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Campeonato Baiano de Vela de Oceano termina com festa em Itaparica

O Spirogyro foi o campeão na ORC

O Spirogyro foi o campeão na ORC

Terminou no último domingo em Itaparica o Campeonato Baiano de Vela de Oceano 2013, promovido pela Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia – FENEB e Flotilha de Veleiros de Oceano da Bahia – FVOBA. Foram duas semanas de competição, com a realização de quatro regatas e com uma programação social que ofereceu, além de animadas confraternizações, palestras sobre regulagens de velas e mastros, relatos de experientes navegadores, mesa redonda composta por formadores de opinião do Esporte da Vela, visitação de crianças aos veleiros participantes, dentre outras ações.

O resultado não poderia ter sido outro senão o envolvimento do público, que foi, inclusive, privilegiado com a possibilidade de assistir às regatas em pontos estratégicos das cidades de Salvador e Itaparica, além do aumento do número de participantes no campeonato.
Marcado pelo equilíbrio das disputas, o CBVO só revelou seus campeões na última regata da série, disputada em um percurso com largada nas proximidades da Ribeira, em Salvador e chegada em frente à cidade de Itaparica, onde os veleiros e seus tripulantes deram um espetáculo à parte disputarem as primeiras posições muito próximos à praia do Forte de Itaparica, pouco antes da linha de chegada.

Na classe ORC, na qual participam os veleiros mais modernos e rápidos, o Spirogyro, do Comandante Arnaldo Pimenta, do Yacht Clube da Bahia, conquistou pela primeira vez o título, ao derrotar o favorito Marujo’s, do Comandante Gerald Wicks, do Aratu Iate Clube, que ficou com a segunda posição. Em terceiro ficou o veleiro Yacht 2, do Yacht Clube da Bahia, comandado por Felipe Pedreira.

A mais numerosa entre as classe participantes foi a RGS, que consagrou, mais uma vez, o veleiro Alpha 2, do Comandante Jorge Vita, representante do Saveiro Clube da Bahia. Os veleiros Táta, de José Luiz Couto e Piabinha, de Carlos Nolasco, ambos do Aratu Iate Clube, completaram o Pódio em segundo e terceiro lugares respectivamente.

Na classe Multicasco Geral, Maracatu, do Comandante Wilder Gouveia, do Aratu Iate Clube, foi o campeão, seguido por Stradivarius de Silo Vidal, do Angra dos Veleiros, em segundo e Sea Walker 2, de Ramon Segundo, da Marina Aratu, em terceiro.

O Campeonato Baiano de Vela de Oceano foi uma realização da FENEB e FVOBA, com apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e da Superintendencia dos Desportos do Estado da Bahia – SUDESB, Maranello, Bahia Boats, North Sails, Stella Artois e Dufour Yachts.

Da assessoria do Y

Vídeo: Medalhista de bronze olímpico reclama da qualidade da água da baía de Guanabara (em Inglês)

#ihdeumerda. Das grandes. Comigo. E quase morri (e matei meu filho e um amigo).

Em Cabo Frio o Velamar 32 "Fratelli" e meu filho Pedro em sua primeira (e quase última) travessia a vela.

Em Cabo Frio o Velamar 32 “Fratelli” e meu filho Pedro em sua primeira (e quase última) travessia a vela.

Bom dia amigos e amigas, hoje escrevo porque sinto que tenho o dever de compartilhar com todos o que aconteceu comigo, com meu grande amigo Fábio Collichio e com meu filho Pedro na noite de sábado. Mais precisamente por volta da 12:06 de domingo.

Fábio, meu melhor amigo em Cabo Frio, companheiro de inúmeras velejadas de Micro 19 e o feliz proprietário de um novo (para ele, claro) Velamar 32, o “Fratelli”, me chamou para trazer o barco de Cabo Frio para o Rio neste sábado para subi-lo no Clube Naval Charitas e fazer a pintura de fundo do veleiro, que ele estava terminando de reformar. Convoquei meu filho Pedro, de 13 anos, para fazer sua primeira travessia no oceano e por volta de 7:30 da manhã partimos do píer internacional de Cabo Frio.

Fábio havia me dito que soubera de um aviso de mar grosso no Rio, que, por rádio, tentamos confirmar com a atalaia de Cabo Frio, mas a moça nos disse que havia expirado, pois era de 24 horas. Eu, como navegador que sou, havia estudado a previsão e sabia que os ventos seriam de, no máximo, 14 nós, de E-NE, e haveria um swell grande residual da grande tempestade que tinha passado 48 horas antes pela costa do Rio. Mas nada muito preocupante já que tudo iria nos empurrar para o destino final. Zarpamos.

