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Regata Ilha da Moela será disputada dia 15 de fevereiro

A primeira etapa do Campeonato Santista de Oceano será disputada no dia 15 de fevereiro. O percurso será a tradicional volta à ilha da Moela. As inscrições custam R$ 30,00 por tripulante até o dia 14 e R$ 50,00 no dia da regata.

Scheidt e Fontes seguem entre os dez melhores no Miami OCR

Diferente dos três primeiros dias, a raia de Biscayne Bay recebeu uma leve brisa na manhã desta quinta-feira, 30, e em condições de 6-8 nós de vento (10-15km/h) foram realizadas duas regatas da classe Laser, com mais uma boa atuação do velejador Bruno Fontes (UNIMED/ AGE DO BRASIL), somando um sétimo e um oitavo lugares na Copa do Mundo de Vela de Miami. Com isso, Bruno manteve-se entre os dez primeiros que garantem vaga na Medal Race, agora com um descarte para cada atleta no somatório geral.

“Pela primeira vez as regatas começaram no horário apesar do vento ainda estar fraco. No entanto, podemos dizer que foi o melhor dia em termos de condição. Estou entre os dez primeiros e com boas chances de brigar pela Medal. Meus dias têm sido bem constantes aqui e agora é descansar para entrar na fase final de classificação com foco total nas próximas três regatas”, declarou Bruno.

O velejador fez menção ao quinto dia de regatas, que será disputado nesta sexta-feira, 31, em Miami. Após cinco velejos, foram definidos os atletas que seguem na flotilha ouro (ainda na disputa por título e medalha) e os que disputão a flotilha prata. Agora, cada competidor terá mais três disputas pela frente, para definir que serão os dez finalistas da Medal Race.

A vantagem de Bruno para os demais concorrentes está na consistência dos resultados. Em todas as cinco regatas, o velejador conseguiu ficar sempre entre os top-10. “Nesse tipo de competição é importante estar sempre entre os primeiros. Tem alguns caras que estão na minha frente, mas que já tem um resultado de 20, 30 e até 40. Isso quer dizer que eles não têm mais gordura para errar. É como eu sempre digo, com um descarte a margem para erro é nula e até o momento eu tenho conseguido tirar esse problema da frente. No entanto, o nível é muito alto e eu preciso estar consciente de que se a atenção não for a máxima pode ser ruim para mim”, explica.

Nesta sexta-feira, 31, estão previstas as disputas de mais três regatas, ao contrário dos outros dias, que tiveram duas ou uma. No sábado, 01, ocorre a Medal Race, que vale pontos dobrados na classificação geral e conta apenas com os dez melhores velejadores do evento.

Classificação geral após cinco regatas (um descarte)
1 – Tonci Stipanovic (CRO) 2+(5)+1+1+2 = 6 pontos perdidos
2 – Tom Burton (AUS) 1+1+(26)+4+3 = 9 pontos perdidos
3 – Pavlos Kontides (CYP) (26)+1+4+7+1 = 13 pontos perdidos
4 – Nick Thompson (GBR) 2+6+6+1+(9) = 15 pontos perdidos
5 – Robert Scheidt (BRA) (10) +4+1+3+10 = 18 pontos perdidos
6 – Giovani Coccoluto (ITA) 5+10+3+(46)+2 = 20 pontos perdidos
7 – Charlie Buckingham (EUA) (46)+3+9+3+10 = 25 pontos perdidos
8 – Elliot Hanson (GBR) 7+(20)+8+8+4=27 pontos perdidos
9 – Bruno Fontes (BRA) (9)+5+7+7+8 = 27 pontos perdidos
10 – Filip Jurisic (CRO) (33)+6+5+12+5 = 28 pontos perdidos

 Da assessoria

Com vídeo: Vento rondado desafia velejadores em Miami

O quarto dia de regatas do Miami OCR foi marcado por ventos rondados que deram muito trabalho aos velejadores. Na classe 49er FX, Juju Senfft e Gabi Nicolino tiveram bons resultados e assumiram a terceira colocação geral. Martine Grael e Kahena Kunze não foram tão bem assim e estão em 8º. Entre os homens da 49er, Marco Grael e Gabriel Borges estão em 17º, Dante Bianchi e Thomas Low Beer em 21º e Felipe Zaeyen e Breno Abdulklech, em 30º.

