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Parem as máquinas! Oracle ultrapassa TNZ, vence a 19ª regata e a 34ª Copa América.

Parabéns aos campeões!

Parabéns aos campeões!

Olá amigos e amigas, acaba de acabar a 34ª copa da escuna América, conhecida também na língua de Shakespeare como America’s Cup. E bota América nisso!!

Os defensores, que levaram de volta para os EUA a taça que morou lá por 132 anos e depois deu um rolê na Austrália, Nova Zelândia e Suíça, conseguiram segurar o caneco em São Francisco por mais uma temporada. E de forma brilhante!

Na semana passada os neozelandeses tinham uma liderança de 8 a 1 e ficaram a apenas uma vitória do título. Parecia apenas questão de tempo este 9º e derradeiro triunfo maori que levaria a Auld Mug de volta à Auckland. Quando quatro dias atrás os kiwis lideravam a regata na merreca franciscana que se abateu na baía e por conta do tempo-limite, de 40 minutos máximos por prova, deixaram de fechar a tampa do caixão ianque na última boia do percurso com uma liderança de mais de 1km, parecia que era apenas um azar momentâneo. Parecia…

Com a entrada de Ben Ainslie como tático do Oracle e principalmente com o pulo do gato de aprender a voar nos fólios também contra o vento (coisa que os incríveis kiwis aprenderam de um dia para o outro, literalmente), o OracleUSA não mais parou de vencer regatas e transformou o 8 a 1 em um 9 a 1 histórico que parece até mentira!

Tanto que já rola até uma teoria da conspiração. Mas não creio nisso. Não na vela de alto nível que estes dois times mostraram para o mundo. É só ver as expressões de alegria e desapontamento de cada lado do ringue que percebemos que foi uma luta árdua para todos. Dois grandes times!

Hoje o Oracle foi implacável e, após, como ontem, montar as duas primeiras boias atrás, esperou chegar o contravento e fez sua mágica. Não perdeu mais!!

Com o menino mimado Larry Ellison à frente, os americanos logo atraíram uma enorme torcida contra, inclusive em seu próprio território. E o mundo da vela internacional claramente preferia (eu também, confesso!) os neozelandeses à frente da 35ª disputa da copa. A tradição mais comedida versus a inovação de custo bilionário. Temos que dar o braço a torcer agora.

De fato, os inacreditáveis AC72, catamarãs voadores de 72 pés e vela-asa rígida, com suas velocidades incríveis e visual futurista sempre foram o ponto alto desta 34ª Copa América. O que não se imaginava é que de fato haveria um verdadeiro match race entre eles. E até houve! Dos bons!! Depois a diferença de velocidade dos americanos falou mais alto. Mas o espetáculo visual prometido e a volta dos barcos da copa como os mais velozes de todos os veleiros do planeta também prometida, foi cumprida à risca. Outras coisas deixaram a desejar, mas este não é o momento de falar.

Agora temos apenas que congratular James Spithill, Ben Ainslie (que vencedor!), Tom Slingsby e toda a tripula do Oracle pelo seu incrível feito desportivo que já os coloca nos livros de história do esporte que serão editados no futuro. Arrebentaram!

Fui!!

Murillo Novaes

um comentário Comente
  1. marcos urbanovick #

    congratulations, very good !!!!!!!!!!!!!!!

    25/09/2013

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