A viagem, apesar de lenta, por conta do casco sujo, dos ventos fracos no início e do motor que sempre procuramos deixar em uma rotação mais baixa (havia sido reformado há pouco), seguia tranquila. Pedrinho, depois da excitação inicial, como é típico dos adolescentes, foi para a cabine dormir. E fora um ou outro momento, passou boa parte do dia lá dentro, no sofá “da sala”, cochilando o tempo todo.

Eu e Fábio nos revezávamos no timão e assim foram passando as agradáveis horas do sábado nublado com sol esparso. Fomos por dentro do Boqueirão, em Arraial do Cabo, o que é sempre lindo. Pouco antes de Saquarema o vento aumentou e desligamos o motor. Velejávamos com o vento pela popa a 5 nós de média (com picos de 6,5) e como não tínhamos balão íamos ziguezagueando e jaibando para manter o vento pela alheta e a velocidade por aí mesmo. Tudo seguiu na paz dos deuses.

Já de noite, no contorno das ilhas Maricás eu verifiquei a carta (nesta altura no Navionics do iPhone, pois o iPad já estava sem bateria. E sim, tínhamos a carta em papel também e outro GPS reserva) umas três vezes pois sei que à noite as distâncias enganam e tal. Passamos a sotavento das ilhas (com o perigo à barla) e seguimos com a proa em Niterói, nas ilhas do Pai e da Mãe. Nosso ETA (hora prevista de chegada) estava por volta de uma da manhã na entrada da baía de Guanabara. Normal.

Ao chegarmos às proximidades de Itacoatiara o mar ficou mais mexido e mais desconfortável e resolvemos ligar novamente o motor e baixar a genoa para ir só de grande e com o possante, o que daria mais segurança e nos permitiria ir direto ao ponto, sem jaibear ou manobrar muito. Claro que tivemos um probleminha com a refrigeração do motor, mas Fábio safou tudo e lá fomos nós na boa.

Meu plano inicial era passar entre as ilhas do Pai e da Mãe e ir direto para a boca da barra. Como o mar estava bem chatinho, com o swell mais alto, resolvi entrar logo entre a Mãe e o continente para ficar mais abrigado e aproveitar um pouco o embate das ilhas. Além do mais, já havia corrido “trocentas” regatas que montam o Pai e a Mãe, passara por ali dezenas (centenas?…) de vezes e aquilo não era mistério algum.

Depois de mais de 16 horas navegando, precisamente às 12:04, pois lembro que Fábio me disse as horas (e depois verifiquei no celular), resolvi ligar para meu filho mais velho, Gabriel, que fazia 25 anos no dia 8/12 e por tradição sempre nos falamos logo depois da meia noite. O telefonema foi super agradável, óbvio, e me lembro de ter dito a ele que: “só falta agora montar a Mãe, dobrar a última esquina e depois baía de Guanabara e casa”.

No meio da ligação Fábio me interrompeu dizendo que vira uma rebentação e que parecia uma laje. Eu, automaticamente e tirando onda (o arrogante sempre se ferra. E merece!), respondi que já havia montado aquela ilha em regata um monte de vezes, que tinha uma laje sim, mas que ele não se preocupasse. Gabriel ouviu minha bazófia pelo telefone e também nem deu muita importância. Mas aquilo ficou na minha cabeça. Sem perder tempo desliguei rapidinho e comecei a olhar em volta.

Demorei talvez uns 40 segundos ou um minuto para tentar me localizar, pois o celular, claro, havia me distraído bastante. Estava perto demais da ilha? Da laje? Uma linha de espuma a nosso bombordo confirmou. Estava do lado da laje!! Falei com Fábio que estávamos ali, ele reclamou que havia me avisado, nem tive tempo de responder. Guinei fortemente o barco para boreste. Neste momento uma parede íngreme de água de quase 3 metros (havia sim um aviso de ressaca no Rio e o swell vinha de 2 a 3 metros mesmo) nos pegou em cheio pelo través (de lado certinho, a pior condição possível para qualquer embarcação). Ainda sentimos que quando a onda sugou a água para quebrar, nossa quilha deu uma batida seca na pedra no fundo. Tudo apagou.

Na minha próxima lembrança já estou embaixo d´água lutando contra cabos e velas (e também o mastro quebrado, eu perceberia depois) para subir à superfície. Lutando pela minha vida. Na minha cabeça esses foram intermináveis momentos de angústia total. Lembro-me que só pensava: “eu não posso morrer aqui, pois tenho que salvar meu filho que está dentro da cabine”. Para mim foi uma eternidade a ponto de me lembrar de Horacinho Carabelli, dias antes, no Match Race Brasil, me contando como Andrew Simpson morreu no acidente do “Artemis”, na Copa América, preso embaixo do barco. O terror! O horror!!