Na Laser Standard, tanto Robert Scheidt (em 5º) como Bruno Fontes (em 9º) seguem na zona dos que disputarão a medal race. Entre as mulheres, Fernanda Decnop teve dificuldades em acertar a raia e caiu para 16º. Odile Ginaid está em 34º e Gabriela Kidd está em 49º.

Na Finn, Jorginho Zarif mostrou por que foi eleito o melhor atleta de 2013 e subiu para a 3ª colocação a apenas dois pontos do segundo. Bruno Prada foi punido com a bandeira preta e está em 16º.

Na 470 masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem também estão na zona da medal race, em 9º lugar. Geison Mendes e Gustavo Thiesen aparecem em 15º. Entre as meninas, Renata Decnop e Isabel Swan tiveram problemas com a pontuação e aparecem 7º, porém irão pedir reparação e deverão subir na súmula.

Thomas Coville desiste de tentar quebrar recorde de volta ao mundo

Depois de 13 dias no mar o francês Thomas Coville decidiu desistir da tentativa de quebrar o recorde de volta ao mundo em solitário. A decisão veio depois de ele diminuir bastante a velocidade na passagem pela zona de alta pressão de Santa Helena, no Atlântico Sul. Para acompanhar o caminho de volta para La Trinité-Sur-Mer, na França, clique aqui

Mundial de ORC tem recorde de inscritos

Pelo quarto ano consecutivo o Mundial de ORC atrai mais de 100 barcos inscritos. O evento, que será disputado em Kiel, na Alamanha, entre 2 e 9 de agosto, já conta com 129 inscritos, de 15 países. O Mundial de 2013, que também teve recorde de inscritos, foi disputado por 124 barcos. Para ver o aviso de regatas, clique aqui.

Vento fraco atrapalha Fontes em Miami

Com apenas três regatas disputadas até o momento, velejador Bruno Fontes sustenta quinta posição. Previsão de ventos é melhor para os próximos dias.

Se nos dois primeiros dias os velejadores sofrerem com os atrasos para o início das regatas da Copa do Mundo de Vela de Miami, nesta quarta-feira, 29 as condições foram ainda piores e a direção de prova adiou as disputas, cancelando as provas de hoje. Desta forma, apenas três regatas seguem computadas para os atletas e o velejador Bruno Fontes (UNIMED/ AGE DO BRASIL) manteve a quinta posição na classificação geral.

“Após dois dias de ventos fracos, choveu aqui em Miami e a expectativa é que após isso o vento fosse dar uma segurada. No entanto, não entrou nenhuma brisa e a prova precisou ser cancelada. Situações como essa são complicadas, mas estamos sujeitos a isso”, explica Bruno.

Com isso, a previsão é de que duas regatas sejam disputadas nessa quinta-feira, 30, definindo a metade dos atletas que permanecerá na flotilha ouro (sendo estes os velejadores com chances de medalha). Após isso, na sexta-feira, mais três regatas estão previstas para definir os dez melhores que avançam para a Medal Race, no sábado.

“Tudo indica que teremos mais duas regatas amanhã (quinta) e três na sexta para definir quem estará na regata decisiva. Agora é torcer para que o vento entre como esperado para que possamos ter boas condições de velejo nos próximos dias”, conclui Bruno.

