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Falta de vento anula regatas do Mundial de Vela

Das 35 regatas programadas para o dia, apenas duas puderam ser realizadas

Martine e Kahena esperaram - e muito! - mas não fizeram a sua estreia em Santander

Martine e Kahena esperaram – e muito! – mas não fizeram a sua estreia em Santander

A segunda-feira não foi nada divertida para os velejadores que disputam o Mundial da Federação Internacional (Isaf) na Espanha. O vento não apareceu e apenas a flotilha amarela do 49er conseguiu velejar e fazer duas regatas As outras 33 que estavam programadas para o dia não foram realizadas. Com isso, a estreia das classes 49er FX, Nacra 17, Finn e 49er (flotilha azul) ficará para amanhã.

“Passamos o dia esperando. Pelo menos a temperatura estava agradável, com sol, e nós ficamos em terra, ao contrário dos meninos que ficaram boiando”, disse Bruna Martinelli, da RS:X.

Quem compartilhou da mesma frustração foi Renata Decnop, do 470. “Nós tivemos duas semanas de treino maravilhosas e agora o vento acabou! Estou sonhando com aqueles 15 nós da Coaches Regatta, evento que disputamos na mesma raia uma semana antes”, disse ela.

Dentre os que realmente velejaram hoje, está a dupla brasileira Dante Bianchi e Thomas Low-Beer. A dupla finalizou o dia na 16ª posição da flotilha amarela do 49er. Os líderes são os austríacos Nico Delle-Karth e Nikolaus Resch.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo são esperados mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

 

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