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Circuito Ilhabela de Vela chega à metade com equilíbrio entre as classes

Penúltima etapa do evento acontece nos dias 13, 14, 20 e 21 de setembro

Classe HPE é a mais numerosa

Classe HPE é a mais numerosa

Depois da Ilhabela Sailing Week agitar o mundo náutico no litoral norte paulista, os velejadores retornam às raias para disputar o XIV Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Suzuki Jimny marcado para os dias 13, 14, 20 e 21 de setembro no Yatch Club de Ilhabela.Reconhecida como Capital Nacional da Vela, o charmoso arquipélago deve receber cerca de 450 velejadores para o evento. “A vela é um dos principais motivos que mantém a cidade entre os principais roteiros em qualquer estação do ano” conta Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do YCI.

Essa promete ser uma das etapas mais disputadas da temporada, pois, começa a apontar os barcos promissores ao título em cada classe. Embora as condições técnicas sejam equilibradas, os comandantes contam com o entrosamento para garantir bons resultados. Segundo eles, a partir de agora, será preciso cometer o menor número de erros possível para manter a pontuação frente aos adversários.

Dentre as classes onde essa matemática será mais acirrada, estão a C30, onde todos estavam empatados até a primeira fase da segunda etapa e a HPE, onde se concentram o maior número de embarcações. “A Semana de Vela da Ilha foi importante para mostrar que embora tenhamos um bom retrospecto de vitórias, não há favoritismo entre os competidores da C30. Somos igualmente capazes de conseguir a vitória do campeonato e acredito que sejam mais difícil manter a liderança do que buscá-la”, diz o comandante do CA Technologies, Marcelo Massa.

Embora as regatas anteriores tenham contado com dias claros, o vento, que é o principal combustível para que a competição aconteça, esteve ausente em três dos oito dias de disputa realizados até agora. “Esperamos que esta mudança das estações, traga bons ventos” comenta Marcos Ashauer, comandante da tripulação Take Ashauer, que está na liderança da classe HPE.

O primeiro desafio será no dia 13 de setembro e os tripulantes já se organizam para retomar os treinamentos após quase dois meses de paralisação. A previsão é que cerca de 60% dos competidores se reúnam na sexta-feira que antecede a largada para realizar alguns treinos extras e ajustes na equipe. O foco e a dedicação serão, mais do que nunca, o diferencial dos campeões. “Comemoramos nossa vitória, mas agora é hora de focar. A classe é competitiva e vamos continuar lutando nos mantermos no topo da tabela” conta Marcos. Quem vem no encalço dos Take Ashauer, é o veleiro Ginga, de Breno Chvaicer, empatado em número de pontos, mas com uma pequena desvantagem em vitórias. “As outras tripulações da HPE também estão muito fortes e tudo é imprevisível” conta Breno.

Quem também vai brigar para manter a liderança é o veleiro Chroma de Luis Gustavo de Crescenzo, da classe ORC, enquanto a tripulação do Orson de Carlos Eduardo Souza e Silva vem em segundo. Na classe RGS, o Kanibal de Martin Bonato lidera e na RGS Cruiser , o Jambock de Marco Aleixo.

O Circuito de Vela de Ilhabela é uma realização do Yacht Club de Ilhabela, patrocínio master da Suzuki Veículos e também Ser Glass e F7. Apoio da Pousada BL3 Armação dos Ventos, Radio Antena 1 FM, North Sails, Revista Mariner, SailStation, Mar & Vela, Prefeitura de Ilhabela.

Confira o resultado até segunda etapa:

HPE
1- Take Ashauer (Marcos Ashauer) (3+1+4+2+1) = 11
2 – Ginga (Breno Chvaicer) (Reg 1 + Reg 2 + Reg 3) (2+2+1+4+2) = 11
3 – Bixiga (Pino Di Segni)(1+7+2+1+4) = 15
4 – Fit To Fly (Eduardo Mangabeira) (5+6+3+3+6) = 23
5 – Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley) (4 +2+8+5+5) = 24
6 – Repeteco (Fernando Haaland) (8+3+5+7+3) = 26
7 – F7/Ser Glass (Marcelo Belloti) (10+4+8+1+10) = 33
8 – Aventura (Jose Otavio M. Vita) (9+6+10+4+8) = 37
9 – Conquest (Marco Hidalgo) (3+5+11+11+11) = 41
10 – Artemis (Mark Essle) (8+10+9+7+7) = 41
11 – Bronco (Caio Prado) (5+11+12+6+9) = 43
12 – Takra (Luiz Eduardo D’Almeida) (7+9+10+9+9) = 44
13 – Xereta (Luiz Rosenfeld) (13+11+13+13+12) = 62

RGS
1 – Kanibal (Martin Bonato) (1+2+3+2) = 8
2 – BL3 Urca (Pedro Rodrigues) (3+1+5+1) = 10
3 – Asbar II (Sergio Klepacz) (2+3+2+3) = 10
4 – Atlantico (Enio Ferreira) (5+5+6+6)= 22
5 – Suduca (Marcelo Claro) (4+ DNC + DNC+5) = 24
4 – Xiliky (Fabio Cantanhede) (6+4+7+7) = 24
7 – Jazz (John Jansen) (DNC + DNC + 4+4) = 24
6 – Anequim (Paulo F. Moura) (4+DNF+ DNC+DNC) = 31

RGS Cruiser
1 – Jambock (Marco Aleixo) (1+1+3+2) = 7
2 – BL3 Wind Nautica (Clauberto Andrade) (2+2+4+1) = 9
3 – Boccalupo (Claudio Melaragno) (4+3+1+3) = 11
4 – Cocoon (Luiz Marcelo Caggiano) (3+4+2+4) = 13

IRC
1 – Rudá (Mario Martinez) (1+1+1+1) = 4
2 – Orson (Carlos E. S. Silva) (2+2+2+2) = 8
3 – Mussulo III (Jose Guilherme M. P. Caldas) (3+3+3+3) = 11

C30
1 – C A Technologies (Marcelo Massa) (1+3+1+1) = 6
2 – Caballo Loco (Mauro Dottori) (2+4+2+2) = 10
3 – Caiçara Porsche (Marcos de Oliveira Cesar) (4+2+1+4) = 11
4 – Realizado (José Luiz Apud) (1+5+2+3) = 12
5 – Barracuda (Humberto Diniz) (3+3+4+3) = 12

ORC
1 – Chroma (Luis Gustavo de Crescenzo) (2+1+1+1) = 5
2 – Orson (Carlos Eduardo Souza e Silva) (1+2+2+2) = 7

Da assessoria

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