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Ciclones, pirataria, brasileiro e muito mais! Foi dada a largada para a segunda etapa da Volvo Ocean Race

A regata inport da Cidade do Cabo foi assim. Nesta quarta será dada a largada da segunda perna

A regata inport da Cidade do Cabo foi assim. Nesta quarta será dada a largada da segunda perna

Os sete barcos da Volvo Ocean Race partem, nesta quarta-feira (19), para a segunda etapa da Volta ao Mundo. O caminho da Cidade do Cabo, na África do Sul, até Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, promete ser bastante diversificado com a previsão de ciclones no começo da prova e, mais para o final, falta de vento no escaldante Golfo Pérsico. Serão mais de 11 mil quilômetros e os barcos devem demorar até 30 dias para chegar ao destino.

A boa notícia é que a organização do evento não teme ação de piratas, atividade que já assustou as autoridades na costa leste africana, mas que perdeu força, segundo especialistas em segurança. Mesmo assim, os veleiros vão ter zonas de exclusão para evitar na região.

A segunda perna marca também a tentativa de recuperação da equipe MAPFRE, que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, como destaque. “Será uma etapa difícil, principalmente no primeiro dia, com as tempestades. Vamos sair com ventos variando entre 25 e 30 nós e tentaremos se afastar da costa rapidamente. Os primeiros oito dias serão de muito frio e vento. Depois, mais ao norte, o calor aparece e o vento fica um pouco mais calmo”, explicou o brasileiro. “Será uma etapa longa, talvez poderá chegar a um mês de travessia”.

André ‘Bochecha’ Fonseca quer ajudar seu time, o espanhol MAPFRE, a recuperar posições. O barco é o lanterninha da Volvo Ocean Race após a sétima posição na primeira etapa. “Vamos ir pouco a pouco. Não é do dia pra noite que tudo será resolvido. Estamos com dois tripulantes novos e vamos aprender e melhorar mais”.

No papel, o Brasil tem só o André ‘Bochecha’ Fonseca como tripulante na Volvo Ocean Race. Porém, podemos escalar a holandesa Carolijn Brouwer como brazuca também. A atleta do Team SCA, equipe 100% feminina, morou mais de 10 anos no País. A velejadora explica como será a etapa.

“Será uma etapa totalmente ao contrário da primeira e os velejadores terão muitas oportunidades. O percurso ainda é um pouco desconhecido para muitos. Vamos lutar até o fim por um melhor resultado”, disse Carolijn Brouwer. “Em relação à pirataria, a organização da Volvo Ocean Race fez bem ao colocar zonas de exclusão. Tivemos um briefing detalhado sobre o assunto. Apesar de estar diminuindo, não queremos correr riscos”.

A competição é liderada pelo Abu Dhabi, vencedor da primeira etapa, seguido por Dongfeng e Team Brunel.

Da assessoria

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