Não tenho a memória de como voltei a bordo. Apagou. Mas me recordo de estar no cockpit novamente, na gaiúta principal, gritando pelo Pedro. Ele tinha acordado na confusão e, ainda atordoado, me perguntava o que tinha acontecido. Respondi que tínhamos capotado, mas estava tudo bem. A água, dentro da cabine, estava na cintura dele e demos a mão para que ele saísse. Nesta altura Fábio já me ajudava a tirar o Pedro de dentro do barco e vi que estava tudo bem com ele também. Graças a Deus!

Pusemos o menino sentado no cockpit, imediatamente vestimos um colete nele, outros em nós e eu expliquei que se tivéssemos que abandonar o barco iríamos nos amarrar os três juntos e derivar para a praia de Camboinhas ou Piratininga em frente (apontei as luzes) ou tentar subir na ilha ao lado. Por sorte, não foi preciso.

O “Fratelli” era o próprio caos. O mastro quebrado, caído para bombordo, uma zona total de cabos e estais, a gaiutinha do topo da cabine estourada, uma rachadura grande no topo da cabine à bombordo, outra no costado no encontro do casco e do convés, as vigias de bombordo da cabine quebradas, o bimini retorcido e nós ainda em cima da laje recebendo onda atrás de onda pela proa. Para piorar, a noite nublada e, claro, as baterias mortas embaixo d´água, deixavam tudo no breu total. E ainda tive tempo de ver nossa lanterna, acesa, afundando.

Fábio entrou na cabine e percebemos que a água não estava subindo. Vi que ainda tínhamos leme e tentamos, no instinto (jamais daria certo, claro), ligar o motor. Amarrei outro colete salva-vidas no Pedrinho e falei com ele que ficasse tranquilo, pois a água era quente e poderíamos boiar horas sem problemas, se fosse preciso. Meu filho me deu uma lição de bravura. Jamais entrou em pânico, nos ajudou no que foi necessário, até nos consolou dizendo que estava tudo bem e que ficaríamos bem também e disse que estava preparado para fazer o que fosse preciso. Choro só de lembrar…

Pedro também, milagrosamente (mesmo!), achou meu celular. Como, não sei. Pois acho que caí no mar com ele na mão. Enfim. Peguei o telefone, que tinha uma capa à prova d´água recém-adquirida para minha travessia do Atlântico, e liguei novamente para Gabriel apesar dos 4% de bateria. Apenas 6 minutos depois do primeiro telefonema (às 12:11, sendo que o primeiro telefonema durou um minuto). Disse o que havia acontecido, nossa localização, a possibilidade de termos que “abandonar o navio” e para onde iríamos possivelmente e pedi que ele avisasse a Marinha, os bombeiros, Vanessa, mãe do Pedro (com quem havia falado duas horas antes dizendo que estava tudo ótimo), minha tia (que é minha mãe).

Fábio havia me mandando um SMS antes de irmos, pedindo para eu levar meu VHF portátil à prova d´água. Levei. Sorte! Logo que percebi que tudo estava relativamente bem, com todos a bordo sãos e salvos, antes mesmo de tentar achar o celular, já peguei o radinho e comecei a ladainha no canal 16: “mayday, mayday, veleiro Fratelli capotado na laje da ilha da Mãe, 3 tripulantes a bordo, uma criança, preciso de socorro imediato. Mayday, mayday”. Os minutos de silêncio antes de achar meu telefone foram angustiantes. Nem uma resposta sequer.

Claro que um rádio portátil tem um alcance limitado, mas como explicar que uma hora depois eu falava alto e claro, ainda do barco, com Rio Rádio por aquele mesmo aparelho e também com a lancha da Marinha? Lembro que quase uma hora depois do acidente, um cara identificado como Mar Dive fazia uma ponte desesperada no rádio, gritando que nós precisávamos de socorro e que já havia passado muito tempo, que tinha criança a bordo e ninguém respondia. Foi aí que a moça da Rio Rádio entrou na fonia. Nesta altura, agradeci, disse que havia falado com a Marinha e que uma lancha da capitania vinha nos resgatar.

Com o veleiro aparentemente não fazendo água (ou muito pouca) eu e Fábio tentamos ajeitar as coisas a bordo. Colocamos o mastro mais para cima e o amarramos para evitar que ficasse batendo contra o casco. As ondas já haviam nos empurrado para fora da laje e estávamos à deriva, bem no embate da ilha, indo para fora. Resolvi lançar o ferro e ficamos ali, protegidos do vento e das ondas, por mais de duas horas no fim.

