundial da classe.

Resultados após três regatas e um descarte

1. Tonci Stipanovic (CRO) – 0 pontos perdidos ([8]+0+0)
2. Bruno Fontes (BRA) – 6 pp ([7]+3+3)
3. Giovanni Coccoluto (ITA) – 6 pp ([5]+3+3)
4. James Espey (IRL) – 6 pp (0+[22]+6)
5. Robert Scheidt (BRA) – 6 pp (6+0+[10])
6. Daniel Mihelic (CRO) – 10 pp ([24]+6+4)
7. Thomas Saunders (NZL) – 10 pp (4+6+[13])
8. Jesus Rogel Sanchez (ESP) – 11 pp ([30]+5+6)
9. Tom Burton (AUS) – 11 pp (0+11+[37])
10. Philipp Buhl (GER) – 12 pp ([21]+10+2)
43. Matheus Dellagnelo (BRA) – 35 pp ([58]+8+27)
63. Alex Veeren (BRA) – 47 pp (15+[46]+32)

Da Local

Vento aparece e Beto Pandiani e Igor Bely se aproximam de Cabo Frio

Aventura pelo Oceano Atlântico da dupla está na sua reta final. Depois de sofrer desde a África do Sul com ventos inconstante, expedição terminará após mais de um mês neste sábado (27), em Ilhabela (SP)

Dupla sorri com a entrada do vento

Dupla sorri com a entrada do vento

São Paulo (SP) – A aventura de Beto Pandiani e Igor Bely pelo oceano a bordo de um catamarã sem cabine está em suas milhas finais. Já em águas brasileiras, a dupla se aproxima de Cabo Frio, na costa fluminense, e já conta as horas para o término da expedição, que será no sábado (27), em Ilhabela (SP). Os dois saíram da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 20 de março e já enfrentam mais de um mês de condições adversas no barco. Ao todo, são mais de 4.000 milhas náuticas (7.400 quilômetros). Nas últimas horas, a velocidade dos ventos foi maior e empurrou cada vez mais a embarcação para casa.

“O Picolé está de rabo abanando, louco de desejo de ver Cabo Frio esta noite. Já temos preparada a nossa garrafa de vinho do Porto para brindar. Quem sabe na terça-feira na hora do almoço não vamos estar em frente a Copacabana?”, disse Beto Pandiani em seu relato pelo site travessiadoatlantico.tumblr.com.

Apesar de diminuir a distância para Ilhabela, os velejadores não têm vida fácil a bordo. “Mar de lado, sacudidas fortes, ondas quebrando em cima do barco e nos ensopando. Desde que fizemos a viagem do Pacífico temos um problema com a água. Ela bate na lateral do barco e sobe entre a asa, pegando em cheio no rosto ou nas pernas. Vimos muitos navios de container, graneleiros e petroleiros. Passaram bem próximos e sempre acho estas latas flutuantes assustadoras, pois aparecem muito rápido e por isso agora estamos de plantão a noite toda”, relatou Beto Pandiani.

Igor Bely também comentou as dificuldades a bordo. Afinal de contas são 32 dias de aventura. “Não estamos muito longe. A todo momento a imagem da terra aparece nas nossas mentes. Mas vale dizer que nas últimas 24 horas fizemos mais progressos do que em três dias por causa do vento sul. Durante o dia, o vento é constante, mas à noite é o oposto”.

A programação de chegada da dupla está confirmada para o sábado (27), por volta de meio-dia na sede da BL3, na praia da Armação, no norte de Ilhabela, depois de 38 dias de velejada.

A Travessia do Atlântico tem o patrocínio de Semp Toshiba, apoio de Mitsubishi, Red Bull e Certisign. Os colaboradores são Reebok, BL3, Sta Constância, Azula, North Sails e Track and Field.

da ZDL

Brasileiros têm boa estreia na Semana Olímpica Francesa

Começou nesta segunda-feira em Hyères, na França, a última etapa da Copa do Mundo de Vela 2012-13. Apesar de não ser a maior delegação, o Brasil fez uma boa estreia e tem sete atletas entre os top 10.

Na 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que venceram em Miami e Palma de Maiorca, começaram a competição liderando após duas vitórias em três regatas. Na Laser Standard, Bruno Fontes teve um bom início e, com um descarte, está em 2º. Robert Scheidt tem a mesma pontuação, mas aparece em 5º na súmula. Matheus Delagnello, em 43º, e Alex Veeren, em 62º, completam o time da Laser Standard. Quem também está na 5ª colocação é Bruno Prada, ex-parceiro de Scheit, que agora compete na classe Finn.  Na RS:X, Patrícia Freitas começa a competição em 6º, enquanto Bimba está em 7º.

Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges conseguiram aproveitar melhor o vento fraco e estão em 21º, enquanto André Fonseca e Francisco Andrade estão em 27º. Entre as meninas do 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze aparecem na 11ª colocação geral. Na Laser Radial, Fernanda Decnop não teve um bom começo e está em  45º.

Entre os paralímpicos, o trio Tui Francisco de Oliveira, Antônio Marcos do Carmo e José Matias de Abreu está em 4º na Sonar, enquanto Mario Czaschke está em 14º na 2.4.

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