Classificação geral após três regatas (sem descarte)
1 – Tonci Stipanovic (CRO) 2+5+1 = 8 pontos perdidos
2 – Nick Thompson (GBR) 2+6+6 = 14 pontos perdidos
3 – Robert Scheidt (BRA) 10+4+1 = 15 pontos perdidos
4 – Giovani Coccoluto (ITA) 5+10+3 = 18 pontos perdidos
5 – Bruno Fontes (BRA) 9+5+7 = 21 pontos perdidos

Turquia e Estados Unidos patrocinam barco para Volvo Ocean Race

Sonho de dois jovens velejadores se torna realidade e o Team Alvimedica é o mais novo veleiro para a edição 2014-15 da Volta ao Mundo

Layout do barco Alvimedica

Layout do barco Alvimedica

Istambul , Turquia – O barco Alvimedica disputará a Volvo Ocean Race 2014-15. O veleiro, patrocinado por uma empresa de medicina turca e idealizado por dois norte-americanos, é o quinto confirmado para a Volta ao Mundo, que começa em outubro deste ano. No anúncio oficial, que ocorreu nesta quinta-feira (30), em Istambul, sede da companhia, os idealizadores definiram que o time terá atletas de até 30 anos apenas.

O novo barco da regata é nada mais nada menos que um sonho de dois jovens fanáticos pela vela oceânica: Mark Towill e Charlie Enright. Os norte-americanos, do Havaí e de Rhode Island, respectivamente, se conheceram num set de filmagens para um longa metragem da Disney e, desde então, dividiram o sonho de correr a Volvo Ocean Race.

Nas gravações do filme Morning Light, em 2007, os dois recorreram a veteranos de Volvo Ocean Race, como Mike Sanderson e Jerry Kirby para ter subsídios para o longa, que contou a história de uma travessia pelo Oceano Pacífico. “Nós nos conhecemos durante a preparação do filme e o sonho começou a tomar forma. Os veteranos da regata montaram a base do projeto pra gente”, disse Charlie Enright.

“Tudo isso nos serviu de motivação”, acrescentou Mark Towill, que ao lado do parceiro Charlie Enright montou a All-American Ocean Race, que tem sede em Rhode Island, uma das paradas da Volvo Ocean Race. “Não foi fácil chegar até aqui, mesmo com a realização do filme da Disney. Tentamos viabilizar essa campanha por bastante tempo. Também tivemos muita ajuda de muitas pessoas que fizeram nosso sonho se tornar realidade”.

O sonho, literalmente, começou a ganhar forma em 2011, quando o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, convidou os jovens velejadores para assistir a largada da regata passada, em Alicante, na Espanha. Motivados, os dois deixaram compromissos e foram atrás dos patrocinadores, chegando num denominador comum, a Alvimedica. O objetivo da empresa é dominar o mercado global de tecnologia médica e a Volvo Ocean Race é um dos caminhos.

O próximo passo da equipe Alvimedica será testar os atletas no mar. “Vamos recrutar velejadores jovens dos Estados Unidos inicialmente e depois abrir o leque para os estrangeiros, incluindo Turquia e Itália”, disse Mark Towill, que será um dos tripulante do Alvimedia. O comandante será Charlie Enright.

“Este é um dos projetos mais interessantes que vi desde que comecei na Volvo Ocean Race. O Team Alvimedica é tudo o que eu sonhava para a regata desde 2008, quando assumi o cargo. Foram os jovens que tomaram a iniciativa de liderar um projeto como esse”, destacou Knut Frostad, CEO da Volta ao Mundo.

“Saudamos também um novo patrocinador vindo da Turquia. Tem havido um grande interesse do país na regata. A vela está crescendo por lá. A empresa é de tecnologia médica focada no coração. Acho que a Volvo Ocean Race é um dos mais difíceis desafios físicos e cardíacos do mundo. Será um estudo de causa interessante”.

O presidente da Alvimedica, Dr. Cem Bozkurt, acrescentou: “Como uma empresa jovem, nós temos ambição no mercado global. Temos os mesmos objetivos na vela também. A Volvo Ocean Race é um evento rápido e dinâmico, que utiliza a tecnologia mais recente, assim como Alvimedica. Estamos orgulhosos de ter a bandeira turca pela primeira vez na regata”.

O CEO do Team Alvimedica será Bill Erkelens , um nome bem conhecido na vela dos Estados Unidos, participando de campanhas da America´s Cup.

O Team Alvimedica vai se juntar ao Team SCA, Abu Dhabi Ocean Racing, Dongfeng Race Team e Team Brunel na regata 2014-15, que terá 38.379 milhas náuticas de distância ou 62.344 quilômetros.

Da assessoria

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