Pouco depois das duas da manhã tivemos a visão reconfortante das sirenes da lancha “Anchova” da Marinha do Brasil. Pelo VHF consegui os orientar e eles vieram até nossa popa. Passei imediatamente o Pedro e pela primeira vez pude sentir a dimensão da tragédia que poderia ter acontecido ao meu filho. Mas não tínhamos tempo a perder. Fábio, que havia posto sua roupa de neoprene (e até catado os pés de pato para o caso de termos de nadar), voltou para dentro da cabine para tentar resgatar nossas carteiras, mochilas, etc. Paradoxalmente só conseguiu achar a minha e a do Pedro. Nada seu…

Ele não conseguiu localizar as outras lanternas que estavam a bordo e a lancha da marinha não tinha uma lanterna sequer. Tentamos jogar a luz do holofote da lancha para dentro da cabine, mas estava tudo muito difícil com o mar mais batido. Com a ajuda da “Anchova” rebocando tentamos trazer o mastro mais para cima. Mas adiantou muito pouco e ainda serviu para afastar o barco da ilha e deixá-lo mais desabrigado de mar.

O mestre da lancha (que soube depois foi quem, no peito e na raça, mesmo com a impraticabilidade do porto pelo aviso de ressaca, resolveu sair) nos avisou que sua missão era salvar vidas e que devíamos abandonar o barco e ir. Foi o que fizemos. Antes, porém, demos o máximo de cabo possível no ferro e deixamos o “Fratelli” sozinho fundeado e avariado para trás. A visão mais triste do mundo para mim e, especialmente, para o Fábio que tanto esforço fizera para ter aquele barco e reformá-lo.

Na lancha, Pedrinho nos consolava e nem a visão do seu Playstation e seu DS (o cara é viciado em games) encharcados na mochila o atrapalhava. Um menino de ouro. Eu só conseguia abraçar meu amigo e meu filho e pedir desculpas, desculpas, desculpas pelo meu erro crasso e quase fatal para nós. Algo que um navegador digno do nome (eu não sou!) jamais poderia ter cometido.

Chegamos por volta de 4 da manhã ao píer do ICRJ onde Vanessa e os Gabrieis, meu filho e o marido de minha sobrinha Juliana que havia trazido Vanessa, nos aguardavam. Viemos para minha casa no Posto 6, tomamos um banho, colocamos roupas secas, deixei Fábio descansando com minha tia e comecei minha peregrinação para tentar rebocar o barco.

Fui ao Salvamar e nada (“nossa lancha não pode sair com aviso de ressaca e nossa prioridade não é o patrimônio e sim vidas”). Fui à capitania, onde agradeci a todo aquele plantão (não lembro os nomes, me perdoem) por nos ter salvado, mas soube que eles não podem mesmo fazer qualquer tipo de reboque. Resolvi ir ao Charitas, em Niterói, e tentar algo por lá. Tive que esperar até 7 horas quando chegam os marinheiros e o Josué, chefe da náutica, foi nota dez. Liguei para meu amigo Ricardo Ermel, que logo, como bom homem de Marinha, safou minha onça e convocou o comandante Carvalho para a faina.

Carvalhão chegou ao clube e após os ajustes necessários, que a lei de Murphy sempre proporciona, conseguiu me levar na sua lancha até a ilha da mãe por volta de 9 da manhã. O comandante Ralph Rosa, grande velejador e amigo, me emprestou o alicatão para cortar os brandais e estais (que todos sempre devem ter a bordo. Nós não tínhamos.), pegamos um cabo de reboque, um pneu para ajudar a fazer a catenária (a “barriga” do cabo de reboque) por conta do mar grosso e lá fomos nós. Minha ideia era tentar salvar o mastro, mas se não fosse possível, cortar tudo e deixar ir ao fundo. Tentei ainda arrumar uma moto-bomba ou bomba elétrica com extensão, mas não consegui (a bomba manual do barco não pôde ser acionada por falta do manete – ou algo parecido – que sumiu na confusão. E fez muita falta!)

Por volta de nove e meia do domingo, ainda sem pregar um olho, tive a segunda visão mais triste da minha vida. O “Fratelli” não estava mais lá. Uma garrafa de mate pela metade boiando (era nossa, com certeza!) e outros objetos que estavam dentro da cabine, à deriva na direção de Camboinhas foram o indício de que o veleiro tinha afundado. E há pouco tempo. Como? Não sei. Talvez um pequeno vazamento pela quilha, talvez um registro ou mangueira abaixo da linha d´água que com a pressão aumentada pelas toneladas de águas na cabine se rompeu, talvez o mar, sempre ele, batendo contra o costado que havia rachado a bombordo foi embarcando paulatinamente mais água. Não sei.

Agora estou aqui aguardando os mergulhadores que devem tentar localizar e, se houver condições, retirar o barco do fundo. Fábio voltou, arrasado, para Cabo Frio. Sem documentos, sem seus papeis, seu notebook, seu celular, sem a bíblia de sua falecida mãe, sem seu barco, com roupas emprestadas e com o sonho desfeito (mas vamos ter “nosso” Velamar 32 de volta, meu amigo, nem que seja outro. Eu prometo!). Pedro nem queria ir ao hospital fazer exames. Mas a mãe o obrigou e, apesar da pancada no quadril e no queixo que deixaram marcas, está tudo bem.

