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Copa Brasil de Vela: Scheidt e Prada se reencontram na primeira competição de 2014 na raia de 2016

Evento que será válido como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas será disputado entre 4 e 11 de janeiro em São Francisco, Niterói

Scheidt volta a competir na Laser

Scheidt volta a competir na Laser. Foto por Fred Hoffmann

Rio de Janeiro – O paulista Robert Scheidt pode ser considerado hoje em dia um dos maiores velejadores do mundo. Nos últimos dois meses ele adicionou no seu currículo nada menos que o título mundial de Laser (o 11º da carreira na classe) e o título da Star Sailors League, conquistado ao lado do parceiro de duas olimpíadas Bruno Prada. E entre os duas 4  e 11 de janeiro ele terá mais um desafio: a disputa da Copa Brasil de Vela, válida como Campeonato Brasileiro das classes Olímpicas.

O evento será disputado na baía de Guanabara, raia dos Jogos Olímpicos de 2016, e terá como sede a praia de São Francisco. Com um formato inovador, a CBVela e a Prefeitura de Niterói uniram as regatas à eventos sociais na areia abertos ao público, como shows e provas de remo, canoagem e Stand Up Paddle.

“Este tem tudo para ser um belo evento. Já tem alguns nomes estrangeiros confirmados, assim como os maiores velejadores do país. Durante o Mundial em Omã alguns atletas vieram perguntar da competição e este interesse engrandece ainda mais o evento e aumenta o nível da competição. É mais um grande treino na raia olímpica”, disse Robert, que tenta ir para a sua sexta olimpíada.

Quem também estará na água é o ex-parceiro de Robert na classe Star, Bruno Prada. O paulista está em busca de uma vaga na Finn, classe em que tem a medalha de ouro no Pan de Winnipeg (Canadá, 1999). Mas se Scheidt é considerado o favorito, Bruno sabe que sua vida não será assim tão fácil. Ele terá que vencer o amigo e pupilo Jorginho Zarif, atual campeão mundial Junior e Sênior.

“Nós somos muito amigos, treinamos juntos ao menos quatro vezes por semana, temos o mesmo preparador físico, fisioterapeuta… Fora que somos os únicos brasileiro que levamos o treino na classe Finn a sério, que estamos realmente em campanha olímpica, então acredito que o título deverá ficar ou comigo ou com ele”, disse Jorginho.

Apesar de ter apenas 21 anos, Jorginho têm a experiência da participação em duas olimpíadas. Atualmente é considerado o grande destaque da classe Finn e já está sendo cotado como um dos possíveis medalhistas no Rio 2016.

Para ele, velejar na baía de Guanabara é como velejar em casa: “Eu gosto bastante da raia do Rio de Janeiro. Tenho competido lá desde a época do Optimist, quando ainda era uma criança. A vista é linda e as condições de vento médio me agradam muito. Fora quem para quem conhece e está acostumado a velejar por lá, fica mais simples, já que esta não é uma raia fácil.”

Até 2016 a cidade de Niterói e a baía de Guanabara serão palco da Copa Brasil de Vela. A partir de 2017 o evento passa a rodar o país. A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e da Prefeitura de Niterói e conta com o patrocínio do Bradesco e das Águas de Niterói.

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