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ICRJ promove regata de aniversário em comemoração aos seus 94 anos

Neste final de semana o ICRJ irá promover a regata de Aniversário. No sábado, os monotipos vão para a água, enquanto domingo é a vez dos oceanos. Nos dias 29 e 30 de março será a vez dos Optmists. A largada está prevista para as 12h, com direito a canoa de cerveja no domingo, na varanda do clube.

Gaúchos serão os representantes do J/24 nos Jogos Sul-Americanos

A vela brasileira embarca mais uma vez com favoritismo na disputa dos Jogos Sul-Americanos que iniciam nesta sexta-feira (07) em em Santiago, no Chile. A classe J24 terá uma equipe 100% do Veleiros do Sul, a equipe Crioula, como representante do Brasil. Ela conta com Samuel ‘Samuca’ Albrecht, Frederico Sidou, Alexandre Rimoli e Geórgia Silva.

O time conquistou a vaga para a Equipe Brasileira de Vela para os Jogos Sul-Americanos 2014 ao conquistar o Campeonato Brasileiro da Classe J24 em Porto Alegre, em novembro. Composto por velejadores experientes, todos são tripulantes do Crioula Sailing Team, equipe de vela formada por gaúchos com base no Veleiros do Sul de Porto Alegre.

Frederico Sidou, Alexandre Rimoli e Samuca integraram a equipe de S40 Crioula, que em 2013 foi vencedora da Taça Eduardo Souza Ramos (Campeonato Brasileiro de Soto 40), além de vencer os na S40 da Búzios Sailing Week, Rolex Ilhabela Sailing Week e do 44º Circuito Rio. Ainda, Samuca e Geórgia Silva formam dupla na Nacra 17 e pertencem a Equipe Olímpica de Vela de 2014.

Os Jogos Sul-americanos são disputados a cada quatro anos. É o maior evento esportivo das Américas, com 43 modalidades reunidas. Serão 12 dias de competição, entre os dias 7 e 18 de março. As regatas da vela começam dia 12 e seguem até o dia 17.

Na última edição, disputada em Medellín, na Colômbia, em 2010, o Brasil conquistou cinco medalhas na vela.

Equipe Brasileira de Vela para os Jogos Sul-Americanos 2014:

Sunfish: João Pedro Souto de Oliveira
Laser Radial: Fernanda DecnopLaser Standard: Matheus Dellagnelo
Lightning: John Bennett / João Hackerott / Maria Hackerott
Snipe: Alexandre Paradeda / Gabriel Kieling
J24: Samuel Albrecht / Alexandre Rimoli / Frederico Sidou / Geórgia Rodrigues
Chefe de equipe: Eduardo Penido
Técnicos: Bruno di Bernardi / Alexandre Saldanha / Adriana Kostiw

Os velejadores brasileiros irão para os Jogos Sul-Americanos com o apoio do COB, CBVela e patrocínio do Bradesco.

Da assessoria do VDS

Natascha Boddner e Pedro Corrêa serão os representantes brasileiros na Olimpíada da Juventude

Pedro e Natascha comemoram a vaga

Pedro e Natascha comemoram a vaga

São Paulo (SP) – A niteroiense Natascha Boddner está classificada para representar o Brasil na Olimpíada da Juventude, em agosto, na China. A vaga foi obtida apenas na última regata na Represa de Guarapiranga. A velejadora de 15 anos precisava, nesta quinta-feira (6), manter-se entre as três primeiras na categoria feminina para ingressar na delegação do Comitê Olímpico Brasileiro que competirá em Nanquim. 

Na última das 12 provas organizadas pelo Yacht Club de Santo Amaro, desde o sábado de Carnaval, Natascha fez o que se chama de ‘lição de casa’. Foi conservadora e procurou ficar em posição intermediária na flotilha de 22 barcos para evitar riscos. Chegou em sexto e terminou o campeonato com 85 pontos perdidos, oito a menos do que a compatriota Helena de Marchi, vencedora da regata final desta quinta-feira. Dolores Fraschini, do Uruguai, e Jarian Brandes, do Peru, ficaram em primeiro e segundo lugares, com 41 e 48 pontos respectivamente, na categoria feminina.

“Foi bom para mim porque o vento foi mais fraco, condição semelhante a dos meus treinos em Niterói. Eu estava nervosa antes da decisão. Minha única experiência internacional havia sido no Sul-Americano de Optimist, no ano passado, em Porto Alegre, mas na hora de velejar consegui me controlar”, revelou Natascha, que cruzou a linha de chegada às lágrimas, emocionada com a conquista da vaga brasileira para competir na China.

A evolução de Natascha passa pelas orientações do pai, Walter Boddner, ex-técnico dos bicampeões olímpicos Robert Scheidt e Torben Grael. “É um privilégio ter meu pai como treinador. De vez em quando enche um pouco porque ele dá umas bronquinhas, mas eu não ligo muito”, considerou a velejadora.

Classe ainda busca espaço no País– Orgulhoso, o pai de Natascha acompanhou as regatas de perto a bordo de um bote inflável e sugeriu que se dedique mais atenção à classe no País. “O Byte é um barco adequado para 15 ou 16 anos. É uma ótima classe para a formação do atleta. Só falta as entidades náuticas organizarem mais campeonatos”, alegou Valtinho.

Apesar de a classe ser pouco praticada no País, o nível técnico das provas surpreendeu a Organização. Gerente do YCSA e velejador, Marcos Biekarck elogiou o desempenho dos adolescentes. “Para uma classe que quase não possui flotilha no Brasil e na América, o nível das regatas foi muito elevado. O Pedrinho (Pedro Corrêa – campeão geral) mostrou que está bem a frente. Hoje posso dizer que seria um ‘Top Five’ na Europa”.

Antes de correr de Byte em Nanquim, em agosto, Pedro, que já havia assegurado o título sul-americano na véspera da última regata, pretende disputar o Mundial da classe, em abril na Itália, com os apoios do Audi YCSA Sailing Team e da CBVela. Foram dez primeiros lugares em 12 provas, justificando a avaliação de Bieckark. O associado do YCSA, mora e treina em São Sebastião, onde é integrante do Projeto Ventos e Velas da prefeitura municipal.

Considerando-se os dois descartes, Pedro desenvolveu uma campanha perfeita, com dez pontos perdidos. As outras duas vagas masculinas para os Jogos Olímpicos da Juventude ficaram com Chile e Peru, pelas atuações de Clemente Lacamara e Angello Farias, respectivamente, com 36 e 58 pontos perdidos. O Sul-Americano de Byte CII teve a promoção do YCSA e da FEVESP (Federação de Vela do Estado de São Paulo) com as chancelas da ISAF (Federação Internacional de Vela) e da CBVela.

A regata final foi disputada com vento fraco, entre cinco e seis nós (menos de 10 km/h), na direção noroeste. “Além de fraco, o vento estava muito rondado. Foi difícil posicionar a boia de contra-vento para darmos a largada. Essa condição exigiu muita perícia dos velejadores, mas a festa que fizeram na água ao final do campeonato, mostra que todos estão felizes”, comentou o presidente da Comissão de Regatas, Claudio Buckup.

Da assessoria

Oracle Team USA anuncia equipe de velejadores

Os americanos do Oracle Racing anunciaram esta semana a equipe que irá fazer a campanha para a próxima America´s Cup. Se juntam ao experiente skipper James Spithill  e ao velejador e gerente da equipe Tom Sligsby, os velejadores Andrew Campbell, Kinley Fowler, Rome Kirby, Kyle Langford, Joey Newton e Joe Spooner. Os treinamentos começam esta semana em Sidney, na Austrália. 

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