Eu… Bem eu, estou aqui refletindo sobre como pude ser tão estúpido e cometer o erro mais idiota e simples que um navegador jamais deve cometer: achar que está no ponto A, enquanto, na verdade, está no ponto B. Na era do GPS algo inadmissível. Tenho vontade de dormir e não acordar nunca mais!! Mas não posso, tenho que viver para ressarcir meu amigo de todos os prejuízos que lhe causei.

Fica o relato e a reflexão sobre o que deu errado. Primeiro e acima de tudo, acho que o celular é realmente algo que, a mim especialmente, distrai muito (rebocando, de “Lady Lou”, os clássicos 6M de Lars e Torben para Angra uma vez, saí 90 graus do rumo por conta de um torpedinho. Noutra, bati meu carro). Se eu não estivesse tão desatento, provavelmente não estaria escrevendo esta história hoje. Como pude verificar com tanta atenção a montagem das ilhas Maricás, por sotavento, e dar apenas uma conferidinha boba na carta, minutos antes, ao montar a ilha da Mãe (com sua laje), por barlavento? Por que confiei, em uma noite escura, apenas na minha visão com tantos instrumentos a bordo? Por que fui tão arrogante e babaca quando Fábio me alertou, momentos antes, sobre a laje? Jamais saberei. Claro que o fato de ser um lugar conhecido ajudou, mas jamais poderia ter entrado naquele canal estreito, com mar grosso e perigo a sotavento, sem o auxílio da carta. Jamais!

Acho que independentemente do que tenha causado o episódio inicial do acidente, o que se passou depois pode servir também a todos que navegam. Não tínhamos uma bolsa de abandono preparada (faltou uma faca decente, lanternas, o manete da bomba manual… E poderia faltar água, biscoitos, uma roupa quente, etc.). Depois que o barco deu o 360° na laje (e em qualquer capotamento, mesmo em mar aberto) a cabine vira o caos e, portanto, se você tiver ferramentas, documentos e outras coisas importantes trancadas em um armário que não se abra facilmente, alto e acessível, vai ajudar muito (nossas manicacas sumiram e não pudemos usar as catracas para auxiliar em nada, p.ex. Perdemos todos os nossos cartões e documentos. Não achamos as lanternas e por aí vai…). Quando sair, mesmo em uma aparente velejadinha simples, verifique sempre as condições de vento e mar na rota (eu sabia que havia o swell grande, mas jamais soube que era uma ressaca na barra do Rio de Janeiro porque simplesmente vi os GRIBs e a carta sinótica e não entrei na página da Marinha para ver os avisos de mau tempo. Essa desinformação não causou o acidente, mas atrapalhou o resgate). Não confie que apenas lançar um Mayday no rádio vai ser suficiente, se puder, tenha um EPIRB a bordo e o acione imediatamente. E, por fim, se estiver próximo à costa tenha um celular com bateria e capa protetora sempre à mão e amarrado (o meu não estava e foi um milagre tê-lo achado). Espero que você jamais passe pelo que passamos, mas, se for o caso, esteja preparado!

É com um gosto amargo na boca que escrevo isso tudo e sinto profunda vergonha pelo erro que cometi. Ao meu amigo querido e ao meu amado filho só posso pedir desculpas pelo risco que os fiz passar, pela minha falha e prometer jamais repeti-la. Saber que o prejuízo foi apenas material ajuda, mas não aplaca a tristeza e a desonra. Espero que Netuno, Éolo, Iemanjá, Nossa Senhora dos Navegantes, Iara e tantas outras entidades do mar e das águas continuem a nos proteger. Mas espero mesmo que todos usem sempre a ciência e os incríveis instrumentos tecnológicos que temos hoje para navegar com mais segurança. E que sempre, sempre que estiverem no timão de um barco estejam com 100% de sua atenção voltada para isso. Eu não o fiz. Quase morri. E quase matei meu filho e um grande amigo.

Murillo Novaes

 

A ABVC abre inscrições para a terceira edição do Cruzeiro Costa Fluminense que este ano ficará baseado na Marina da Glória no Rio de Janeiro

Dando continuidade ao trabalho de fomentar a vela de cruzeiro no Brasil, mais um evento da ABVC levará os veleiros associados pela costa. Desta vez, a terceira edição do Cruzeiro Costa Fluminense, num trecho intermediário, saindo da região de Angra dos Reis (Ilha Grande) com destino à cidade do Rio de Janeiro. Pela primeira vez o evento terá o apoio da Marina da Gloria, onde ficará baseado.

Haverá uma programação especialmente pensada e desenvolvida para que, além da travessia, o passeio seja agradável e proveitoso para todos. A característica principal deste evento é proporcionar aos associados uma velejada noturna, mais longa, para depois, entrar numa baía de grande movimento.Assim, para que a chegada no Rio de Janeiro dê-se com segurança, a flotilha partirá da Ilha Grande na madrugada anterior, velejando toda a noite e chegando com o amanhecer.

