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Em cerimônia no Rio de Janeiro, velejadores recebem bolsa-pódio

Ana Barbachan, Fernanda Oliveira, Patricia Freitas, Martine Grael, Kahena Kunze, André “Bochecha” Fonseca, Bruno Fontes, Ricardo “Bimba” Winicki Santos e Bruno Prada são os mais novos contemplados do Programa Atleta Pódio, que oferece apoio complementar aos atletas brasileiros com chance de disputar medalhas nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Paraolímpicos de 2016.

O programa Atleta Pódio faz parte do Plano Brasil Medalhas, que conta com R$ 1 bilhão adicional em investimentos públicos federais para este ciclo olímpico. A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paraolímpicos, em 2016. Os recursos do Plano significam incremento aos investimentos já existentes no esporte brasileiro. Além da bolsa, os velejadores contarão com recursos para formação de equipes técnica e multidisciplinar, viagens de treinamentos e competições e compra de equipamentos e materiais esportivos. Essas ações serão viabilizadas por meio de convênio da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com o Ministério do Esporte.

Com a lista desta quinta-feira (05.12), passou para 136 o número de atletas que tiveram os nomes anunciados pelo Ministério do Esporte para receber a Bolsa Atleta Pódio, investimento financeiro que faz parte do Plano Brasil Medalhas. São 77 bolsistas de oito modalidades olímpicas: judô (27), vôlei de praia (15), atletismo (19), pentatlo moderno (1), ginástica artística (3), taekwondô (1), tênis (2) e vela (9). E 59 atletas de dez paraolímpicas: atletismo (24), bocha (4), canoagem (3), ciclismo (1), esgrima (1), halterofilismo (2), judô (7), natação (14), remo (2) e tênis de mesa (1).
Os valores das bolsas são definidos conforme o ranking dos atletas ou seu desempenho em Jogos Olímpicos ou campeonatos mundiais. São quatro faixas: R$ 5 mil, R$ 8 mil, R$ 11 mil e R$ 15 mil, para atletas de modalidades olímpicas e paraolímpicas individuais. Para ter direito ao apoio, os atletas devem atender a vários critérios técnicos, entre eles estar situados entre os 20 melhores do ranking mundial de suas provas e comprovar evolução na carreira compatível com a expectativa de medalha nos Jogos Rio 2016. Já os atletas de modalidades coletivas recebem o apoio pessoal por meio dos contratos de patrocínio das empresas públicas federais. Os atletas não selecionados na Bolsa Pódio continuam recebendo a Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.

Plano Brasil Medalhas
O Plano Brasil Medalhas foi anunciado em setembro do ano passado e terá aporte de R$ 1 bilhão adicional em investimentos públicos federais para este ciclo olímpico. O plano é destinado a apoiar atletas e construir, reformar e equipar centros de treinamento. São 21 centros de treinamento de modalidades olímpicas e um das paraolímpicas que comportará 15 modalidades, em São Paulo.

Também faz parte do plano o apoio de empresas estatais para modalidades coletivas e individuais em formato diferente e adicional ao patrocínio que a maioria das empresas federais já dá a vários esportes.

Para Ricardo Leyser, secretário de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, a vela merece todo apoio do governo e da iniciativa privada para continuar garantindo pódios ao país nos Jogos Olímpicos. “O iatismo nos deu 17 medalhas olímpicas, e, pelo desempenho dos atletas neste ano, tudo indica que a preparação caminha para um ótimo resultado em 2016. O Ministério do Esporte vai assegurar a estrutura necessária para que nossos velejadores disputem em igualdade de condições com seus principais concorrentes não só durante os Jogos do Rio, mas nas competições preparatórias até 2016”.

Leyser lembra que o apoio dado à equipe olímpica das modalidades “se reflete na formação das categorias de base, porque muitos jovens atletas convivem com os técnicos e outros profissionais que treinam as equipes de ponta, utilizam os mesmos equipamentos, usufruem das mesmas estruturas”. Para ele, essa convivência cria um “efeito irradiador” que fortalece a base do esporte brasileiro para o futuro. “Se não fosse a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil, não teríamos tanto apoio ao esporte olímpico e paraolímpico”, diz o secretário.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Vela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, “O Programa Bolsa Pódio mostra o comprometimento do governo brasileiro com o esporte, o que vai proporcionar não só a possibilidade de melhores resultados, mas também o desenvolvimento do esporte brasileiro como um todo, com consequências não só esportivas como também sociais.”

Robert Scheidt e Jorge Zarif
O iatista Robert Scheidt não foi contemplado para o Programa Atleta Pódio nesta primeira etapa por estar fora do ranqueamento obrigatório por lei para a categoria que ele disputará nos Jogos Olímpicos de 2016, a laser. Scheidt retornou à classe recentemente e, nela, conquistou medalha de ouro no Mundial de Omã em novembro. Deverá entrar no programa federal na próxima etapa de inscrições. O mesmo ocorre com Jorge Zarif, medalha de ouro no Mundial da Finn na Estônia, em setembro. Se estiver entre os 20 do ranking mundial, deverá ser incluído em 2014.

Da assessoria do Ministério dos Esportes

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