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Brasil estreia com dois barcos entre os dez no Mundial de Vela

Bruno Fontes foi o melhor do dia, finalizando na quinta colocação geral

Bruno Fontes foi o melhor Brasileiro

Bruno Fontes foi o melhor Brasileiro

O primeiro dia de regatas do Mundial da Isaf foi marcado por ventos bastante fracos. As primeiras classes a irem para a água foram a Laser Standard e Laser Radial. O Brasil foi representado por seis atletas, três homens e três mulheres, e colocou dois barcos entre os dez melhores. Bruno Fontes foi o melhor do dia, finalizando na quinta colocação geral, dentre 147 barcos da Standard. Scheidt foi nono colocado.

“Consegui fazer boas largadas, mesmo com o vento fraco e briguei pela liderança na primeira regata inteira. Na segunda eu acabei batendo na boia, mas consegui me recuperar e posso dizer que tive um dia bom. Estou muito contente com o resultado e agora preciso me manter focado para seguir fazendo boas médias. Terminar bem a fase classificatória vai ser importante para chegar bem na fase final. ”, disse Fontes. O catarinense somou um quarto lugar na primeira regata da série e um sétimo na segunda.

Já Scheidt sofreu um pouco com o vento fraco na primeira regata, terminando em 13º. Na segunda ele conseguiu se recuperar, terminando em segundo lugar. Ele soma 15 pontos perdidos, sete a menos que o australiano Tom Burton, segundo colocado. Alex Veeren vem em 50º, com um 28º e um 11º lugares. O líder é o guatemalteco Juan Ignacio Maegli Aguero, com um terceiro e um primeiro lugares.

Entre as meninas, a melhor colocada é Odile Ginaid, na 37ª posição, com um 14º e um 26º lugares. Fernanda Decnop aparece em 41º, com um 33º e um 10º. A mascotinha do time Tina Boabadi, de apenas 19 anos, não teve um dia bom e acabou em 112º, com um 49º e um 56º. A classe Radial tem 120 inscritas e a líder é a tcheca Veronika Kozelska Fenclova.

“Dei azar na primeira regata, com uma rondada de vento bem na hora da largada e acabei na 33ª colocação. Na segunda regata eu cheguei a estar em terceiro, mas bati na boia e acabei na 10ª colocação. Apesar disso, consegui fazer tudo o que planejei e o campeonato está apenas começando, então sigo focada em dar o meu melhor a cada regata”, disse Fernanda.

Devido ao grande número de inscritos, as classes foram divididas. Os homens têm três flotilhas (azul, vermelho e amarelo), enquanto as mulheres têm duas (azul e amarelo). Esta divisão seguirá assim até amanhã, quando serão definidas as flotilhas ouro, prata e bronze na Standard, e ouro e prata na Radial. No dia 18, quinta-feira, apenas os dez melhores colocados das flotilhas ouro irão velejar, na disputa da medal race.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado pode ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Classe RS:X estreia neste sábado: Conforme o calendário de regatas, neste sábado será a vez da classe RS:X fazer a sua estreia. O Brasil terá quatro representantes: Ricardo Bimba Winicki e Albert Carvalho na masculina, e Patrícia Freitas e Bruna Martinelli na feminina. Bimba é o líder do ranking mundial, enquanto Patrícia é a 14ª.

“Quero terminar o campeonato entre os cinco primeiros, então o objetivo é fazer boas regatas nos dois primeiros dias e deixar os descartes para a fase final”, disse Bimba.

A previsão é de que as largadas de RS:X, Radial e Standard sejam dadas às 13h (8h, horário de Brasília). Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo são esperados mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

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