Os fogos na passagem de ano estão na programação, e a flotilha ficará em Icaraí (Niterói), local onde acontece uma grande queima de fogos de artifício na passagem de fim de ano, e de onde se pode ver ao longe a queima dos fogos na cidade do Rio de Janeiro. Uma volta no tempo visitando a ilha de Paquetá, onde só se anda de bicicleta ou de charrete (ou a pé) também está no roteiro.

Programação
29/12

·  23:30hs – largada da Ilha Grande para o Rio de Janeiro
30/12

·  10hs – Chegada RJ – Marina da Glória – dia livre
31/12

·  Almoço
31/12

·  17hs – Saída para praia Icaraí (Niterói) para assistir aos fogos
01/01

·  Dia livre
02/01

·  9hs – Largada para Ilha Paquetá – almoço no Clube – dia livre – passeios e Paquetá
03/01

·  9hs – Largada para praia da Urca – dia livre
04/01

·  4hs – Largada para Sitio Forte – jantar Bar da Telma e Naldi – lasanha de peixe

 

Informações e inscrições:

http://abvc.com.br/interna.asp?Menu=Fluminense2013

Da assessoria

Com vídeo: Scheidt e Prada seguem na liderança da Star Sailors League

Dupla brasileira obteve um primeiro e dois segundos lugares, somando 11 pontos perdidos, 13 a menos do que os italianos Negri e Lambertenghi, e garantindo vaga nas quartas de final, nas Bahamas

Nassau (BAH) – O tempo dedicado por Robert Scheidt à classe Laser, após a Olimpíada de Londres até a conquista do Mundial do Omã, em novembro, não foi suficiente para interferir no seu desempenho na Star. Scheidt resgatou a sintonia com o barco e com Bruno Prada como se não tivesse deixado temporariamente a classe. Nesta quinta-feira (5), segundo dia da fase preliminar da Star Sailors League Finals (SSL), em Nassau, a dupla brasileira ganhou a primeira regata e ainda obteve dois segundos lugares, o que garante a classificação matemática por antecipação às quartas de final.

“Estou surpreso com os bons resultados, mas com certeza ainda estamos colhendo os frutos da preparação para Londres, que foi muito intensa. Nossa vantagem está na sensibilidade que o Bruno adquiriu velejando de Finn. É fundamental para o proeiro, enquanto eu na Laser, sozinho, preciso tomar um monte de decisões que acabam ajudando na Star”, destacou Robert Scheidt, ressaltando que as duplas Negri/Lambertenghi (ITA), Mendelblatt/Fatih (EUA) e Melleby/Strube (NOR) também estão entre os favoritos. “Será ótimo irmos para a raia nesta sexta, já classificados. Poderemos testar algumas regulagens em busca da melhora no contra-vento.”

Em mais um dia de sol e calor (22 a 28°C), com as rajadas de sueste atingindo até 16 nós (30 km/k), a flotilha de 18 barcos disputou três regatas na raia próxima à Nova Providência, uma das três mil ilhas que compõem a Comunidade das Bahamas, ao norte do Yacht Club Nassau. Scheidt e Prada dominaram o percurso de 1,2 milha (2,1 km), principalmente nas pernas de vento em popa.

Na primeira regata do dia, a quinta do campeonato, os brasileiros largaram entre os três primeiros e, após 28 minutos, ultrapassaram a dupla Negri e Lambertenghi, no final da primeira perna de popa, para assumir a liderança até a linha de chegada e finalizar a prova com 58m23, impondo 23 segundos de vantagem sobre os italianos. Os timoneiros americanos Mark Mendelblatt e Paul Cayard chegaram em terceiro e quarto, respectivamente.

Os tricampeões mundiais de Star alinharam para a nova largada com a motivação reforçada pela vitória obtida na quinta regata. Repetiram o bom desempenho e ficaram em segundo lugar. O francês Xavier Rohart, bronze nos Jogos de Atenas em 2004 e líder do ranking da SSL, venceu a prova de ponta a ponta ao lado do proeiro Pierre Ponsot, com 56m42. Scheidt e Prada chegaram apenas dois segundos à frente do norueguês Melleby e do americano Strube, terceiros colocados.

Na última prova, a dupla brasileira assumiu a liderança dez minutos após a largada, caiu para a quinta colocação e contornou a primeira marca em terceiro, atrás dos poloneses Kusznierewicz e Zycki e dos alemães Polgar e Koy. A briga se tornou intensa entre os três barcos que se alternavam entre os três primeiros lugares a cada momento. O barco alemão levou a melhor (55m42), com os brasileiros em segundo e os poloneses em terceiro lugar.

