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Tsansat Jacques Vabre parte rumo a Itajaí

Largada da regata

Largada da regata

A bientot, Brasil! Os 44 veleiros de oceano partiram na tarde desta quinta-feira (7) de Le Havre, na França, com destino a Itajaí, no Brasil, para um desafio de quase 10 mil quilômetros. E, logo de cara, os barcos da Transat Jacques Vabre 2013 se depararam com tempo ruim na entrada do Canal da Mancha. Os termômetros marcavam 12 graus, mas a sensação térmica era ainda menor. Chuva, mar agitado e vento contrário devem fazer parte da rotina das duplas nos primeiros 400 quilômetros de travessia. Na prática serão, no mínimo, dois dias ‘molhados’ para as tripulações. A prova conta com 44 barcos divididos nas categorias Classe 40, Multi50, IMOCA e MOD70.

Por medida de segurança, os barcos da Classe 40 farão uma parada em Roscoff, cidade da região da Bretanha. O pit-stop foi definido pela organização para evitar que os veleiros de 40 pés tenham algum problema por causa dos fortes ventos no Canal da Mancha. Os 26 barcos devem demorar até um mês para chegar ao sul do Brasil. Na sequência, partiram os veleiros IMOCA, Multi50 e MOD70.

Os dois barcos idênticos da classe MOD70, velozes trimarãs de 70 pés, foram os últimos a deixar Le Havre. Contudo, certamente serão os primeiros a chegar a Itajaí. A média de velocidade dessas máquinas da regata é de até 20 nós, cerca de 36 quilômetros por hora. Os veleiros Edmond de Rothschild e Oman Air Musandam farão um duelo particular na descida do Atlântico.

“As primeiras horas da regata serão estratégicas e fisicamente desgastantes. Depois da passagem pelo Cabo Finisterre (no norte da Espanha), o tempo deve melhorar. Em 35 horas de prova podemos alcançar latitudes mais agradáveis”, explicou Sébastien Josse, skipper de Edmond de Rothschild.

Na vela, uma disputa de dois barcos iguais para cruzar a linha de chegada é chamada de match race. Não haverá segundo lugar nessa disputa até Itajaí na classe MOD 70. “Será uma regata e tanto na classe MOD70. Como são dois barcos, o suspense sobre o vencedor vai até o final”, disse Sidney Gavignet, skipper do Oman Air Musandam.

Em Itajaí, destino dos 88 velejadores, a promessa é de numeroso público para a chegada dos barcos. A recepção programada é para uma calorosa festa brasileira, não só pelo aconchego dos itajaienses, mas também pelo clima tropical que os aguarda. “A diferença de temperatura é a motivação para a regata. Vamos atrás do calor”,  disse Thibaut Vauchel-Camus, copiloto do veleiro Solidaires Em Peloton (Classe40). E os heróis do mar não vão se decepcionar. Enquanto no noroeste da França os termômetros marcam no máximo 12°C, no litoral sul do Brasil a temperatura pode chegar até 30oC nessa época do ano. 

Da assessoria

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