“Conseguimos hoje uma excelente velocidade em popa e mostramos que temos capacidade de recuperação. Isso ficou claro na segunda regata. Só precisamos melhorar um pouco no contra-vento”, analisou Scheidt, que conta com os patrocínios do Banco do Brasil, Rolex, Prada e Deloitte, além dos apoios do COB e da CBVela. Bruno Prada também deixou a raia satisfeito com o desempenho da dupla. “Percebemos que nosso ritmo de regata está forte porque, mesmo em classes diferentes, nos mantivemos em campanha olímpica. Mas em um campeonato como este, em que todos zeram a pontuação a partir da próxima fase, não adianta abrir um monte de pontos. Não é muito justo, mas é o regulamento e vamos continuar evoluindo”, avaliou o proeiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Oakley, Zhik, Club Athletico Paulistano, COB e CBVela.

Com os resultados desta quinta-feira, Scheidt e Prada estão matematicamente classificados para a próxima fase. Somam 11 pontos perdidos, considerando-se o descarte único. Negri e Lambertengui têm 24, Mendelblatt e Fatih, 26 pontos. Se os brasileiros chegarem na 18ª colocação nas duas últimas regatas, perderão 33 pontos. Os franceses Lobert e Rambeau, que ocupam a décima posição, já perderam 61.

Para esta sexta (6), estão previstas as duas últimas regatas da fase de classificação, a partir das 11h em Nassau (14h em Brasília). Entre os 18 participantes da inédita final da liga criada neste ano pelos próprios velejadores, os dez primeiros voltam à raia no sábado para mais três regatas: quartas-de-final, semifinal e final, com dez, sete e quatro barcos respectivamente.

Transmissão ao vivo

A Star Sailors League disponibilizou a transmissão ao vivo do torneio, por um programa de visualização em 2D, o Virtual Eye. O programa traz um alto nível de detalhamento das regatas, permitindo observar as manobras dos velejadores e dados como a distância entre eles e a velocidade, tudo em tempo real. Acompanhe a competição em tempo real: live.starsailors.com

Classificação após sete regatas e um descarte

1. Robert Scheidt/Bruno Prada (BRA) – 11 pontos perdidos (2+[4]+1+3+1+2+2)
2. Diego Negri/Sergio Lambertenghi (ITA) – 24 pp (1+1+6+9+2+[13]+5)
3. Mark Mendelblatt/Brian Fatih (USA) – 26 pp (6+2+3+5+3+7+[9])
4. Eivind Melleby/Mark Strube (NOR) – 32 pp (3+8+11+4+[14]+3+4)
5. Xavier Rohart/Pierre-Alexis Ponsot (FRA) – 35 pp (7+6+5+10+6+1+[11])
6. Mateusz Kusznierewicz/Dominik Zycki (POL) – 40 pp (4+[14]+4+6+12+11+3)
7. Robert Stanjek/Frithjof Kleen (ALE) – 43 pp (13+5+2+[16]+7+10+6)
8. Johannes Polgar/Markus Koy (ALE) – 52 pp (11+15+[17]+15+5+5+1)
9. Augie Diaz/Jon Von Schwarz (USA) – 55 pp (8+7+7+13+8+[19]+12)
10. Jonathan Lobert/Pascal Rambeau (FRA) – 61 pp ([18]+3+8+11+18+4+17)

Da Local

Em cerimônia no Rio de Janeiro, velejadores recebem bolsa-pódio

Ana Barbachan, Fernanda Oliveira, Patricia Freitas, Martine Grael, Kahena Kunze, André “Bochecha” Fonseca, Bruno Fontes, Ricardo “Bimba” Winicki Santos e Bruno Prada são os mais novos contemplados do Programa Atleta Pódio, que oferece apoio complementar aos atletas brasileiros com chance de disputar medalhas nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Paraolímpicos de 2016.

O programa Atleta Pódio faz parte do Plano Brasil Medalhas, que conta com R$ 1 bilhão adicional em investimentos públicos federais para este ciclo olímpico. A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paraolímpicos, em 2016. Os recursos do Plano significam incremento aos investimentos já existentes no esporte brasileiro. Além da bolsa, os velejadores contarão com recursos para formação de equipes técnica e multidisciplinar, viagens de treinamentos e competições e compra de equipamentos e materiais esportivos. Essas ações serão viabilizadas por meio de convênio da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com o Ministério do Esporte.

Com a lista desta quinta-feira (05.12), passou para 136 o número de atletas que tiveram os nomes anunciados pelo Ministério do Esporte para receber a Bolsa Atleta Pódio, investimento financeiro que faz parte do Plano Brasil Medalhas. São 77 bolsistas de oito modalidades olímpicas: judô (27), vôlei de praia (15), atletismo (19), pentatlo moderno (1), ginástica artística (3), taekwondô (1), tênis (2) e vela (9). E 59 atletas de dez paraolímpicas: atletismo (24), bocha (4), canoagem (3), ciclismo (1), esgrima (1), halterofilismo (2), judô (7), natação (14), remo (2) e tênis de mesa (1).
Os valores das bolsas são definidos conforme o ranking dos atletas ou seu desempenho em Jogos Olímpicos ou campeonatos mundiais. São quatro faixas: R$ 5 mil, R$ 8 mil, R$ 11 mil e R$ 15 mil, para atletas de modalidades olímpicas e paraolímpicas individuais. Para ter direito ao apoio, os atletas devem atender a vários critérios técnicos, entre eles estar situados entre os 20 melhores do ranking mundial de suas provas e comprovar evolução na carreira compatível com a expectativa de medalha nos Jogos Rio 2016. Já os atletas de modalidades coletivas recebem o apoio pessoal por meio dos contratos de patrocínio das empresas públicas federais. Os atletas não selecionados na Bolsa Pódio continuam recebendo a Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.

Plano Brasil Medalhas
O Plano Brasil Medalhas foi anunciado em setembro do ano passado e terá aporte de R$ 1 bilhão adicional em investimentos públicos federais para este ciclo olímpico. O plano é destinado a apoiar atletas e construir, reformar e equipar centros de treinamento. São 21 centros de treinamento de modalidades olímpicas e um das paraolímpicas que comportará 15 modalidades, em São Paulo.

Também faz parte do plano o apoio de empresas estatais para modalidades coletivas e individuais em formato diferente e adicional ao patrocínio que a maioria das empresas federais já dá a vários esportes.

Para Ricardo Leyser, secretário de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, a vela merece todo apoio do governo e da iniciativa privada para continuar garantindo pódios ao país nos Jogos Olímpicos. “O iatismo nos deu 17 medalhas olímpicas, e, pelo desempenho dos atletas neste ano, tudo indica que a preparação caminha para um ótimo resultado em 2016. O Ministério do Esporte vai assegurar a estrutura necessária para que nossos velejadores disputem em igualdade de condições com seus principais concorrentes não só durante os Jogos do Rio, mas nas competições preparatórias até 2016”.

Leyser lembra que o apoio dado à equipe olímpica das modalidades “se reflete na formação das categorias de base, porque muitos jovens atletas convivem com os técnicos e outros profissionais que treinam as equipes de ponta, utilizam os mesmos equipamentos, usufruem das mesmas estruturas”. Para ele, essa convivência cria um “efeito irradiador” que fortalece a base do esporte brasileiro para o futuro. “Se não fosse a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil, não teríamos tanto apoio ao esporte olímpico e paraolímpico”, diz o secretário.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Vela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, “O Programa Bolsa Pódio mostra o comprometimento do governo brasileiro com o esporte, o que vai proporcionar não só a possibilidade de melhores resultados, mas também o desenvolvimento do esporte brasileiro como um todo, com consequências não só esportivas como também sociais.”

Robert Scheidt e Jorge Zarif
O iatista Robert Scheidt não foi contemplado para o Programa Atleta Pódio nesta primeira etapa por estar fora do ranqueamento obrigatório por lei para a categoria que ele disputará nos Jogos Olímpicos de 2016, a laser. Scheidt retornou à classe recentemente e, nela, conquistou medalha de ouro no Mundial de Omã em novembro. Deverá entrar no programa federal na próxima etapa de inscrições. O mesmo ocorre com Jorge Zarif, medalha de ouro no Mundial da Finn na Estônia, em setembro. Se estiver entre os 20 do ranking mundial, deverá ser incluído em 2014.

Da assessoria do Ministério dos Esportes

Regatas de monotipos e Oceano celebram aniversário de 79 anos do Veleiros do Sul

A expectativa é raia cheia nos dias 14 e 15 de dezembro nas regatas em comemoração aos 79 anos do Veleiros do Sul em Porto Alegre (RS). Elas ocorrerão na raia do Cristal, bem em frente ao Clube.

No sábado (14) os monotipos saúdam o aniversário do Clube. As classes Soling, Hobie Cat 16, 470, 420, Snipe, Laser (Standard, Radial e 4.7) e Optimist (Veteranos e Estreantes) têm largada em frente ao Farol do VDS a partir das 14 horas.

No domingo (15), também a partir das 14 horas, será dada a largada nas regatas de Oceano para as classes BRA RGS, J24 e Microtoner 19 e também para o Veleiraço Marinha do Brasil, competição realizada pelo Clube em homenagem à Marinha do Brasil.

Os barcos podem ser inscritos gratuitamente nas regatas até as 12 horas do dia 14 de dezembro de 2013 para monotipos e até as 12 horas do dia 15 de dezembro de 2013 para Oceano e Veleiraço na Secretaria Esportiva do Veleiros do Sul por e-mail esportiva@vds.com.br. Confira aqui o aviso de regatas.

A premiação ocorre no domingo (15) a partir das 17h em um Garden Party à beira da piscina do Clube.

Da assessoria

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